Diogo Aquino

O último dia 10 de dezembro, ficou conhecido como um domingo de finais da LSB. O palco para os quatro jogos decisivos foi o S.C. Mackenzie, que abriu os trabalhos com o jogo 2 do Master +45, onde o time da casa entrou pressionado, por ter perdido a primeira partida para o Jequiá, e precisava da vitória em casa para provocar o jogo 3 da série final.

O Jogo:

 

1º Período:

A bola subiu e o time da casa parecia nervoso, melhor para o Jequiá que aproveitou pra sair na frente, e com boas jogadas de Márcio Paulo, abrir 10 x 4 no marcador.

Contudo, mesmo sem precisar parar o jogo o time da casa foi se recompondo na partida, especialmente na defesa que sofreu apenas dois na metade final do primeiro período, e ainda pode contar com uma excelente atuação de Irapuã, para virar o marcador e fechar o quarto inicial vencendo por 18 x 12.

 

2º Período:

Na volta à quadra renato se juntou a Irapuã, para ampliar a vantagem dos donos da casa que chegaram à abrir dezoito pontos de vantagem antes que Márcio pagode pudesse converter uma certa de três pontos e ir para o intervalo com 15 pontos de diferença no placar em favor da equipe do Méier, 35 x 20.

 

3º Período:

No início da segunda etapa, comandados pela dupla de Márcios o Jequiá tentou uma reação, e é bem verdade que conseguiu igualar as ações, no entanto, com oito pontos de Renato o Mackenzie não soltou a dianteira e também venceu o período por 21 x 19 levando uma boa vantagem para o quarto derradeiro (56x39).

 

4º Período:

O jogo que já estava quente ganhou um último período com defesas muito fortes que permitiram pouquíssimas oportunidades aos ataques. Melhor para o Mackenzie que teve pouco trabalho para administrar a vantagem que terminou em 14 pontos e provocou mais um jogo 3 nas FINAIS LSB 2017.

 

Destaques:

Renato (Mackenzie): 16pts, 6reb, 5ass e 1rou;

Irapuã (Mackenzie): 14pts, 9reb, 1ass e 2rou;

Luis Claudio (Mackenzie): 12pts, 4reb e 1rou;

Márcio Paulo (Jequiá): 16pts, 12reb, 3ass, 5rou e 3toc;

Émerson Vieira (Jequiá): 6pts, 13reb e 1ass.

Segunda, 11 Dezembro 2017 17:55

Bicampeões

Neste último domingo, que ficou conhecido como o domingo das finais, o S.C.Mackenzie foi o palco que recebeu quatro jogos decisivos, dentre os quais o jogo três das finais do Campeonato Estadual Amador, entre Municipa e Kobras, que haviam chegado até ali qualificados por terem as duas melhores campanhas de seu grupo, bem como terem performado muito bem durante toda a disputa de playoffs.

O Jogo:

 

1º Período:

A partida começou com uma grande expectativa, para saber como se comportaria o Municipal sem seu técnico e um dos seus principais jogadores (Rogger), ambos suspensos por terem sidos ejetados no fim do jogo dois.

Se no jogo dois Daniel Batista sentiu falta de uma maior participação do elenco de apoio, Somália e Raphael abriram 6 x 2, num recado claro de que hoje apoio não iria falar.

Apesar do Kobras aos pouco ter igualado o nível de intensidade e comandados pelo sempre veloz Irwing e Vini Franciscone também “igualou” o Marcador.

A partida seguiu assim, com Irwing e Franciscone ditando as regras da equipe verde, e as duas equipes se alternando na liderança, até o final, quando o Municipal ainda pode contar com bandejas de Daniel e Ronaldo para fechar na frente por 14 x 13.

 

2º Período:

Na volta pra quadra De Medeiros recebeu bom passe de Franciscone para dar início a um massacre que sem sombra de dúvidas decidiu o duelo. O quarto foi vencido pelo Kobras por 29 x 3, e neste período todas as ausências do Municipal foram sentidas: 1º apesar de contar com um bom técnico no banco (Leonardo Silva), essa equipe foi moldada desde o início da temporada, a imagem e semelhança de Gabriel Dutra, tendo feito enorme falta para administrar o péssimo momento de sua equipe; 2º Rogger, mais do que ser o segundo melhor jogador desta equipe, ele é exatamente o nome que mais aparece nos hiatos deste time, sempre que Daniel está bem marcado, ou a equipe como um todo cai de rendimento, Rogger é um porto seguro através do qual o Municipal se sustenta; 3º Daniel, sem sombra de dúvidas um dos melhores jogadores e toda competição, tendo feito um brilhante jogo dois o craque do Municipal não estava em um bom dia, e ainda sofreu novamente com a boa defesa de Pezão e Fraciscone.

