Com boa vitória, SlamDunk fecha a série contra o VQN
Written by Felipe de SouzaNo domingo (15/10), tivemos o terceiro e último confronto entre SlamDunk e VQN pelos playoffs da Liga B.
Vale lembrar, que as equipes tiveram partidas extremamente opostas antes de chegar nessa terceira.
Na primeira partida, vimos o Alexssandro fazendo belos crossovers e finalizando bem do perímetro. Já na segunda partida, o ótimo desempenho da equipe do SlamDunk foi fundamental para que a equipe não passasse um maior sufoco na partida.
Quando entraram na partida, todos queriam ver qual o caminho seria trilhado. Poderia ser um jogo tenso e afoito por tudo que circulava esse jogo, mas não foi assim.
Por mais que a diferença no placar seja “pouca”, vimos o time do SlamDunk mais organizado em quadra e aplicado taticamente.
O Edson Rodrigues com 19 pontos e 14 rebotes, foi o grande destaque da equipe do SlamDunk. Sendo fundamental para que o ataque, fluísse melhor perto do garrafão.
Pelo outro lado, o Tiago de Sousa com um duplo-duplo (12 pontos e 20 rebotes) foi o grande destaque do VQN.
Após a vitória por 61-52, a equipe do SlamDunk enfrenta o FBMRJ na próxima rodada.
Com virada no final Fears vira a série e elimina Basket Maré
Written by Diogo AquinoA chuva matinal era prenúncio da seriedade dos confrontos deste domingo (15 de outubro). O Centro Esportivo Miécimo da Silva, abriu novamente as portas do Ginasio Zenny de Azevedo para receber o jogo 3 da série de primeira rodada entre Anchieta Fears e Basket Maré.
O Jogo:
1º Período
Apesar da característica de ambas as equipes ser de acelerar o jogo. Talvez pela importância do confronto as duas começaram a partida um pouco tímida, se estudando, e trabalhando a bola com bastante paciência.
Aos poucos, impulsionados por Glauber (Anchieta) e Matheus Amorim (Basket Maré), as duas equipes foram se soltando e aos poucos mostrando suas principais armas ofensivas.
Neste período inicial o destaque ficou mesmo por conta dos ótimos contra-ataques do Basket Maré, sempre muito bem definidos por Matheus Amorim, além dos cortes pelo fundo realizados por Glauber do Anchieta Fears, fator primordial para sua equipe fechar na frente (17 x 12).
2º Período
Com uma defesa bem forte e se aproveitando de uma desconcentração do adversário que lhe permitiu cortar a vantagem o Basket Maré cresceu no jogo elevando o moral da equipe. O que foi prontamente combatido com um pedido de tempo do técnico do Fears.
A essa altura os cortes do Glauber estavam sendo anulados com uma dobra que sempre o pressionava contra a linhas de limitação da quadra.
Por outro lado o Basket Maré também não conseguia mais contra-atacar pontos que seguraram a produção ofensiva de ambas as equipes.
Irritados com o baixo volume de jogo e com algumas decisões da arbitragem, o Fears perdeu o foco o que permitiu uma corrida do Basket Maré que conseguiu abrir e fechar a frente, vencendo por 31 x 25.
3º Período
Na volta do intervalo a fragilidade da defesa do Fears ficou ainda mais evidente, aproveitando-se disso o Basket Maré apertou ainda mais a defesa, e continuou tomando ótimas decisões no ataque, quase sempre envolvendo Matheus Amorim, que era sem sombra de dúvidas o melhor homem em quadra.
Com a entrada de Douglas no lugar de Marcelinho a defesa do Fears melhorou o que segurou um pouco o volume de jogo do Basket Maré, que ainda assim administrava bem uma vantagem no marcador. Que foi para o último quarto marcando 46 x 39.
4º Período
O último quarto começou em uma dinâmica muito parecida com a qual terminou o terceiro. Com uma boa produção produção do Fears, mas ainda bem controlada pelo Basket Maré, o que impedia que a vantagem baixasse da casa das duas posses de bola.
Até que em uma sequência de ótimas defesas do Fears. Sem sombra de dúvidas a melhor do time na série. O Fears conseguiu cortar a vantagem para apenas um ponto.
Em meio a atmosfera que tomou o jogo aconteceu a virada do Fears que voltou a liderar o placar pela contagem mínima à 1:33 do fim da partida.
