Sábado, 01 Dezembro 2018 09:49

Domingo é dia de finais na LSB

 

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Neste domingo (02/12) a Liga Super Basketball vai ter um dia repleto de finais de diversas categorias na Arena da Juventude em Deodoro e o melhor, algumas terão transmissões ao vivo pelo Facebook e Youtube da LSB.

A primeira final transmitida já acontece às 9 da manhã entre Club Municipal e All Basket pelo Livre Feminino. A equipe do Municipal já está 1 a 0 na série e pode fechar amanhã e se tornar bicampeã. A segunda partida transmitida será às 11 da manhã entre Oásis/FGS/Trovões e 3 Rios pelo Estadual Amador. A equipe do 3 Rios venceu o Oásis na primeira partida e pode fechar a série, conquistando o seu primeiro título na LSB.

A última partida que vai ter transmissão, será entre Volta Redonda Ballers vs São Gonçalo às 12:30 pela Liga B. No primeiro jogo, o Volta Redonda conseguiu uma importante vitória e pode se tornar campeão já neste domingo.

Mas não teremos só essas finais. No jogos que não vão ter transmissão, teremos as finais do sub-14/16/18 e da Liga C. Vale lembrar que a entrada é gratuíta para todos esses jogos.

Então, você vai perder a oportunidade de ver de perto essas finais? Não né?

Nos encontramos neste domingo na Arena da Juventude.

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Antes de começar a temporada de 2018, os times que chegaram na semifinal da temporada passada eram tratados como times a serem batidos. De forma justa, já que fizeram um campeonato consistente e foram fortes nos playoffs. Mas nessa temporada, o LDJ, o Niterói e o Municipal, não conseguem se impor tanto em quadra. Mas qual seria o principal motivo disso acontecer? Na minha opinião, o fato dos times mexerem no elenco é o principal motivo da campanha decepcionante desse ano até aqui.

Seguindo essa linha de raciocínio, é só olharmos para o Kobras. A equipe que é atual campeã da categoria e a única invicta nessa temporada, que esteve nas semifinais do ano passado. O time perdeu alguns jogadores, mas conseguiu manter a sua base do ano passado e isso vem se mostrando em quadra. Os cinco “titulares”, continuam o mesmo e isso vem se mostrando fundamental.

Já o Municipal, Niterói e LDJ, fizeram grandes mudanças no elenco. O time tijucano, mudou boa parte do seu elenco e contou com chegadas que viriam para resolver problemas no garrafão e que ajudariam o Daniel Batista na pontuação da equipe. Mas isso ainda não aconteceu de fato e o time já tem duas derrotas em quatro jogos. Diferente do ano passado, em que teve apenas uma derrota nos quatro primeiros jogos.

A equipe do Niterói Basquete Clube, foi a que mais se reformulou. O time optou por jogar com jogadores mais jovens e dos “titulares” do ano passado, somente Israel e Philipe continuam na equipe. O time só conseguiu uma vitória em cinco jogos, bem diferente do ano passado, em que só perdeu uma vez nas cinco primeiras partidas. Porém com a mudança radical no elenco, o desempenho “fraco” era até esperado, talvez não fraco assim.

O LDJ é o time que tem menos jogos na temporada, mas não vem tendo bons resultados. A equipe que foi uma das gratas surpresas na temporada passada, chegando a eliminar um dos favoritos ao título (Mackenzie), ainda não ganhou esse ano. O LDJ só jogou dois jogos até o momento e se o torcedor do time se apegar em superstições, não ficará tão triste com esse desempenho. Pois o time não venceu as três primeiras partidas na temporada passada e terminou a temporada fazendo uma campanha incrível nos playoffs.

Será que somente o Kobras chegará nos playoffs bem em comparação dos três últimos semifinalistas? Não sabemos. Mas uma coisa é certa, essas três equipes precisam abrir os olhos se pensam em título. Pois esse ano deve ser uma das temporadas mais competitivas da Liga Super Basketball.

