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Na segunda partida do domingo no Sport Club Mackenzie, a equipe do Queimados Warriors enfrentou o Drink Team. A partida marcou a estréia do armador Augusto Pablo pelo o time da baixada fluminense e com ele fazendo 11 pontos, o time do Queimados venceu por 64-53. Mas o grande cestinha do time foi o Tiago Paulino, ele fez 17 pontos.

Veja alguns lances e a entrevista com o Augusto.

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No final de semana, eu conversei com o Pedro Guido que hoje atua no time São Gonçalo e ele falou porque saiu do bicampeão Kobras e do projeto de São Gonçalo.

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Em uma partida que era muito esperada na Liga B, o São Gonçalo enfrentou o Anchieta Fears e conseguiu uma ótima vitória por 72-63. O time de São Gonçalo mostrou uma boa rotatividade do banco de reservas e com a sua segunda unidade pontuando mais (32-13), a equipe conseguiu controlar a partida e impediu qualquer tipo de reação do Anchieta.

No final, conversamos com o Felippe Rodrigues (15 pontos e 5 rebotes) que foi um dos destaques da equipe ao lado do Pedro Guido (18 pontos).

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Em um jogo muito disputado até o final, o Atlântico faz 14-6 no último período e consegue uma ótima vitória sobre o Belford Underdogs por 57-46. O destaque da partida ficou para o Wellinton, que terminou o jogo com 13 pontos, 7 rebotes e 3 roubos de bola. No final, conversamos com o Wellinton.

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A equipe do Rapper Basketball perdeu para o Anchieta B por 57-48 pelo grupo D. Os destaques da partida foram o Fernando e Flávio Marins, que combinaram para 34 pontos, 13 rebotes e 3 assistências.

No final, o Flávio falou um pouco sobre o que ele espera da equipe nessa temporada.

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A equipe do Anchieta Fears B estreou na Liga B com uma vitória sobre o Rappers por 57-48 pelo grupo D. O destaque da partida foi o Cristiano Costa, que terminou o jogo com 13 pontos, 11 rebotes e 2 assistências.

No final, o Cristiano falou um pouco sobre o que ele espera da equipe nessa temporada e deu o seu palpite de qual equipe de Anchieta vai ser melhor nesse ano.

Terça, 27 Março 2018 14:18

Anchieta B vence Rappers

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Anchieta Fears B e Rappers Basketball estrearam na Liga B em bom jogo no último domingo (25/03).

As equipes, que basicamente mantiveram seus elencos com relação a temporada passada, fazem parte do grupo de D da Liga B, divisão de acesso ao Estadual Amador.

O jogo começou com amplo domínio do Anchieta Fears que logo mostrou sua força ofensiva vinda da velocidade do armador Glauber e dos alas Marcelinho e Cris Costa. O trio combinou para 16 dos 19 pontos da equipe no primeiro quarto, contra apenas 7 da equipe de Belford Roxo.

O Rappers que havia surpreendido com a manutenção de seu melhor pontuador no banco, o ala Fernando Marins, durante quase todo o primeiro quarto, reagiu no segundo quarto com a entrada da fera, que converteu nada menos que 12 pontos de 12 tentados, e com isso colocou os Rappers de Bel, bem próximo do placar. O Anchieta assimilou o golpe e o placar terminou com apenas 2 pontos de vantagem para a equipe do subúrbio carioca.

Na segunda metade da partida o jogo que prometia muita emoção com a aproximação do Rappers no placar, esfriou. O trio que conduzia a pontuação do Anchieta ganhou mais um integrante, o ala Danilo, que fazia sua primeira partida pela equipe, foi autor de 9 de seus 12 pontos apenas no segundo tempo, o que ajudou na ampliação da diferença do placar, mesmo com a boa atuação de Fernando Marins, que lutou muito nas duas áreas pintadas da quadra. Fernando terminou o jogo com 24 pts, 9 rebs e 2 ass, mostrando que é um dos grandes pontuadores da Liga B.