Oportunidade na qual o Basket Maré parou o jogo na intenção de conter a reação adversária e retomar as rédeas da partida.
Se o Basket Maré precisava de um herói, o nome era óbvio, Matheus Amorim em um jump sensacional voltou a pôr sua equipe a frente.
Do outro lado, coube a Almir converter os dois lances retomar a vantagem para o Fears que voltou a linha de lance livre com 0:21 seg para o fim da partida. Jefferson o craque do time fez o primeiro, mas errou o segundo. Rebote recuperado por Guilherme que também teria sua chance de fechar a partida na linha derradeira.
Coube ao Maré pedir um tempo, para planejar suas últimas ações, tentativa que se vu frustrada ante a precisão de Guilherme na linha de lance livre.
Ao final, 62 x 58 uma eliminação dolorosa para uma equipe que fez uma campanha tão boa tendo apresentando uma basquete de excelente nível. Ao passo que surge um novo Anchieta nos playoffs, que promete dar o que falar ns próximas rodadas.
Destaques:
Jeferson Benvindo (Anchieta): 13pts, 25reb, 1ass e 1rou;
Glauber (Anchieta): 13pts, 7reb, 1ass e 3rou;
Cristiano (Anchieta): 15pts, 6reb, 4ass, 4rou e 1toc;
Matheus Amorim (Maré): 22pts, 3reb, 3ass, 3rou 1toc;
João Paulo (Maré): 4pts, 6reb, 1ass e 3toc;
Ector Aragão (Maré): 11pts, 2reb, 3ass 5rou e 1toc.
Na quinta-feira (12/10), o VQN enfrentou o SlamDunk no Iguaçu Basquete Clube pelo segundo jogo do playoff da Liga B.
O VQN entrou nessa partida podendo encerrar a participação do SlamDunk na competição, se vencesse o segundo jogo.
Em um calor quase insuportável, vimos o time do SlamDunk mais eficiente e jogando de forma inteligente. Ao invés de abusar de infiltrações e uma correria que àquela altura não seria bom, o time pontuou bastante do perímetro e do mid-range.
A seleção de arremessos estava muito melhor do que no primeiro jogo, isso facilitou demais o jogo do SlamDunk.
Pelo lado do VQN, a equipe abusava de infiltrações sem trabalhar a bola com calma. Com isso, o time ia queimando ataques sem necessidade e gastando energia que iria faltar na reta final da partida.
O Alexassando Carvalho (30 pontos) mais uma vez foi o grande scorer da partida pelo VQN. Mas o time sentiu muito a falta do Bruno Tapajós. A presença do Bruno iria dar mais ferramentas ofensivas ao ataque e poderia ajudar na criação de jogadas.
O SlamDunk dominou toda a partida e em nenhum momento foi ameaçado. Com boas participações do André Baldez (14 pontos e 16 rebotes) e o Edson Rodrigues (14 pontos e 7 rebotes), o time venceu por 61-49 e faz a terceira partida amanhã (15/10) no Mackenzie.
Neste domingo, dia 15 de Outubro às 10:30h, no Centro Esportivo Miécimo da Silva Anchieta Fears e Basket Maré se enfrentam pelo jogo três da série de primeira rodada da LIGA B.
No primeiro confronto o Basquete Maré pode contar com seus trio de ferro (Matheus Amorim e Irmãos Araújo), pra vencer o Gigante da Zona Norte. No entanto, no jogo dois a equipe foi surpreendida por uma grande atuação de Jefferson Benvindo e Guilherme, que empurrados pela torcida que marcou presença no Sport Clube Anchieta, empataram a série que será decidida em Campo Neutro neste domingo.
Novamente temos um confronto de muito equilíbrio. Do lado do Anchieta eu me arrisco a dizer que se os homens de perímetro cuidarem bem da bola, nomes, como Jefferson benvindo, Daniel Paganoto e Cris Costa, tendem a decidir em favor da equipe. Enquanto pelo lado do Basket Maré, o desafio está em proteger o garrafão dos homens grande do Anchieta. O trio de ferro da equipe não foi parado em nenhum dos confrontos, e Ector, Erick e Matheus já se mostraram extremamente confiáveis em momentos de pressão.