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Neste domingo o Club Municipal enfrentou o LDJ no Municipal, na partida válida pela final do torneio Big 4. No final, Municipal venceu por 73-65.

Esse era o confronto mais esperado do dia. Além do fato de ser uma final, as duas equipes se destacaram muito bem na temporada passada e mesmo perdendo algumas peças, se reforçaram muito bem.

A equipe do Municipal que tem a sua maior arma nas bolas do perímetro, teria uma dura missão de superar o time organizado e que selecionava bem os arremessos do LDJ.

A partida começou como todos esperavam, com o time do Municipal buscando as bolas do perímetro e fazendo rotações para que os espaços na defesa do LDJ ficassem mais visíveis e o time pudesse aproveitar para infiltrar. A intensidade que o time do Muncipal colocou no início funcionou e o timer rapidamente abriu uma boa vantagem no placar. Porém, o time do LDJ entendeu como o adversário se comportaria e começou a usar bem o trabalho dentro do garrafão.

O time usava bem o pick and roll para puxar o pivô do Municipal até o perímetro e achar espaços importantes. Ainda contava com importantes jogadas do Carlos Alexandre (19 pontos, 7 rebotes, 2 assistências e 4 roubos de bola), que infiltrava bem na defesa do Municipal para pontuar e com as importantes bolas de três pontos do Pedro La Marca (3-5) e os rebotes do André Mattos (16). Trabalhando bem na média distância, o LDJ conseguiu vencer o segundo e terceiro quarto (18-15, 20-11).

Foi no último período, que o Municipal reagiu no placar. A equipe não conseguiu ter o mesmo desempenho nas bolas de três pontos (3-22) que obteve nas partidas anteriores do torneio e teve que buscar outras alternativas. A principal opção, foi apostar em fazer jogadas para que o Daniel Batista ficasse no 1-1 e fizesse bons layups. Já que o shooting guard infiltra muito bem e sabe absorver bem o contato. Por sinal, o Daniel (31 pontos, 7 rebotes, 2 assistências e 2 roubos de bola) foi o cestinha do time e terminou sendo o cestinha do torneio.

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Além de jogadas que favoreciam o Daniel, o Municipal viu outros jogadores ajudando na pontuação do clube. O principal foi o Ronaldo Luiz (13 pontos e 4 rebotes). Ele além de ajudar na marcação e nos pontos, ele teve um plus-minus* de 20, algo interessante para um jogador que saiu do banco de reservas.

No fim, a equipe da casa conseguiu abrir uma ótima vantagem no placar e controlou a partida para assegurar vitória e o primeiro título do time no Big 4.

Agora as equipes se concentram para o início da temporada regular da Liga Super Basketball. O LDJ está no grupo A e o Municipal está no grupo B.

* - Este índice mostra como o time reage a presença de um determinado jogador na partida.

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Quinta, 22 Fevereiro 2018 19:33

Olhar do Jogo - Gabriel Dutra

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A Liga Super Basketball possui uma nova série de textos chamado Olhar do Jogo. Nessa série, vamos conversar com atletas ou técnicos que se destacaram na temporada passada ou participaram de times que chamaram a atenção.

Nesse texto, vamos conversar com o treinador Gabriel Dutra do Club Municipal. Além de uma ótima campanha na temporada passada com o time adulto, em que não perdeu nenhum jogo em casa e terminou com o vice-campeonato, Gabriel conquistou os títulos do sub-18 e do Livre Feminino.

Sobre a equipe feminina, foi a conquista mais “inesperada” por todos. Pois o time entrou como um azarão, cheios de jovens talentos e que iriam amadurecer o suficiente ao longo do campeonato. Claro que a conquista passa muito pela mão do treinador, que mostrou estar preparado estrategicamente para cada oponente, dando um nó tático na final contra o bom time do Impacto.