Por parte do Anchieta os números dos destaques ficaram assim: Cris Costa (13 pts, 11 rebs e 2 ass), Marcelinho (12 pts, 5 rebs e 5 ass), Glauber (9 pts, 2 rebs e 5 ass) e Danilo (12 pts e 8 rebs).

Segunda, 26 Março 2018 17:31

Na prorrogação, Mad Lions vence!

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No agitado domingo de jogos na Vila Olímpica de Mesquita, Mad Lions e Santa Cruz Black Panthers abriram a rodada da Liga B, em um jogo sem qualquer sinal de sonolência típica de um domingo de manhã.

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Com muita intensidade por parte das equipes, a partida teve um primeiro quarto barulhento, originado pela veemente vibração dos sucessos defensivos e ofensivos do Santa Cruz Black Panthers. Liderados pelo experiente Cristiano Assis, a equipe da Zona Oeste venceu o primeiro quarto por 19 a 10 e assustou o Mad Lions.

No segundo quarto, o Mad Lions copiou a intensidade e vibração defensiva do Santa Cruz e reagiu, vencendo por 17 a 9, reduzindo a diferença para apenas 1 ponto ao fim do primeiro tempo. O placar do quarto terminou 28 a 27.

O Capitão do Mad Lions, Bruno Lucas, foi o destaque do terceiro quarto com 7 pts em 7 minutos jogados. Apesar do baixo aproveitamento nas bolas de 3 pontos, nesse quarto, Bruno foi muito bem nos arremessos de média distância e seus companheiros de garrafão Elielson(13 rebs) e Carlos Guilherme(10 rebs) neutralizaram as ações do Cristiano e do veloz armador do Santa Cruz, Luiz Fernando. O quarto terminou 15 a 7 para o Mad Lions, que a essa altura liderava o placar por 7 pontos.

Na parte final do jogo, o bom e veloz controle de bola de Luiz Fernando conseguiu superar a fechada defesa do Mad Lions, algo que parecia difícil. O armador converteu 7 importantes pontos para equipe, a mesma quantidade de pontos do garoto Drault, que surgiu como uma impressionante atuação no que foi a parte mais importante do jogo para os Panteras da Zona Oeste. Drault, apesar dos 19 anos, foi decisivo para a reação final da equipe, sendo muito corajoso na busca pela cesta nos minutos finais da partida. Com os 14 pontos combinados de Luiz e Drault, o Santa Cruz venceu o quarto por 15 a 8 e empatou o jogo em 50 a 50 no fim, levando a partida para o período extra.

No overtime, a emoção e vibração que foi exaltada nos 40 minutos anteriores, simplesmente se esvaiu. O Mad Lions liderou e abriu vantagem desde o início, dessa vez com o ala Guilherme Amaral, autor de 7 pontos na prorrogação e 14 no total, sendo o cestinha da partida ao lado de Luiz Fernando. No final, os Leões venceram por 64 a 55 e garantiram a primeira vitória da equipe no grupo B da Liga B.

O Mackenzie B estreou na temporada no último dia 11 de março jogando em seus próprios domínios, e acabou derrotado pelo Basket Maré por 64 a 61. Apesar da derrota o time comandado pelo excelente técnico Felipe Alexandre, deixou claro que mais uma vez os meninos do Mackenzie novamente vão dar trabalho na Liga B.

E hoje o papo é com um dos destaques dessa equipe. Marcus Vinícius saiu da partida com 30pts, 19reb, 1ass, 1rou, pesar dos 8 desperdícios, totalizando 31 pontos de eficiência. Dadas essas credenciais, vamos ao que interessa:

 

 

Diogo Aquino: Marcus, queria que primeiro você pudesse se apresentar, pra quem não te conhece. Qual sua posição? Como começou no basquete? Quais suas características? O que mais gosta de fazer na quadra?

