Luisão e Gabriel jogam bem e garantem vitória na estréia do Strong TX
Written by Diogo AquinoNo último domingo dia 11 de março de 2018, mais uma vez o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do Ginásio Zenny de Azevedo, para abrigar uma rodada da LSB.
A primeira partida do dia contou com Ilha Rhinos enfrentando o Strong TX. As duas equipes faziam a sua estréia na temporada.
O jogo:
1º Período:
A bola subiu e o time da Ilha começou acelerado. Com uma boa combinação inicial, abriu seis a zero no marcador, obrigando os adversários à subir o nível de intensidade.
E mesmo ainda tendo cometido alguns erros de passes, por absoluta falta de atenção o Strong TX, ainda teve forças para igualar as ações e virar o placar, indo para o intervalo vencendo por 15 x 14.
2º Período:
Ainda na pegada da reação o Strong TX assumiu um relativo domínio do jogo abrindo boa vantagem no placar.
Contudo a vantagem parece ter feito mal ao TX, que voltou a apresentar aqueles erros bobos, que não foram perdoados pelo Ilha Rhinos que cortou a vantagem e obrigou o Strong TX a pedir tempo, para o jogo e arrumar a casa.
O tempo parece ter funcionado uma vez que o TX voltou a abrir uma vantagem de duas posses de bola.
No entanto, no fim do quarto o Ilha Rhinos comandou uma reação que garantiu que as equipes fossem para o intervalo separadas por apenas uma posse de bola (Strong TX 29 x Ilha Rhinos 26).
3º Período:
Na volta do intervalo o Strong TX jogou o seu melhor basquete ofensivamente falando. O cuidado com a posse de bola, somada a ótima movimentação de Gabriel Batista, permitiu que pudéssemos ver lindos lances, como os touchdown pass de Luizão para Gabriel Batista.
E por falar nisso Gabriel foi simplesmente mortal em seus contra ataques. Ele usou e abusou da correria, uma vez que o adversário não apresentava qualquer conceito de balanço defensivo. Como resultado o Strong TX chegou a abrir 10 pontos, sua maior vantagem na partida, terminando o quarto vencendo por 48 x 38.
4º Período:
Atrás no marcador durante quase toda partida o Ilha Rhinos começou acelerado, na tentativa de buscar uma reação.
Contudo, vontade e nervosismo se se confundiram a medida que nos primeiros 3 ataques a equipe desperdiçou 3 lances livres e cometeu uma falta técnica. O que acabou por esfriou a tentativa de reação e acabou por reafirmar o status quo.
Depois desse início conturbado, com mais choques q cestas, o Ilha Rhinos voltou a reagir cortando a diferença para apenas cinco pontos obrigando o técnico do Strong TX a gastar seu último pedido de tempo.
Depois do tempo o jogo voltou a ficar truncado o que permitiu ao TX voltar a abrir oito pontos. Aí foi a vez do Ilha Rhinos gastar um pedido de tempo, para tentar sua última reação com 1:51 para o fim da partida.
Final vitória do Strong TX por 66 x 54.
Destaques:
Luisão (Strong TX): 7pts, 18reb, 4ass e 18ef;
Gabriel Batista (Strong TX): 17pts, 3reb, 2ass, 1rou e 10ef;
José André (Rhinos): 21ots, 4ass, 9rou e 16 ef.
Cria do Fears Nicollas Paganoto, fala em retorno do gigante da Zona Norte.
Written by Diogo AquinoNicollas, Baguete, Paganoto, são tantas as alcunhas pela qual ele é conhecido. No entanto todas elas estão fortemente associadas ao bom basquete.
O armador é cria do Anchieta Fears, e hoje tem a responsabilidade de conduzir o time de volta ao Campeonato Estadual Amador. E é sobre isso e muito mais que falamos no papo que você confere a seguir:
Diogo Aquino: Então, ano passado eu fui muito crítico com você porque achei que seu desempenho foi bem abaixo do esperado. Como você avalia a temporada passada?
Nicollas Paganoto: Então, ano passado não fizemos uma temporada boa realmente. Não produzimos o que estávamos esperando, o time, como você sabe, é bem experiente, tem talentos, mas dentro de quadra não conseguimos no entrosar como nas temporadas anteriores. Tivemos um problema sério com lesões de alguns jogadores importantes, que muitas vezes jogaram sem condições, para tentar ajudar o time.
Mas isso não é desculpa, todos sabem da grandeza do Anchieta e história do time, às vezes precisamos descer um degrau para subir dois.
DA: Você é um desses atletas que sofreram com lesão nas últimas temporadas. Hoje qual a sua condição física?
NP: Infelizmente tive lesões graves né? Ruptura de uns do ligamentos do tornozelo e logo em seguida uma pubalgia grau 2 e tive dificuldades pra voltar a jogar. Pensei em alguns momentos que nem voltaria.