Veja como foi o terceiro jogo da final, disputado no Sport Club Mackenzie:

https://www.youtube.com/watch?v=xvNnMlRosbU

Gabriel e o Municipal fecharam o ano de forma positiva e agora resta pensar nesse novo ano.

Por isso ele nos falou sobre a nova temporada e comentou sobre a temporada passada.

Confira a entrevista completa.

Liga Super Basketball - Você foi campeão do feminino, sub-18 e vice no masculino. No início da temporada, você acreditava que a temporada terminaria dessa forma?

Gabriel Dutra“Não, sabíamos que iriamos vir forte no Masculino Adulto, no feminino começamos o ano como 4ª ou 5ª força na minha opinião. Tivemos adições importantes durante o campeonato e meninas foram amadurecendo e subindo de produção durante o ano, acredito que foi um conjunto de coisas.  No sub-18 perdemos um jogo na classificação para o Sul Americano e fomos forçados a vencer o Botafogo (franco favorito na minha opinião) fora de casa e em uma grade partida nossa, vencemos na prorrogação”.

LSB - Quais pontos você acha que foram fundamentais para o crescimento das três equipes?

Gabriel – “Acredito muito em trabalho, somos um time. Acredito muito na minha comissão técnica. Estudamos adversários e trabalhamos muito forte e de forma unida”!

LSB - Já estamos em um novo ano, nos fale qual a principal mudança da sua equipe adulta e o que você espera dela?

Gabriel – “Apresentaremos uma equipe mais jovem e atlética nesse ano. Tivemos perdas mas tivemos boas adições, tanto no masculino como no feminino. O objetivo é chegar nas semifinais, estando lá é outra história, outro campeonato”!

LSB - Sobre as outras duas equipes, você imagina que devem continuar com o bom rendimento esse ano?

Gabriel – “Devido a Liga ser sub 18, estamos preparando uma equipe somente para idade, estamos investindo nisso e ano passado já colhemos resultados. No Feminino adicionamos ao mesmo tempo experiência e talento, e se o time encaixar de novo teremos uma grande equipe. O mais importante é o time crescer e ter o pico de rendimento na hora certa”.

LSB - Você foi considerado o melhor técnico do adulto e um dos melhores de toda a LSB. Qual o segredo do seu sucesso?

Gabriel – “Costumo dizer que sucesso só vem antes do trabalho no dicionário. Somos todos loucos por basquete, temos o privilégio de trabalhar com o que amamos. Estudamos clínicas, jogos em todos os níveis, e acho que hoje sou o técnico que mais comando jogos no RJ, o que é a minha grande paixão. Credito isso novamente a minha comissão técnica e todos os amigos técnicos que já trabalhei. Experiências boas ou ruins são sempre um aprendizado, e parabéns a LSB pelo constante crescimento”.

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O time acrescentou o pivô João Marchon e os alas JP Ventura e Pietro Honorato.

Marchon foi muito importante para que o time do LDJ fizesse uma campanha incrível na temporada passada e um jogador dominante dentro do garrafão.

A equipe comandada pelo Gabriel Dutra, também adicionou os scorers Pietro e JP. Jogadores que devem ajudar bastante o Daniel Batista na pontuação da equipe.

Mas o time não tem só notícia boa. A equipe perdeu o armador Diego Marques. O jogador não vai fazer mais parte do time, por escolha pessoal. A perda dele, é importante para a montagem do próximo elenco.

Vale lembrar, que o Rogger se machucou no fim da temporada passada e a armação da equipe ficou crua demais. Com a ausência do Diego, o time agora possui o Rogger e o Ronaldo vindo do banco.

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Segunda, 11 Dezembro 2017 15:55

Bicampeões

Neste último domingo, que ficou conhecido como o domingo das finais, o S.C.Mackenzie foi o palco que recebeu quatro jogos decisivos, dentre os quais o jogo três das finais do Campeonato Estadual Amador, entre Municipa e Kobras, que haviam chegado até ali qualificados por terem as duas melhores campanhas de seu grupo, bem como terem performado muito bem durante toda a disputa de playoffs.

