Na última temporada Gabriel Dutra foi o técnico mais premiado da LSB, campeão no Feminino, vice campeão no Campeonato Estadual Amador, eleito melhor treinador em ambas as competições, apesar desta e de outras honrarias Gabriel Dutra e o Municipal tiveram que lidar com uma grande frustração. Depois da grande expectativa que se criou pelo título do Campeonato Estadual Amador, em razão da excelente campanha do Municipal na fase regular da competição. A derrota na final para o Kobras adiou o sonho da equipe tijucana e de seu treinador que agora entram na temporada em uma condição de favoritismo.

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Por tudo isso, tive a oportunidade de bater uma papo com o treinador sobre suas expectativas para a temporada 2018:

 

Diogo Aquino: Já abriu a temporada com um título (o Municipal venceu o Big 4, torneio preparatório para a temporada). É o primeiro de muitos?

Gabriel Dutra: Espero que sim, foi legal ontem, foi um jogão, passamos um perrengue, quase não deu pra virar no final.

 

DA: Com a chegada das novas peças, você acha que vai conseguir chegar ao mesmo nível de desempenho coletivo que atingiu na temporada passada:

GD: Eu acho que o time ainda não é melhor que o do ano passado, mas acho que vai ser. Mais intenso, mais rápido eu acho que dá pra ser melhor.

 

DA: Desejo boa sorte na temporada, você tem mais material humano agora, mas isso não torna o caminho pra conquista do título mais fácil né?

GD: O objetivo é esse, ter profundidade no elenco.

 

DA: Na temporada passada você teve alguns problemas pra treinar, nesta temporada acredita que terá mais condições de preparar sua equipe?

GD: Espero que sim, diminuímos categorias pra podermos trabalhar numa realidade melhor. Não pra trabalhar menos, mas para trabalhar melhor dentro da nossa realidade,

 

DA: Novamente muito obrigado por dispor seu tempo pra me atender.

GD: Nada, se precisar é só chamar.

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Neste domingo no Sport Club Mackenzie, o time da UVA Tijuca enfrentou o AVBN Niterói pela primeira rodada do Estadual Amador e no final, o time da UVA venceu por 72-67.

A partida que marcava a estreia das equipes no Estadual Amador 2018 e das novas contratações de ambos os times, foi muita disputada desde o início. As duas equipes que chegaram nos playoffs na temporada passada, mostraram que vem forte para mais um ano na categoria.

O AVBN até começou a partida imprimindo um bom ritmo e fazendo com que o time da UVA sofresse bastante com os pontos de segunda chance (14-2). A equipe de Niterói conseguiu fazer bem a defesa do perímetro no primeiro tempo e com boas jogadas no mid-range e nas infiltrações, fechou o primeiro tempo na frente do time da UVA Tijuca.

Porém, o segundo tempo veio e as bolas de três da UVA começaram a aparecer. Com o time da Veiga conseguindo compactar melhor a sua defesa e entregando a intensidade característica da equipe que vimos muito na temporada passada, aos poucos o time conseguia se impor na partida. A equipe tinha dificuldades de conter os pontos de segunda chance, mas viu o seu banco de reservas aparecer muito bem (38-14). Além da segunda unidade se destacar na partida, a equipe da UVA foi muito superior nas bolas de três pontos (10-4), tendo um ótimo aproveitamento de 45% nos arremessos do perímetro. Se a gente fala de bom aproveitamento nas bolas de três e da UVA, consequentemente Léo Medeiros vem em mente. O ala fez 5 das 10 cestas do perímetro.

No final, o time da UVA Tijuca abriu uma boa vantagem no marcador e não foi mais alcançado. Os destaques do time foram o Léo Medeiros com (15 pontos, 6 rebotes, 4 assistências e 2 roubos de bola) e o Hugo Gomes (15 pontos, 6 rebotes e 3 roubos de bola).

Pelo lado do AVBN, os destaques foram o Paulo Roberto (11 pontos e 10 rebotes) e o Diego Pires (18 pontos, 8 rebotes, 4 assistências e 6 roubos de bola).

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Neste domingo no Clube Campestre, teremos uma das partidas mais interessantes do Estadual Amador. O 3 Rios Basketball vai enfrentar o LDJ, pela primeira rodada do grupo A.