Por falar nesses dois, foram sem sombra de dúvidas os grandes destaques do segundo quarto. O Kobras ainda pode contar com Marcelão e Wallace, precisos para transformar o sangramento em hemorragia e dar um passo largo em direção ao bicampeonato. As duas equipes foram para o intervalo com o placar apontado 42x17.

 

3º Período:

A essa altura a missão do Municipal era por demais ingrata diante da grande vantagem estabelecida pelo adversário, enquanto ao Kobras a luta parecia psicológica, haja vista que o semblante de cada jogador, remetia a uma luta interna para manter a concentração e não dar brechas para uma reação do adversário.

Neste panorama, apesar do Kobras ter passado quatro minutos sem pontuar, e da brilhante atuação de Ronaldo do Municipal, o time da tijuca venceu o período por apenas cinco pontos de vantagem indo para o quarto derradeiro perdendo por vinte pontos (53x33).

 

4º Período:

Se o semblante do Kobras no período anterior transparecia o nível de concentração de cada jogador. No último quarto o semblante dos jogadores do Municipal já davam mostras de que eles já não tinham forças para mudar a história da partida.

Com a grande vantagem estabelecida, e as belíssimas atuações individuais de Franciscone e Marcelão, o título voltou para as mãos do Kobras, que ainda se deu ao luxo de perder o período por 17 x16, para vencer a partida por 69 x 50 e se sagrar bicampeão do Campeonato Estadual Amador.

Este é o terceiro título consecutivo da equipe de Cabo Frio, que antes de estrear em 2016 no Estadual Amador, se sagrou campeã da LIGA B em 2015.

 

Destaques:

Franciscone (Kobras): 23pts, 1reb, 2ass e 2rou;

Marcelão (Kobras): 9pts, 12reb e 1rou;

Wallace (Kobras):  6pts, 2reb, 4ass e 3rou;

Ronaldo (Municipal):11pts, 6reb, 1ass e 4rou;

Raphael (Municipal): 9pts, 8reb, 1ass, 2rou e 3toc.

Segunda, 04 Dezembro 2017 12:15

Kobras vence e nos presenteia um jogo 3

O palco não poderia ser melhor, o complexo esportivo Miécimo da Silva, abriu as portas do ginásio Zenny “Algodão” de Azevedo para receber os jogos de número dois das finais, masculino e feminino dos Campeonatos Estaduais Amadores da Liga Super Basketball.

Como manda a boa educação as damas foram primeiro, e você pode ver o que aconteceu nesta excelente matéria do nosso mago Felipe de Souza.

Já no Masculino as duas equipes foram a quadra com missões bem claras, ao Municipal cabia vencer e definir o campeonato sagrando-se campeão, confirmando o favoritismo e consagrando o excelente trabalho do trio Gabriel Dutra, Daniel Batista e Rogger Vianna, sem dar chances à recuperação e ao crescimento de um adversário de imensa qualidade como o Kobras.

Já aos atuais campeões, cabia entregar um algo mais, deixar na quadra o basquete que sempre se esperou, e pouco se viu deles nesta temporada, a equipe capitaneada por Tiago Binato, e Thiaguinho, tinha dentro de cada um dos integrantes uma vontade de apresentar o seu melhor basquete e provocar um jogo 3, que por sinal todos nós estávamos ansiosos por ver.

O Jogo:

 

1º Período:

A bola subiu e de cara pudemos ver um Kobras diferente do que estávamos acostumados nesta temporada, jogando com bastante intensidade, em um ritmo impressionante, estabelecido por Irwing, os atuais campeões pressionavam na defesa e rodavam muito bem a bola no ataque.

Com essa solidariedade ofensiva que o time pode encontrar Binato duas vez sozinho para abrir o marcador e colocar 4 x 0 no placar.

No entanto, como não poderia deixar de ser, Daniel e Rogger no comando, o time da tijuca rapidamente igualou as ações, mantendo sempre a diferença em apenas uma posse de bola.

Até que à 21 segundos do fim, quando o marcador apontava 16 x 14 para equipe do Kobras, os atuais campeões sofreram uma dura baixa, aparentemente, uma entorse no joelho tirou Wallace da partida, que seguiu para o segundo período, com apreensão e a pequena vantagem da equipe do Kobras.