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O Jogo:

 

1º Período:

A partida começou com uma grande expectativa, para saber como se comportaria o Municipal sem seu técnico e um dos seus principais jogadores (Rogger), ambos suspensos por terem sidos ejetados no fim do jogo dois.

Se no jogo dois Daniel Batista sentiu falta de uma maior participação do elenco de apoio, Somália e Raphael abriram 6 x 2, num recado claro de que hoje apoio não iria falar.

Apesar do Kobras aos pouco ter igualado o nível de intensidade e comandados pelo sempre veloz Irwing e Vini Franciscone também “igualou” o Marcador.

A partida seguiu assim, com Irwing e Franciscone ditando as regras da equipe verde, e as duas equipes se alternando na liderança, até o final, quando o Municipal ainda pode contar com bandejas de Daniel e Ronaldo para fechar na frente por 14 x 13.

 

2º Período:

Na volta pra quadra De Medeiros recebeu bom passe de Franciscone para dar início a um massacre que sem sombra de dúvidas decidiu o duelo. O quarto foi vencido pelo Kobras por 29 x 3, e neste período todas as ausências do Municipal foram sentidas: 1º apesar de contar com um bom técnico no banco (Leonardo Silva), essa equipe foi moldada desde o início da temporada, a imagem e semelhança de Gabriel Dutra, tendo feito enorme falta para administrar o péssimo momento de sua equipe; 2º Rogger, mais do que ser o segundo melhor jogador desta equipe, ele é exatamente o nome que mais aparece nos hiatos deste time, sempre que Daniel está bem marcado, ou a equipe como um todo cai de rendimento, Rogger é um porto seguro através do qual o Municipal se sustenta; 3º Daniel, sem sombra de dúvidas um dos melhores jogadores e toda competição, tendo feito um brilhante jogo dois o craque do Municipal não estava em um bom dia, e ainda sofreu novamente com a boa defesa de Pezão e Fraciscone.

Por falar nesses dois, foram sem sombra de dúvidas os grandes destaques do segundo quarto. O Kobras ainda pode contar com Marcelão e Wallace, precisos para transformar o sangramento em hemorragia e dar um passo largo em direção ao bicampeonato. As duas equipes foram para o intervalo com o placar apontado 42x17.

 

3º Período:

A essa altura a missão do Municipal era por demais ingrata diante da grande vantagem estabelecida pelo adversário, enquanto ao Kobras a luta parecia psicológica, haja vista que o semblante de cada jogador, remetia a uma luta interna para manter a concentração e não dar brechas para uma reação do adversário.

Neste panorama, apesar do Kobras ter passado quatro minutos sem pontuar, e da brilhante atuação de Ronaldo do Municipal, o time da tijuca venceu o período por apenas cinco pontos de vantagem indo para o quarto derradeiro perdendo por vinte pontos (53x33).

 

4º Período:

Se o semblante do Kobras no período anterior transparecia o nível de concentração de cada jogador. No último quarto o semblante dos jogadores do Municipal já davam mostras de que eles já não tinham forças para mudar a história da partida.

Com a grande vantagem estabelecida, e as belíssimas atuações individuais de Franciscone e Marcelão, o título voltou para as mãos do Kobras, que ainda se deu ao luxo de perder o período por 17 x16, para vencer a partida por 69 x 50 e se sagrar bicampeão do Campeonato Estadual Amador.

Este é o terceiro título consecutivo da equipe de Cabo Frio, que antes de estrear em 2016 no Estadual Amador, se sagrou campeã da LIGA B em 2015.

 

Destaques:

Franciscone (Kobras): 23pts, 1reb, 2ass e 2rou;

Marcelão (Kobras): 9pts, 12reb e 1rou;

Wallace (Kobras):  6pts, 2reb, 4ass e 3rou;

Ronaldo (Municipal):11pts, 6reb, 1ass e 4rou;

Raphael (Municipal): 9pts, 8reb, 1ass, 2rou e 3toc.

