Diogo Aquino

Diogo Aquino

Neste domingo dia 18 de março a Liga Super Basketball pode “invadir” a até então desativada Arena da juventude e dar destinação social e esportiva a mais um legado olímpico. Foram 10 jogos em duas quadras e as estrelas da LSB puderam desfrutar de uma estrutura que flerta com as melhores do basketball mundial.

A segunda partida do dia na quadra 1 aconteceu entre Sport Club Anchieta Fears e The Brothers Basketball. Partida válida pela disputa do terceiro lugar da Copa Baixada.

 

The Brothers x Ancheita

 

O Jogo:

 

A bola subiu e coube ao The Brothers abrir o marcador, com as duas equipes se esforçando em proteger o aro, o Anchieta só conseguiu sua primeira cesta com dois minutos de jogo, mas a primeira cesta, abriu a porteira, catapultados pela entrada de Víctor Yao, o Fears, promoveu uma virada e fechou o quarto vencendo o time de Duque de Caxias, por 14 x 9.

O descanso de um quarto para o outro não fez bem ao Anchieta, que muito embora tenha se mantido combativo na defesa, mantendo a baixa produção ofensiva para o adversário, o time da Zona Norte acabou caindo vertiginosamente de produção ofensiva.

Nessa esteira, muito embora o The Brothers tenha vencido o quarto ainda estava atrás no marcador no intervalo da partida. Quando o Anchieta foi para o intervalo vencendo por 20 x 18.

Na volta do intervalo o The Brothers dá um salto de qualidade, a equipe passa a ter uma produção ofensiva mais altruísta, na mesma medida o Anchieta Fears, passa a ter cada vez mais dificuldade na criação das jogadas, e mantém o péssimo aproveitamento dos arremessos. E é diante deste cenário, com o crescimento latente do The Brothers, e o com o Anchieta, sofrendo com suas carências criativas que as duas equipes entram no último período.

O placar vantajoso, permitiu a The Brothers assumir uma postura, reativa, que aproveitou-se das precipitações do Fears, para contra atacar e matar a partida, por 59 x 40, garantindo o terceiro lugar da Copa da Baixa.

 

Destaques:

MIB (The Brothers): 9pts, 11reb, 1ass, 1rou e 16ef;

Romulo (The Brothers): 16pts, 4reb, 1ass, 2rou, 2toc e 14ef;

Víctor Yao (Anchieta): 11pts, 6reb e 12ef.

Neste domingo dia 18 de março a Liga Super Basketball pode “invadir” a até então desativada Arena da juventude e dar destinação social e esportiva a mais um legado olímpico. Foram 10 jogos em duas quadras e as estrelas da LSB puderam desfrutar de uma estrutura que flerta com as melhores do basketball mundial.

A terceira partida da quadra um foi sem sombra de dúvidas a melhor do dia. E que ainda pode contar com transmissão ao vivo, através do Youtube e do Facebook da Liga Super Basketball.

Kobras e Três Rios se enfrentaram em partida válida pela fase de classificação do grupo A do Campeonato Estadual Amador. O Time do Sul Fluminense foi um dos destaques da temporada passada, enquanto o Kobras é o atual campeão. Ambas as equipes estrearam na competição com vitória e entravam para segunda rodada da competição medindo forças para manter a invencibilidade.


Kobras x Tres Rios

O Jogo:

 

A bola subiu e Iago Fortini garantiu a posse de bola para o time de Três Rios que não demorou pra deixar claro o nível em que iria jogar essa etapa inicial.

O que vimos no primeiro período de jogo foi uma chuva de belos arremessos do time do Sul Fluminense. Se aproveitando de uma defesa do Kobras, que se limitava a fechar o garrafão, o time comandado pelo técnico Carlos Domingues deu mostras de que está muito bem treinado, com um índice de aproveitamento absurdo nos arremessos de média e longa distância.

O baile do primeiro quarto continuou no segundo, muito embora Irwing não poupasse esforços para manter o Kobras na partida, o time de Cabo Frio demorou a entender que precisava mudar a defesa e contestar absolutamente todos os arremessos do Três Rio se quisesse vencer.

O resultado disso foi que os times foram para os vestiários com o Três Rios vencendo por uma boa vantagem, Três Rios 43 x 29 Kobras.