 

2º Período:

O segundo quarto começou e o Kobras, foi pra cima atropelando, emplacando uma corrida de 13 x 1, obrigado ao técnico Gabriel Dutra a pedir tempo, evitando um estrago ainda maior.

Pra piorar a situação, segundos antes do pedido de tempo o Municipal já havia perdido um dos seus principais jogadores, Rogger, assim como Wallace do Kobras, também se machucou, deixando Daniel Batista, em um voo solo na tentativa de fechar a série ainda no jogo dois.

O pedido de tempo até que ajudou, mas sem Rogger para desafogar Daniel Batista, o Municipal, foi uma presa fácil para o um Kobras que contava com excelentes atuações, Vinícius Franciscone, Victor Pezão, De Medeiros, e uma ótima sincronia de todo grupo, fazendo lembrar o time campeão da temporada passada.

Com tudo isso as duas equipes foram para o vestiário com o Kobras vencendo por 33 x 23.

 

3º Período:

Depois do intervalo as duas equipes voltaram um pouco nervosas, sentindo a responsabilidade de um jogo decisivo, não à toa, se passaram quase dois minutos, até que Ricardo Pereira convertesse os lances livres e inaugurasse o marcador no terceiro quarto.

A cesta de Ricardo parece ter sido um catalisador, que abriu o basquete de ambas as equipes, uma vez que dali em diante as duas equipes voltaram a encontrar o caminho para cesta. Melhor para o Kobras que com boas jogadas de Franciscone, Binato e De Medeiros, chegou a abrir 16 pontos de vantagem.

No entanto, com apenas dois minutos para o fim do quarto, Daniel Batista que até então não encontrava nenhum suporte ofensivo de seus companheiros, pode contar com André Lopes, Aslan e Robson, para aproveitar um apagão da equipe do Kobras e conseguir uma corrida de 10 x 0 que permitiu ao Municipal ir para o último quarto perdendo por apenas 7 pontos, mantendo a esperança do título ainda viva.

 

4º Período:

A reação no final do terceiro quarto não parou, bastou as equipes voltarem à quadra que reanimado pela ajuda dos companheiros Daniel pode comandar uma nova corrida, agora de 10 x 1, para virar a partida e mostrar o porque o Municipal, vem sendo aclamado como detentor da melhor equipe da competição.

Com a partida no pau, coube a Thiaguinho e Marcelão, darem as caras e com muita experiência pôr o Kobras novamente a frente no marcador.

O fim do jogo teve todos os elementos que uma partida como essa pede, em um momento crítico, onde poderia dar números finais ao duelo, Marcelão errou dois lances livre, com direito a Air Ball, por outro lado, antes disso foi Daniel Batista quem desperdiçou seus 3 arremessos livres.

Contudo isso, Kobras se manteve à frente e ainda pode contar com as desqualificações de Rogger (que estava machucado desde o segundo período), e só voltou a quadra, invadindo para reclamar da arbitragem e Gabriel Dutra, também por reclamar da arbitragem.

Ao final, vitória importantíssima do Kobras, com uma atuação coletiva brilhante, onde seis dos sete jogadores que tiveram tempo de quadra conseguiram sete ou mais pontos, onde seis dos sete também conseguiram seis ou mais rebotes, sem contar o belíssimo trabalho de Victor Pezão e Vinícius Franciscone fizeram defendendo Daniel batista, dando uma verdadeira demonstração de força e adianto a definição para um justíssimo jogo 3.

Já o Municipal teve um prejuízo enorme. Além de perder a partida, também perdeu Gabriel Dutra e Rogger desqualificados da partida, deixando uma missão duríssima, para Daniel Batista, que terá que se multiplicar na quadra para conseguir superar tantas dificuldade e realizar o sonho do título.

 

Destaques:

Tiago Binato (Kobras): 10pts, 6reb, e 1ass;

Marcelão (Kobras): 4pts, 14reb e 2ass;

De Medeiros (Kobras): 7pts, 10reb, 1ass e 1toc;

Daniel Batista (Municipal): 22pts, 3reb, 3ass e 2rou;

Diego (Municipal): 4pts, 8reb, 4ass e 1rou;

Raphael (municipal): 2pts, 8reb e 4toc.