As duas equipes chegam nessa temporada, sem muitas mudanças no elenco. Os times buscaram manter a base do ano passado, quando o LDJ ficou na quarta colocação e o 3 Rios fez um dos melhores jogos contra o Municipal nas quartas de final. As principais contratações, foram o Farley (3 Rios) e Tyson (LDJ), que devem contribuir bastante nos dois lados da quadra.

Os dois times prometem fazer uma das melhores partidas nessa temporada regular. Com um estilo de jogo parecido, em que a posse de bola é favorecida e a seleção de arremessos são bem-feitas, o jogo tem tudo para ser um dos mais disputados do grupo.

Quinta, 08 Março 2018 13:59

He has a dream!

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Hoje o papo é com o arquiteto da equipe mais surpreendente da temporada 2017. Dessa vez vocês vão poder conferir um bate papo que eu tive com um dos nomes mais importante da formação de atletas no Rio de Janeiro. Alguém que tem toda a vida dedicada ao esporte, e que ainda alimenta muitos sonhos dele e dos atletas que passam por suas mãos. Hoje o papo é com Jorge Pupa, técnico do JTC e você podoe conferir tudo abaixo:

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Diogo Aquino: Então, na temporada passada todos apontavam o JTC como uma candidato ao rebaixamento no Campeonato Estadual Amador, No entanto a equipe superou totalmente nossas expectativas, se classificando e fazendo grandes partidas nos playoffs. Como foi tudo isso pra vocês?

Jorge Pupa:  Primeiro de tudo eu queria agradecer a oportunidade de expor o meu trabalho. E no tocante a sua pergunta, o que acontece é que todo o pensamento do ano passado era de promover alguns garotos da base, dando rodagem, e não ser rebaixado. Esse era o pensamento.

Então com isso nós fizemos a junção dos jogadores que ficaram, à um grupo de sub 19 e sub 18. Se eu disser pra você que eu tinha a certeza que eles iriam fazer a campanha que fizeram. Certeza de fato eu não tinha, mas existia sim uma grande expectativa, sim. Porque todo o trabalho foi pensando nisso, para eles fazerem boas partidas, fugirem da possibilidade de rebaixamento e o objetivo foi cumprido com grandes honras, como você mesmo falou com direito a grandes atuações grandes jogos. Então o resultado foi show.

E o melhor dessa história foi o processo de amadurecimento dos jogadores mais jovens, que se uniram aos mais experientes e jogaram com muita consciência.

 

DA: Particularmente eu acredito que todos se emocionaram com o desempenho dos seus garotos aquela eliminação pro Niterói. Da maneira como aconteceu, com aquela bola no estouro do cronômetro doeu muito nos seus jogadores. Você acredita que isso é importante no processo de crescimento?

JP: Claro, isso amadureceu e vai amadurecer muito mais, na próxima temporada. Eles sabem que no basquete não pode dar moleza eles tem que dar tudo do início ao fim, a pegada, a atenção a dedicação tem que ser do início ao fim. Então isso foi uma lição, foi uma aula que eles tiveram de como atuar em cada momento da partida. Neste jogo teve momento em que estávamos bem, e não soubemos aproveitar. Então tudo isso é uma lição,.

 

DA: Pupa, você é conhecido e respeitado no basquete carioca por ser um grande formador de atletas. Eu queria de saber de você, como você faz nos dias de hoje, onde, a formação dos super times da NBA, tende a ter um impacto no comportamento dos garotos, pra trabalhar com eles conceitos que valorizem muito mais a caminhada na busca do título que apenas o próprio título? Nós tivemos como exemplos o JTC e o Municipal que EM 2017 foram tão falados e tão marcantes quanto o Kobras Campeão do Estadual Amador.

JP: Boa pergunta essa, vamos lá. Primeiro de tudo, eu tento mostrar a eles que todos eles são capazes, que todos eles também precisam aprender mais sobre o jogo. Que mesmo eu aos meus 52 anos, ainda não aprendi tudo e tenho sonhos a serem realizada, como todos eles. Em primeiro lugar um conceito que pre precisa ser assimilado é que sozinho eu não sou ninguém, eu preciso do meu companheiro, e em segundo que eu não faço panela no meu time. Vai jogar aquele que estiver melhor.