Quando as duas equipes voltaram a quadra, O Kobras mostrou que a conversa no vestiário fez efeito. Impulsionados pela postura defensiva, muito mais agressiva de Guilherme Vasconcellos e Matheusão, o Kobras passa a contestar todos os arremessos do Três Rios, que muito bem organizado não queimava arremessos marcados, e passou a buscar agredir o garrafão do time do Kobras.

Este cenário fez muito bem ao Kobras, acostumado ao jogo físico os atuais campeões passou a ter muito mais êxito na sua defesa, e consequentemente a atacar de forma mais confortável o que permitiu ao próprio Matheusão e ao Marcelão ajudarem Irwing e De Medeiros que até então carregavam a pontuação do Kobras.

A situação desconfortável no ataque gerou uma irritação crescente ao Três Rios. E esse ambiente é extremamente confortável ao Kobras, que venceu os dois últimos quartos por 10 pontos cada um, explorando a irritação do adversário, para garantir, pontos e faltas sem deixar chances para uma nova reviravolta, garantindo uma vitória importantíssima para a temporada.

Final 71 x 64, Kobras segue invicto, e um dos favoritos ao título, enquanto o Três Rios também deixa o seu recado. O Time de Carlos Domingues claramente subiu um degrau e tem tudo pra disputar o título do Campeonato Estadual Amador.  

 

Destaques:

Marcelão (Kobras): 10pts, 17reb, 1ass, 1 toc e 21ef;

De Medeiros (Kobras): 12pts, 6reb, 1toc e 12ef;

Farlley (3Rios): 21pts, 7reb, 2ass, 1toc e 16ef;

Iago (3Rios): 7pts, 11reb, 1rou e 12ef.

Neste domingo dia 18 de março, a Liga Super Basketball pode “invadir” a até então desativada Arena da juventude e dar destinação social e esportiva a mais um legado olímpico. Foram 10 jogos em duas quadras e as estrelas da LSB puderam desfrutar de uma estrutura que flerta com as melhores do basketball mundial.

Talvez o jogo mais aguardado do dia aconteceu entre Bad Angels e Meriti Falcons que realizaram a final da Copa Baixada. Partida que teve transmissão ao vivo pelo youtube e pelo Facebook da LSB.


Bad Angels x meriti falcons

 

O Jogo:

 

A partida começou com  extremo equilíbrio. Representando muito bem o basquete de Nova Iguaçu o Bad Angels baseou seu jogo nas jogadas de Augusto Pablo, que como sempre conseguia desarmar a defesa adversária com seus cortes e extrema velocidade.

Já o Meriti Falcons apresentava um basquete mais solidário dividindo bem a bola e caprichando no passe, característica que favoreceu o aparecimento do Patrick, que Imediatamente assumiu um protagonismo na equipe de São João.

No segundo quarto este jogo solidário, que permitia não só ao Patrick, mas também ao Blob e outros atletas do Meriti Falcons selecionar arremessos equilibrados, se juntou ao fato de Marcelo Magal, peça primordial do Bad Angels, ficar esquecido no fundo do banco proporcionaram um baile, dos Falcons que virou o marcador, indo para o intervalo com o placar apontando Falcons 33 x 27 Bad Angels.

Na volta do intervalo, Wallace Pacífico, Augusto Pablo, Alvinho e Magal, subiram o nível de intensidade. O Time de Nova Iguaçu retornou a origem do seu jogo, abusando das jogadas de contato, e se aproveitando do melhor porte físico para produzir jogadas de cesta e falta em profusão, promovendo uma corrida avassaladora, que culminou numa virada no placar, permitindo que o Bad Angels pudesse chegar ao último quarto com uma pequena vantagem 50 x 47.

Na etapa final, coube ao Alvinho roubar a cena foram nada menos que 13 pontos de Alvinho, todos dentro dos três minutos finais do jogo, o que jogou por terra qualquer chance de reação da equipe do Meriti Falcons, garantindo o título para a tradicional equipe de Nova Iguaçu.

 

Destaques:

Magal (Bad Angels): 14pts, 10reb, 2ass, 1rou e 23ef;

Alvinho (Bad Angels): 20pts, 5reb, 2ass, 2rou e 13ef;

Augusto Pablo (Bad Angels): 14pts, 3reb, 5ass , 4rou e 10ef;

Patrick (Meriti Falcons): 18pts, 7reb, 6ass, 4rou e 26ef;

Blob (Meriti Falcons): 11pts, 19reb, 4ass, 5rou, 1toc e 23ef.