Com atuação bastante convincente o Macaé Épic vence o Baskeire, empata a série e garate mais um jogo 3 na primeira rodada dos playoffs da LIGA B
Written by Diogo AquinoA segunda partida do dia no Complexo Esportivo Miécimo da Silva, aconteceu entre o Baskeire e o Macaé Épic. Jogo 2 da série de primeira rodada dos playoffs da LIGA B.
No jogo 1 o Baskeire saiu vitoriosos em uma excelente atuação da dupla Guto e Guilherme.
O jogo:
1º Período
A bola subiu e pudemos observar uma diferença de postura das duas equipes. O Baskeire apresentava, certa apatia, aparentando saber de seu favoritismo, à medida que realizava as ações com baixa intensidade e concentração, como quem pudesse resolver o jogo sem suar. Enquanto o Macaé, chegou com a faca nos dentes, mordendo a cada bola, apresentado a postura que se espera de uma equipe que joga pressionada pela possibilidade da eliminação.
A postura do Macaé rendeu ótimos frutos o time comandado pelo “liso” Marcos Marques cortava a defesa do Macaé com muita facilidade o que permitiu o time a fechar o primeiro quarto vencendo por 23 x 8.
2º Período
Com seu melhor jogador no banco, o Macaé viu a defesa do Baskeire se apresentar pro jogo o que mudou um pouco a dinâmica da partida. Alavancados por uma boa defesa o time laranja entrou no jogo, deixando de lado a apatia do início do jogo.
A mudança do panorama da partida se deve e muito as alterações realizadas por ambos os técnicos, por Marcos Marques no banco, custou caro ao Macaé, o que se agravou pelo fato da entrada de Guilherme no Baskeire, ter mudado a postura da sua equipe. Esse panorama obrigou o Macaé a parar o jogo e voltar com seu principal jogador para o fim do primeiro tempo.
Apesar da volta de Marcos, nem o Macaé, nem o Baskeire eram mais os mesmos e os times foram para o intervalo com o placar marcando 36 x 32 para o Macaé.
3º Período
O segundo tempo começou como terminou o primeiro, com uma crescente do Baskeire, que o Macaé lutava para controlar.
Quando o empate parecia iminente, eis que surge um toco fenomenal de Pablo tavares, que nova os ânimos do time de Macaé, impulsionando-os novamente no placar.
Apesar de todos os esforços do Baskeire em reverter o quadro, o times foram para o último quarto com o Macaé vencendo por 59 x 50.
4º Período
A equipe do Macaé entrou no último período com, uma defesa individual contra a qual o Baskeire teve muita dificuldade de jogar. Ainda que o mix match fosse altamente favorável, sobretudo no perímetro, o Baskeire acabou por selecionar muito mal os arremessos, chutando quase sempre pressionados e desequilibrados.
Esse panorama obrigou o Baskeire a parar o jogo na tentativa de se reorganizar. No entanto, muito embora o Baskeire realmente tenha realmente melhorado um pouco o pedido de tempo fez muito melhor ao Macaé, que passou a pressionar ainda mais conseguindo ótimas defesas e alguns contra-ataques que permitiram a equipe de Macaé abrir 15 pontos de vantagem no marcador.
Com o placar encaminhado, jogo três garantido, coube ao Epic apenas administrar o placar, final de jogo: 71 x 57, e promessa de jogão em mais um jogo 3.
Destaques:
Gabriel (Macaé Épic): 28pts, 4reb, 4ass e 3rou;
Pablo Tavares (Macaé Épic): 12pts, 16reb, 5ass e 4toc;
Marcos Marques (Macaé Épic): 14pts, 1reb, 10ass e 5rou;
Guilherme (Baskeire): 18pts 6reb e 8ass;
Adeilson (Baskeire): 11pts, 10reb e 4rou.
Arremessos do perímetro funcionam e VQN abre a série com vitória
Written by Felipe de SouzaNo sábado (07/10), o VQN enfrentou o Slam Dunk na partida válida pelo playoff da Liga B.
Era esperada que as duas equipes se estudassem bastante no começo da partida e tentassem trabalhar os 24 segundos. Mas desde o início, vimos que as equipes foram muito incisivas na busca das infiltrações laterais.
Mesmo finalizando perto do aro, o último ato era mal feito por ambas as equipes e o VQN mostrou ser mais eficiente do que o Slam Dunk.
Porém, desde o primeiro tempo o VQN já mostrava um diferencial no ataque: os arremessos do perímetro.
