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Em uma partida que era muito esperada na Liga B, o São Gonçalo enfrentou o Anchieta Fears e conseguiu uma ótima vitória por 72-63. O time de São Gonçalo mostrou uma boa rotatividade do banco de reservas e com a sua segunda unidade pontuando mais (32-13), a equipe conseguiu controlar a partida e impediu qualquer tipo de reação do Anchieta.

No final, conversamos com o Felippe Rodrigues (15 pontos e 5 rebotes) que foi um dos destaques da equipe ao lado do Pedro Guido (18 pontos).

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Em um jogo muito disputado até o final, o Atlântico faz 14-6 no último período e consegue uma ótima vitória sobre o Belford Underdogs por 57-46. O destaque da partida ficou para o Wellinton, que terminou o jogo com 13 pontos, 7 rebotes e 3 roubos de bola. No final, conversamos com o Wellinton.

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A equipe do Rapper Basketball perdeu para o Anchieta B por 57-48 pelo grupo D. Os destaques da partida foram o Fernando e Flávio Marins, que combinaram para 34 pontos, 13 rebotes e 3 assistências.

No final, o Flávio falou um pouco sobre o que ele espera da equipe nessa temporada.

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A equipe do Anchieta Fears B estreou na Liga B com uma vitória sobre o Rappers por 57-48 pelo grupo D. O destaque da partida foi o Cristiano Costa, que terminou o jogo com 13 pontos, 11 rebotes e 2 assistências.

No final, o Cristiano falou um pouco sobre o que ele espera da equipe nessa temporada e deu o seu palpite de qual equipe de Anchieta vai ser melhor nesse ano.

Terça, 27 Março 2018 14:18

Anchieta B vence Rappers

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Anchieta Fears B e Rappers Basketball estrearam na Liga B em bom jogo no último domingo (25/03).

As equipes, que basicamente mantiveram seus elencos com relação a temporada passada, fazem parte do grupo de D da Liga B, divisão de acesso ao Estadual Amador.

O jogo começou com amplo domínio do Anchieta Fears que logo mostrou sua força ofensiva vinda da velocidade do armador Glauber e dos alas Marcelinho e Cris Costa. O trio combinou para 16 dos 19 pontos da equipe no primeiro quarto, contra apenas 7 da equipe de Belford Roxo.

O Rappers que havia surpreendido com a manutenção de seu melhor pontuador no banco, o ala Fernando Marins, durante quase todo o primeiro quarto, reagiu no segundo quarto com a entrada da fera, que converteu nada menos que 12 pontos de 12 tentados, e com isso colocou os Rappers de Bel, bem próximo do placar. O Anchieta assimilou o golpe e o placar terminou com apenas 2 pontos de vantagem para a equipe do subúrbio carioca.

Na segunda metade da partida o jogo que prometia muita emoção com a aproximação do Rappers no placar, esfriou. O trio que conduzia a pontuação do Anchieta ganhou mais um integrante, o ala Danilo, que fazia sua primeira partida pela equipe, foi autor de 9 de seus 12 pontos apenas no segundo tempo, o que ajudou na ampliação da diferença do placar, mesmo com a boa atuação de Fernando Marins, que lutou muito nas duas áreas pintadas da quadra. Fernando terminou o jogo com 24 pts, 9 rebs e 2 ass, mostrando que é um dos grandes pontuadores da Liga B.

Por parte do Anchieta os números dos destaques ficaram assim: Cris Costa (13 pts, 11 rebs e 2 ass), Marcelinho (12 pts, 5 rebs e 5 ass), Glauber (9 pts, 2 rebs e 5 ass) e Danilo (12 pts e 8 rebs).

Segunda, 26 Março 2018 17:31

Na prorrogação, Mad Lions vence!

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No agitado domingo de jogos na Vila Olímpica de Mesquita, Mad Lions e Santa Cruz Black Panthers abriram a rodada da Liga B, em um jogo sem qualquer sinal de sonolência típica de um domingo de manhã.