O Mackenzie B estreou na temporada no último dia 11 de março jogando em seus próprios domínios, e acabou derrotado pelo Basket Maré por 64 a 61. Apesar da derrota o time comandado pelo excelente técnico Felipe Alexandre, deixou claro que mais uma vez os meninos do Mackenzie novamente vão dar trabalho na Liga B.

E hoje o papo é com um dos destaques dessa equipe. Marcus Vinícius saiu da partida com 30pts, 19reb, 1ass, 1rou, pesar dos 8 desperdícios, totalizando 31 pontos de eficiência. Dadas essas credenciais, vamos ao que interessa:

 

 

Diogo Aquino: Marcus, queria que primeiro você pudesse se apresentar, pra quem não te conhece. Qual sua posição? Como começou no basquete? Quais suas características? O que mais gosta de fazer na quadra?

Marcus Vinicius: Então, meu nome é Marcos Vinícius, apelido MV, jogo nas posições 3 e 4, comecei no basquete bem tarde aos 16 anos, em um projeto da cufa onde depois encontrei o Mackenzie que me acolheu. E estou lá desde o sub 19, minhas principais características são a intensidade, velocidade e explosão. Me inspiro no Westbrook (risos), e o que mais gosto de fazer em quadra, são jogadas de contato como and 1 e enterradas.

 

Diogo Aquino: Eu pude bater um papo com o Felipe Alexandre sobre você, e ele tocou nesse fato de você ter começado tarde, e que ele tava tentando ajudar a amadurecer seu jogo. Entender melhor sistema de jogo, e a aplicação do seu jogo no ambiente coletivo. Como você vê esse processo de aprendizagem?

Marcus Vinicius: Então eu cheguei no Mackenzie realmente muito cru. Taticamente então fui me moldando com o tempo em relação a jogadas e ocupação de quadra num jogo 5 contra 5, vejo o Felipe como uma paizão, tanto no clube como em momentos pessoas e respeito em ambos...

Estou me adequando a jogar dentro do garrafão apesar de não ter um porte físico muito grande como os demais pivôs e alas pivôs. Felipe tem me ajudado a usar minha explosão e velocidade para tirar vantagem de jogadores mais pesados.

 

Diogo Aquino: Legal! Você falou que se inspira no Westbrook. Os números da sua esteia são muito altos, como os dele. Como é manter a intensidade o jogo todo, pra ter números tão altos?

Marcus Vinicius: Cansativo, eu estou treinando a parte aeróbica para conseguir ter mais resistência e manter o nível sem deixar cair muito com o cansaço, me alegrei pela estatística bem alta porém não me realiza uma pontuação dessa se meu time não saiu de lá com a vitória. Estou focando no próximo jogo, se for possível manter a pontuação para que possamos sair com a vitória.

 

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Diogo Aquino: Vocês são uma equipe muito jovem, jogando um campeonato adulto. Como você vê essa experiência?

Marcus Vinicius: É minha segunda experiência com o Mackenzie B. É uma equipe jovem, ano passado estava no time campeão pela Liga B, onde só tinha jogadores sub 20, que hoje está disputando a liga A como Maxx/Mackenzie, esse ano Felipe deixou cada um escolher onde ficaria, e eu preferi ficar na B pra ajudar os garotos do sub 19.

Somos um time mais novo que o do ano passado, com algumas exceções. Perdemos em experiência mais temos que tirar bom proveito da disposição física e da nossa juventude, assim como ano passado. Pretendo ser bicampeão pelo Mackenzie B!

 

Diogo Aquino: Cara muito obrigado pela atenção, e boa sorte na temporada.

Marcus Vinicius: Beleza mano, obrigado mesmo.

 

Diogo Aquino: Nada, sou eu quem agradece.

Marcus Vinicius: Irmão, sempre que precisar pode chamar aí.

Na última temporada Gabriel Dutra foi o técnico mais premiado da LSB, campeão no Feminino, vice campeão no Campeonato Estadual Amador, eleito melhor treinador em ambas as competições, apesar desta e de outras honrarias Gabriel Dutra e o Municipal tiveram que lidar com uma grande frustração. Depois da grande expectativa que se criou pelo título do Campeonato Estadual Amador, em razão da excelente campanha do Municipal na fase regular da competição. A derrota na final para o Kobras adiou o sonho da equipe tijucana e de seu treinador que agora entram na temporada em uma condição de favoritismo.