Eu tento mostrar pra eles, que eu não tenho predileção por ninguém. Comigo vai jogar aquele que estiver melhor.

Em alguns momentos eu sou o pai, outros eu sou o amigo, mas por vezes eu sou o carrasco também, tudo faz parte do processo. E com toda essa mistura, se cria um grande respeito entre eu e eles, assim se cria um laço. E desse laço a gente vai extraindo o que há de melhor.

 

DA: Você falou sobre sonhos a realizar no basquete, pode revelar quais são?

JP: Eu tenho o sonho de trabalhar junto dos treinamentos de grandes atletas nacionais e internacionais. De trabalhar numa grande equipe brasileira, ou da NBA, ou ainda acompanhar todo o processo de uma seleção. São os grandes sonhos que cultivo.

 

DA: Muito legal! Pra terminar, quais as reais expectativas para a temporada 2018? Continuam tão modestas quanto eram em 2017, ou agora já sonham com voos mais altos?

JP: Humildade e respeito tem que existir, a gente não tem é que baixar a cabeça pra ninguém. Mas nós temos que saber respeitar e saber os nossos limites. Hoje eu digo pra você que eu estou com uma boa equipe, pra entrar nos playoffs, na briga e tentar chegar lá em cima, no podium. Mas o basquete é maravilhoso, a cada jogo é uma surpresa, a cada jogo a situação muda. Então qualquer coisa que eu diga pra você em alguns segundos pode mudar. Mas eu acredito que sim, que esse ano, se tudo continuar caminhando do jeito que está, se este grupo permanecer completo durante toda competição, eu acredito que dá pra chegar. Aos trancos e barrancos mas dá pra chegar (risos). Mais uma vez obrigado pela oportunidade e tudo de bom pra você.

 

DA: Eu que agradeço, por ter cedido seu tempo, eu sei que é complicado, sei que acabamos atrapalhando a rotina de vocês, mas eu acho importante esse tipo de depoimento. E boa sorte, eu realmente fiquei comovido pelo desempenho da sua equipe e torço para que nessa temporada seja tão bom quanto.

JP: Obrigado pelo carinho, pela torcida, e um bom trabalho, como você sempre tem feito, um abraço.

NBC

Na primeira partida no Campestre e uma das primeiras a ser realizada nessa temporada na Liga Super Basketball (LSB), o Niterói Basquete Clube estreou com vitória sobre o Hoops Basketball por 73-56.

A partida que marcava a estreia do NBC na competição com um time sub-22, foi a melhor possível. O time que foi terceiro colocado na temporada passada no Estadual Amador, contou apenas com o Israel José e Philipe Oliveira como os remanescentes da equipe do ano passado.

O time do NBC mostrou um bom trabalho dentro do garrafão, usando bem o Philipe (22 pontos, 15 rebotes e 4 assistências) em jogadas de média e curta distância. Além do Philipe, Israel (13 pontos, 12 rebotes e 6 assistências) foi fundamental para a criação de jogadas do time comandado pelo Thiago Brani. A equipe controlou bem o jogo todo. Soube usar bem os segundos no ataque e selecionar bons arremessos. Defensivamente, conseguia defender bem no perímetro. Forçando o adversário a ter que infiltrar sem muito espaços. Aos poucos, o time consegui uma boa vantagem no placar, que assegurou a primeira vitória na temporada.

Pelo lado do Hoops, o time fez a sua estreia no Estadual Amador e rapidamente percebeu que a intensidade do jogo não é a mesma da Liga B. Mesmo saindo derrotado, o time viu o Luiz Vinicius fazer 16 pontos, 12 rebotes e 4 roubos de bola. A equipe agora precisa se recuperar na próxima partida e mostrar que chegou no Estadual Amador, para ficar.

A temporada passada sem dúvidas alçou Daniel Batista a um patamar de destaque no basquete carioca. As atuações do Ala Armador levou o Municipal à melhor campanha da temporada regular e direcionou todos os holofotes para o time da Zona Norte.

