Felipe de Souza

Felipe Souza é o criador do site HSBasketballBR e co-criador do Live College BR. Ele escreve para o site americano D1Vision e para o Jumper Brasil. Faz trabalho de Scout nas horas vagas e acredita que o estudo diário do basquete, faz dele um profissional melhor.

Sexta, 24 Novembro 2017 03:08

Copa Baixada 2017-18 começa nesse sábado

Nesse sábado, começa a edição da Copa Baixada 2017-18. A competição prioriza os times da baixada fluminense, tendo o Anchieta como o grande convidado.

Os grupos já estão definidos e são esses:

GRUPO A

  • VQN
  • Bad Angels
  • BMC
  • Anchieta Fears
  • Queimados Warriors
  • Chatuba

GRUPO B

  • Meriti Falcons
  • Rappers
  • The Brothers
  • Atlântico
  • Santo Elias
  • Strong TX

O primeiro jogo da competição será entre Queimados contra VQN. Jogo que será disputado no Iguaçu Basquete Clube.

No domingo, teremos mais duas partidas, entre The Brothers vs Meriti Falcons e Santo Elias vs Strong TX.

Fique ligado no site, que todas as informações sobre a Copa Baixada você terá aqui.

No domingo, o Kobras Basketball e o LDJ se enfrentaram pela terceira e última vez no Estadual Amador. No fim, o Kobras conseguiu uma boa reação e venceu o LDJ por 66-54.

Antes da partida começar, era laro que seria mais uma grande partida dessa semifinal. O LDJ vem fazendo um playoff muito forte e mostrando que não chegou por um acaso nessa semifinal.

Vimos isso, na primeira partida em que o time conseguiu vencer bem o Kobras, atual campeão, no Jequiá Iate Clube.

Já o Kobras, chegou a essa semifinal por tudo o que fez na temporada regular e por ter sido o campeão no ano passado. Era difícil não colocar a equipe comandada pelo Binato e companhia como a equipe a ser batida nesse campeonato.

O time sofreu no primeiro jogo, mas na segunda partida o time parece ter entrado mais focado e consegui superar bem o LDJ.

O jogo teve o mesmo enredo que as partidas anteriores. O LDJ consegui impor um bom ritmo desde o início, usando bem a transição defesa-ataque e o trabalho dentro do garrafão com o Arthur Meireles (10 pontos e 8 rebotes) e o João Marchon (13 pontos e 6 rebotes).

Na primeira partida entre eles, o LDJ conseguiu segurar até o final e na segunda partida o Kobras conseguiu se recuperar rapidamente.

Nesse jogo, o LDJ se saiu bem no garrafão mas sentiu muita falta do Carlos, Nilo e André. Os três são peças importantes dessa equipe e parecia que esse jogo não estava encaixando com as movimentações deles. Os três jogadores, somaram para 20 pontos. Algo bem abaixo para uma semifinal.

O Kobras também não começou nada bem a partida e não porque estavam jogando mal. O time criava boas jogadas, mas pecava na finalização e via o seu adversário aproveitar muito bem as oportunidades que surgiam.

Era tão evidente isso, que quando o Kobras passava no placar, o LDJ conseguia se recuperar rapidamente e ao contrário, parecia penoso para o atual campeão reverter o jogo.

O jogo em sim, foi bem parelho e tenso entre os dois times. As equipes lutavam bastante por cada jogada e por cada posse de bola.

A partida ganhou tons dramáticos no fim. Até o meio terceiro quarto, parecia que seria difícil para o Kobras reverter o jogo e fazer a final contra o Municipal.

Mas os arremessos que não caíram no início do jogo, começaram a cair e tudo mudou.

Após três bolas seguidas de 3 pontos, o time do Kobras entrou de vez na partida e cada jogada favorável a equipe, era comemorada como se fosse a última bola do jogo.

Aos poucos, essa empolgação foi minando o time do LDJ. Que começou a errar arremessos que não erraram no primeiro tempo e sentir a pressão do Kobras.

Foi nesse momento que apareceu o Vinicius Franciscone, MVP da temporada passada e o Marcelão. O Vini foi consistente desde o início, fazendo bons layups e finalizando bem do mid-range. O Marcelão entregou o que todos esperam, rebotes importantes. Ele foi fundamental na briga pelos rebotes e um líder nato dentro de quadra.

O Kobras usou bem a experiência ao seu favor e conseguiu controlar bem o jogo até o final.