Neste domingo dia 26 de novembro de 2017, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva, abriu as portas do Ginásio Zennny de Azevedo (justa homenagem ao lendário Algodão), para receber mais uma rodada da Liga Super Basketball.

A última partida do dia aconteceu entre o jacarepaguá Tênis Clube e o Usina Comunitária/Santa Cruz, válida pela categoria Sub 18.

O Jogo:

O forte calor do ginásio não pareceu empecilho para que a garotada, que iniciou o duelo a 200 km por hora. Neste ritmo o JTC comandado por nomes experientes com Logan Procópio e Victor da Veiga rapidamente assumiu a dianteira no placar.

Apesar de bem organizado o time da Usina Comunitária, não parecia contar com armas suficientes para conter o adversário, claramente mais experiente e maduro.

A maior dificuldade do time da Usina. residia no garrafão adversário. Muito embora, concentrasse a maior parte de seus ataques na área pintada, o time de Santa Cruz encontrou muita dificuldade dentro do garrafão adversário, o que reduziu o percentual de acerto de seus arremessos.

Na volta para o segundo tempo o Usina trouxe pra quadra uma mudança de postura defensiva, que até melhorou sua produção ofensiva, adotando um jogo de transição que gerou certo desconforto ao adversário.

Contudo, alguns pequenos erros técnico e de concentração acabou frustrando a reação que foi  facilmente contida pelo adversário, que por sua vez, não fez muito mais que manter o cuidado com a bola e se manter agredindo a cesta para continuar na liderança do placar.

Em um jogo que o JTC pôde estabelecer seu domínio desde as primeiras posses de bola, pudemos aproveitar pra ver alguns atletas com maior atenção.

E sem sombra de dúvidas Pedro Henrique e Dayvid se destacaram dos demais. talvez não fosse necessário esclarecer, mas por via das dúvida é sempre bom deixar claro que Victor da Veiga e principalmente Logan Procópio, que ja vem aprontado entre os principais nomes do basquete do Rio de Janeiro no Campeonato Estadual Amador, não foram considerados neste aspecto.

Com tudo isso acredito que o Pedro Henrique, pelo bom domínio de fundamentos e Dayvid,  pelo potencial físico podem evoluir bastante e ganhar espaço em um futuro próximo.

 

Destaques:

Logan Procópio (JTC): 15pts, 11reb, 7ass e 1rou;

Deyvid de Carvalho (JTC): 10pts, 6reb, 1ass e 1toc;

Luan Obermuller (JTC): 3pts, 10reb e 3ass.

Neste domingo dia 26 de novembro de 2017, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva, abriu as portas do Ginásio Zennny de Azevedo (justa homenagem ao lendário Algodão), para receber mais uma rodada da Liga Super Basketeball. e o segundo confronto do dia se deu entre Rio Sport e BMC Air Balls, válido pela Liga C.

O Jogo:

 

1º Tempo:

A partida começou em um ritmo muito forte, com as duas equipes obtendo sucesso em bater a defesa adversária pra pontuar.

Aos poucos os trabalhos defensivos foram ganhando corpo, com direito até mesmo, a um estouro de 8 segundos por parte do Rio Sport, graças a um belo trabalho defensivo do BMC Air Balls, que subiu a marcação e prendeu o adversário na própria quadra de defesa..

A bem da verdade, pra quem acompanhou a temporada, tanto BMC Air Balls, quanto Rio Sport tiveram uma das suas melhores atuações neste primeiro tempo de jogo.

Pudemos observar ambas as equipes apresentando um trabalho bem consciente e equilibrado no jogo de cinco contra cinco. Cada uma ao seu estilo, e quanto o Rio Sports trabalhava com bastante movimentação ofensiva no intuito de movimentar a defesa e encontrar espaços para pontuar, o Air Balls, baseava seus jogos nos cortes em direção a cesta, causando desequilíbrios através dos quais se aproveitavam para pontuar.

Melhor para o Air Balls que não tardou à assumir a liderança do placar, tomando a dianteira desde o início da disputa.

 

2º Tempo:

No segundo tempo de jogo as equipes claramente diminuíram o ritmo do jogo. Um resultado natural do desgaste provocado pelo início de partida bastante acelerado, somado ao forte calor sentido no Ginásio Zenny de Azevedo, no complexo esportivo Miécimo da Silva.

Apesar do ritmo mais cadenciado, as duas equipes mantiveram o bom trabalho da bola no ataque, pior para Rio Sport que não conseguia ameaçar a liderança do adversário.