Nesta temporada o desafio é ainda maior, e a vontade de vencer parece ter acompanhado esse crescimento. Tudo isso pode ser conferido na entrevista abaixo:

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Diogo Aquino: Antes de mais nada queria te parabenizar pela última temporada, você realmente jogou demais, como enxergou esse desempenho?

Daniel Batista: Primeiramente obrigado, isso significa muito vindo de você.

O desempenho foi resultado de todo esforço que fiz, durante os treinos, sou bem dedicado e focado em melhorar todo dia. É muito gratificante ver todo o trabalho duro que fiz dar resultado nos jogos.

O meu desempenho vem muito também do meu técnico Gabriel Dutra e dos meus companheiros de equipe, que me botaram em uma boa situação para eu ter resultado dentro da quadra.

 

DA: Sua dedicação é bem famosa, não é só o Gabriel (Dutra), quem  te elogia neste sentido. Outras pessoas que já trabalharam com você, também falam do seu esforço, de onde vem esse comprometimento?

DB: Vem da minha vontade de realizar meu sonho, de ser jogador profissional, por isso corro atrás todos os dias. Sempre tem algo pra melhorar, nunca estou satisfeito.

 

DA: Legal ouvir isso, você tem td pra conquistar. Agora ainda sobre a temporada passada, vocês foram a sensação mas o título não veio. Como foi lidar com essa frustração?

DB: No fim do dia demos nosso máximo em todos os jogos, foi um ano bom pra equipe, infelizmente não ganhamos o título, mas tivemos um campeonato muito bom e foi muito divertido jogar ao lado do meu time inteiro.

 

DA: Como equipe vocês foram realmente demais, pareciam invencíveis em certa altura da fase regular. No entanto,  nos playoffs todos sentimos que vc precisava de mais ajuda pra pontuar. Nesta temporada as ajudas vieram, JP, Pietro, Marchon... Vc sente q tera mais espaço pra jogar agora que tem mais gente pra dividir a responsabilidade?

DB: Esse ano vou assumir um papel maior de líder, estou trazendo mais a bola e sendo bem mais agressivo. Em relação aos jogadores que chegaram, o Pietro, não tenho palavras pra descrever o quanto ele é importante pro nosso time, reboteiro e defende muito, sem falar da química que ele tem comigo de anos. João Marchon também, pivô rápido, pula muito alto, um ótimo jogador no ataque e na defesa, JP nosso chutador de 3, sei que quando eu bater pra dentro vou poder soltar a bola nele confiante que ele vai matar, e por último mas não menos importante, Ygor, grande jogador no ataque, consegue chutar e infiltrar facilmente, na defesa ajuda bastante também, tem tudo pra ser um grande ano.

 

DA: Eu tb acho, espero que obtenha sucesso e nos brinde com grandes atuações como na última temporada.

DB: obrigado Diogo.

 

DA: Nada, gosto do teu jogo e do seu foco, torço por você.

DB: Obrigado, gosto do trabalho que você e a LSB estão fazendo também

 

DA: Legal, as vezes (quase sempre somos chatos), mas fazemos de coração pra tentar enaltecer o que vocês fazem na quadra.

DB: Chatos nada, o que vocês fazem é incrível, quase ngm faz isso.

 

DA: Muito obrigado.

DB: Obrigado vocês.cipal: obg vcs

Recém chegado ao time da UVA/Mackenzie, Saulo Vianna falou comigo sobre a chegada à equipe e as expectativas para a temporada 2018 do Campeonato Estadual Amador.

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Diogo Aquino: Essa temporada 2018, você vai jogar pela UVA/Mackenzie ne?

Saulo Vianna: Vou sim lek.

 

DA: Acho que você vai cair feito uma luva nesse time.

SV: Eu também achei mano. Tivemos um amistoso e eu acho que pude contribuir bastante. Só fiquei chateado de não jogar na arena no dia 5 (risos). Mas no restante tudo show.

 

DA: É um grande palco. Ações como essa devem ser realmente estimulantes p vocês, n[e? Palco olímpico, transmissões, álbum de figurinhas, cobertura de mídia... Qual a relevância disso tudo pra quem joga LSB?

SV: Eu fico feliz de esta passando por isso tudo agora, desde o início. Até porque, com a pegada que está o campeonato, a liga, a estrutura, no futuro isso tudo vai ser ainda mais relevante.