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Neste domingo teremos um dia cheio de finais no Sport Club Mackenzie e três partidas vão ser transmitidas pelo Facebook e pelo Youtube.

Abaixo vou te falar um pouco sobre cada equipe e em quem você deve ficar de olho.

MACKENZIE B VS FBMRJ

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O time do Mackenzie, é um dos times mais consistentes desde o inicio do campeonato. Fizeram uma ótima temporada regular e cresceram cada vez ao longo da competição. É um time jovem e extremamente aplicado. Costuma fazer bem o jogo de transição e a dobra na marcação, a pedido do ótimo treinador Felipe Alexandre.

Pelo lado do FBMRJ, a equipe também fez uma boa temporada regular. Mas veio mostrando a sua qualidade nessa reta final. Mesmo perdendo o seu melhor jogador (Rafael Pougy), a equipe mostrou que tem armas ofensivas suficientes para chegar forte nessa final. Time que usa bem o 4 aberto e uma rotação ofensiva intensa.

Fique de olho:

João Vitor (Mackenzie) – Jovem jogador que ajuda bastante o Matheus “Foca” Lage dentro do garrafão. Possui ótimo timing para rebotes, usa bem o footwork para superar os seus adversários.

Diego Santana (FBMRJ) – Jogador que possui média de duplo-duplo (23 pontos e 16 rebotes) e vem sendo importantíssimo após a saída do Pougy. Consegue ser muito útil nos dois lados da quadra e ainda pode pontuar no perímetro.

MUNICIPAL VS IMPACTO

 

O time comandado pelo Gabriel Dutra vem alcançando grandes feitos nesse campeonato. Após fazer uma temporada regular bem conturbada, o time de “meninas” vem derrotando equipes como mulheres maduras. Depois que venceu a fortíssima equipe do NBR, o time chegou na final em outro patamar. Equipe que desempenha bem o jogo coletivo.

A equipe do Impacto mostra desde o início do campeonato o porquê de ser uma das melhores equipes desse ano. Time muito bem encaixado e que consegue manter um bom ritmo de jogo do início ao fim. Jogadoras experientes e que assumem bem o papel de decisão quando o time precisa.

Fique de olho:

Débora Reis (Municipal) – Fez jogos inconstantes na temporada regular, mas vem sendo decisiva nos playoffs e nessa final. Ótima center, com passagem por seleção brasileira e que é dominante no garrafão. Faz bem o box out, pega importantes rebotes e dá lindos tocos.

Taliciane do Nascimento (Impacto) – Armadora talentosa e rápida. Fundamental para que o time do Impacto tenha sucesso no seu ritmo de jogo. Dá bons passes e é importante nas infiltrações laterais. Dita a velocidade do ataque e vem sendo a jogadora mais sóbria em quadra.

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Os atuais campeões tiveram um ano conturbado. Com mudanças no elenco e com a saída do Renan Pimentel (ex-treinador) no meio da temporada. A equipe mostra que mesmo com esses problemas, é uma ótima equipe e tem valores individuais que poucos times possuem. Joga muito bem com o 4 aberto e pontua muito bem quando os seus jogadores buscam os layups.

A equipe da tijucana é uma das equipes mais organizadas nesse campeonato. Mesmo com a perda do Rogger na última partida, o time tem outras armas ofensivas que podem pontuar. Time que faz muito bem a marcação no 1-1 e que é inteligente nas escolhas das jogadas.

Fique de olho:

Vinicius Franciscone (Kobras) – O MVP na temporada passada, cresceu muito de produção nos últimos jogos e foi determinante para a vitória do time no último domingo. Jogador que marca bem no perímetro, faz bem a transição defesa-ataque e usa bem o Eurostep para buscar um bom layup.