Por tudo isso, não coube ao Air Balls muito mais do que controlar a partida e administrar o placar para garantir a vitória com direito a duplo duplo de Paulo Santos que saiu  do jogo com (14pts e 10reb ).

Final 35 x 25, para o BMC Air Balls.

 

Destaques:

Paulo Santos (BCM): 14pts, 10reb e 3rou;

Renato Magalães (Rio): 4pts, 15reb, 2ass e 2rou.

Neste domingo dia 26 de novembro de 2017, O Complexo Esportivo Miécimo da Silva mais uma vez abriu as portas do Ginásio Zenny “Algodão” de Azevedo, para abrigar os jogos da LSB. E a primeira partida do dia ocorreu entre Rural Basquete e Rappers, abrindo os trabalhos da Liga C.

O Jogo:

1º Período:

O jogo começou bastante corrido com ambas as equipes apresentando boa movimentação ofensiva.

Pelo lado do Rappers, como sempre, Fernando é quem ditava o ritmo do ataque, com seu conhecido ímpeto e ritmo acelerado, o jogador do Rappers começou o jogo ligado em 220 V, tanto para atacar a cesta, quanto para defender, o que rapidamente lhe deixou com problemas com as faltas.

Pelo lado do Rural Basquete, o primeiro a se destacar  foi Rafael. O camisa 10, conseguiu apresentar boa imposição física, para levar vantagem contra os adversários, o que lhe permitiu sucesso em infiltrações, mesmo quando sofria o contato da defesa, alternando entre finalizar e ofertar bons passes aos seus companheiros.

E foi dentro desses espaços inicialmente criados pelas infiltrações de Rafael, foi que emergiu o nome do jogo. Lucas Barros aproveitou-se muito bem dos desequilíbrios criados na defesa do Rappers para pontuar.

Contudo, Fernando Costa e Rodrigo Silva, também obtinham enorme sucesso contra a defesa da Rural, mantendo o Rappers a frente o marcador, durante todo o período inicial.

Faltando 4 segundos para o fim do primeiro quarto, quando o Rappers vencia a partida por 18 x 13. Rafael, até então peça importante da Rural, ao tentar mais uma infiltração, sofreu um desequilíbrio, atropelado o adversário (cometendo falta de ataque), e aparentemente deslocando o próprio ombro na queda. O que gerou enorme aflição a todos os presentes.

2º Período:

Na  volta para o segundo quarto, já sem Rafael na equipe, o Rural Basquete obteve enorme sucesso explorando as jogadas de garrafão e empatou a partida numa corrida de 5x0, aproveitando-se de uma formação mais baixa do Rappers, explorando bem os seus pivôs.

Recuperado, Rafael ainda pode voltar á quadra a tempo de ajudar sua equipe a virar o jogo, obrigando o Rappers a parar o jogo com um pedido de tempo.

Contudo a estratégia do rappers não surtiu efeito, com Lucas Barros cada vez mais dono da partida, o Rural basquete comandou o placar até o fim do quarto, quando saiu vencendo por 28 x 26.

3º Período:

Jogando pendurado Fernando até que tentou evitar a marcação nos primeiros lances do terceiro quarto, mas a eliminação não tardou a chegar, com pouco mais de cinco minutos para o fim do quarto, o melhor jogador do Rappers foi eliminado com 5 faltas. Mexendo com os brios da equipe e obrigando-a a apresentar novas armas para enfrentar o adversário, ao ver-se espido do "passe pro Will", que marcou esta equipe durante toda a temporada.

Nesta nova situação coube ao Flávio Costa, assumir a liderança até então exercida por seu irmão, destacando-se nas ações ofensivas da equipe, jogando com bastante agressividade em relação à cesta.

A moral elevada do adversário obrigou a Rural a pedir um tempo para esfriar os ânimos e retomar o controle do jogo.

Controle esse que apareceu, sobretudo diante da boa atuação de Hugo Andrade, que ao lado de Lucas Barros comandava as ações do Rural Basquete, Mantendo a pequena vantagem para o período derradeiro 42 x 40.

4º Período:

A parada não fez nada bem ao Rappers, passado aquele momento de mobilização coletiva, os Rappers não teve forças, sem principal jogador, para lidar com o adversário, que não demorou a abrir vantagem no placar.

Com a boa vantagem estabelecida no marcador o Basquete Rural, que não teve muito trabalho para administrar o jogo e trocar pontos para vencer o duelo por 60 x 48.