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Por tudo isso, tive a oportunidade de bater uma papo com o treinador sobre suas expectativas para a temporada 2018:

 

Diogo Aquino: Já abriu a temporada com um título (o Municipal venceu o Big 4, torneio preparatório para a temporada). É o primeiro de muitos?

Gabriel Dutra: Espero que sim, foi legal ontem, foi um jogão, passamos um perrengue, quase não deu pra virar no final.

 

DA: Com a chegada das novas peças, você acha que vai conseguir chegar ao mesmo nível de desempenho coletivo que atingiu na temporada passada:

GD: Eu acho que o time ainda não é melhor que o do ano passado, mas acho que vai ser. Mais intenso, mais rápido eu acho que dá pra ser melhor.

 

DA: Desejo boa sorte na temporada, você tem mais material humano agora, mas isso não torna o caminho pra conquista do título mais fácil né?

GD: O objetivo é esse, ter profundidade no elenco.

 

DA: Na temporada passada você teve alguns problemas pra treinar, nesta temporada acredita que terá mais condições de preparar sua equipe?

GD: Espero que sim, diminuímos categorias pra podermos trabalhar numa realidade melhor. Não pra trabalhar menos, mas para trabalhar melhor dentro da nossa realidade,

 

DA: Novamente muito obrigado por dispor seu tempo pra me atender.

GD: Nada, se precisar é só chamar.

Continuando a saga de conversar com os representantes das equipes, Hoje o papo é especial. O entrevistado da vez é Luisão, jogador do MS Team, equipe da categoria Master +35.

Mas dessa vez o papo atravessa a linha divisória da quadra e foca em outro aspecto do esporte. O aspecto político social, uma vez que o MS Team é fruto de um projeto social e seus representantes continuam o legado do seu mestre.

Vale  conferir o bate papo:

Diogo Aquino: Luisão, fala pra gente um pouco sobre o que é o MS Team.

Luisão: MS Team é uma homenagem ao Professor Marcos Santos, falecido em 12 de outubro de 2002 em um acidente de trânsito em Caxias, técnico da categoria de base do Botafogo e que levou o instituto Marcos Richardson (Belford Roxo) a ser conhecido no cenário estadual, na LSB a primeira formação foi feita por um dos seus mais dedicados alunos (Felipe Eurico Felix) que hoje é técnico do Atlântico, Marquinhos como era conhecido, teve como um de seus principais alunos na área do basquete, Bruno SPACE, Bicudão entre outros, a ideia desse time máster é trazer de volta seus primeiros alunos e amigos, como a escolinha MS Amigos do Basquete que temos mais de 100 crianças e adolescentes iniciando a prática do basquete, na praça do GALO, Parque fluminense, Caxias, que conta como professores e instrutores Serginho, Rômulo e Skate (The brothers); Luizão (Strongs); Juliana (Queens feminino); Cláudia, vários atletas do Ms Team e o presidente e idealizador Prof. Ariston, a ideia é buscarmos patrocínio para colocarmos as nossas crianças e adolescentes nas categorias de base, pois nosso projeto é totalmente gratuito.

 

Diogo Aquino: Que legal! Entendendo melhor esse projeto, vocês atendem crianças de que idade?

Luisão: Nós atendemos crianças a partir de 10 anos.

 

Diogo Aquino: Quem são os responsáveis pela equipe?

Luisão: Responsáveis: Luizão, Gê e Wallace vulgo Peste; Técnico: Igor Gumes.

 

Diogo Aquino: Imagino que o Marcos Santos tenha tido um papel fundamental na vida de todos vocês para abraçarem esse legado né?

Luisão: Sim irmão, com certeza. Ele me levou para o Tijuca Tênis Clube em 1996, onde eu tive a oportunidade de jogar os dois anos do infantil e o primeiro ano do infanto.

 

Diogo Aquino: E como é imaginar que sua atuação hoje na vida dessas crianças, pode deixar nelas uma Luisão: Mano, não tem explicação, só de ver o sorriso estampado nos rostos delas, a dedicação aos treinos, a força de vontade, já faz a gente esquecer um pouco das coisas ruins que a periferia nos proporciona, e elas serão os futuros instrutores e professores de amanhã, pra esse legado nunca morrer...

 

Diogo Aquino: Agora quem quiser saber mais de como o projeto funciona, como pode fazer pra ajudar, tem um site ou uma página no facebook que a pessoa pode procurar?

Luisão: Sim, Escolinha MS Amigos do Basquete no Facebook.