Daniel Batista (Municipal) – Jogador fundamental para a construção de pontos da equipe desde o início da temporada. Consegue assumir bem o papel de playmaker e scorer do time. Jogador que possui um bom Qi de basquete e que deve ser a principal arma ofensiva da equipe comandada pelo Gabriel Dutra.

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Segunda, 04 Dezembro 2017 10:15

Kobras vence e nos presenteia um jogo 3

O palco não poderia ser melhor, o complexo esportivo Miécimo da Silva, abriu as portas do ginásio Zenny “Algodão” de Azevedo para receber os jogos de número dois das finais, masculino e feminino dos Campeonatos Estaduais Amadores da Liga Super Basketball.

Como manda a boa educação as damas foram primeiro, e você pode ver o que aconteceu nesta excelente matéria do nosso mago Felipe de Souza.

Já no Masculino as duas equipes foram a quadra com missões bem claras, ao Municipal cabia vencer e definir o campeonato sagrando-se campeão, confirmando o favoritismo e consagrando o excelente trabalho do trio Gabriel Dutra, Daniel Batista e Rogger Vianna, sem dar chances à recuperação e ao crescimento de um adversário de imensa qualidade como o Kobras.

Já aos atuais campeões, cabia entregar um algo mais, deixar na quadra o basquete que sempre se esperou, e pouco se viu deles nesta temporada, a equipe capitaneada por Tiago Binato, e Thiaguinho, tinha dentro de cada um dos integrantes uma vontade de apresentar o seu melhor basquete e provocar um jogo 3, que por sinal todos nós estávamos ansiosos por ver.

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O Jogo:

 

1º Período:

A bola subiu e de cara pudemos ver um Kobras diferente do que estávamos acostumados nesta temporada, jogando com bastante intensidade, em um ritmo impressionante, estabelecido por Irwing, os atuais campeões pressionavam na defesa e rodavam muito bem a bola no ataque.

Com essa solidariedade ofensiva que o time pode encontrar Binato duas vez sozinho para abrir o marcador e colocar 4 x 0 no placar.

No entanto, como não poderia deixar de ser, Daniel e Rogger no comando, o time da tijuca rapidamente igualou as ações, mantendo sempre a diferença em apenas uma posse de bola.

Até que à 21 segundos do fim, quando o marcador apontava 16 x 14 para equipe do Kobras, os atuais campeões sofreram uma dura baixa, aparentemente, uma entorse no joelho tirou Wallace da partida, que seguiu para o segundo período, com apreensão e a pequena vantagem da equipe do Kobras.

 

2º Período:

O segundo quarto começou e o Kobras, foi pra cima atropelando, emplacando uma corrida de 13 x 1, obrigado ao técnico Gabriel Dutra a pedir tempo, evitando um estrago ainda maior.

Pra piorar a situação, segundos antes do pedido de tempo o Municipal já havia perdido um dos seus principais jogadores, Rogger, assim como Wallace do Kobras, também se machucou, deixando Daniel Batista, em um voo solo na tentativa de fechar a série ainda no jogo dois.

O pedido de tempo até que ajudou, mas sem Rogger para desafogar Daniel Batista, o Municipal, foi uma presa fácil para o um Kobras que contava com excelentes atuações, Vinícius Franciscone, Victor Pezão, De Medeiros, e uma ótima sincronia de todo grupo, fazendo lembrar o time campeão da temporada passada.

Com tudo isso as duas equipes foram para o vestiário com o Kobras vencendo por 33 x 23.

 

3º Período:

Depois do intervalo as duas equipes voltaram um pouco nervosas, sentindo a responsabilidade de um jogo decisivo, não à toa, se passaram quase dois minutos, até que Ricardo Pereira convertesse os lances livres e inaugurasse o marcador no terceiro quarto.

A cesta de Ricardo parece ter sido um catalisador, que abriu o basquete de ambas as equipes, uma vez que dali em diante as duas equipes voltaram a encontrar o caminho para cesta. Melhor para o Kobras que com boas jogadas de Franciscone, Binato e De Medeiros, chegou a abrir 16 pontos de vantagem.