Hoje estou livre de lesões a um bom tempo, e espero continuar assim. Tive que adaptar um pouco meu jogo, pois ainda sinto dores de lesões anteriores, principalmente pós-jogo ou treino, Mas são tipos de dores suportáveis e esse ano com uma boa pré-temporada espero fazer bom campeonato e ajudar minha equipe.
DA: Você já falou sobre o quanto o Anchieta é tradicional, imagino que vocês estejam com muita vontade de fazer uma grande temporada, como nos velhos tempos né?
NP: Com toda certeza, não só o Anchieta A, como o Anchieta B também. Estamos focados em fazer uma grande temporada e levar o Fears ao topo novamente, mostrando toda nossa força e a tradição do Basquete da Zona Norte. Esse ano vem coisas boas, se Deus quiser.
DA: E sobre seu jogo? Você disse que teve que adaptá-lo, eu te conheço e sei que sua maior inspiração é o Iverson. Ainda poderemos ver aqueles seus lances extremamente plásticos?
NP: (Risos), você sabe que sempre fui muito fã do Iverson, sempre me inspirei nele, pelo seu jogo, jogadas plásticas, e acima de tudo a frieza em executar as jogadas.
Adaptei meu jogo devido as lesões e também pela experiência. Já não sou mas aquele garoto de 18 anos (risos). Mas é claro que continuarei infiltrando, quando tiver oportunidade. E quem sabe algumas jogadas bonitas também. Espero poder jogar um bom basquete e ajudar a equipe.
DA: Bom, nem preciso dizer o quanto gosto de você e do seu jogo, muito obrigado por me atender, e espero que você tenha uma temporada brilhante em 2018.
NP: Eu sou quem agradeço pela oportunidade. E que tenhamos todos um bom campeonato! Abraço.
Eduardo dos Santos e a relação do Spartans com Campo Grande
Written by Diogo AquinoContinuando a série de entrevistas, hoje o papo é com Eduardo dos Santos representante do Campo Grande Spartans. Ano passado a equipe da zona oeste, já havia realizado uma boa campanha. Mas segundo o homem forte do time, este ano eles querem muito mais.
Diogo Aquino: Ano passado vocês tiveram uma campanha que chegou na segunda rodada dos playoffs, qual a expectativa para essa temporada?
Eduardo dos Santos: Para campanha 2018, temos não só como foco superar a nossa classificação anterior na Liga, como se classificar para o Estadual Amador, antigamente conhecido como Liga A.
DA: Vocês estão em um grupo com Rappers B, Anchieta, FB2M, RJ Sharks, São Gonçalo, CAARJ, VQN, Macaé e ABA, qual é a avaliação que você faz desse grupo?
ES: E um grupo equilibrado, com novas equipes e também com alguns veteranos. Porém não podemos abaixar a guarda para nenhuma das equipes...
DA: Vocês tiveram uma estréia contra um adversário muito jovem, mas que em um primeiro momento deu muito trabalho. Depois vocês conseguiram deslanchar. Como você avalia a estreia?
ES: Bem satisfatória, pois consegui usar todo o meu banco me permitido avaliar os novos atletas.
E me serviu de experiência pois estava a 1 ano afastado da comissão técnica.
DA: Domingo agora vocês pegam o RJ Sharks, oque vocês conhecem da equipe?
ES: Somente os dados que a Liga disponibilizou no site. Porém um amigo técnico, nos deu uma dica de como atuar neste jogo.
DA: Você acredita que jogar no Miécimo é uma vantagem? Já virou na prática, a casa dos Spartans?
ES: Ano passado tivemos alguns treinos no Miécimo, mediante algumas alterações de gestão interna estamos negociando o retorno de nossos treinos lá.
E sim, acredito que o apoio da torcida e mais que satisfatório para nós ajudar a fazer o melhor.
DA: Pra terminar eu queria tratar de outro tema. Basquete feminino. A última vez que falamos você procurava um time feminino para representar os Spartans na LSB. Como ficou essa busca?
ES: Então, realizamos um cadastro através do Facebook, com isso tivemos acesso a muitas atletas, porém com muita variedade de idade e Bairros distantes.
Não vou deixar de tentar até formar uma equipe de basquete feminino, porém hoje preciso de uma certa estabilidade de local para treino.
Acredito que até agosto estaremos realizando uma peneira para preparar e capacitar uma equipe para jogar a LSB em 2019.
Queremos realizar 4 eventos para arrecadar alimentos para doação, formar primeira equipe feminina de Campo Grande e desenvolver o esporte cada vez mais no Bairro.
DA: Ótimo! Espero que obtenham êxito. Agradeço muito pela atenção, sei que sempre atrapalho vocês, mas acho importante dar voz as equipes. Mais uma vez, muito obrigado.
ES: Eu que agradeço.
No segundo jogo do dia no Campestre, o Volta Redonda Ballers venceu o Nictheroy Ballers por 92-34.
