com

No Sport Club Mackenzie, a equipe B da casa enfrentou o Comary e sofreu uma derrota por 61-48. A equipe de Teresópolis conseguiu imprimir um forte ritmo de jogo desde o começo da partida e o primeiro tempo (30-19) foi decisivo para a equipe serrana sair do Méier com uma ótima vitória. O destaque do jogo foi o inicius Barcelos com 30 pontos e 5 rebotes.

Veja alguns lances do jogo.

Published in Liga B

O Mackenzie B estreou na temporada no último dia 11 de março jogando em seus próprios domínios, e acabou derrotado pelo Basket Maré por 64 a 61. Apesar da derrota o time comandado pelo excelente técnico Felipe Alexandre, deixou claro que mais uma vez os meninos do Mackenzie novamente vão dar trabalho na Liga B.

E hoje o papo é com um dos destaques dessa equipe. Marcus Vinícius saiu da partida com 30pts, 19reb, 1ass, 1rou, pesar dos 8 desperdícios, totalizando 31 pontos de eficiência. Dadas essas credenciais, vamos ao que interessa:

 

 

Diogo Aquino: Marcus, queria que primeiro você pudesse se apresentar, pra quem não te conhece. Qual sua posição? Como começou no basquete? Quais suas características? O que mais gosta de fazer na quadra?

Marcus Vinicius: Então, meu nome é Marcos Vinícius, apelido MV, jogo nas posições 3 e 4, comecei no basquete bem tarde aos 16 anos, em um projeto da cufa onde depois encontrei o Mackenzie que me acolheu. E estou lá desde o sub 19, minhas principais características são a intensidade, velocidade e explosão. Me inspiro no Westbrook (risos), e o que mais gosto de fazer em quadra, são jogadas de contato como and 1 e enterradas.

 

Diogo Aquino: Eu pude bater um papo com o Felipe Alexandre sobre você, e ele tocou nesse fato de você ter começado tarde, e que ele tava tentando ajudar a amadurecer seu jogo. Entender melhor sistema de jogo, e a aplicação do seu jogo no ambiente coletivo. Como você vê esse processo de aprendizagem?

Marcus Vinicius: Então eu cheguei no Mackenzie realmente muito cru. Taticamente então fui me moldando com o tempo em relação a jogadas e ocupação de quadra num jogo 5 contra 5, vejo o Felipe como uma paizão, tanto no clube como em momentos pessoas e respeito em ambos...

Estou me adequando a jogar dentro do garrafão apesar de não ter um porte físico muito grande como os demais pivôs e alas pivôs. Felipe tem me ajudado a usar minha explosão e velocidade para tirar vantagem de jogadores mais pesados.

 

Diogo Aquino: Legal! Você falou que se inspira no Westbrook. Os números da sua esteia são muito altos, como os dele. Como é manter a intensidade o jogo todo, pra ter números tão altos?

Marcus Vinicius: Cansativo, eu estou treinando a parte aeróbica para conseguir ter mais resistência e manter o nível sem deixar cair muito com o cansaço, me alegrei pela estatística bem alta porém não me realiza uma pontuação dessa se meu time não saiu de lá com a vitória. Estou focando no próximo jogo, se for possível manter a pontuação para que possamos sair com a vitória.

 

IMG 20180317 WA0017

 

Diogo Aquino: Vocês são uma equipe muito jovem, jogando um campeonato adulto. Como você vê essa experiência?

Marcus Vinicius: É minha segunda experiência com o Mackenzie B. É uma equipe jovem, ano passado estava no time campeão pela Liga B, onde só tinha jogadores sub 20, que hoje está disputando a liga A como Maxx/Mackenzie, esse ano Felipe deixou cada um escolher onde ficaria, e eu preferi ficar na B pra ajudar os garotos do sub 19.

Somos um time mais novo que o do ano passado, com algumas exceções. Perdemos em experiência mais temos que tirar bom proveito da disposição física e da nossa juventude, assim como ano passado. Pretendo ser bicampeão pelo Mackenzie B!

 

Diogo Aquino: Cara muito obrigado pela atenção, e boa sorte na temporada.

Marcus Vinicius: Beleza mano, obrigado mesmo.

 

Diogo Aquino: Nada, sou eu quem agradece.

Marcus Vinicius: Irmão, sempre que precisar pode chamar aí.

Published in Liga B

IMG 8303

Neste domingo no Sport Club Mackenzie, o time do Mackenzie B enfrentou o Basket Maré pela primeira rodada da Liga B e no final, o time visitante venceu por 103-49.