Contando com um bom ball handling e bons crossovers do Alexssandro Carvalho (20 pontos e 6 assistências), o time conseguia achar brechas para o arremesso do perímetro. O Alexssandro acertou 4 bolas de três pontos, das 9 da sua equipe.
Essa ferramenta ofensiva foi minando a equipe do Slam Dunk com o passar do tempo. Mesmo o Edson Rodrigues (14 pontos e 10 rebotes) fazendo um bom jogo, o time não conseguia encaixar a sua defesa. Mesmo alternando a marcação individual com a defesa zona, o Slam Dunk ainda dava brechas para as infiltrações do Bruno Tapajós e os arremessos de longa distância.
No fim, o VQN abriu 1-0 na série após a vitória por 57-46.
As equipes se enfrentam no dia 12 no IBC.
Vila Kings atropela Falcons e vai pro jogo três cheio de moral
Written by Diogo AquinoNeste domingo dia 08 de outubro de 2017, Meriti Falcons encara o Vila Kings pelo jogo 2 da série de playoffs da LIGA B. O time da baixada fluminense tem a vantagem enquanto os Kings jogam pressionados pela para manter a série viva.
O Jogo:
1º Período
Mais, experiente, mais forte fisicamente, mais rápido, mais qualificado tecnicamente, o Vila Kings entrou em quadra disposto a mostrar toda a diferença que existe entre as duas equipes.
Se a missão estava clara, o trabalho foi extremamente facilitado por Fabian César.
O principal talento da equipe, estava bastante inspirado e colocou todo seu atleticismo a serviço do seu time, que lhes permitiu fechar o quarto inicial com 10 pontos de diferença, 26x16.
2º Período
De volta a quadra as duas equipes conseguiram subir o nível de intensidade. A defesa dos Falcons, mesmo não conseguindo acompanhar os adversários, passou a buscar mais os contatos, o que deixou o jogo mais truncado, dificultando a fluidez do jogo adversário.
Por outro lado os Kings sentiram o jogo imposto pelo time de São João, passando a trocar aquele ímpeto ofensivo inicial, por nervosismo e pressa, que culminou em uma série de erros técnicos, em decorrência do própria ansiedade, provocada pelo trabalho da defesa dos Falcons.
Diante deste cenário o técnico dos Kings pediu um tempo para acalmar sua equipe . A estratégia funcionou, na volta do tempo os Kings, passaram a cuidar mais da bola, realizar as movimentações de ataque e abriram ainda mais o placar que já era confortável.
No entanto, quando tudo já parecia controlado, uma mágica bola de 3 pontos convertida por Akeshi dos Falcons alavancou uma reação da equipe que dissipou a vantagem dos Kings, obrigando o técnico adversário a para o jogo mais uma vez a 41 segundos do fim do período na tentativa de preservar a vantagem que ainda existia. Novamente a estratégio deu resultado e o Kings foram para o intervalo vencendo por 47 x 38.
3º Período
Na volta do intervalo os dois times passaram a conceder algum espaço, permitindo uma troca de pontos que favoreceu ao Vila Kings, que voltou a ampliar sua vantagem.
Apesar de uma pequena reação dos Falcons no minuto final os Kings foram para o último quarto vencendo por 69 x 56.
4º Período.
Com o resultado da partida mais que definido, e com o jogo três garantido, as atenções se voltaram para Wesley Santos do Falcons.
O jogador do time de São João havia chamado muita atenção, por toda movimenta e disposição imposta na partida, muito embora, boa parte disso pudesse parecer um tanto quanto sem sentido e atrapalhado.
O fato é que atrapalhado ou não o jogador dos falcons, ao seu modo conseguia produzir um salseiro danado no time adversário, nos dois lados da quadra. A essa altura as apostas giravam em torno do que aconteceria primeiro: o quádruplo duplo (o jogador já tinha 13pts, 12reb, 11ass e 6rou); ou a eliminação (ele vinha jogando com 4 faltas desde o início do terceiro período).
Com todas as expectativas frustradas: Nem quádruplo duplo, nem eliminação, tão pouco uma reação dos Falcons, coube ao Vila Kings, romper a barreira dos 100 pontos pra dar números finais a partida (102 x 64), e garantir o último jogo da série.