Marcus Vinicius: Então, meu nome é Marcos Vinícius, apelido MV, jogo nas posições 3 e 4, comecei no basquete bem tarde aos 16 anos, em um projeto da cufa onde depois encontrei o Mackenzie que me acolheu. E estou lá desde o sub 19, minhas principais características são a intensidade, velocidade e explosão. Me inspiro no Westbrook (risos), e o que mais gosto de fazer em quadra, são jogadas de contato como and 1 e enterradas.

 

Diogo Aquino: Eu pude bater um papo com o Felipe Alexandre sobre você, e ele tocou nesse fato de você ter começado tarde, e que ele tava tentando ajudar a amadurecer seu jogo. Entender melhor sistema de jogo, e a aplicação do seu jogo no ambiente coletivo. Como você vê esse processo de aprendizagem?

Marcus Vinicius: Então eu cheguei no Mackenzie realmente muito cru. Taticamente então fui me moldando com o tempo em relação a jogadas e ocupação de quadra num jogo 5 contra 5, vejo o Felipe como uma paizão, tanto no clube como em momentos pessoas e respeito em ambos...

Estou me adequando a jogar dentro do garrafão apesar de não ter um porte físico muito grande como os demais pivôs e alas pivôs. Felipe tem me ajudado a usar minha explosão e velocidade para tirar vantagem de jogadores mais pesados.

 

Diogo Aquino: Legal! Você falou que se inspira no Westbrook. Os números da sua esteia são muito altos, como os dele. Como é manter a intensidade o jogo todo, pra ter números tão altos?

Marcus Vinicius: Cansativo, eu estou treinando a parte aeróbica para conseguir ter mais resistência e manter o nível sem deixar cair muito com o cansaço, me alegrei pela estatística bem alta porém não me realiza uma pontuação dessa se meu time não saiu de lá com a vitória. Estou focando no próximo jogo, se for possível manter a pontuação para que possamos sair com a vitória.

 

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Diogo Aquino: Vocês são uma equipe muito jovem, jogando um campeonato adulto. Como você vê essa experiência?

Marcus Vinicius: É minha segunda experiência com o Mackenzie B. É uma equipe jovem, ano passado estava no time campeão pela Liga B, onde só tinha jogadores sub 20, que hoje está disputando a liga A como Maxx/Mackenzie, esse ano Felipe deixou cada um escolher onde ficaria, e eu preferi ficar na B pra ajudar os garotos do sub 19.

Somos um time mais novo que o do ano passado, com algumas exceções. Perdemos em experiência mais temos que tirar bom proveito da disposição física e da nossa juventude, assim como ano passado. Pretendo ser bicampeão pelo Mackenzie B!

 

Diogo Aquino: Cara muito obrigado pela atenção, e boa sorte na temporada.

Marcus Vinicius: Beleza mano, obrigado mesmo.

 

Diogo Aquino: Nada, sou eu quem agradece.

Marcus Vinicius: Irmão, sempre que precisar pode chamar aí.

No último domingo pudemos ver a estreia da Rural Basquete, no Complexo Esportivo Miécimo da Silva. E a equipe comandada pelo técnico Deividson Aloisio conseguiu uma brilhante vitória, imprimindo uma fortíssima defesa contra o União Basket Nova Friburgo. E para entender mais sobre essa defesa e as expectativas da equipe pra temporada eu bati um papo com o homem:

 

 

Diogo Aquino: Então eu fiquei bastante impressionado com a defesa de vocês no domingo. Em especial com os pivôs que protegem muito bem o aro. Vai ser uma marca da equipe?

Deividson Aloisio: Primeiramente, muito obrigado!

Então, buscamos uma defesa bastante forte para essa temporada e felizmente contamos com pivôs experientes.

Thiagão ano passado já havia saído com mais de 20 rebotes em algumas partidas, Richard depois que retomou o ritmo de treino voltou a desempenhar o seu papel com muita eficiência, e o Vitor(Smile) já joga há anos e nunca teve medo de fazer o "trabalho sujo" também.