Com essa vitória, o Kobras vai enfrentar o Club Municipal na primeira partida da final do Campeonato Estadual Amador no dia 26 desse mês.

Após a partida, pude conversar com o Vitor Damasceno (LDJ) sobre essa semifinal e a temporada da equipe.

“Foi uma grande série. Jogamos bem, mas talvez não soubemos saber trabalhar bem com um placar adverso. O Kobras soube trabalhar bem o jogo todo, mesmo estando atrás boa parte do jogo e após as três cestas de 3 pontos seguidas, eles usaram bem a experiência para segurar o jogo. ”

“Estou muito feliz com o nosso desempenho nessa temporada. Crescemos no final, fizemos um ótimo playoff e agora nos resta é pensar na temporada que vem. Como jogamos bem, é normal outras equipes querem os nossos jogadores e vamos tentar manter essa mesma equipe para o ano que vem. “

Já o Tiago Binato (Kobras), falou sobre essa semifinal e sobre a final contra o Municipal no próximo final de semana:

“Sabíamos que seria uma série duríssima. O LDJ é muito bom e fez grandes jogos contra a gente. Temos que dar os parabéns para eles. “

“Claramente sentimos falta do Renan [ex-treinador] e estamos jogando os playoffs desfalcados. Tivemos alguns problemas dentro e fora de quadra, mas tudo foi resolvido. Vamos para o jogo contra o Municipal, tentando jogar o nosso melhor e acreditamos que vai ser mais uma série duríssima. “

Na quarta-feira, o SC Mackenzie enfrentou o Clube dos Funcionários na Vila Olímpica de Mesquita pela categoria sub-16 e o Mackenzie venceu por 45-32.

Esse foi o confronto das duas boas equipes dessa categoria, vimos uma partida de altos e baixos.

No primeiro tempo vimos o time do Mackenzie tentando rodar bem a bola no ataque e selecionar bem os arremessos no ataque. O time conseguia fazer boas infiltrações e usar o bom porte físico ao seu favor.

O time do Clube de Funcionários, começou sentindo a intensidade do Mackenzie. Mas aos poucos vimos uma equipe bem organizada e que conseguia pontuar do mid-range e que fazia uma boa troca de passes para achar um companheiro livre.

Mas o segundo tempo não foi nada bom para o time de Volta Redonda. Aquele basquete organizado e que tinha calma para trabalhar a bola no ataque, foi substituído para uma defesa dispersa e um ataque que já não mostrava a eficiência que vimos na primeira metade.

O Mackenzie liderado pelo Davi Saraiva (21 pontos e 4 rebotes), soube aproveitar muito bem as brechas defensivas do seu adversário e as infiltrações foi o seu carro chefe para ampliar bastante no placar.

A equipe do Méier venceu os dois últimos quartos por 12-9 e 15-1. Dessa forma, não foi difícil para o time alcançar mais uma boa vitória.

Na quarta-feira, o LDJ recebeu o Kobras na Vila Olímpica de Mesquita para a segunda partida da semifinal do Estadual Amador e o Kobras igualou a série, vencendo por 66-56.

A partida que poderia colocar de vez o LDJ na grande final e transformar o sonho em realidade, teve o Marcelão como protagonista.

O pivô dos atuais campeões, fez impressionantes 19 pontos e 15 rebotes. Além de ajudar o Kobras a se recuperar na série, ele briga muito pelo MVP dos playoffs.

O LDJ sentiu muito a imposição física que o Marcelão conseguiu colocar dentro do garrafão e a mobilidade que ele usava para subir até o perímetro para pontuar.

No primeiro jogo em que vimos o Arthur e o Leandrão conseguindo fazer uma boa marcação dentro garrafão, nessa partida o time não teve o Leandrão e essa ausência foi muito sentida, na marcação e nas brigas pelos rebotes.

Nem com a presença do João Marchon, que não jogou a primeira partida, fez com que o time do LDJ conseguisse pontuar bem dentro garrafão. A equipe ainda parecia dispersa em alguns momentos. Queimando jogadas rapidamente e cometendo turnovers em momentos preciosos para a moral da equipe.

Aos poucos o time foi ficando tenso e perdendo a cabeça, algo que não ajudou em nada. Mesmo com um bom terceiro quarto, único período que ganhou, o time tinha dificuldades para fechar espaços na sua defesa e o Kobras soube aproveitar muito bem.