Destaques:

Lucas Barros (Rural): 21pts, 15reb, 4ass 1rou e 1toc;

Hugo Andrade (Rural): 16pts, 3reb, 6ass e 1rou;

Fernando Costa (Rappers): 18pts e 7reb;

Rodrigo da Silva (Rappers) 16pts, 10reb e 1ass.

Segunda, 06 Novembro 2017 17:36

Mackenzie se impõe e vence o Vasco no +45

Neste domingo dia 5 de novembro o S.C.Mackenzie recebeu o Vasco da Gama em partida válida pela fase de classificação da categoria Master +45.

 

O jogo:

A Bola subiu e na primeira tentativa, Migão pivô do Vasco da Gama, percebeu que não teria vida fácil. Ao receber na área pintada o atleta do Vasco rapidamente se deparou com três atletas do Mackenzie que o cercavam e mostravam qual seria o ritmo da defesa do Mackenzie na partida.

Por falar em ritmo, ninguém avisou ao Mackenzie que era uma partida da categoria Master, com isso o time do Méier imprimiu um ritmo alucinante e abrindo 8 x  2 no placar e obrigando o técnico do Gigante da colina a pedir um tempo e parar o jogo.

O tempo surtiu efeito e o Vasco apesar de não cortar a vantagem igualou as ações e diminuiu a incidência de contra ataques.

A melhora vascaína não durou muito tempo. aos poucos o Mackenzie voltou a elevar a intensidade e abrir vantagem (25x13), ao fim do primeiro quarto.

Com as duas equipes de volta a quadra o Vasco aos poucos foi imprimindo uma defesa mais agressiva no perímetro tirando a liberdade do Mackenzie para criar e arremessar.

A reação vascaína cortou a vantagem para apenas 4 pontos a dois minutos para o fim da primeira etapa. Obrigabdo o técnico do Mackenzie a pedir um tempo na tentativa de manter a vantagem.

A estratégia foi bem sucedida, o Mackenzie conseguiu voltar melhor e impulsionados pelas brilhantes atuações de Renato da Silva e Irapuã, foi para o intervalo de jogo vencendo por uma boa margem de pontos.

Depois do intervalo o Mackenzie retomou a pegada do primeiro quarto. Jogando com muita intensidade e realizando contra ataques em profusão,  não demorou muito para equipe abrir larga vantagem, função executada com maestria sob a batuta de Renato da Silva, que distribuiu assistência, como que da docês em dia de Cosme e Damião.

Depois disso não coube muito mais que administrar a partida e garantir uma excelente vitória por 72 x 55.

 

Destaques:

Renato da Silva (Mackenzie): 20pts, 8reb, 16ass e 5rou;

Irapuã (Mackenzie): 24pts, 2ass e 1 rou;

Loirinho (Vasco da Gama): 15pts, 3reb e 1ass.

O último domingo dia 5 de novembro de 2017, amanheceu com a notícia triste, do falecimento de Edinei Moreira Santana, o nosso eterno Bahia, vítima da violência que asola o nosso país.

Como não poderia ser diferente após a confirmação deste fato todos os jogos da rodada respeitaram um minuto de silêncio, em uma justa homenagem póstuma, a um atleta da LSB, que teve sa vida tomada de maneira tão abrupta.

Uma das principais sedes dos jogos da rodada deste domingo o S.C. Mackenzie abriu as portas para receber quatro jogos da LSB, e o terceiro jogo do dia foi nada mais nada menos que um jogo três da série de oitavas de final da LIGA B.

Na primeira partida da série, o Hoops fez valer o favoritismos e abriu 1x0 jogando na Vila Olímpica de Mesquita. No entanto, no jogo dois, atuando dentro dos seus domínios (S.C. Anchieta), o Fears empatou a série em uma virada espetacular, forçando o jogo três e adicionando mais emoção à disputa.

 

O jogo:

A partida começou com ambas as equipes jogando com bastante intensidade. As duas defesas se mostraram bastante combativas, enquanto os ataques eram extremamente agressivos em relação à cesta.

Embora fossem as duas equipes que apresentavam os elementos descritos,. Era apenas o Hoops que os executava dentro de uma dinâmica que privilegiava a movimentação da bola no ataque e uma boa execução técnica dos movimentos.

Esse cenário permitiu ao Hoops abrir 11 pontos, e fechar o primeiro quarto vencendo por 21 x 10.

Na volta do intervalo o Fears ensaiou uma reação  com uma "corrida" de 4x0. No entanto, a principal dificuldade da equipe (armação das jogadas) voltou a falar mais alto.