Destaques:
Gleyson Barbosa (Vila Kings): 9pts, 9reb, 12ass e 8rou;
Michel Ângelo (Vila Kings): 33pts, 7reb, 5ass, 4rou 1toc;
Fabian Cesar (Vila Kings): 18pts, 4reb, 1ass, 2rou 1toc;
Wesley Santos (Meriti Falcons): 13pts, 13reb, 11ass e 7rou;
Marcos Gomes (Meriti Falcons): 10pts, 4reb e 1ass.
Playoff Liga B - Jogadores para você ficar de olho (Parte 2)
Written by Felipe de SouzaOs playoffs da Liga B já começaram e alguns atletas merecem a sua atenção. Nessa segunda parte, listamos alguns atletas que você tem que ficar de olho:
Marisquinho (Jequiá Iate Clube) – O armador da equipe da Ilha do Governador, é um dos jogadores mais eficientes dessa categoria. Com boa mobilidade no ataque e um bom arremesso do mid-range, faz dele essencial para o Jequiá chegar longe nesses playoffs.
Gustavo Schuenck (União Basketball/Nova Friburgo) – O talentoso forward, é um grande scorer da sua equipe. Pontua bem do perímetro e do mid-range, mas ajuda bastante quando assume o papel de playmaker. Na defesa, ele faz muito bem a marcação 1-1 e consegue fechar bem o garrafão.
Jefferson Oliveira (Strong TX) – Jogando como forward, ele faz bem o papel de power forward. Sendo eficiente no trabalho perto do garrafão. Ajuda bastante nos dois lados da quadra, pegando rebotes e pontuando bem no low post.
Rafael Hambúrguer (Império São Cristóvão) – Armador que possui o instinto de atacar a cesta. Jogador com boa visão de jogo, bom passe e que consegue espaçar bem a quadra. É eficiente nos arremessos do mid-range e é um legitimo scorer.
Marcos Javan (Campo Grande Spartans) – Jogador eficiente desde a temporada regular. Ele consegue fazer bons layups, ajuda bem na compactação defensiva e na briga pelos rebotes.
Welinton Magrão (Atlântico) – Forward que possui um bom footwork, boa mobilidade ofensiva. Trabalha bem quando busca as infiltrações laterais e ajuda a marcar atletas que trabalham próximo ao garrafão.
Felippe Rodrigues (São Gonçalo Basquetebol) – O foward de São Gonçalo, é um legitimo scorer e que possui um bom jump shot. Tem um bom arremesso do mid-range e usa bem a sua mobilidade ofensiva para criar espaços para o seu arremesso.
Gabriel Lontra (Macaé Épic) – O bom small forward da equipe, pontua bem no jump shot, após o drible e é um bom playmaker para sua equipe. Espaça bem a quadra, tem um bom ball handling e um bom passe.
Guilherme da Rocha (Baskeire Legends) – Ele é um armador talentoso e que faz muito bem os fundamentos da posição. Tem um bom ball handling e consegue pontuar bem após o drible.
Rafael Pougy (FBMRJ) – É provavelmente o melhor jogador da LSB nesse ano. Atleta completo ofensivamente. Tem um alto QI de basquete, possui um arremesso consistente, boa visão de jogo e consegue dar bons passes
Matheus Nascimento (SlamDunk) – Jogando de forward, ele ajuda na criação e na finalização de jogadas. Tem um bom QI de basquete e apresenta uma boa movimentação ofensiva. É consistente nos arremessos do mid-range.
Bruno Tapajós (VQN) – É um dos grandes point guards dessa categoria, que busca o shoot first e tem um bom passe. Consegue liderar a equipe e faz com que o seus companheiros pontuem bem usando a sua boa visão de jogo para deixá-los livres para o arremesso. Possui bom arremesso de média distância e faz ótimos layups laterais.
Playoff Liga B - Jogadores para você ficar de olho (Parte 1)
Written by Felipe de SouzaOs playoffs da Liga B já começaram e alguns atletas merecem a sua atenção. Nessa primeira parte, listamos alguns atletas que você tem que ficar de olho:
João Vitor (Mackenzie B) – O center da equipe do Méier, é um dos jovens promissores dessa categoria. Com boa mobilidade no ataque e uma boa leitura defensiva, faz dele essencial para o Mackenzie chegar longe nesses playoffs.