Os rebotes do Marcelão e um ataque que soube trabalhar bem a bola com velocidade, viu os espaços aparecerem. Mesmo errando algumas cestas, o time criava um volume de jogo muito maior do que vimos na primeira partida. Claramente o time parecia mais focado que a primeira partida e a fisionomia dos jogadores, mostravam que iriam entrar para entregar tudo em quadra. No fim, o time mostrou a sua força e conseguiu empatar a série.

Agora, as duas equipes fazem o terceiro jogo decisivo e não tem favorito. Mas sabemos que a única pessoa que vai ganhar antecipadamente com essa partida, é você que for conferir esse jogo de perto.

No domingo, o Kobras Basketball enfrentou o LDJ pelo primeiro jogo da semifinal do Campeonato Estadual Amador e o time do LDJ venceu por 82-68.

Quando as pessoas olham quais times iriam se enfrentar, normalmente o primeiro pensamento seria que o Kobras passaria com certa facilidade. Mas eu mostrei no texto em que o LDJ eliminou o Mackenzie, que não seria assim.

O trabalho na temporada regular de cada time foi realmente distinto, mas o que o LDJ vem desempenhando nesses playoffs, é algo incrível.

O time eliminou o AVBN e o Mackenzie impondo o seu jogo. Entrou nessa partida, fazendo o que o Vitor Damasceno já tinha me falado.

“A pressão na série contra o Mackenzie, era do Mackenzie. Agora o Kobras vai ter que mostrar o seu jogo também. ”

O Kobras que veio de jogos duríssimos contra Victor Leal e companhia, não mostrou a eficiência que conhecemos e o LDJ que não tem nada a ver com isso, aproveitou muito bem.

Antes de dar um resumo da partida, destaco o trabalho do armador Carlos Alexandre. É um playmaker e swagger nato, pontua bem do mid-range, faz bons layups, tem bom passe e assumi bem o papel de liderança. Se eu pudesse escolher um MVP dos playoffs hoje, o meu voto seria facilmente para ele. Vem sendo importante na campanha da sua equipe nesse playoff e na partida, ele contribuiu com 16 pontos, 7 rebotes e 3 assistências.

O time do LDJ teve um jogador que se destacou mais, André Mattos. Ele fez 12 pontos e pegou 15 rebotes (10 defensivos). Pode parecer pouco, mas quando você disputa rebote contra Marcelão (média 14.56) e Guilherme de Medeiros (média 9.27), pegar mais rebotes que os dois, é incrível. Ele ajudou muito a espaçar o time no ataque, pontuou bem e terminou 100 por cento nas bolas de 3 pontos (2-2).

O time do LDJ jogou bem. Sofreu no início, principalmente no segundo quarto (30-18) mas soube manter o foco da partida e aos poucos o time tirou com uma certa facilidade a vantagem no placar.

Quando o Kobras viu a diferença chegar a 18 pontos no marcador, já era tarde para tentar virar o jogo. Com um time bem experiente, o LDJ soube trabalhar bem a bola no ataque e usar bem os 24 segundos ao seu favor.

A equipe do Kobras não jogou totalmente mal, mas errou muitas cestas que normalmente eles fariam e a defesa não conseguia fechar bem os espaços, no jogo todo. Mas o terceiro quarto, foi o período chave da equipe. O time perdeu por 30-11 e a partir daí toda a estratégia da equipe começou a ruir.

O time teve dificuldades para infiltrar e fazer o bom jogo que conhecemos, no low post. A equipe em diversos momentos, não apresentava a mobilidade ofensiva que já vimos em muitas partidas. Parecia estática e as vezes apática na defesa.

O Vinicius Franciscone foi o destaque dos atuais campeões, terminando a partida com 12 pontos e 6 rebotes.

Vendo o jogo, ficou claro a falta do Renan Pimentel no banco de reservas da equipe. Em alguns momentos, faltou alguém que parasse o jogo e armasse uma jogada para explorar melhor as infiltrações ou que até mesmo cobrasse os jogadores. Pedro Rubem que embarcou na equipe recentemente, apoia bem o time. Não sei se será o suficiente para conseguir tirar o melhor de cada jogador do Kobras.

No final da partida, pude bater um papo com o Vitor Damasceno e falei que esse time era um conjunto de guerreiros e ele me disse que não.

“Somos um time de sonhadores. “

Esse sonho pode estar virando a realidade. Claro que o adversário é o Kobras e sabemos que é uma equipe extremamente talentosa e atual campeã.