As duas equipes que faziam a sua estreia na Liga Super Basketball (LSB), entraram em quadra querendo mostrar o seu valor. As equipes mostraram um certo nervosismo no começo do jogo, algo normal se tratando de uma estreia. Mas o VR Ballers se mostrou mais “solto” com o passar dos minutos e rapidamente mostrou as suas ferramentas ofensivas.
O time conseguia pontuar bem nos arremessos de curta e média distância, além de buscar boas infiltrações laterais. Com o passar do tempo, víamos o time achar espaços defensivos com certa facilidade e foi nesse momento que o time abriu uma ótima vantagem no placar. O ataque funcionou tão bem, que três jogadores alcançaram o duplo-duplo. O maior destaque da equipe foi o Wilkler de Souza com 16 pontos, 10 rebotes e 2 assistências.
Pelo lado do Nictheroy, o time até começou colocando alguma dificuldade na defesa. Mas o time não conseguia selecionar bons arremessos e a defesa não conseguiu segurar por muito tempo. O destaque do time foi o Luiz Cláudio com 8 pontos e 5 rebotes.
Em partida bem disputada, Vila Kings supera Santa Cruz
Written by Diogo AquinoNeste domingo dia 4 de março de 2018, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do ginásio Zenny de Azevedo para receber a rodada de abertura da Liga Super Basketball.
A quarta e última partida disputada no ginásio Zenny de Azevedo do Complexo Esportivo Miécimo da Silva, aconteceu entre Vila Kings e Santa Cruz Black Panthers.
O Jogo:
1º Período :
Nos primeiro cinco minutos de jogo o Santa Cruz converteu apenas um ponto, obrigando sua treinadora da equipe a parar o jogo, na tentativa de arrumar a casa.
Depois do tempo os Black Panthers subiram de produção, chegando a pontuar em dois ataques seguidos.
Apesar do crescimento do adversário, o Vila Kings se mantinham pontuando, e sustentando a liderança do placar.
Contudo, seu treinador preferiu parar o jogo na tentativa de segurar o ímpeto adversário.
Acontece que o tiro saiu pela culatra e quem saiu cheio de moral do pedido de tempo foi o Santa Cruz. O que lhes permitiu reagir, e só não assumiu a dianteira no placar, porque no fim do quarto Daniel desperdiçou dois lances livres e uma bandeja fácil, permitindo que o Vila Kings terminasse a frente, vencendo por 14 x 10.
2º Período
Na volta a quadra, coube ao mesmo Daniel fazer um bom trabalho próximo a cesta, e abrir o marcador, cortando a vantagem para apenas dois pontos.
Acontece que essa cesta de Daniel na primeira posse de bola do quarto, foi a única que aconteceu nos primeiros quatro minutos do segundo período.
Melhor para o Vila Kings, que sobe passar pelo melhor momento do adversário sem sofrer pontos, e quando reassumiu o comando a partida já contava com vantagem no placar.
Assim, as equipes foram para o intervalo com o Vila Kings vencendo a partida por 26 x 15.
3º Período
O segundo tempo começou como terminou o primeiro, com erro do Santa Cruz no ataque sendo punido com contra ataque do Vila Kings.
É bem verdade que por vezes o Santa Cruz chegava a animar a sua a torcida, com um ou outro contra ataque. No entanto, nada que mudasse o status quo da partida.
4º Período
O último quarto começou muito pegado, com algumas jogadas duras, o que incentivou ainda mais a participação do público.
Com o incentivo dos presentes, à 6:10 do fim do jogo, o Santa Cruz cortou a vantagem para apenas 9 pontos depois de muito tempo. Contudo, a alegria não durou muito, no ataque seguinte, o Vila Kings voltou a pôr dígitos duplos de vantagem.
E assim se seguiu até o último soar da sirene. Final Vila King 66 x 51 Santa Cruz.
Destaques:
Luis Felippe (Vila Kings): 17pts, 12reb, 2ass e 25 eficiência;
Anderson (Vila Kings): 5pts, 10reb, 2ass e 13 eficiência;
Adeilson (Vila Kings): 14pts, 6ass e 13 eficência;
Luiz Fernando (Black Panthers): 18pts, 6reb, 3ass e 12 eficiência.
Neste domingo dia 4 de março de 2018, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do ginásio Zenny de Azevedo para receber a rodada de abertura da Liga Super Basketball.
O terceiro jogo do dia no Zenny de Azevedo aconteceu entre Basquete UERJ e Belford Underdogs.
O jogo:
1º Período
Logo que a bola subiu o time da UERJ partiu pra cima abrindo 5 x 0 no marcador.
Contudo, o time comandado por Lucas Costa logo mostrou que não estava aqui pra brincadeiras. Com belos arremessos de Lucas, Pedro Henrique e Rodolfo, o time da baixada fluminense assumiu a dianteira e comandou as ações até o fim do quarto. Tendo vencido por 15 x 8.
