Terça, 27 Março 2018 14:18

Anchieta B vence Rappers

Anchieta Fears B e Rappers Basketball estrearam na Liga B em bom jogo no último domingo (25/03).

As equipes, que basicamente mantiveram seus elencos com relação a temporada passada, fazem parte do grupo de D da Liga B, divisão de acesso ao Estadual Amador.

O jogo começou com amplo domínio do Anchieta Fears que logo mostrou sua força ofensiva vinda da velocidade do armador Glauber e dos alas Marcelinho e Cris Costa. O trio combinou para 16 dos 19 pontos da equipe no primeiro quarto, contra apenas 7 da equipe de Belford Roxo.

O Rappers que havia surpreendido com a manutenção de seu melhor pontuador no banco, o ala Fernando Marins, durante quase todo o primeiro quarto, reagiu no segundo quarto com a entrada da fera, que converteu nada menos que 12 pontos de 12 tentados, e com isso colocou os Rappers de Bel, bem próximo do placar. O Anchieta assimilou o golpe e o placar terminou com apenas 2 pontos de vantagem para a equipe do subúrbio carioca.

Na segunda metade da partida o jogo que prometia muita emoção com a aproximação do Rappers no placar, esfriou. O trio que conduzia a pontuação do Anchieta ganhou mais um integrante, o ala Danilo, que fazia sua primeira partida pela equipe, foi autor de 9 de seus 12 pontos apenas no segundo tempo, o que ajudou na ampliação da diferença do placar, mesmo com a boa atuação de Fernando Marins, que lutou muito nas duas áreas pintadas da quadra. Fernando terminou o jogo com 24 pts, 9 rebs e 2 ass, mostrando que é um dos grandes pontuadores da Liga B.

Por parte do Anchieta os números dos destaques ficaram assim: Cris Costa (13 pts, 11 rebs e 2 ass), Marcelinho (12 pts, 5 rebs e 5 ass), Glauber (9 pts, 2 rebs e 5 ass) e Danilo (12 pts e 8 rebs).

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Segunda, 26 Março 2018 17:31

Na prorrogação, Mad Lions vence!

 

No agitado domingo de jogos na Vila Olímpica de Mesquita, Mad Lions e Santa Cruz Black Panthers abriram a rodada da Liga B, em um jogo sem qualquer sinal de sonolência típica de um domingo de manhã.

mad lions squad

Com muita intensidade por parte das equipes, a partida teve um primeiro quarto barulhento, originado pela veemente vibração dos sucessos defensivos e ofensivos do Santa Cruz Black Panthers. Liderados pelo experiente Cristiano Assis, a equipe da Zona Oeste venceu o primeiro quarto por 19 a 10 e assustou o Mad Lions.

No segundo quarto, o Mad Lions copiou a intensidade e vibração defensiva do Santa Cruz e reagiu, vencendo por 17 a 9, reduzindo a diferença para apenas 1 ponto ao fim do primeiro tempo. O placar do quarto terminou 28 a 27.

O Capitão do Mad Lions, Bruno Lucas, foi o destaque do terceiro quarto com 7 pts em 7 minutos jogados. Apesar do baixo aproveitamento nas bolas de 3 pontos, nesse quarto, Bruno foi muito bem nos arremessos de média distância e seus companheiros de garrafão Elielson(13 rebs) e Carlos Guilherme(10 rebs) neutralizaram as ações do Cristiano e do veloz armador do Santa Cruz, Luiz Fernando. O quarto terminou 15 a 7 para o Mad Lions, que a essa altura liderava o placar por 7 pontos.

Na parte final do jogo, o bom e veloz controle de bola de Luiz Fernando conseguiu superar a fechada defesa do Mad Lions, algo que parecia difícil. O armador converteu 7 importantes pontos para equipe, a mesma quantidade de pontos do garoto Drault, que surgiu como uma impressionante atuação no que foi a parte mais importante do jogo para os Panteras da Zona Oeste. Drault, apesar dos 19 anos, foi decisivo para a reação final da equipe, sendo muito corajoso na busca pela cesta nos minutos finais da partida. Com os 14 pontos combinados de Luiz e Drault, o Santa Cruz venceu o quarto por 15 a 8 e empatou o jogo em 50 a 50 no fim, levando a partida para o período extra.

No overtime, a emoção e vibração que foi exaltada nos 40 minutos anteriores, simplesmente se esvaiu. O Mad Lions liderou e abriu vantagem desde o início, dessa vez com o ala Guilherme Amaral, autor de 7 pontos na prorrogação e 14 no total, sendo o cestinha da partida ao lado de Luiz Fernando. No final, os Leões venceram por 64 a 55 e garantiram a primeira vitória da equipe no grupo B da Liga B.

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Sim, você não leu errado. Mas se trata do campeonato chamado Super Basketball que é realizado no município de Tefé (AM) e é feito sem ajuda governamental. O campeonato foi criado pelo Renato Almeida em 2014 e naquele ano, oito equipes participaram. Sendo sete do município de Tefé e uma do município vizinho de Coari.

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Atualmente o campeonato está na quarta edição, com 6 equipes participantes. Veja abaixo algumas das equipes:

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Além de bons jogos, o Super Basketball entretém o público presente nos jogos, com desafios de arremessos de 3 pontos para os adultos e do lance livre para as crianças. Quem se sai bem, ganha brindes como bola de basquete e camisetas de equipes da NBA.

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Para um município de apenas 62.662 habitantes (IBGE/2014), o Super Basketball surge como uma porta de entrada para o basquete na região e no estado.O campeonato tem cerca de nove patrocinadores que dão vida ao Super Basketball.

Olhando somente para a quantidade de equipes, parece pouco. Mas acredite, não é. Quantas cidades e municípios no nosso país existem um campeonato organizado como esse? Poucos. Agora pensa em quantos municípios do norte do país, possuem um campeonato de basquete assim? Deve dar para contar em uma mão.

O Super Basketball não só organiza um campeonato, ela possui um projeto chamado: Super Basketball Social. Que é um projeto sem fins lucrativos, visando ensinar o basquete para as crianças de Tefé. Para a criançada participar do projeto, elas precisam estar estudando e ter boas notas.

Atualmente, o projeto é desenvolvido nas escolas estaduais Corintho Borges Façanha e Armando de Sousa Mendes.

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Neste ano, o projeto foi para a capital, Manaus, onde as crianças assistiram a partida entre Flamengo e Brasília no NBB. Entre os que foram, 10 alunos viajaram dois dias para assistir ao jogo.

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Esse é um projeto que todos os brasileiros têm que dá valor. Pois vincula o esporte com a educação. Sendo o esporte que tanto amamos, o basquete. Já que muitos gostam de valorizar o basquete americano, mas o que o projeto vem fazendo, se assemelha com a ideologia americana em relação aos esportes.

Não sei se sairá um novo astro da NBB de lá, mas pelo menos o projeto está formando homens e mulheres para a vida.

De fato, o que o professor Renato vem fazendo no interior do Amazonas é para aplaudir de pé.

Nós da Liga Super Basketball, ficamos honrados em falar de projetos como esse e a melhor forma de encerrar esse texto, é citar um verso do hino da cidade em que representa os nossos sentimentos:

“Salve, Salve, Tefé sobranceira! Tens os nossos fiéis corações”.

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Domingo, 16 Julho 2017 03:00

Sele - UFF x Iguaçu BC

Na partida válida pela categoria Feminina disputada na Vila Olímpica de Mesquita, Sele-UFF enfrentou o Iguaçu Basquete Clube. Leia como foi a partida.

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