Mas o LDJ deu um belo passo para a final.

A próxima partida será amanhã (15/11) às 10:30 na Vila Olímpica de Mesquita.

No domingo, o Jequiá Iate Clube recebeu o Império São Cristóvão pela categoria Liga B e conseguiu uma boa vitória por 70-61.

A partida teve altos e baixos bem claros. Os dois times tentaram usar o perímetro, mas a eficiência das equipes foi realmente baixa.

A melhor saída ofensiva das equipes, foram o trabalho no high post e no low post. Usando bastante os seus centers e power forwards para pontuar nos layups.

Mas a regularidade na partida, não foi vista nesse jogo. As equipes trocavam diversas vezes a liderança no placar, mas por conta dos erros no ato final do ataque de cada time.

Então, a partida seria decidida nos mínimos detalhes. Mas o tal detalhe, foi a falta de foco e ela foi cruel com o time do Império. A equipe não conseguia encaixar bons ataques e parecia perdido na defesa.

Jequiá aproveitou muito bem e venceu o último quarto por 17-8, terminando conquistando essa ótima vitória.

No fim, o destaque do Jequiá foi o Igor Ricardo com 19 pontos. Pelo lado do time de são Cristóvão, o destaque foi o Diego Pinto com 18 pontos.

No sábado (11/11), o Club Municipal enfrentou o Novo Basquete Rio em sua casa e abriu a série com uma vitória por 73-71.

Quem olha o placar, vê que foi uma partida muito apertada. Mas não imagina o quão tenso foi esse jogo. O NBR possui a melhor jogadora do campeonato, na minha opinião e entrou como o grande favorito para ganhar essa partida.

Muito pelo ótimo desempenho que teve na temporada regular e por ter jogadoras mais experientes.

O Municipal é um time jovem e talentoso. Mas perdeu algumas partidas na temporada regular por se não ter experiência para saber trabalhar melhor o tempo ao seu favor.

O jogo em si, o roteiro parecia traçado. O time do NBR usando bem as infiltrações, principalmente com a Mayara Crystina, que terminou com impressionantes 30 pontos, 8 rebotes e 4 assistências.

Thayná Silva que normalmente é a destaque do jogo, fez 14 pontos e 6 rebotes. Nathalia Lobato ajudou com 15 pontos.

O NBR trabalhava bem a bola no ataque, usando bem o tempo e escolhendo bem os seus arremessos. Fisicamente, o time do Municipal não tinha como parar as investidas das adversárias.

Porém, três nomes surgiram e fizera com que o time da casa estivesse sempre vivo na partida: Marial Luisa (21 pontos e 5 rebotes), Débora Reis (18 pontos e 11 rebotes) e Luciana Aparecida (14 pontos e 4 rebotes).

A equipe da casa, sofreu o jogo todo. A defesa não conseguia impedir as infiltrações e o ataque não rendia bem perto do aro. Mas com a Maria Luisa arremessando bem do perímetro e a Débora conseguindo pegar rebotes essenciais na partida, o time conseguiu ficar vivo até o final.

Foi no final, que veio a virada histórica. No último período, o time do Municipal fez 24-10 e passou a frente no placar. O jogo foi tenso até os 20 segundos da reta final, mas o time da casa conseguiu segurar bem o placar e conseguir a vitória.

No final da partida, o Gabriel (treinador do Municipal) falou sobre qual era a mentalidade das meninas para essa partida.

“ Nós não jogamos bem mais uma vez. Mas falei para as meninas que nós precisávamos ficar à frente no placar uma vez só e graças a Deus e o nosso trabalho, foi isso que aconteceu. ”

No sábado (11/11), o Club Municipal enfrentou o Niterói Basquete Clube em sua casa e abriu a série com uma vitória por 72-67.

A Liga Super Basketball (LSB) está vendo o campeonato estadual amador chegar a sua reta final, mas as grandes emoções continuam firmes e fortes.

O confronto entre as duas equipes era muito esperado e não só por se tratar de uma semifinal. Mas o Niterói foi a única derrota do currículo do Municipal na temporada regular.

Parecia realmente que o Niterói tinha a fórmula para ganhar do Municipal. Desde o início, o time conseguiu colocar um bom ritmo de jogo e tinha o Higor Simas “on fire” nas bolas de 3 pontos. Ele acertou cinco arremessos do perímetro no primeiro tempo e foi a principal arma ofensiva do time de Niterói.