2º Período
Na volta a quadra a equipe da UERJ tentou impor seu ritmo, mas ainda sob a batuta de Lucas Costa coube aos Underdogs administrarem o placar e se manterem à frente.
A situação mudou, quando a 4:20 do intervalo Lucas Costa foi para o banco e o time de Belford Roxo perdeu sua referência.
A equipe da UERJ reagiu e assumiu o controle do jogo aos poucos, igualando o placar na última posse de bola antes do soar da sineta.
3º Período
As duas equipes voltaram com tudo para o terceiro quarto. As duas bolas presas marcadas antes do fim do segundo minuto, dão a exata medida da disputa física a qual os atletas se dispuseram. Melhor para o UERJ que assumiu a dianteira do marcador.
No finzinho do quarto, o que estava bom pra UERJ, ficou ainda melhor. Dois bons contra ataques garantiram uma boa folga no marcador, antes do último período.
4º Período
O jogo que até então estava de excelente nível, mas passou por seu momento de declínio técnico na etapa final.
Ambas as equipes ficaram seis minutos sem encontrar o caminho da cesta, se revezando no cometimento de erros.
Contudo pouco mais de três minutos para o fim coube a UERJ converter uma bola de três, aproveitando-se do fato de alguns jogadores do underdogs desistiram da jogada, o que praticamente definiu o resultado da partida.
Final de jogo Basquete UERJ 46 x 35 Belford Underdogs.
Destaques:
Ian Pimentel (UERJ): 8pts, 4reb, 3ass e 15 eficiência;
Leonardo Marques (UERJ): 10pts, 9reb, 3ass e 12 eficiência;
Aurélio Ricardo (Underdogs): 5pys, 7reb, 3ass e 13 eficiência.
Com apoio da torcida, os Spartans começam vencendo
Written by Diogo AquinoNeste domingo dia 4 de março de 2018, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do ginásio Zenny de Azevedo para receber a rodada de abertura da Liga Super Basketball.
A segunda partida do dia no Ginásio Zenny de Azevedo aconteceu entre o time "da casa" Campo Grande Spartans e a molecada do F²BM.
O jogo:
1º Período
A bola subiu e a garotada do F²BM logo mostrou que não haveria respeito algum pelos donos da casa e assumiram o comando do placar desde o primeiro momento.
Os Spartans mantiveram uma postura combativa, impedindo que o adversário pudesse desgarrar no marcador, administrando uma diferença de apenas uma posse de bola. Situação que se manteve até o fim do quarto, F²BM 14 x 13 Campo Grande.
2º Período
O segundo quarto começou com uma chuva de bolas de três. Dois air balls do F²BM e dois chutes certeiros do Spartans permitiram que a equipe da Zona Oeste pudesse assumir a dianteira pela primeira vez na partida.
O crescimento do time de Campo Grande e o consequente apoio da torcida fizeram a jovem equipe do F²BM perder o foco na partida, permitindo aos adversários abrirem rapidamente oito pontos no placar.
Nem mesmo a impressionante bola de três de Matheus Henrique foi o suficiente para pôr as coisas no lugar. Mais experientes, os Spartans se aproveitavam das precipitações dos adversários para estabelecer sua dominância.
Com este cenário as equipes foram para o intervalo com o placar apontando 34 x 21 para o Campo Grande Spartans.
3º Período
O terceiro quarto seguiu no mesmo ritmo do segundo, com o Campo Grande dominando as ações. No entanto, agora havia um agravante. Conforme o tempo passava, a moral do F²BM diminuía, proporcionalmente ao crescimento do Campo Grande Spartans.
Com a partida controlada, nomes como Thailan Gomes, Thiago Hudson e Marcos Javan puderam aproveitar para jogarem soltos e deslanchar no marcador.
4º Período
Não restou muito mais que administrar a vantagem.
Foi uma vitória importante do Spartans, que terá nesta temporada um desafio ainda maior para repetir a boa campanha da temporada passada. No que se refere ao F²BM, ficou claro que a molecada tem talento para encarar a competição. Contudo, tem um grande obstáculo pela frente, é imprescindível manter a concentração e não se deixar abater nos momentos mais difíceis das partidas.
Resultado final Campo Grande 72 x 41 F²BM.
Destaques:
Thaylan Gomes (Spartans): 23pts, 22reb, 2ass, 43 eficiência;
Marcos Javan (Spartans): 14pts, 7reb, 8ass e 17eficiência;
Jonathan Ferreira (F²BM): 6pts, 9reb, 3ass e 13 eficiência.
The Brothers começa com o pé direito, e vence o Rio Sports
Written by Diogo AquinoNeste domingo dia 4 de março de 2018, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do ginásio Zenny de Azevedo para receber a rodada de abertura da Liga Super Basketball. A primeira partida do dia aconteceu entre Rio Sports e The Brothers.