E o Hoops novamente abriu 10 pontos de diferença em relação rival.

Contudo a essa altura a movimentação de bola do Hoops já não era mais a mesma. O que acabou dando moral pra defesa do Fears que impulsionou nova reação, com as equipes indo para intervalo com o Hoops vencendo por 31 x 25.

Se a última boa jogada do primeiro tempo foi um toco espetacular de café dos Hoops. A primeira jogada do segundo período foi uma excelentroca de passrs entre Glauber e Cris Costa, que terminou com cesta do primeiro.

Se o Hoops não conseguia mais imprimir a mesma troca de passes que envolveu o Anchieta no início da partida, compensava com boa movimentação, o que permitia ao time manter certo controle do jogo, mesmo durante os bons momentos do adversário no jogo.

Na reta final do terceiro quarto um nome passou a chamar a atenção foi João Paulo, o atleta to Hoops emplacou uma sequência de bandeja em contra ataque, arremesso por cima da marcação, rebote ofensivo, que mesmo com a iniciativa de Jeferson Benvido por parte do Anchieta, dava mostras que o Hoops não daria sopa para o azar. Indo para o último período com o placar apontando 53 x 39 para o Hoops.

A impressão deixada no fim do terceiro quarto, foi confirmada pelas ações do último. Apesar de tentar uma reação, O Fears não conseguiu mais do que cortar a vantagem para sete pontos. No fim, uma vitória (69x60), merecida do Hoops, espantando a zebra e garantindo a vaga das quartas de final da LIGA B.

 

Destaques:

João Paulo Bou Dib (Hoops): 20pts, 5reb, 4ass e 3rou;

Thiago Camilo (Hoops): 10pts, 6reb, 1rou;

Mauro Paulo (Hoops): 5pts, 11reb, 2ass, 1rou e 2toc;

Cris Costa (Fears): 23pts, 7reb, 3ass 2rou e 1toc.

Jeferson Benvindo (Fears): 8pts, 8reb, 1ass e 1toc.

O último domingo dia 5 de novembro de 2017, amanheceu com a notícia triste, do falecimento de Edinei Moreira Santana, o nosso eterno Bahia, vítima da violência que asola o nosso país.

Como não poderia ser diferente após a confirmação deste fato todos os jogos da rodada respeitaram um minuto de silêncio, em uma justa homenagem póstuma, a um atleta da LSB, que teve sa vida tomada de maneira tão abrupta.

Apesar da comoção de todos com o fato, a bola subiu, e um dos principais palcos da rodada foi o S.C. Mackenzie, que abriu as portas para quatro partidas da LSB.

A última partida do dia ocorreu em o time da casa, e o Anchieta Fears, partida válida pela fase de classificação da categoria, master +35.

Não demorou muito tempo após o bola ao alto para o Mackenzie impor sua superioridade e estabelecer um ritmo que o adversário não pode acompanhar.

Principal destaque dos donos da casa Anderson de Souza era a principal válvula de escape do Mackenzie, tendo sido imprescindível para o time estabelecer um ritmo tão acelerado desde o início da partida.

É bem verdade que as virtudes do Mackenzie foram ressaltadas pelas deficiências da defesa do Anchieta.

Muito embora o Gigante da Zona Oeste, ainda contasse com Jeferson Benvindo e Edmilson Fena que carregavam o ataque do Fears, não foi o bastante para segurar o líder invicto da competição, que também contou com Raphael Zaremba, Nelson Luiz e Nilo Incêndio como destaques não belíssima exibição, que terminou com o placar de 125 x 58 para o time do Méier.

O Campeonato Estadual Amador está em sua reta fina. Às vésperas das semifinais, muitos times bons já deram adeus a competição e a briga pelo título fica mais emocionante a cada dia.

Sobre esses grandes times que desfilaram e ainda desfilam seu basquetes pelas quadras da LSB, eu resolvi aprontar mais uma daquelas minhas listas. E como todas as outras não tem muito efeito prático, mas simboliza minha admiração pelo trabalho executado por todos os citados.

Como sempre, não custa lembrar que minhas listas não representam nenhuma premiação oficial da LSB, refletindo única e exclusivamente minha singela opinião.

Dito isso, vamos ao que interessa. abaixo eu listei o primeiro, segundo e terceiro time do Campeonato Estadual Amador. E pra isso eu levei em consideração tudo que os atletas apresentaram na competição até aqui (temporada regular e playoffs).