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Com muita intensidade por parte das equipes, a partida teve um primeiro quarto barulhento, originado pela veemente vibração dos sucessos defensivos e ofensivos do Santa Cruz Black Panthers. Liderados pelo experiente Cristiano Assis, a equipe da Zona Oeste venceu o primeiro quarto por 19 a 10 e assustou o Mad Lions.

No segundo quarto, o Mad Lions copiou a intensidade e vibração defensiva do Santa Cruz e reagiu, vencendo por 17 a 9, reduzindo a diferença para apenas 1 ponto ao fim do primeiro tempo. O placar do quarto terminou 28 a 27.

O Capitão do Mad Lions, Bruno Lucas, foi o destaque do terceiro quarto com 7 pts em 7 minutos jogados. Apesar do baixo aproveitamento nas bolas de 3 pontos, nesse quarto, Bruno foi muito bem nos arremessos de média distância e seus companheiros de garrafão Elielson(13 rebs) e Carlos Guilherme(10 rebs) neutralizaram as ações do Cristiano e do veloz armador do Santa Cruz, Luiz Fernando. O quarto terminou 15 a 7 para o Mad Lions, que a essa altura liderava o placar por 7 pontos.

Na parte final do jogo, o bom e veloz controle de bola de Luiz Fernando conseguiu superar a fechada defesa do Mad Lions, algo que parecia difícil. O armador converteu 7 importantes pontos para equipe, a mesma quantidade de pontos do garoto Drault, que surgiu como uma impressionante atuação no que foi a parte mais importante do jogo para os Panteras da Zona Oeste. Drault, apesar dos 19 anos, foi decisivo para a reação final da equipe, sendo muito corajoso na busca pela cesta nos minutos finais da partida. Com os 14 pontos combinados de Luiz e Drault, o Santa Cruz venceu o quarto por 15 a 8 e empatou o jogo em 50 a 50 no fim, levando a partida para o período extra.

No overtime, a emoção e vibração que foi exaltada nos 40 minutos anteriores, simplesmente se esvaiu. O Mad Lions liderou e abriu vantagem desde o início, dessa vez com o ala Guilherme Amaral, autor de 7 pontos na prorrogação e 14 no total, sendo o cestinha da partida ao lado de Luiz Fernando. No final, os Leões venceram por 64 a 55 e garantiram a primeira vitória da equipe no grupo B da Liga B.

O Mackenzie B estreou na temporada no último dia 11 de março jogando em seus próprios domínios, e acabou derrotado pelo Basket Maré por 64 a 61. Apesar da derrota o time comandado pelo excelente técnico Felipe Alexandre, deixou claro que mais uma vez os meninos do Mackenzie novamente vão dar trabalho na Liga B.

E hoje o papo é com um dos destaques dessa equipe. Marcus Vinícius saiu da partida com 30pts, 19reb, 1ass, 1rou, pesar dos 8 desperdícios, totalizando 31 pontos de eficiência. Dadas essas credenciais, vamos ao que interessa:

 

 

Diogo Aquino: Marcus, queria que primeiro você pudesse se apresentar, pra quem não te conhece. Qual sua posição? Como começou no basquete? Quais suas características? O que mais gosta de fazer na quadra?

Marcus Vinicius: Então, meu nome é Marcos Vinícius, apelido MV, jogo nas posições 3 e 4, comecei no basquete bem tarde aos 16 anos, em um projeto da cufa onde depois encontrei o Mackenzie que me acolheu. E estou lá desde o sub 19, minhas principais características são a intensidade, velocidade e explosão. Me inspiro no Westbrook (risos), e o que mais gosto de fazer em quadra, são jogadas de contato como and 1 e enterradas.