Talvez, se não fosse isso, a minha geração não teria nada pra contar a respeito de basquete. E hoje eu estou tendo muito pra contar, até mais do que qualquer expectativa de qualquer atleta. Se for parar pra ver, que joga LSB está entrando em um lugar muito maneiro. Jogar na arena, onde jogaram a seleção americana e as outras grandes seleções do mundo. Tudo isso em uma liga que é considerada amadora né?

 

DA: O crescimento da liga vem sendo acompanhado pelo crescimento estrutural de algumas equipes também. Cada vez mais você tem times investido em treinamentos e técnicos. Como você vê isso? O UVA/MACKENZIE é um desses times ne?

SV: Sim, sim, o apoio que o Mackenzie, tanto com estrutura de treinamento, instalações, técnicos, dá pra gente é muito bom. Isso só se dá graças ao crescimento da liga. Uma coisa acompanha a outra.

Na verdade um dos fatores que me levou pra UVA é exatamente esse. O fato de ser uma equipe com estrutura de técnico e local de treinamento e tudo mais.

 

DA: Na temporada passada a UVA chegou a ser um dos destaques da temporada regular, mas acabou morrendo cedo nos playoffs. Muita gente atribui isso a inexperiência da equipe. Você apesar não ser nenhum veterano, acredita que pode agregar experiência ao grupo por suas passagens anteriores?

SV: Com certeza Diogo. Não que eu tenha experiencia na questão de idade, mas a experiência por disputar alguns outros campeonatos, e algumas vezes até mesmo assumindo um protagonismo.

Então como se portar no final dos jogos, ter tranquilidade, são características que eu tenho. Ter equilíbrio nas horas importantes, e também saber ouvir. Como somos um time que tem um técnico, é importante ouvir uma coisa no banco, e por em prática ao chegar na quadra.

 

DA: Legal! Pra fechar, quais são suas reais expectativas para temporada com a UVA?

SV: A expectativa é a mais alta possível. Temos a ambição de chegar mais longe que na temporada passada. É pra isso que eu vim, vim pra somar. Ano passado a UVA foi eliminada por um time forte, que foi até a semifinal. Então temo um time bom, e o pessoal já se conscientizou disso e sabe que podemos ir bem mais longe.

 

DA: Cara boa sorte! Espero que você faça uma grande temporada.

SV: Obrigado mano, Farei!

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Na última partida da noite, tivemos o confronto entre o Oásis/Faculdade Gama e Souza contra o tradicionalíssimo Sport Club Mackenzie. No final, a equipe do Oásis contou com a dupla Victor Leal e Diego Conceição, para vencer o Mackenzie por 77-53.

Os dois times mostraram para o público presente, boas jogadas e elencos com mudanças importantes. O time do Oásis contou com a ótima estreia do Diego Conceição, jogador que atuou pelo FBMRJ na temporada passada pela Liga B e foi o grande destaque do time no ano passado. Pelo lado do Mackenzie, o armador Rafael Alves mostrou jogadas plásticas e foi bem em sua estreia pela a equipe do Méier.

O time do Oásis começando mostrando o que vai ter de melhor nesse ano, marcação alta e jogadas de transição. A equipe começou a partida pressionando bastante o Mackenzie em sua defesa e logo surtiu efeito. Em três rápidas jogadas no primeiro quarto, o Victor Leal aproveitou os turnovers adversários e fez 7 pontos em menos de 30 segundos. O volume e intensidade que o Oásis conseguia impor em quadra, foi o suficiente para neutralizar o Mackenzie. Além de um bom rendimento na marcação alta e boas jogadas do Victor, o time ainda viu o Diego vir do banco de reservas e anotar 22 pontos e 12 rebotes. Os dois jogadores combinaram para impressionantes 43 pontos e 18 rebotes. O Victor ainda deu ótimas 5 assistências.

Com o Oásis tendo uma grande intensidade em quadra, o Mackenzie sofreu para conseguir impor o seu jogo. Porém, viu o armador Rafael Alves fazer uma partida extraordinária. Terminando com incríveis 29 pontos, 5 assistências e 3 roubos de bola. Mesmo ele nos mostrando belos crossovers e arremessos de confiança no perímetro (4/12), o time não conseguiu acompanhar o ritmo do ex-jogador do Perphorma e viu o Oásis abrir uma boa vantagem, que não foi alcançada em nenhum momento.