No entanto, com apenas dois minutos para o fim do quarto, Daniel Batista que até então não encontrava nenhum suporte ofensivo de seus companheiros, pode contar com André Lopes, Aslan e Robson, para aproveitar um apagão da equipe do Kobras e conseguir uma corrida de 10 x 0 que permitiu ao Municipal ir para o último quarto perdendo por apenas 7 pontos, mantendo a esperança do título ainda viva.

 

4º Período:

A reação no final do terceiro quarto não parou, bastou as equipes voltarem à quadra que reanimado pela ajuda dos companheiros Daniel pode comandar uma nova corrida, agora de 10 x 1, para virar a partida e mostrar o porque o Municipal, vem sendo aclamado como detentor da melhor equipe da competição.

Com a partida no pau, coube a Thiaguinho e Marcelão, darem as caras e com muita experiência pôr o Kobras novamente a frente no marcador.

O fim do jogo teve todos os elementos que uma partida como essa pede, em um momento crítico, onde poderia dar números finais ao duelo, Marcelão errou dois lances livre, com direito a Air Ball, por outro lado, antes disso foi Daniel Batista quem desperdiçou seus 3 arremessos livres.

Contudo isso, Kobras se manteve à frente e ainda pode contar com as desqualificações de Rogger (que estava machucado desde o segundo período), e só voltou a quadra, invadindo para reclamar da arbitragem e Gabriel Dutra, também por reclamar da arbitragem.

Ao final, vitória importantíssima do Kobras, com uma atuação coletiva brilhante, onde seis dos sete jogadores que tiveram tempo de quadra conseguiram sete ou mais pontos, onde seis dos sete também conseguiram seis ou mais rebotes, sem contar o belíssimo trabalho de Victor Pezão e Vinícius Franciscone fizeram defendendo Daniel batista, dando uma verdadeira demonstração de força e adianto a definição para um justíssimo jogo 3.

Já o Municipal teve um prejuízo enorme. Além de perder a partida, também perdeu Gabriel Dutra e Rogger desqualificados da partida, deixando uma missão duríssima, para Daniel Batista, que terá que se multiplicar na quadra para conseguir superar tantas dificuldade e realizar o sonho do título.

 

Destaques:

Tiago Binato (Kobras): 10pts, 6reb, e 1ass;

Marcelão (Kobras): 4pts, 14reb e 2ass;

De Medeiros (Kobras): 7pts, 10reb, 1ass e 1toc;

Daniel Batista (Municipal): 22pts, 3reb, 3ass e 2rou;

Diego (Municipal): 4pts, 8reb, 4ass e 1rou;

Raphael (municipal): 2pts, 8reb e 4toc.

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No sábado (11/11), o Club Municipal enfrentou o Novo Basquete Rio em sua casa e abriu a série com uma vitória por 73-71.

Quem olha o placar, vê que foi uma partida muito apertada. Mas não imagina o quão tenso foi esse jogo. O NBR possui a melhor jogadora do campeonato, na minha opinião e entrou como o grande favorito para ganhar essa partida.

Muito pelo ótimo desempenho que teve na temporada regular e por ter jogadoras mais experientes.

O Municipal é um time jovem e talentoso. Mas perdeu algumas partidas na temporada regular por se não ter experiência para saber trabalhar melhor o tempo ao seu favor.

O jogo em si, o roteiro parecia traçado. O time do NBR usando bem as infiltrações, principalmente com a Mayara Crystina, que terminou com impressionantes 30 pontos, 8 rebotes e 4 assistências.

Thayná Silva que normalmente é a destaque do jogo, fez 14 pontos e 6 rebotes. Nathalia Lobato ajudou com 15 pontos.

O NBR trabalhava bem a bola no ataque, usando bem o tempo e escolhendo bem os seus arremessos. Fisicamente, o time do Municipal não tinha como parar as investidas das adversárias.