 

Diogo Aquino: Luisão meus parabéns pelo projeto, e pode contar comigo pra dar publicidade aos eventos.

Luisão: Muito obrigado.

No último domingo pudemos ver a estreia da Rural Basquete, no Complexo Esportivo Miécimo da Silva. E a equipe comandada pelo técnico Deividson Aloisio conseguiu uma brilhante vitória, imprimindo uma fortíssima defesa contra o União Basket Nova Friburgo. E para entender mais sobre essa defesa e as expectativas da equipe pra temporada eu bati um papo com o homem:

 

 

Diogo Aquino: Então eu fiquei bastante impressionado com a defesa de vocês no domingo. Em especial com os pivôs que protegem muito bem o aro. Vai ser uma marca da equipe?

Deividson Aloisio: Primeiramente, muito obrigado!

Então, buscamos uma defesa bastante forte para essa temporada e felizmente contamos com pivôs experientes.

Thiagão ano passado já havia saído com mais de 20 rebotes em algumas partidas, Richard depois que retomou o ritmo de treino voltou a desempenhar o seu papel com muita eficiência, e o Vitor(Smile) já joga há anos e nunca teve medo de fazer o "trabalho sujo" também.

Então sim, buscaremos sempre um garrafão bastante pesado!

 

Diogo Aquino: Foi uma partida bastante dura, vocês estavam atrás e conseguiram virar o placar. Como vc viu essa estreia?

Deividson Aloisio: Foi sim!

Ainda mais que foi contra um dos times favoritos a subirem para a Liga A e que haviam nos vencido com muita folga temporada passada.

Eu particularmente vi como um amadurecimento do time!

Soubemos usar a inteligência e controlar as emoções pelo fato de estarmos atrás no placar.

Sabíamos que não seria uma partida fácil então entramos focados em defender muito bem, e aproveitarmos as características individuais nas horas certas no ataque.

Todos tiveram suas boas chances de fazerem o jogo coletivo porém com o seu jeito de jogar, tanto que isso se refletiu na distribuição de pontos do time.

 

Diogo Aquino: O schuenck é um grande pontuador, e vcs consiguiram simplesmente para-lo. Era um ponto principal da sua estratégia?

Deividson Aloisio: Não exatamente.

Sabíamos sim que o Gustavo é um ótimo jogador, muito técnico nos arremessos e controle de bola, porém sabíamos também que o time do Friburgo não se resumia a ele.

Tinha o Iago que é um ótimo chutador de 3, Taynan, que acabou sendo o cestinha da sua equipe.

Então não focamos num só jogador, focamos em ocupar todo os espaços da quadra, em pressionar o ataque deles com uma defesa mais agressiva forçando eles ao erro, ou ao menos que não se sentissem confortáveis em nenhum momento para finalizar, fosse chutando ou atacando a cesta diretamente.

 

Diogo Aquino: Vila Kings, Salgueiro, Basket Maré, Mackenzie B, Mad Lions, União Nova Friburgo, Santa Cruz e Comary. Como você avalia o grupo B?

Deividson Aloisio: Uma pergunta muito boa mesmo! (Risos)

Sinceramente, com todo o respeito às equipes dos outros grupos. O nosso grupo é o mais competitivo da Liga B!

Tem algumas equipes que chegaram muito longe na temporada passada e que poderiam ser "cabeça de chave"; outras equipes vieram muito bem montadas para essa temporada também, ou seja, o nivelamento técnico do grupo está altíssimo.

Mas nosso time está acostumado até mesmo de outras competições de sempre termos jogos difíceis, de sempre batermos de frente com possíveis finalista e as vezes prováveis campeões, então estamos acostumados e ansioso para jogarmos contra os times fortes desse grupo e dessa competição em geral!

 

Diogo Aquino: Você acha que se classificar em um grupo desses pode ser uma vantagem pelo ritmo que a equipe estará acostumada a enfrentar?

Deividson Aloisio: Com certeza! Várias equipes fortes significam vários jogos fortes, e sabemos que ninguém quer deixar a competição mais cedo.

Então chegaremos na próxima fase sabendo o que nos espera e sabendo o quanto cada um de nós teremos doar ao time em cada jogo e em cada treino, dentro e fora de quadra para avançarmos mais etapas.

 

Diogo Aquino: Ano passado vocês ficaram fora dos playoffs. Qual é a expectativa da equipe para esta temporada?