A partida que marcava a estreia das equipes na Liga B 2018, começou mostrando que o time da Maré veio para essa temporada mais uma vez com um elenco forte e que deve brigar bastante para subir nesse ano.

Logo no início da partida, o time da Maré começou mostrando o porquê foi uma das equipes que mais chamou a atenção na temporada passada. O time conseguia fazer bem a transição ofensiva e explorava os espaços defensivos do Mackenzie com infiltrações laterais e jogadas no back door. Com o ataque funcionando, a defesa focava em conter os arremessos de média distância e jogadas no high post do adversário. O Mackenzie criou oportunidades na primeira etapa, mas não conseguia concluir perfeitamente e foi para o intervalo perdendo por 35-22.

Na segunda etapa, a organização e a boa seleção de arremessos mudou de lado. O time do Mackenzie conseguiu compactar melhor a sua defesa e já não deixava espaços suficientes para serem explorados pelo adversário. Depois de sofrer um grande revés no primeiro quarto (15-9), a equipe da casa conseguiu dar o troco e fechou o terceiro período por 17-8. Com o Mackenzie reagindo bem na partida e a equipe do Maré vendo os arremessos não caírem, era provável que a virada iria chegar a qualquer momento. Mas foi nessa altura, que as bolas de três da Maré caíram. Foram duas em sequência do Ector Aragão das quatro que ele fez na partida. Mesmo melhorando no ataque, o time da Maré continuava cometendo erros defensivos e acabou deixando o jogo interessante no final. As equipes trocaram pontos até o final, mas no fim, o time da Maré concluiu melhor os seus ataques e conseguiu terminar com uma boa vitória na categoria.

O grande destaque da equipe foi o Matheus Amorim com 22 pontos, 4 rebotes, 3 assistências e 5 roubos de bola.

Published in Liga B
Terça, 12 Dezembro 2017 14:26

O que eu aprendi com o Mackenzie B

Antes de mais nada, esse é um texto com a minha opinião pessoal sobre essa equipe.

Intensidade! Amadurecimento! Conjunto!

São as três palavras que descrevem facilmente a equipe do Mackenzie B.

Jogar uma Liga B que possui muitos times bons e experientes, pode ser a fórmula ideal para um elenco jovem ter grandes dificuldades. Sim, essa seria a leitura correta para um time que não possui o comando do Felipe Alexandre.

É difícil não começar o texto sobre o Mackenzie B, sem citar o Felipe Alexandre. Treinador que é passional e com um QI de basquete absurdo. Colocou o seu pensamento do que é basquete, na cabeça dos seus jogadores como se fosse feita uma lavagem cerebral em cada um dos seus comandados.

A primeira palavra que citei que descreveria o time, vem justamente dele. A intensidade que o Felipe mostra em todas as partidas comandando a equipe, foi correspondida pelos os jogadores. O time parecia que não cansava nas partidas e todo jogo era jogado como se fosse uma final.

Essa intensidade, foi determinante em algumas partidas. Com o passar dos jogos, os adversários viam que todo jogo contra o Mackenzie, seria uma guerra em quadra. Pois o Felipe pilhava tanto os seus jogadores, que se a outra equipe não entrasse com 200% de foco, a derrota era iminente.

Além da intensidade, outro ponto que me chamou a atenção, foi o amadurecimento dos jogadores. João Vitor parecia um jogador experiente, quando pegava rebotes importantes e mostrava frieza após acertar arremessos do perímetro importantes. Matheus Lage tem um footwork e noção de espaço, que poucos jogadores tem com a idade dele e o que dizer do Guilherme e Marley? Jogadores playmakers e que conseguiam liderar bem o Mackenzie em quadra e possuíam uma boa leitura de jogo.

A maior prova de amadurecimento, era nos momentos que o time estava atrás no placar. A equipe entendia o que era preciso fazer para reverter o placar e conseguia manter o foco no objetivo.

Eu citei alguns jogadores acima como exemplo, mas é injusto falar só de alguns. O conjunto do Mackenzie foi algo espetacular nessa temporada. Um time que foi a cara do Felipe, que correspondia taticamente e muito unido.

No fim, não foi o jogador “X” que foi fundamental para o acesso e título da Liga B e sim a união desses jogadores.

O Mackenzie B me ensinou que jogadores aplicados taticamente, elenco homogêneo, treinador intenso e com ótima leitura de jogo, foi a fórmula de sucesso do time esse ano.