Matheus Amorim (Basket Maré) – O talentoso forward, é um grande scorer da sua equipe. Pontua bem do perímetro e do mid-range, mas ajuda bastante quando assume o papel de playmaker. Na defesa, ele faz muito bem a marcação 1-1.
Vicente Paes (Direto Na Cesta) – Atuando como forward, ele consegue fazer bem o papel de small forward ou power forward. Sendo eficiente no trabalho perto do garrafão. Ajuda bastante nos dois lados da quadra, pegando rebotes e pontua bem no low post.
Guilherme Horta (Cascadura Ducks) – Armador que possui o instinto de atacar a cesta. Jogador com boa visão de jogo e que consegue espaçar bem a quadra. É eficiente nos arremessos do mid-range.
Wesley Santos (Meriti Falcons) – Jogador que mantem uma boa regularidade desde a temporada regular. Ele consegue ser eficiente fazendo layups e ajuda bem na compactação defensiva.
Gabriel Mineiro (Hoops Basketball) – Ele é um forward que possui um bom footwork, boa mobilidade ofensiva e tem um bom QI de basquete. Trabalha bem quando busca as infiltrações laterais e ajuda a marcar atletas que trabalham no perímetro.
Pietro Honorato (Basquete UERJ) – O small foward da UERJ, é um legitimo scorer e que possui um bom ball handling. Tem um bom arremesso do mid-range e usa bem a sua mobilidade ofensiva para criar espaços para o seu arremesso e dos seus companheiros.
Diego Henrique (The Brothers) – O bom armador da equipe, pontua bem no jump shot e é um bom playmaker para sua equipe. Espaça bem a quadra, tem um bom ball handling e um bom passe.
Michel Ângelo (Vila Kings Basketball) – Ele é um power forward que atua bem no low post e faz muito bem os fundamentos da posição. Tem um bom timing para pegar rebotes e consegue pontuar bem nas bolas de segunda chance.
Eduardo Manoel (Queimados Warriors) – Depois de fazer uma ótima temporada regular, o power forward é essencial nos dois lados quadra. Sendo pontuando no low post e no back door ou protegendo bem o garrafão na defesa.
Cris Costa (Anchieta Fears B) – Jogando de small forward, ele ajuda na criação e na finalização de jogadas. Tem um bom QI de basquete e apresenta uma boa movimentação ofensiva. Tem um bom passe e é consistente nos arremessos do mid-range.
João Paulo (Mad Lions) – É um point guard que busca o shoot first e tem um bom passe. Consegue liderar a equipe e faz com que o seus companheiros pontuem bem usando a sua boa visão de jogo para deixá-los livres para o arremesso. Possui bom arremesso de média distância.
Spartans se recupera, vencem o Atlantico e empatam a série
Written by Diogo AquinoA última partida do dia, no Clube Anchieta, reservou outro encontro de playoffs. O Atlântico enfrentou os Spartans, pelo jogo dois da série melhor de três, da primeira rodada dos playoffs da LIGA B.
No primeiro jogo a equipe do Atlântico conseguiu uma vitória dura, contra o Campo Grande Spartans, que jogava dentro de seus domínios (no centro esportivo Miécimo da Silva).
Para o Campo Grande era vencer ou fim da linha.
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Direto na Cesta vence Mad Lions e empata a série
Written by Diogo AquinoNa segunda partida do dia, ocorrida no Sport Clube Anchieta, Mad Lions e Direto na cesta se enfrentaram em partida válida pelos playoffs da LIGA B. No primeiro jogo da série melhor de três, o Mad Lions venceu, em uma partida dura decidida nas últimas posses de bola.
Por tudo isso o segundo jogo da série era cercado de muita expectativa.
O Jogo:
1º Período:
A bola subiu, e todo esse cenário que envolvia a série parecia bem menor que o simples desejo de ambas as equipes por jogar o seu melhor basquete. É bem verdade, que as defesas eram um tanto quanto permissivas, mas acima de tudo as duas equipes estavam realmente com o GPS alinhado em direção à cesta.
Com tudo isso, as duas equipes tiveram um rendimento bem parecido, com o Direto na Cesta conseguindo uma pequena vantagem, ao final do quarto inicial 16 x 14.
2º Período:
O segundo quarto começou no mesmo ritmo do primeiro, com as duas equipes mantendo um bom volume de jogo. No entanto, dessa vez, as defesas passaram a ser alvo de maior dedicação e atenção de ambas as equipes.