Deividson Aloisio: Esse ano queremos alcançar minimamente até as quartas de finais! Sabemos que temos potencial para isso.

Estamos confiantes no planejamento para esse ano e buscando melhorar em todos os aspectos do jogo para sermos o time mais competitivo que pudermos, e assim estarmos prontos para todos os embates.

 

Diogo Aquino: Deividson, muito obrigado. Me desculpe por tomar tanto seu tempo, mas eu adorei sua defesa e tinha que conversar com você.

Deividson Aloisio: Nós que agradecemos a oportunidade que vocês estão nos dando de expormos nosso trabalho e quem somos perante uma competição com tão grandes times e jogadores.

Obrigado!

 

Diogo Aquino: Nada, te desejo uma boa sorte na temporada e muito obrigado.

No último domingo o Strong TX estreou na temporada 2018 da Liga B da Liga Super Basketball, vencendo o Ilha Rhinos no Ginásio Zenny de Azevedo em Campo Grande.

Depois da partida eu pude bater um papo com um dos destaques da partida, o lateral Gabriel Batista que, chegou pra dar mais consistência a equipe, e parece não ter demorado pra se entrosar com os companheiros.

 

 

Diogo Aquino: Parabéns pela partida!
Gabriel Batista: Fala mano! Muito obrigado.


DA: Então foi a estreia de vcs, saiu como o esperado?
GB: Saiu sim, graças a Deus. Tava ansioso, tivemos muitos erros, mas vamos trabalhar isso nos treinos.

DA: Você era muito identificado com o The Brothers, como foi essa mudança?
GB: É uma mudança muito grande, apesar de conhecer alguns jogadores do Strong, no TBB eu jogava à anos com as mesmas pessoas: Daniel ,MIB, Erik, Vitor e etc...
Mas acho que foi uma mudança pra melhor.

DA: Legal! Mas na estréia já deu pra ver uma sintonia com o Luizão. Foram vários passes de ponta a ponta pra você bandejar. De onde vem o esse entrosamento?
GB: Luizão já conheço à anos, essa sintonia vem das peladas que jogávamos,  ligação direta como chamamos.

Nos treinos também conversamos muito sobre isso, passes longos , 1 e 2 que é o famoso dá a bola no pivô e passa pra receber.

Mas o time tá de parabéns, fizemos nosso dever de casa.

DA: Obviamente vocês são uma equipe em processo de montagem, e que chegam na competição sem ninguém apontá-los como favoritos. Qual é a real pretensão do Strong TX nesta temporada?
GB: Estávamos conversando isso ontem, sempre que eu entro em um time, eu penso em ser campeão, não importa o que as outras equipes vão dizer. Estamos bem estruturados pelos nosso líder de equipe, a pretensão do Strong TX é vencer cada jogo que vamos jogar. E lá na frente nós vamos encontrar o resultado que esperamos.
Entramos como elemento surpresa isso é bom.


DA: Gabriel desejo toda sorte na temporada, e espero bater papo com você mais vezes durante a temporada.
GB: Beleza pode contar, foi muito bom o papo.

Segunda, 12 Março 2018 18:44

Comandada por Marcelo Santos ESPM bate BMC

No último domingo dia 11 de março de 2018, mais uma vez o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do Ginásio Zenny de Azevedo, para abrigar uma rodada da LSB.

A última partida do dia aconteceu entre Atlética ESPM Rio e BMC, os primeiros enquanto estreantes na LSB, entravam como franco atiradores, enquanto o BMC, mais experiente, se via em uma situação nova, entrando com certo favoritismo na partida.

ESPM x BMC

 

O Jogo:

 

1º Período:

Assumindo a responsabilidade o BMC, partiu pra cima do adversário impondo seu ritmo.

A bem da verdade, a Atlética ESPM Rio também contibuiu para o bom início adversário, aceitando um pouco a imposição do BMC, condição que foi sendo modificada aos poucos.

Conforme o jogo corria a Atlética ESPM Rio acabou percebendo que o desafio era plenamente possível. E acabou por igualar as ações ainda no primeiro quarto da partida, vencido pelo BMC 14 x 9.

 

2º Período:

A partida que no início parecia fácil para o BMC, foi se complicando à medida que o adversário perdia suas inibições.

Neste sentido, a falta de atenção do BMC passou a ser punida pela ESPM, na medida que esta crescia em moral na partida, mesmo se conseguir assumir a liderança do marcador.