Por fim, o time do Oásis mostra que pode ser um time para brigar com o Kobras (atual campeão).

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Na segunda partida da noite, tivemos o confronto entre o Municipal (vice-campeão no ano passado) e o reformulado Vila da Penha. No final, a equipe do Vila da Penha contou com um grande jogo do Herbert Izidoro e começou com o pé direito no Estadual, vencendo o Municipal por 67-54.

O confronto marcava o primeiro embate no ano do Gabriel Dutra e Ronaldo Caloeiro, além do grande confronto entre os playmakers Daniel Batista e David Brito.

O Vila da Penha começou a partida apostando nas jogadas dentro do garrafão, já que o time do Municipal que estava em quadra desde o começo era bem mais baixo. As jogadas no low post e back door, logo começaram a surtir efeito e atordoar o Municipal, que não sabia como conter essas jogadas. Além do trabalho dentro do garrafão, o time comandado pelo Ronaldo Caloeiro via o David Brito fazer belas jogadas na média distância. O armador usava bem os bloqueios no perímetro, para conseguir bons passes e espaços para que ele e seus companheiros pudessem pontuar.

Ofensivamente tudo estava dando certo e na defesa o bom rendimento continuou o mesmo do outro lado da quadra. Grande destaque ficou para Herbert Izidoro (14 pontos e 6 rebotes). Além de pontuar bem no ataque, o ala não deixava a vida fácil para o scorer Daniel Batista pontuar. Herbert fazia bem a cobertura quando o Daniel usava os bloqueios e atuou bem na marcação 1-1. Com o Daniel “anulado” e o ataque rendendo bem, ficou claro quem sairia vencedor no final da noite.

Pelo lado do Municipal, o time não mostrou tudo o que pode render nesse ano. Daniel teve um desempenho bem abaixo e faltou alguns jogadores aparecerem na partida. Sem o Daniel rendendo, outros jogadores deveriam ter buscado mais a partida. Mas nem tudo foi ruim. Ronaldo Luiz (15 pontos) e Ygor Dionísio (20 pontos), ajudaram bastante na pontuação da equipe e vimos o Pietro ajudando bem na defesa, roubando 4 bolas.

Mas as cestas dentro do garrafão (40-26) e os pontos dentro do garrafão (22-7), foram decisivos para o resultado positivo do Vila da Penha.

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No último jogo da transmissão desta segunda-feira na Arena Carioca 1, teremos o confronto entre Oásis Clube/FGS/Trovões e Sport Club Mackenzie.

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O Trovões que caiu nas quartas de final da temporada passada para o Kobras, que conquistaria o título do Estadual, chega nesse ano mais forte do que o ano anterior. O time conseguiu manter a sua base e trouxe o ótimo ala Diego Conceição (FBMRJ), o armador Dudu (FBMRJ), o ala-pivô Thiago Mor, Somália (Municipal) e Jorge de Sá.

Mesmo com esses novos nomes no elenco, o principal jogador segue sendo o Victor Leal. Victinho foi o principal pontuador da equipe e acabou ganhando o prêmio de MVP na temporada passada. Com reforços no elenco que devem dividir os pontos com o Victinho em quadra, o Trovões promete chegar mais longe nesse ano. E no primeiro jogo do ano, nada melhor do que enfrentar a ótima equipe do Mackenzie.

O Mackenzie que terminou na primeira colocação do seu grupo no ano passado e acabou caindo para LDJ nas quartas, vem para essa temporada com novos nomes no elenco. Chegaram o Mateus Oliveira, Rafael Alves e Eduardo Schiwn (Perphorma), Yan Vieira e Arthur Nascimento (LDJ), Brunno Peixoto e Everton Batista. A equipe se reforçou muito bem e com a possível volta do Bruno Lima para essa partida, a equipe fica cada vez mais forte.

O time agora vai entrar em quadra, para tentar mostrar que o Mackenzie pode chegar mais longe esse ano. Você confere a partida pelo Facebook e pelo YouTube às 20:00.

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