 

Diogo Aquino: Eu pude bater um papo com o Felipe Alexandre sobre você, e ele tocou nesse fato de você ter começado tarde, e que ele tava tentando ajudar a amadurecer seu jogo. Entender melhor sistema de jogo, e a aplicação do seu jogo no ambiente coletivo. Como você vê esse processo de aprendizagem?

Marcus Vinicius: Então eu cheguei no Mackenzie realmente muito cru. Taticamente então fui me moldando com o tempo em relação a jogadas e ocupação de quadra num jogo 5 contra 5, vejo o Felipe como uma paizão, tanto no clube como em momentos pessoas e respeito em ambos...

Estou me adequando a jogar dentro do garrafão apesar de não ter um porte físico muito grande como os demais pivôs e alas pivôs. Felipe tem me ajudado a usar minha explosão e velocidade para tirar vantagem de jogadores mais pesados.

 

Diogo Aquino: Legal! Você falou que se inspira no Westbrook. Os números da sua esteia são muito altos, como os dele. Como é manter a intensidade o jogo todo, pra ter números tão altos?

Marcus Vinicius: Cansativo, eu estou treinando a parte aeróbica para conseguir ter mais resistência e manter o nível sem deixar cair muito com o cansaço, me alegrei pela estatística bem alta porém não me realiza uma pontuação dessa se meu time não saiu de lá com a vitória. Estou focando no próximo jogo, se for possível manter a pontuação para que possamos sair com a vitória.

 

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Diogo Aquino: Vocês são uma equipe muito jovem, jogando um campeonato adulto. Como você vê essa experiência?

Marcus Vinicius: É minha segunda experiência com o Mackenzie B. É uma equipe jovem, ano passado estava no time campeão pela Liga B, onde só tinha jogadores sub 20, que hoje está disputando a liga A como Maxx/Mackenzie, esse ano Felipe deixou cada um escolher onde ficaria, e eu preferi ficar na B pra ajudar os garotos do sub 19.

Somos um time mais novo que o do ano passado, com algumas exceções. Perdemos em experiência mais temos que tirar bom proveito da disposição física e da nossa juventude, assim como ano passado. Pretendo ser bicampeão pelo Mackenzie B!

 

Diogo Aquino: Cara muito obrigado pela atenção, e boa sorte na temporada.

Marcus Vinicius: Beleza mano, obrigado mesmo.

 

Diogo Aquino: Nada, sou eu quem agradece.

Marcus Vinicius: Irmão, sempre que precisar pode chamar aí.

No último domingo pudemos ver a estreia da Rural Basquete, no Complexo Esportivo Miécimo da Silva. E a equipe comandada pelo técnico Deividson Aloisio conseguiu uma brilhante vitória, imprimindo uma fortíssima defesa contra o União Basket Nova Friburgo. E para entender mais sobre essa defesa e as expectativas da equipe pra temporada eu bati um papo com o homem:

 

 

Diogo Aquino: Então eu fiquei bastante impressionado com a defesa de vocês no domingo. Em especial com os pivôs que protegem muito bem o aro. Vai ser uma marca da equipe?

Deividson Aloisio: Primeiramente, muito obrigado!

Então, buscamos uma defesa bastante forte para essa temporada e felizmente contamos com pivôs experientes.

Thiagão ano passado já havia saído com mais de 20 rebotes em algumas partidas, Richard depois que retomou o ritmo de treino voltou a desempenhar o seu papel com muita eficiência, e o Vitor(Smile) já joga há anos e nunca teve medo de fazer o "trabalho sujo" também.

Então sim, buscaremos sempre um garrafão bastante pesado!

 

Diogo Aquino: Foi uma partida bastante dura, vocês estavam atrás e conseguiram virar o placar. Como vc viu essa estreia?

Deividson Aloisio: Foi sim!

Ainda mais que foi contra um dos times favoritos a subirem para a Liga A e que haviam nos vencido com muita folga temporada passada.

Eu particularmente vi como um amadurecimento do time!