O jogo
1º Período
Pensando em realizar uma campanha ainda mais sólida que as duas últimas, o The Brothers impôs seu ritmo de jogo desde o primeiro momento em que a bola subiu.
É bem verdade que a inexperiência dos adversários, bem como um provável nervosismo natural da estreia na temporada, ajudou o trabalho do The Brothers, que abriu 11 x 0 e viu o Rio Sports pedir tempo com menos de 5 minutos de jogo.
Apesar de toda conversa, e uma certa organização com a bola nas mãos, o Rio Sports não conseguiu segurar o time de Erick, MIB e Daniel Nascimento, que fechou o período vencendo por 23 x 3.
2º Período
Durante o intervalo as broncas do banco do Rio Sports foram ouvidas na arquibancada, o que se refletiu uma postura mais viril assim que o jogo recomeçou.
Tanto que o Rio Sports assumiu a liderança do período, obrigando o The Brothers a pedir tempo e parar o jogo com 6:17 no cronômetro.
Na volta do tempo o The Brothers também assumiu uma postura mais agressiva na defesa, o que proporcionou que a equipe rapidamente virasse o placar do período e ampliasse a vantagem no jogo.
Quando a partida se encaminhava para um intervalo controlada, o The Brothers pediu um tempo à apenas 2 minutos do fim, esta decisão teve um grande efeito negativo. Na volta do tempo o Rio Sports veio muito mais concentrado, e aproveitando erros individuais e coletivos do adversário, pode contar com um arremesso sensacional de Natã Fonseca, no estouro do cronômetro para empatar o placar do quarto em 12 x 12, e estancar o sangramento, antes das equipes irem para o intervalo com o The Brothers vencendo por 35 x 15.
3º Período
Com os ânimos renovados pelo excelente fim de segundo quarto, o Rio Sports voltou no pique, e novamente saiu na frente no marcador.
No entanto, desta vez o The Brothers não demorou a reagir, o que lhe permitiu trocar pontos com o adversário, mantendo a posição confortável e ainda ampliando a vantagem.
Outra vez um pedido de tempo, com menos de 3 minutos pro fim quebrou o ritmo do The Brothers e renovou os ânimos do adversário.
Desta vez as consequências foram minimizadas pela sequência de erros do adversário, permitindo ao The Brothers ir para o último período com a boa vantagem de 51 x 29.
4º Período
O último quarto aconteceu em ritmo de treino, com o The Brothers mostrando muita vontade no ataque e alguma preguiça na defesa permitindo ao Rio Sports se aproveitar de contra ataques para diminuir o tamanho do estrago.
De fato, o acontecimento mais interessante do último quarto, foi a belíssima enterrada de MIB, após uma brilhante troca de passes da equipe. A jogada que exemplifica muito bem a superioridade estabelecida pelo The Brothers durante a partida.
No fim, de um lado o The Brothers inicia muito bem, uma caminhada que promete ser das mais duras, para quem sonha em chegar longe nesta LIGA B. Contudo está claro que a equipe ainda precisa aumentar o nível de concentração nas partidas, que tendem a ser bem mais duras de agora em diante.
Do outro lado, o Rio Sports tem em Natã um bom líder, e se mostrou uma equipe bem organizada, durante a maior parte do jogo. Entretanto tem como “calcanhar de Aquíles” a inconsistência técnica, que impede a equipe de aproveitar cestas fáceis e criar maiores problemas para adversários qualificados.
Final The Brothers 69 x 38 Rio Sports.
Destaques:
Leonardo MIB: 16pts, 15reb e 5ass (29 eficiência);
Daniel Nascimento: 15pts, 11reb e 5ass (20 eficiência);
Allan César : 2pts 19reb e 3 ass (20 eficiência).
De olho na estréia Daniel Nascimento fala sobre expectativas da temporada 2018
Written by Diogo AquinoNo próximo domingo, dia quatro de março de 2018 acontecerá a rodada de abertura da temporada 2018 da Liga Super Basketball. Entre outras partidas o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abrirá as portas do ginásio Zenny de Azevedo para receber a partida entre Rio Sports e The Brothers.
De olho na temporada que se inicia eu pude conversar com um dos protagonistas dessa partida Daniel Nascimento, lateral do The Brothers, que falou abertamente sobre a última temporada e as pretensões da temporada que se inicia.
Diogo Aquino: Ano passado vcs eram um dos favoritos pra chegar às semifinais e acabaram caindo relativamente cedo nos playoffs. Eu imagino que tenha sido frustrante pra vocês, não?
Daniel Nascimento: Um pouco… por não conseguir atingir o objetivo de ser campeão, mas ao mesmo tempo feliz com a equipe, por tudo que fizemos durante o ano.
