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Nada tão indefinido como uma partida de Basquete
entre duas equipes com poder técnico, tático e físico
parecidíssimo.
Eu assisti jogos assim! Posso afirmar sorrindo,
que já assisti grandes jogos ao vivo e pela tv. E em todas as
vezes, torci muito para o jogo não acabar. Torci para que houvesse
quantas prorrogações fossem necessárias e meus
olhos pudessem continuar sendo presenteados com a indefinição
prazerosa que o basquete proporciona.
O Super Basketball também oferece isso. Domingo
chuvoso, 21 de setembro, CE Albert Einstein contra I. Marcos Richardson.
Um jogo. Uma única certeza: Emoção!
Até agora, quase uma semana depois. Fico
questionando como atletas tão jovens podem ter tamanha frieza
para enfrentarem situações como, decisão imediata,
escolha correta, análise de possibilidades e uma imensa doação.
Alcanço apenas uma resposta: Amor ao jogo! Eles tiveram. E mais,
tiveram respeito com seus companheiros de modalidade e com todo o público
presente. Respeito, porque em nenhum momento a partida se tornou agressiva
ou conflitante. Os meninos foram homens e com grandeza nos ofertaram
um puro, arrojado e vibrante basquetebol de alta qualidade.
Um leque de lances de emoção nós
presenciamos. Apreciamos arremessos mágicos de longa distância
e jogadas de muita elevação e força. É verdade
que a tática foi deixada de lado em grande parte do jogo, mas
a técnica preencheu todas as lacunas do sentimento pelo jogo.
E a emoção foi a sensação mais degustada
pelos presentes. Com uma bola de 3 pontos arremessada por um dos gênios
daquela partida, com o tempo esgotando, o show foi encerrado. 12 venceram,
12 perderam, o basquete ganhou! E nossa memória, para sempre,
se emocionará com aquele jogo. O Basquetebol é assim,
a Baixada é assim, O Super Basketball é assim.
Guilherme Simões
Super Basketball
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