Soubemos usar a inteligência e controlar as emoções pelo fato de estarmos atrás no placar.

Sabíamos que não seria uma partida fácil então entramos focados em defender muito bem, e aproveitarmos as características individuais nas horas certas no ataque.

Todos tiveram suas boas chances de fazerem o jogo coletivo porém com o seu jeito de jogar, tanto que isso se refletiu na distribuição de pontos do time.

 

Diogo Aquino: O schuenck é um grande pontuador, e vcs consiguiram simplesmente para-lo. Era um ponto principal da sua estratégia?

Deividson Aloisio: Não exatamente.

Sabíamos sim que o Gustavo é um ótimo jogador, muito técnico nos arremessos e controle de bola, porém sabíamos também que o time do Friburgo não se resumia a ele.

Tinha o Iago que é um ótimo chutador de 3, Taynan, que acabou sendo o cestinha da sua equipe.

Então não focamos num só jogador, focamos em ocupar todo os espaços da quadra, em pressionar o ataque deles com uma defesa mais agressiva forçando eles ao erro, ou ao menos que não se sentissem confortáveis em nenhum momento para finalizar, fosse chutando ou atacando a cesta diretamente.

 

Diogo Aquino: Vila Kings, Salgueiro, Basket Maré, Mackenzie B, Mad Lions, União Nova Friburgo, Santa Cruz e Comary. Como você avalia o grupo B?

Deividson Aloisio: Uma pergunta muito boa mesmo! (Risos)

Sinceramente, com todo o respeito às equipes dos outros grupos. O nosso grupo é o mais competitivo da Liga B!

Tem algumas equipes que chegaram muito longe na temporada passada e que poderiam ser "cabeça de chave"; outras equipes vieram muito bem montadas para essa temporada também, ou seja, o nivelamento técnico do grupo está altíssimo.

Mas nosso time está acostumado até mesmo de outras competições de sempre termos jogos difíceis, de sempre batermos de frente com possíveis finalista e as vezes prováveis campeões, então estamos acostumados e ansioso para jogarmos contra os times fortes desse grupo e dessa competição em geral!

 

Diogo Aquino: Você acha que se classificar em um grupo desses pode ser uma vantagem pelo ritmo que a equipe estará acostumada a enfrentar?

Deividson Aloisio: Com certeza! Várias equipes fortes significam vários jogos fortes, e sabemos que ninguém quer deixar a competição mais cedo.

Então chegaremos na próxima fase sabendo o que nos espera e sabendo o quanto cada um de nós teremos doar ao time em cada jogo e em cada treino, dentro e fora de quadra para avançarmos mais etapas.

 

Diogo Aquino: Ano passado vocês ficaram fora dos playoffs. Qual é a expectativa da equipe para esta temporada?

Deividson Aloisio: Esse ano queremos alcançar minimamente até as quartas de finais! Sabemos que temos potencial para isso.

Estamos confiantes no planejamento para esse ano e buscando melhorar em todos os aspectos do jogo para sermos o time mais competitivo que pudermos, e assim estarmos prontos para todos os embates.

 

Diogo Aquino: Deividson, muito obrigado. Me desculpe por tomar tanto seu tempo, mas eu adorei sua defesa e tinha que conversar com você.

Deividson Aloisio: Nós que agradecemos a oportunidade que vocês estão nos dando de expormos nosso trabalho e quem somos perante uma competição com tão grandes times e jogadores.

Obrigado!

 

Diogo Aquino: Nada, te desejo uma boa sorte na temporada e muito obrigado.

No último domingo o Strong TX estreou na temporada 2018 da Liga B da Liga Super Basketball, vencendo o Ilha Rhinos no Ginásio Zenny de Azevedo em Campo Grande.

Depois da partida eu pude bater um papo com um dos destaques da partida, o lateral Gabriel Batista que, chegou pra dar mais consistência a equipe, e parece não ter demorado pra se entrosar com os companheiros.