DA: O The Brothers é uma equipe forte, que está sempre entre as melhores da liga B. No entanto, nas duas últimas temporadas entregou um pouco menos que o esperado. Como superar e subir um degrau?
DN: Acredito que o nível da competição aumenta a cada ano, as equipes estão se preparando cada vez mais e melhor para a competição. Acho que o principal pra gente é focar no nosso jogo e melhorar a nossa preparação, porque ainda temos algumas dificuldades de treinamento
DA: Nesse sentido quais pontos do jogo, que você acredita que o The Brothers mais precisa melhorar?
DN: Acredito que seja nossa transição ofensiva e o jogo de perímetro.
DA: Você tem um papel interessante no sistema de jogo da sua equipe né? Alguns dos principais jogadores estão no garrafão, e cabe a você quebrar as defesas com infiltração, para finalizar ou criar espaços para os companheiros, como você analisa esse papel?
DN: Nós temos grandes jogadores, e como a gente mesmo fala cada dia um vai se destacar na pontuação. Acho que o meu papel é entender quem está melhor no jogo e facilitar para que as jogadas saiam mais facilmente pra essa pessoa.
DA Com tudo isso, qual é a sua expectativa pra essa temporada?
DN A expectativa é sempre melhorar. Esse ano o número de equipes aumentou, muitos times que vão disputar a competição pela primeira vez, então temos que começar bem o campeonato e manter o nível de atuação até o final. Fazendo isso, independente de resultado, eu tenho certeza que o The Brothers estará satisfeito no final da temporada.
DA: Daniel, muito obrigado pela atenção, desejo toda sorte pra você nesta temporada.
DN: Obrigado, desejo o mesmo pra você e pra todos os integrantes da LSB.
Falta poucos dias para a temporada regular começar e muitos times começam a surgir no nosso radar, mas um projeto em especial nos chama a atenção: Athletic Meriti.
O projeto montado por Robson Lourenço e Diogo Luciano compõe o Athletic Meriti desde novembro de 2016, chega esse ano totalmente reformulado e pronto para atuar na Liga Super Basketball (LSB). Mas antes de falarmos sobre os times que vão atuar esse ano na LSB, vamos falar do belo projeto criado.
A criação do Atlhetic Meriti foi após a identificação da necessidade de um núcleo permanente de ensino do basquetebol em São João de Meriti e Baixada Fluminense, segundo o Robson. Na Baixada Fluminense, são poucos pontos que oferecem opções de entretenimentos para os jovens, tais como o esporte e o lazer, isto intensifica os riscos sociais os quais os jovens são expostos.
Esse projeto esportivo/educacional visa à integração social das crianças e adolescentes residentes na Baixada Fluminense por meio da promoção do direito ao esporte e ao lazer. Com o objetivo de formar atletas, cidadãos críticos e conscientes.
Atualmente a o projeto já possui 40 alunos e para quem quiser também ser aluno do projeto, o Robson dá o recado: “Os treinos ocorrem às terças e quinta, de 15h às 19h, na Praça Gil em São João de Meriti, abrangendo as categorias sub 14, 16, 18 e adulta, masculina e feminina. Importante ressaltar que os treinos são gratuitos e que qualquer pessoa da Baixada Fluminense, independente de idade, pode participar”.
Além de todo o trabalho social, a equipe vai estrear na LSB esse ano como foi dito a acima. O Athletic Meriti vai jogar a Liga B e as categorias de base, sub-14/16 e 18.
Esse é o tipo de projeto que o nosso estado e a Baixada Fluminense precisa. Robson que também é jogador do Club Municipal (vice-campeão do Estadual Amador), mostra mais uma vez a sua competência em criar projetos sociais. Parabéns Robson e Diogo Luciano pela criação do Athletic Meriti.
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Encerradas as inscrições da Liga B e só nos resta uma pergunta: quem será o campeão desse ano?
Written by Felipe de SouzaChega ao fim o período de inscrições da Liga B para essa temporada de 2018 e tivemos um recorde de procura esse ano. Mostrando que a Liga Super Basketball está cada vez mais reconhecida no estado do Rio de Janeiro.
As equipes disputarão um dos campeonatos mais equilibrados da LSB e que sempre nos proporcionam ótimas partidas. Esse equilíbrio que vemos na competição, é muito por conta dos times estruturados que estão presentes nela e jogadores com boa qualidade individual.
O treinador Felipe Alexandre, campeão com a UVA Tijuca em 2016 e com o Mackenzie B na temporada passada, falou um pouco sobre a importância dessa competição.
“A Liga B para mim é fundamental. Espetacular o nível de competitividade que eu encontrei, equipes muito fortes, equipes que ao meu ver fariam um papel muito bom no Campeonato Estadual Amador. Ano passado tivemos quatro equipes classificadas, mas eu coloco pelo menos dez equipes que poderiam jogar em muito bom nível no Campeonato Estadual Amador”.
