O jogo
Via-se crescer a vantagem sob o time da Zona Oeste desde o fim do segundo quarto: 45 a 31. E continuou assim. Sob o comando de Luís Antônio, que assistia a tudo de cima, em uma posição que permitia filmar todo o jogo, Bad Angels brilhou. Fez juz ao esperado, e teve até um novo cestinha.
Bruno Lima, de 32 anos, foi o cestinha do jogo, com 29 pontos. E das mãos dele veio a cesta para abrir 40 pontos para o outro time, no último quarto: 94 a 54. Vantagem que caiu um ponto no placar final: 99 a 60.
Palavra do técnico
Luís Antônio, técnico do Bad Angels, falou a Liga sobre o que esperar do próximo confronto, contra a UFRJ. Ele também falou sobre o hábito de filmar as partidas e a importância de seu assistente técnico, o Alessandro.
Liga LSB: Vocês ganharam a primeira e agora o próximo jogo é contra a UFRJ, em julho, time que vem crescendo na Liga. Como você vê o próximo jogo?
Luís Antônio: É uma equipe que está tendo um bom rendimento. UFRJ já teve duas vitórias e é uma equipe que evoluiu muito na Copa (Copa LSB), teve bons resultados. Quando tem um confronto entre duas equipes que ainda não perderam, acredito que seja um jogo bem disputado e quem ganhar vai subir bem na tabela.
LSB: E como a filmagem ajuda?
Luís: Eu assisto depois. Procuro filmar tudo. [...] A filmagem ajuda muito porque a gente pode rever várias coisas que durante o jogo são muito rápidas. A gente não consegue verificar às vezes no momento e para os próximos jogos a gente traz as informações, percentuais de arremesso, características dos jogadores.
LSB: Como a assistência do alessandro ajuda no desempenho da equipe?
Luís: O Alessandro está desde a fundação da equipe. Eu e Alexandre fomos os que movimentaram a questão da formatação da equipe, e em seguida veio o Alessandro, esse ano. E como ele (Alexandre) vai passar por uma cirurgia, ele (Alessandro) vem nos ajudado nessa situação, vai estar sempre aqui no grupo, tentando dar a colaboração dele.