Com as defesas mais fortes, o caminho até a cesta se tornou mais estreito, cabendo à Artur Bartosch do Direto na Cesta e Felipe Pietro do Mad Lions liderar suas equipes na busca por pontuação.
Com tamanho empenho de ambos os lados, o resultado não poderia ser diferente, as equipes foram para o intervalo empatadas no marcador, 31 x 31.
3º Período:
Os dois times voltaram para o segundo tempo em um outro ritmo de jogo, buscando trabalhar melhor a bola e diminuindo um pouco o volume de jogo.
Além da pegada mais cadenciada, o Mad Lions pareceu sentir um pouco mais o intervalo, permitindo ao adversário abrir a sua maior vantagem na partida (7x0).
Para infelicidade do DNC, o mesmo lance que estabeleceu este placar, resultou na contusão do Kevin Gomes que torceu o tornozelo após converter uma bela bandeja.
A contusão do adversário acabou por esfriar o jogo, permitindo ao Mad Lions encontrar um líder, para dissipar a vantagem e empatar o jogo, à 04:17 do fim do quarto. este homem era Felipe Pietro, que fez 8 pontos em 2 minutos, obrigando ao Direto na Cesta a parar a partida.
Com o pedido de tempo, a equipe do DNC se reequilibrou na partida, igualando as ações, chegando até mesmo a voltar a liderança do placar.
No entanto, o Mad Lions manteve-se um pouco melhor retomando a dianteira antes do último quarto de jogo, 52 x 51.
4º Período
Lembra do início do texto, quando eu disse que no início do jogo o contexto da série, serviu como mero plano de fundo para o jogo, que parecia ser um fim em si próprio?
Aparentemente preocupado com o possível fim da série e da competição, o Direto na Cesta entrou em quadra com a faca nos dentes e de maneira avassaladora, liderados por Raphael Zaremba, abriu 10 pontos de diferença e não deu margens para o Mad Lions reagir, mesmo com a atuação brilhante de Filipe Pietro, que foi disparado o melhor jogador em quadra. Ao Final 67 x 58, série empatada, teremos jogo três.
Destaques:
Raphael Zaremba (DNC): 14pts, 6reb e 6ass;
Rafael Silva (DNC): 13pts, 5reb e 1toc;
Roberto Ribeiro (DNC): 10pts, 11reb e 1ass;
Felipe Pietro (Mad Lions): 29pts, 17reb e 1rou;
Marvin (Mad Lions): 15pts, 4reb, 7ass e 1rou.
Ancheita vence jogo 2 e empata a série com o Basket Maré
Written by Diogo AquinoO primeiro dia de outubro começou quente em Anchieta. O bairro da zona norte do Rio de Janeiro, onde se sedia o clube homônimo, estava tomado pelo espírito dos playoffs da Liga Super Basketball.
Com quatro partidas previstas nesta rodada para serem realizadas no Sport Clube Anchieta, que abriu as portas para um dia inteiro de basquetebol.
A primeira partida do dia contou com o time da casa, o Anchieta B, que recebeu o Basket Maré para o jogo dois da série melhor de três, da primeira rodada de playoffs da LIGA B.
Atlântico sai na frente na série contra o Campo Grande Spartans
Written by Diogo AquinoNeste domingo dia 24 de setembro de 2017, o Campo Grande Spartans receberam o Atlântico, na partida de abertura da primeira rodada de playoffs da Liga B. Com bom público que compareceu ao ginásio Zenny de Azevedo no Centro Esportivo Miécimo da Silva, a partida prometia muita disputa.
O jogo
1º Período:
O jogo começou e a expectativa de uma grande partida deu lugar a apreensão pela quantidade de erros cometido por ambas as equipes. Entre erros e violações as duas equipes combinaram para 21 tornouvers, no primeiro período. Mais do que os 17 pontos que converteram no período.
Neste cenário, o Campo Grande Spartan conseguiu fechar à frente vencendo por 11 x 6.
2º Período:
Na volta à quadra o cenário apresentou poucas mudanças, com os times aumentando um pouco a intensidade na disputa das jogadas. Deixando a partida com mais cara de playoffs.
Em meio a tanta disputa, novamente o time da casa errou um pouquinho menos e se manteve à frente do placar 22 x 13.