Agora que vimos o papel fundamental que o campeonato tem, só fica uma pergunta no ar: quem será o campeão de 2018 da Liga B?
Antes de mais nada, esse é um texto com a minha opinião pessoal sobre essa equipe.
Intensidade! Amadurecimento! Conjunto!
São as três palavras que descrevem facilmente a equipe do Mackenzie B.
Jogar uma Liga B que possui muitos times bons e experientes, pode ser a fórmula ideal para um elenco jovem ter grandes dificuldades. Sim, essa seria a leitura correta para um time que não possui o comando do Felipe Alexandre.
É difícil não começar o texto sobre o Mackenzie B, sem citar o Felipe Alexandre. Treinador que é passional e com um QI de basquete absurdo. Colocou o seu pensamento do que é basquete, na cabeça dos seus jogadores como se fosse feita uma lavagem cerebral em cada um dos seus comandados.
A primeira palavra que citei que descreveria o time, vem justamente dele. A intensidade que o Felipe mostra em todas as partidas comandando a equipe, foi correspondida pelos os jogadores. O time parecia que não cansava nas partidas e todo jogo era jogado como se fosse uma final.
Essa intensidade, foi determinante em algumas partidas. Com o passar dos jogos, os adversários viam que todo jogo contra o Mackenzie, seria uma guerra em quadra. Pois o Felipe pilhava tanto os seus jogadores, que se a outra equipe não entrasse com 200% de foco, a derrota era iminente.
Além da intensidade, outro ponto que me chamou a atenção, foi o amadurecimento dos jogadores. João Vitor parecia um jogador experiente, quando pegava rebotes importantes e mostrava frieza após acertar arremessos do perímetro importantes. Matheus Lage tem um footwork e noção de espaço, que poucos jogadores tem com a idade dele e o que dizer do Guilherme e Marley? Jogadores playmakers e que conseguiam liderar bem o Mackenzie em quadra e possuíam uma boa leitura de jogo.
A maior prova de amadurecimento, era nos momentos que o time estava atrás no placar. A equipe entendia o que era preciso fazer para reverter o placar e conseguia manter o foco no objetivo.
Eu citei alguns jogadores acima como exemplo, mas é injusto falar só de alguns. O conjunto do Mackenzie foi algo espetacular nessa temporada. Um time que foi a cara do Felipe, que correspondia taticamente e muito unido.
No fim, não foi o jogador “X” que foi fundamental para o acesso e título da Liga B e sim a união desses jogadores.
O Mackenzie B me ensinou que jogadores aplicados taticamente, elenco homogêneo, treinador intenso e com ótima leitura de jogo, foi a fórmula de sucesso do time esse ano.
Antes de terminar esse texto, deixo um recado para as equipes do Campeonato Estadual Amador: abram o olho, o time de garotos joga feito homens.
Com duplo duplo de Paulo Santos BMC Air Balls estréia com vitória na Liga C
Written by Diogo AquinoNeste domingo dia 26 de novembro de 2017, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva, abriu as portas do Ginásio Zennny de Azevedo (justa homenagem ao lendário Algodão), para receber mais uma rodada da Liga Super Basketeball. e o segundo confronto do dia se deu entre Rio Sport e BMC Air Balls, válido pela Liga C.
O Jogo:
1º Tempo:
A partida começou em um ritmo muito forte, com as duas equipes obtendo sucesso em bater a defesa adversária pra pontuar.
Aos poucos os trabalhos defensivos foram ganhando corpo, com direito até mesmo, a um estouro de 8 segundos por parte do Rio Sport, graças a um belo trabalho defensivo do BMC Air Balls, que subiu a marcação e prendeu o adversário na própria quadra de defesa..
A bem da verdade, pra quem acompanhou a temporada, tanto BMC Air Balls, quanto Rio Sport tiveram uma das suas melhores atuações neste primeiro tempo de jogo.
Pudemos observar ambas as equipes apresentando um trabalho bem consciente e equilibrado no jogo de cinco contra cinco. Cada uma ao seu estilo, e quanto o Rio Sports trabalhava com bastante movimentação ofensiva no intuito de movimentar a defesa e encontrar espaços para pontuar, o Air Balls, baseava seus jogos nos cortes em direção a cesta, causando desequilíbrios através dos quais se aproveitavam para pontuar.
Melhor para o Air Balls que não tardou à assumir a liderança do placar, tomando a dianteira desde o início da disputa.
2º Tempo:
No segundo tempo de jogo as equipes claramente diminuíram o ritmo do jogo. Um resultado natural do desgaste provocado pelo início de partida bastante acelerado, somado ao forte calor sentido no Ginásio Zenny de Azevedo, no complexo esportivo Miécimo da Silva.
Apesar do ritmo mais cadenciado, as duas equipes mantiveram o bom trabalho da bola no ataque, pior para Rio Sport que não conseguia ameaçar a liderança do adversário.