Porém, três nomes surgiram e fizera com que o time da casa estivesse sempre vivo na partida: Marial Luisa (21 pontos e 5 rebotes), Débora Reis (18 pontos e 11 rebotes) e Luciana Aparecida (14 pontos e 4 rebotes).

A equipe da casa, sofreu o jogo todo. A defesa não conseguia impedir as infiltrações e o ataque não rendia bem perto do aro. Mas com a Maria Luisa arremessando bem do perímetro e a Débora conseguindo pegar rebotes essenciais na partida, o time conseguiu ficar vivo até o final.

Foi no final, que veio a virada histórica. No último período, o time do Municipal fez 24-10 e passou a frente no placar. O jogo foi tenso até os 20 segundos da reta final, mas o time da casa conseguiu segurar bem o placar e conseguir a vitória.

No final da partida, o Gabriel (treinador do Municipal) falou sobre qual era a mentalidade das meninas para essa partida.

“ Nós não jogamos bem mais uma vez. Mas falei para as meninas que nós precisávamos ficar à frente no placar uma vez só e graças a Deus e o nosso trabalho, foi isso que aconteceu. ”

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No domingo (08/10), o Club Municipal enfrentou o 3 Rios na partida válida pelo primeiro jogo das quartas de final do Campeonato Estadual Amador.

Se olharmos somente para o placar final, 75-61 para o Municipal, vamos ser enganados enormemente.

O que essas duas equipes fizeram em quadra na tarde do domingo, foi algo grandioso. O volume de jogo e a qualidade que os jogadores entregaram em quadra, foi digno de uma partida de playoffs.

Uma semana antes dessa primeira partida, falamos no podcast da LSB, o quão difícil seria esse jogo. Pois o estilo das equipes eram muito parecidas.

Os dois times são aplicados taticamente, gostam de trabalhar bem a bola, investir na movimentação ofensiva (visando principalmente o trabalho lateral para o back door) e usar bem os 24 segundos ao seu favor.

Nessa partida não foi diferente, as duas equipes alternaram a liderança no placar em diversas vezes e usaram bem o que fazem de melhor.

O time do 3 Rios apostava nos belos layups e transições do Iago Fortini (20 pontos e 13 rebotes). Renan dos Santos (15 pontos e 6 rebotes) contribui bem no ataque. Além da boa pontuação, o Iago foi fundamental na defesa, conseguindo fazer bons box outs e evitar a segunda chance para a equipe da casa.

Mesmo o time do 3 Rios fazendo um bom jogo, faltava “algo a mais” para a equipe conseguir uma folga no placar. Esse “algo a mais”, o Municipal tem e foi determinante para a vitória: as bolas do perímetro.

Mais uma vez, vimos o Daniel Batista (18 pontos) sendo o scorer do time e usando bem a sua movimentação e espaçamento de quadra, criando brechas para o seu arremesso e dos companheiros.

Mesmo o Daniel sendo o cestinha da equipe, vale ressaltar o ótimo trabalho do Raphael dos Santos (15 pontos, 6 rebotes e 2 assistências). Além de pontuar bem, ele tentou duas bolas de três pontos e acertou as duas. Essas cestas do perímetro foram essências ara o time. Pois foram em momentos que o 3 Rios conseguia crescer na partida e encostar no placar.

O jogo foi parelho o primeiro tempo (35-34 para o 3 Rios), mas a segunda metade nem tanto. Já que no último quarto, a equipe do Municipal conseguiu encaixar uma boa marcação dentro do garrafão, onde sofria mais pontos e começou ser mais eficiente na escolha dos arremessos.

Aos poucos, o time do 3 Rios começou a ficar ansioso no ataque e as cestas que caíram no primeiro tempo, já não apareciam mais. No último quarto, o Municipal venceu por 20-10 e sacramentou a vitória nesse primeiro jogo.

O segundo jogo será no dia 22 em Três Rios.

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