Então sim, buscaremos sempre um garrafão bastante pesado!

 

Diogo Aquino: Foi uma partida bastante dura, vocês estavam atrás e conseguiram virar o placar. Como vc viu essa estreia?

Deividson Aloisio: Foi sim!

Ainda mais que foi contra um dos times favoritos a subirem para a Liga A e que haviam nos vencido com muita folga temporada passada.

Eu particularmente vi como um amadurecimento do time!

Soubemos usar a inteligência e controlar as emoções pelo fato de estarmos atrás no placar.

Sabíamos que não seria uma partida fácil então entramos focados em defender muito bem, e aproveitarmos as características individuais nas horas certas no ataque.

Todos tiveram suas boas chances de fazerem o jogo coletivo porém com o seu jeito de jogar, tanto que isso se refletiu na distribuição de pontos do time.

 

Diogo Aquino: O schuenck é um grande pontuador, e vcs consiguiram simplesmente para-lo. Era um ponto principal da sua estratégia?

Deividson Aloisio: Não exatamente.

Sabíamos sim que o Gustavo é um ótimo jogador, muito técnico nos arremessos e controle de bola, porém sabíamos também que o time do Friburgo não se resumia a ele.

Tinha o Iago que é um ótimo chutador de 3, Taynan, que acabou sendo o cestinha da sua equipe.

Então não focamos num só jogador, focamos em ocupar todo os espaços da quadra, em pressionar o ataque deles com uma defesa mais agressiva forçando eles ao erro, ou ao menos que não se sentissem confortáveis em nenhum momento para finalizar, fosse chutando ou atacando a cesta diretamente.

 

Diogo Aquino: Vila Kings, Salgueiro, Basket Maré, Mackenzie B, Mad Lions, União Nova Friburgo, Santa Cruz e Comary. Como você avalia o grupo B?

Deividson Aloisio: Uma pergunta muito boa mesmo! (Risos)

Sinceramente, com todo o respeito às equipes dos outros grupos. O nosso grupo é o mais competitivo da Liga B!

Tem algumas equipes que chegaram muito longe na temporada passada e que poderiam ser "cabeça de chave"; outras equipes vieram muito bem montadas para essa temporada também, ou seja, o nivelamento técnico do grupo está altíssimo.

Mas nosso time está acostumado até mesmo de outras competições de sempre termos jogos difíceis, de sempre batermos de frente com possíveis finalista e as vezes prováveis campeões, então estamos acostumados e ansioso para jogarmos contra os times fortes desse grupo e dessa competição em geral!

 

Diogo Aquino: Você acha que se classificar em um grupo desses pode ser uma vantagem pelo ritmo que a equipe estará acostumada a enfrentar?

Deividson Aloisio: Com certeza! Várias equipes fortes significam vários jogos fortes, e sabemos que ninguém quer deixar a competição mais cedo.

Então chegaremos na próxima fase sabendo o que nos espera e sabendo o quanto cada um de nós teremos doar ao time em cada jogo e em cada treino, dentro e fora de quadra para avançarmos mais etapas.

 

Diogo Aquino: Ano passado vocês ficaram fora dos playoffs. Qual é a expectativa da equipe para esta temporada?

Deividson Aloisio: Esse ano queremos alcançar minimamente até as quartas de finais! Sabemos que temos potencial para isso.

Estamos confiantes no planejamento para esse ano e buscando melhorar em todos os aspectos do jogo para sermos o time mais competitivo que pudermos, e assim estarmos prontos para todos os embates.

 

Diogo Aquino: Deividson, muito obrigado. Me desculpe por tomar tanto seu tempo, mas eu adorei sua defesa e tinha que conversar com você.

Deividson Aloisio: Nós que agradecemos a oportunidade que vocês estão nos dando de expormos nosso trabalho e quem somos perante uma competição com tão grandes times e jogadores.

Obrigado!

 

Diogo Aquino: Nada, te desejo uma boa sorte na temporada e muito obrigado.

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