Por tudo isso, não coube ao Air Balls muito mais do que controlar a partida e administrar o placar para garantir a vitória com direito a duplo duplo de Paulo Santos que saiu do jogo com (14pts e 10reb ).
Final 35 x 25, para o BMC Air Balls.
Destaques:
Paulo Santos (BCM): 14pts, 10reb e 3rou;
Renato Magalães (Rio): 4pts, 15reb, 2ass e 2rou.
Rural supera o Rappers em estréia da Liga C em dia de Lucas Barros
Written by Diogo AquinoNeste domingo dia 26 de novembro de 2017, O Complexo Esportivo Miécimo da Silva mais uma vez abriu as portas do Ginásio Zenny “Algodão” de Azevedo, para abrigar os jogos da LSB. E a primeira partida do dia ocorreu entre Rural Basquete e Rappers, abrindo os trabalhos da Liga C.
O Jogo:
1º Período:
O jogo começou bastante corrido com ambas as equipes apresentando boa movimentação ofensiva.
Pelo lado do Rappers, como sempre, Fernando é quem ditava o ritmo do ataque, com seu conhecido ímpeto e ritmo acelerado, o jogador do Rappers começou o jogo ligado em 220 V, tanto para atacar a cesta, quanto para defender, o que rapidamente lhe deixou com problemas com as faltas.
Pelo lado do Rural Basquete, o primeiro a se destacar foi Rafael. O camisa 10, conseguiu apresentar boa imposição física, para levar vantagem contra os adversários, o que lhe permitiu sucesso em infiltrações, mesmo quando sofria o contato da defesa, alternando entre finalizar e ofertar bons passes aos seus companheiros.
E foi dentro desses espaços inicialmente criados pelas infiltrações de Rafael, foi que emergiu o nome do jogo. Lucas Barros aproveitou-se muito bem dos desequilíbrios criados na defesa do Rappers para pontuar.
Contudo, Fernando Costa e Rodrigo Silva, também obtinham enorme sucesso contra a defesa da Rural, mantendo o Rappers a frente o marcador, durante todo o período inicial.
Faltando 4 segundos para o fim do primeiro quarto, quando o Rappers vencia a partida por 18 x 13. Rafael, até então peça importante da Rural, ao tentar mais uma infiltração, sofreu um desequilíbrio, atropelado o adversário (cometendo falta de ataque), e aparentemente deslocando o próprio ombro na queda. O que gerou enorme aflição a todos os presentes.
2º Período:
Na volta para o segundo quarto, já sem Rafael na equipe, o Rural Basquete obteve enorme sucesso explorando as jogadas de garrafão e empatou a partida numa corrida de 5x0, aproveitando-se de uma formação mais baixa do Rappers, explorando bem os seus pivôs.
Recuperado, Rafael ainda pode voltar á quadra a tempo de ajudar sua equipe a virar o jogo, obrigando o Rappers a parar o jogo com um pedido de tempo.
Contudo a estratégia do rappers não surtiu efeito, com Lucas Barros cada vez mais dono da partida, o Rural basquete comandou o placar até o fim do quarto, quando saiu vencendo por 28 x 26.
3º Período:
Jogando pendurado Fernando até que tentou evitar a marcação nos primeiros lances do terceiro quarto, mas a eliminação não tardou a chegar, com pouco mais de cinco minutos para o fim do quarto, o melhor jogador do Rappers foi eliminado com 5 faltas. Mexendo com os brios da equipe e obrigando-a a apresentar novas armas para enfrentar o adversário, ao ver-se espido do "passe pro Will", que marcou esta equipe durante toda a temporada.
Nesta nova situação coube ao Flávio Costa, assumir a liderança até então exercida por seu irmão, destacando-se nas ações ofensivas da equipe, jogando com bastante agressividade em relação à cesta.
A moral elevada do adversário obrigou a Rural a pedir um tempo para esfriar os ânimos e retomar o controle do jogo.
Controle esse que apareceu, sobretudo diante da boa atuação de Hugo Andrade, que ao lado de Lucas Barros comandava as ações do Rural Basquete, Mantendo a pequena vantagem para o período derradeiro 42 x 40.
4º Período:
A parada não fez nada bem ao Rappers, passado aquele momento de mobilização coletiva, os Rappers não teve forças, sem principal jogador, para lidar com o adversário, que não demorou a abrir vantagem no placar.
Com a boa vantagem estabelecida no marcador o Basquete Rural, que não teve muito trabalho para administrar o jogo e trocar pontos para vencer o duelo por 60 x 48.
Destaques:
Lucas Barros (Rural): 21pts, 15reb, 4ass 1rou e 1toc;
Hugo Andrade (Rural): 16pts, 3reb, 6ass e 1rou;
Fernando Costa (Rappers): 18pts e 7reb;
Rodrigo da Silva (Rappers) 16pts, 10reb e 1ass.