3º Período:
O terceiro quarto não foi muito diferente dos anteriores, apesar da expectativa natural de melhora após uma conversa nos vestiários.
O grande diferencial do período foi o fato do Atlântico ter emplacado uma reação, que cortou a vantagem para apenas três pontos, o que desencadeou uma crise no time adversário. Enquanto o Atlântico ganhava ânimo para o último quarto, os Spartans chegaram ao ápice da crise, com o técnico do Spartans abandonando o banco antes da volta para o último período.
4º Período:
Apesar do jogo não ter virado um primor técnico, os dois times jogaram o seu mais lúcido basquete no último quarto, com ambas as equipes tentando trabalhar um pouco melhor a posse de bola e uma melhor seleção dos arremessos, o jogo melhorou muito.
A melhora foi tão significativa, que pudemos ser agraciados com um lindo “no look pass” de Rodrigo do Atlântico, que cortou toda a defesa para assistir ao Victor, que bandejou livre e cortou a vantagem para apenas um ponto à cinco minutos do fim.
Não demorou muito, para Marcos Javan dos Spartans e Adriano do Atlântico também pudessem deixarem suas marcas, com uma bandeja em dois tempos e um gancho ao melhor estilo “old school” respectivamente.
Faltavam apenas 2:30min para o fim, quando o Atlântico passou a frente pela primeira vez no placar, com uma bandeja de Marcelo Gomes.
Na sequência Marcelo voltou a encontrar a cesta para abrir três pontos e obrigar o adversário a parar o jogo.
Na volta do tempo, Marcos Javan acertou uma bola de três de rara felicidade, pra deixar tudo igual e acordar a torcida que permanecia anestesiada desde o terceiro período de jogo.
Com 50 segundos para o fim do jogo Wellinton matou dois lances livres e colocou os visitantes a frente mais uma vez.
Quando a partida parecia decidida Thiago Antônio empatou o jogo com um tapinha à 10 segundos do fim.
Com o relógio marcando 9,6 Wellinton teve mais uma chance de decidir nos lances livres mas errou ambos.
Sem sucesso nas iniciativas de parte a parte, a partida foi para a prorrogação algo justíssimo com a torcida que até então tinham visto apenas 10 minutos de basquete e estava sedenta por mais.
A prorrogação não manteve o nível do último quarto, com as equipes basicamente disputando muito e jogando pouco.
Melhor para o Atlântico que novamente com o Wellinton na linha de lance livre pode converter quatro arremessos, para o Atlântico abrir sua maior vantagem na partida.
Com 53 segundos no cronômetro os Spartans cortaram a vantagem para apenas um ponto, mas não foi o suficiente, placar final 40 x 37.
Destaques:
Adriano (Atlântico): 5pts, 14reb, 2ass e 1toc;
Marcelo (Atlântico): 8pts, 7reb e 1rou.
Basquete UERJ supera o Cascadura Ducks na primeira partida da série
Written by Felipe de SouzaNeste domingo, tivemos a primeira partida entre Basquete UERJ e Cascadura Ducks, válido pelos playoffs da Liga B, sendo disputado no Sport Club Mackenzie.
Era esperado um confronto um pouco mais parelho, mas vimos desde o início que não seria assim. A equipe da UERJ que veio crescendo bastante na reta final da temporada regular, entrou em quadra para mostrar que a evolução da equipe não iria parar.
Com boa mobilidade dos forwards e diversos jogadores tendo um papel de playmaker na partida, rapidamente a equipe conseguiu pontuar com certa facilidade.
O time de Cascadura, mostrava dificuldades para fechar espaços defensivos e ter paciência para criar as jogadas no ataque. Em determinados momentos, a equipe parecia perdida em quadra, algo que não víamos na temporada regular.
A UERJ que não tem nada a ver com isso, aos poucos conseguia impor uma ótima vantagem no placar. O time não fez uma partida espetacular na defesa, mas claramente, o seu ataque foi a sua melhor defesa. A equipe pressionava bem no ataque e aproveitava bem os turnovers do adversário. Na defesa, a equipe contava com a má seleção de arremessos do Ducks, que não fez mais do que 9 pontos em todos os quartos.
No fim, o Basquete UERJ venceu o Cascadura Ducks por 98-22 e o Pietro Henrique foi o grande cestinha com 19 pontos e ajudou a equipe com 4 rebotes e 7 assistências.