 

 

Diogo Aquino: Parabéns pela partida!
Gabriel Batista: Fala mano! Muito obrigado.


DA: Então foi a estreia de vcs, saiu como o esperado?
GB: Saiu sim, graças a Deus. Tava ansioso, tivemos muitos erros, mas vamos trabalhar isso nos treinos.

DA: Você era muito identificado com o The Brothers, como foi essa mudança?
GB: É uma mudança muito grande, apesar de conhecer alguns jogadores do Strong, no TBB eu jogava à anos com as mesmas pessoas: Daniel ,MIB, Erik, Vitor e etc...
Mas acho que foi uma mudança pra melhor.

DA: Legal! Mas na estréia já deu pra ver uma sintonia com o Luizão. Foram vários passes de ponta a ponta pra você bandejar. De onde vem o esse entrosamento?
GB: Luizão já conheço à anos, essa sintonia vem das peladas que jogávamos,  ligação direta como chamamos.

Nos treinos também conversamos muito sobre isso, passes longos , 1 e 2 que é o famoso dá a bola no pivô e passa pra receber.

Mas o time tá de parabéns, fizemos nosso dever de casa.

DA: Obviamente vocês são uma equipe em processo de montagem, e que chegam na competição sem ninguém apontá-los como favoritos. Qual é a real pretensão do Strong TX nesta temporada?
GB: Estávamos conversando isso ontem, sempre que eu entro em um time, eu penso em ser campeão, não importa o que as outras equipes vão dizer. Estamos bem estruturados pelos nosso líder de equipe, a pretensão do Strong TX é vencer cada jogo que vamos jogar. E lá na frente nós vamos encontrar o resultado que esperamos.
Entramos como elemento surpresa isso é bom.


DA: Gabriel desejo toda sorte na temporada, e espero bater papo com você mais vezes durante a temporada.
GB: Beleza pode contar, foi muito bom o papo.

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Neste domingo no Sport Club Mackenzie, o time do Mackenzie B enfrentou o Basket Maré pela primeira rodada da Liga B e no final, o time visitante venceu por 103-49.

A partida que marcava a estreia das equipes na Liga B 2018, começou mostrando que o time da Maré veio para essa temporada mais uma vez com um elenco forte e que deve brigar bastante para subir nesse ano.

Logo no início da partida, o time da Maré começou mostrando o porquê foi uma das equipes que mais chamou a atenção na temporada passada. O time conseguia fazer bem a transição ofensiva e explorava os espaços defensivos do Mackenzie com infiltrações laterais e jogadas no back door. Com o ataque funcionando, a defesa focava em conter os arremessos de média distância e jogadas no high post do adversário. O Mackenzie criou oportunidades na primeira etapa, mas não conseguia concluir perfeitamente e foi para o intervalo perdendo por 35-22.

Na segunda etapa, a organização e a boa seleção de arremessos mudou de lado. O time do Mackenzie conseguiu compactar melhor a sua defesa e já não deixava espaços suficientes para serem explorados pelo adversário. Depois de sofrer um grande revés no primeiro quarto (15-9), a equipe da casa conseguiu dar o troco e fechou o terceiro período por 17-8. Com o Mackenzie reagindo bem na partida e a equipe do Maré vendo os arremessos não caírem, era provável que a virada iria chegar a qualquer momento. Mas foi nessa altura, que as bolas de três da Maré caíram. Foram duas em sequência do Ector Aragão das quatro que ele fez na partida. Mesmo melhorando no ataque, o time da Maré continuava cometendo erros defensivos e acabou deixando o jogo interessante no final. As equipes trocaram pontos até o final, mas no fim, o time da Maré concluiu melhor os seus ataques e conseguiu terminar com uma boa vitória na categoria.

O grande destaque da equipe foi o Matheus Amorim com 22 pontos, 4 rebotes, 3 assistências e 5 roubos de bola.

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