Antes de terminar esse texto, deixo um recado para as equipes do Campeonato Estadual Amador: abram o olho, o time de garotos joga feito homens.

Published in Liga B

Neste domingo teremos um dia cheio de finais no Sport Club Mackenzie e três partidas vão ser transmitidas pelo Facebook e pelo Youtube.

Abaixo vou te falar um pouco sobre cada equipe e em quem você deve ficar de olho.

MACKENZIE B VS FBMRJ

24899686 1588851371137575 2277261845552745935 n

O time do Mackenzie, é um dos times mais consistentes desde o inicio do campeonato. Fizeram uma ótima temporada regular e cresceram cada vez ao longo da competição. É um time jovem e extremamente aplicado. Costuma fazer bem o jogo de transição e a dobra na marcação, a pedido do ótimo treinador Felipe Alexandre.

Pelo lado do FBMRJ, a equipe também fez uma boa temporada regular. Mas veio mostrando a sua qualidade nessa reta final. Mesmo perdendo o seu melhor jogador (Rafael Pougy), a equipe mostrou que tem armas ofensivas suficientes para chegar forte nessa final. Time que usa bem o 4 aberto e uma rotação ofensiva intensa.

Fique de olho:

João Vitor (Mackenzie) – Jovem jogador que ajuda bastante o Matheus “Foca” Lage dentro do garrafão. Possui ótimo timing para rebotes, usa bem o footwork para superar os seus adversários.

Diego Santana (FBMRJ) – Jogador que possui média de duplo-duplo (23 pontos e 16 rebotes) e vem sendo importantíssimo após a saída do Pougy. Consegue ser muito útil nos dois lados da quadra e ainda pode pontuar no perímetro.

MUNICIPAL VS IMPACTO

 

O time comandado pelo Gabriel Dutra vem alcançando grandes feitos nesse campeonato. Após fazer uma temporada regular bem conturbada, o time de “meninas” vem derrotando equipes como mulheres maduras. Depois que venceu a fortíssima equipe do NBR, o time chegou na final em outro patamar. Equipe que desempenha bem o jogo coletivo.

A equipe do Impacto mostra desde o início do campeonato o porquê de ser uma das melhores equipes desse ano. Time muito bem encaixado e que consegue manter um bom ritmo de jogo do início ao fim. Jogadoras experientes e que assumem bem o papel de decisão quando o time precisa.

Fique de olho:

Débora Reis (Municipal) – Fez jogos inconstantes na temporada regular, mas vem sendo decisiva nos playoffs e nessa final. Ótima center, com passagem por seleção brasileira e que é dominante no garrafão. Faz bem o box out, pega importantes rebotes e dá lindos tocos.

Taliciane do Nascimento (Impacto) – Armadora talentosa e rápida. Fundamental para que o time do Impacto tenha sucesso no seu ritmo de jogo. Dá bons passes e é importante nas infiltrações laterais. Dita a velocidade do ataque e vem sendo a jogadora mais sóbria em quadra.

KOBRAS VS MUNICIPAL

24910008 944708285684948 4092812575471692172 n

Os atuais campeões tiveram um ano conturbado. Com mudanças no elenco e com a saída do Renan Pimentel (ex-treinador) no meio da temporada. A equipe mostra que mesmo com esses problemas, é uma ótima equipe e tem valores individuais que poucos times possuem. Joga muito bem com o 4 aberto e pontua muito bem quando os seus jogadores buscam os layups.

A equipe da tijucana é uma das equipes mais organizadas nesse campeonato. Mesmo com a perda do Rogger na última partida, o time tem outras armas ofensivas que podem pontuar. Time que faz muito bem a marcação no 1-1 e que é inteligente nas escolhas das jogadas.

Fique de olho:

Vinicius Franciscone (Kobras) – O MVP na temporada passada, cresceu muito de produção nos últimos jogos e foi determinante para a vitória do time no último domingo. Jogador que marca bem no perímetro, faz bem a transição defesa-ataque e usa bem o Eurostep para buscar um bom layup.

Daniel Batista (Municipal) – Jogador fundamental para a construção de pontos da equipe desde o início da temporada. Consegue assumir bem o papel de playmaker e scorer do time. Jogador que possui um bom Qi de basquete e que deve ser a principal arma ofensiva da equipe comandada pelo Gabriel Dutra.

Published in Estadual
Top