Na última posse de bola, coube ao técnico da ESPM, realizar uma jogada esperta, que queimou os dois tempos a que tinha direito, para desenhar uma jogada que resultou em falta, e permitiu a ESPM empatar o jogo em 22 x 22, antes do intervalo do jogo.

 

3º Período:

O episódio do fim do quarto foi emblemático. Conforme o tempo passava a ESPM crescia mais e mais, dominava a partida e deixando o adversário mais nervoso e incomodado.

Com a moral em baixa, o BMC entrava e saía dos pedidos de tempo sem conseguir apresentar qualquer contramedida a organização ofensiva adversária.

As duas equipes foram para o terceiro quarto com a ESPM vencendo por 36 x 28.

 

4º Período:

No início do quarto o BMC apresentou uma marcação pressão, que em um primeiro momento apresentou resultado. Mas não demorou para o ESPM descobrir o caminho para quebrar a marcação.

Com a defesa pressão batida não foi difícil para a ESPM aumentar sua vantagem no placar consagrando a bela atuação de Marcelo Santos com a vitória por 52 x 42.

 

Destaques:

Marcelo Santos (ESPM): 32pts, 12reb, 2rou e27ef;

Víctor da Silva (BMC): 19pts, 4reb, 2ass, 2rou e 18ef.

No último domingo dia 11 de março de 2018, mais uma vez o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do Ginásio Zenny de Azevedo, para abrigar uma rodada da LSB.

A terceira partida do dia aconteceu entre Salgueiro Basketball e Mad Lions.

Salgueiro

 

O jogo:

 

1 Período:

Já haviam corrido mais de dois minutos quando Gabriel Fernandes abriu o marcador para o Mad Lions com um chute de média distância.

A cesta deu moral ao Mad Lions que ampliou com um bola de três de Fernando Barbosa e mais dois lances livres do próprio Gabriel.

O bom início do Mad Lions (7 x 0), obrigou o técnico do Salgueiro a para o jogo, na tentativa de reequilibrar as ações. O pedido de tempo surtiu efeito o Salgueiro fechou a defesa e contra atacou para  cortar a diferença para uma posse de bola.

O primeiro quarto se manteve extremamente equilibrado, com o Mad Lions mantendo a vantagem de apenas uma posse de bola (9 x 7).

 

2º Período:

Com as duas equipes de volta a quadra, o Salgueiro além de conseguir congestionar o garrafão o que já havia dado resultado, ainda conseguiu conter a correria do Marvin, a força motriz do Mad Lions.

Com o adversário bem controlado o Salgueiro assumiu a liderança chegando a abrir 13 a 9, o que provocou o pedido de tempo do Mad Lions.

Depois do tempo o jogo ficou bem.mais duro, com algumas jogadas mais ríspidas.

Aos poucos o Mad Lions conseguiu emplacar sua velocidade em uma ou outra jogada, mas não foi suficiente para mudar a liderança.

As duas equipes foram para o intervalo com o Salgueiro a frente 18 x 16.

 

3º Período:

Depois do intervalo as duas equipes passaram a trocar pontos, situação que consolidou a liderança do Salgueiro que a essa altura cometia menos desperdícios de posse de bola.

A liderança parece ter feito mal ao Salgueiro que parou de brigar pelos pontos no garrafão focando nos arremessos de média distância, que não apresentavam o mesmo resultado.

Melhor para o Mad Lions que virou o jogo numa bela bola de 3 de Gabriel, e segurou uma vantagem de três pontos para o último quarto (29 x 26).

 

4º Período:

A pequena vantagem do Mad Lions foi pulverizada logo no início da última etapa. Ainda não haviam corrido 2 minutos de jogo e o Salgueiro havia promovido uma corrida de 6 x 0. Este cenário obrigou o Mad Lions a pedir tempo.

O pedido de tempo não surtiu muito efeito e o Mad Lions ainda viu o Salgueiro ampliar a vantagem pra mais de dez pontos, antes que pudesse converter sua primeira cesta no quarto.

O apagão do último período custou caro e permitiu ao Salgueiro apenas administrar o jogo para conquistar a vitória.

 

Destaques:

Adalberto Rosa (Salgueiro):  9pts, 13reb 1ass, 3rou e 15ef;

Douglas Silva (Salgueiro): 9pts, 21reb e 17ef;

Gabriel Fernandes (Mad Lions): 17pts, 6reb, 1ass, 2rou e 15ef.

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