 

Primeiro Time:

Armadores: A dupla de armação conta com dois dos melhores jogadores da competição. Tanto Douglas quanto Daniboy, foram extraordinários nessa temporada, revezando-se entre pontuar e criar, os dois comandaram equipes jovens a campanhas incríveis:

Douglas Rodrigues (Jacarepaguá T.C.): 21pts, 5,71reb, 4,71ass, 2,5rou e 0,14toc;

Daniel Batista (C. Municipal): 21,11pts, 2,67reb, 2,11ass, 1,44rou e 0,11toc.

 

Alas: Já disse em outra lista que Vitinho foi o melhor jogador da temporada regular, e nos playoffs também não decepcionou e garantiu seu lugar no time. Outro que teve uma atuação individual esplêndida foi o Banana, que definitivamente não poderia esquecido por mim:

Victor Leal (Faculdade Gama e Souza/Trovões): 24,91pts, 4,36reb, 3ass, 2,54rou e 0,27toc;

Eduardo Banana (Anchieta Fears): 24,5pts, 9,25reb, 1,75ass, 3rou e 1,5toc.

 

Pivô: Se durante a temporada regular Marcelão já arrancava meus aplausos, enquanto os técnicos adversários arrancavam os cabelos pensando no estrago que ele fazia, dentro e fora da área pintada, Nos playoffs ele subiu o nível e está liderando o Kobras no sonho do bicampeonato:

Marcelão (Kobras Basketball): 8,89pts, 14,56reb, 1,44ass, 0,66rou e 1toc.

 

Segundo Time:

Armador: É bem verdade que Augusto Pablo está longe de ser um playmaker, eu mesmo não sou fã do estilo de jogo do Armador do Bad Angels. contudo nada disso me impede de ver que o Bicampeão do Estadual Amador só permanece de na primeira divisão graças a ele:

Augusto Pablo (Bad Angels): 20,90pts, 2,78reb, 3,80ass e 1,60rou.

 

Alas: Capilé e Léo Medeiros representam o que tem de melhor na LSB, uma o primeiro uma lenda que ainda figura entre os melhores da liga enquanto o outro começa assumir lugar de destaque entre os melhores jogadores do Rio de Janeiro:

André Capilé (AVBN Niterói/Escobase): 15,5pts, 7,5reb, 3,56ass e 2,3rou;

Léo Medeiros (UVA/Mackenzie): 16,67pts, 6,83reb, 2,67ass, 2,60rou e 0,58toc.

 

Pivôs: Dois legítimos representantes de equipes que esperávamos ver nas semifinais do Estadual Amador. Herbert fez uma reta fina de fase regular digna de todos os elogios, já Iago Frontini, foi bem na fase regular mais foi ainda melhor nos playoffs:

Herbert Luis (UVA Tijuca/Mackenzie): 11,17pts, 8,75reb, 1ass, 1,25rou e 0,67toc;

Iago Fortini (3Rios Basquete): 11pts, 11,12reb, 2ass, 2rou e 0,52toc.

 

Terceiro Time:

Armadores: O armador do Niterói é sem dúvida um dos principais motivos do time estar fazendo uma campanha tão brilhante. Enquanto Maurinho ao lado de David foi responsável por manter o Vila da Penha entre as melhores campanhas do grupo B:

Israel José (Niterói B.C.): 9,66pts, 3,11reb, 4,22ass e 2rou;

Maurinho (Vila da Penha): 18pts, 3reb, 2,43ass, 1,71rou e 0,14toc.

 

Ala: A barba mais famosa do Méier não poderia ser esquecida. O melhor jogador, do melhor time do Grupo B, também tem sua vaga garantida entre os melhores.

William Arriel (S.C. Mackenzie): 9,88pts, 9,63reb, 1,88ass, 1,75rou e 0,38toc.

 

Pivôs: Essa dupla mostrou grande desempenho nas duas tábuas tendo impacto tanto defensivo como ofensivo em suas equipes. Marchon ainda briga com aLiga das justiça por voos maiores, Enquanto Beto já deu adeus a competição:

João Marchon (Liga da Justiça): 10,56pts, 8,22reb, 1,33ass, 1,5rou e 1,78toc;

Beto (Faculdade Gama e Souza/Trovões): 13,5pts, 8,25reb, 1,5ass, 1,08rou e 0,75toc.

 

Então por enquanto é só pessoal, espero que tenham curtido.

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