O time conseguia se defender muito bem. Dificultava as infiltrações do André Luis e fazia uma boa marcação individual no Daniel Batista. A equipe da casa parecia aceitar facilmente essa marcação.

Tudo se encaminhava no primeiro tempo para uma vitória tranquila do Niterói.

Mas veio o segundo tempo e o Rogger que tinha chegado atrasado, entrou no jogo. A partir daí tudo mudou.

Sim, o Municipal foi outro no segundo tempo. O Rogger (11 pontos) não pontuou bastante, mas foi fundamental para a reação da equipe na segunda metade. Ele deu intensidade nos dois lados da quadra, que a equipe não mostrou em nenhum momento da partida até o momento.

“Eu cheguei atrasado e quando entrei na quadra, vi os meus companheiros meio para baixo e então tentei animar o pessoal”, disse o Rogger. “No fim, deu tudo certo. ”

Com o Rogger em quadra, o Daniel (21 pontos) começou a encontrar espaços que ele não teve no primeiro tempo e o time do Municipal começou uma reação enorme que resultaria na virada.

A defesa que parecia apática, estava fechando bem os espaços e o ataque conseguia fazer uma movimentação completa no ataque. Aos poucos os arremessos do mid-range e as infiltrações começavam a aparecer com maior facilidade.

Pelo lado do Niterói, a equipe começou a sentir muito a intensidade nos dois lados da quadra e não mostrava outra opção ofensiva além do Higor Simas e isso facilitou a defesa do Municipal. O forward foi o grande destaque terminando a partida com 22 pontos e 8 rebotes.

As equipes agora se enfrentam nesta quarta-feira (15/11) às 15:00 no La Salle em Niterói.

No domingo (05/11), o Vila da Penha/Bad Angels enfrentou o FBMRJ pelo segundo jogo da série do Máster +35. No fim, o FBMRJ venceu por 79-66 e empatou a série.

Se na primeira partida o FBMRJ sofre com as boas infiltrações do Eduardo Banana, nesse jogo o time não precisaria se preocupar. Já que o Eduardo não foi para a partida.

O time do FBMRJ mostrou mais uma vez ser um time consistente nos dois lados da quadra e fazer um jogo correto que levou o time a ter nenhum susto na partida.

Com boas jogadas do Bernardo Larreta (14 pontos e 10 rebotes) e uma grande ajuda ofensiva do Diogo Vilhena (23 pontos e 7 rebotes), a equipe conseguiu controlar a partida desde o seu início. A equipe trabalhava bem o tempo no ataque e encontrava sua melhor opção no ataque, perto do garrafão. Sendo nos bons layups dos seus jogadores ou o trabalho de low post dos seus alas e pivôs.

O time do Vila não conseguia parar o ímpeto ofensivo do seu adversário e parecia não ter muitas opções no ataque sem o Eduardo em quadra. O grande destaque da equipe, foi o Flávio Rocha com 15 pontos e 8 rebotes.

No sábado (04/11), o The Brothers enfrentou o Mad Lions pelo terceiro jogo da série da Liga B. No fim, o Mad Lions venceu por 69-47 e vai enfrentar o Hoops Basketball na próxima fase.

A partida foi tensa desde o começo. As duas equipes brigavam por cada espaço na quadra e víamos que pequenos erros poderiam ser decisivos no placar final.

Com boas jogadas do Daniel Nascimento (13 pontos e 6 rebotes), o time do The Brothers dava muito trabalho à defesa do Mad Lions e conseguia explorar bem o trabalho de infiltrações e arremessos do mid-range.

Além de fazer bons layups e um bom trabalho perto da cesta, o time conseguia fazer uma defesa que incomodava o adversário. Buscado o jogo mais físico.

O jogo foi duro até o final, mas no último quarto a tensão inicial foi o fator decisivo para um quarto pavoroso do time do The Brothers. A equipe mentalmente se perdeu e começou a errar bastante e cometer turnovers bobos. O Mad Lions não tem nada a ver com isso e soube aproveitar muito bem essa vantagem. Mad venceu o quarto por impressionantes 23-7.

A equipe do Mad Lions não apresentou o seu melhor basquetebol, mas com os arremessos do João Paulo Ventura (24 pontos, 3 rebotes e 5 assistências) do perímetro e um bom trabalho coletivo para fechar espaços na defesa e trabalhar bem o tempo no ataque, fizeram com que a equipe conseguisse se manter sólido até o final da partida.

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