Neste domingo dia 18 de março, a Liga Super Basketball pode “invadir” a até então desativada Arena da juventude e dar destinação social e esportiva a mais um legado olímpico. Foram 10 jogos em duas quadras e as estrelas da LSB puderam desfrutar de uma estrutura que flerta com as melhores do basketball mundial.

Talvez o jogo mais aguardado do dia aconteceu entre Bad Angels e Meriti Falcons que realizaram a final da Copa Baixada. Partida que teve transmissão ao vivo pelo youtube e pelo Facebook da LSB.


Bad Angels x meriti falcons

 

O Jogo:

 

A partida começou com  extremo equilíbrio. Representando muito bem o basquete de Nova Iguaçu o Bad Angels baseou seu jogo nas jogadas de Augusto Pablo, que como sempre conseguia desarmar a defesa adversária com seus cortes e extrema velocidade.

Já o Meriti Falcons apresentava um basquete mais solidário dividindo bem a bola e caprichando no passe, característica que favoreceu o aparecimento do Patrick, que Imediatamente assumiu um protagonismo na equipe de São João.

No segundo quarto este jogo solidário, que permitia não só ao Patrick, mas também ao Blob e outros atletas do Meriti Falcons selecionar arremessos equilibrados, se juntou ao fato de Marcelo Magal, peça primordial do Bad Angels, ficar esquecido no fundo do banco proporcionaram um baile, dos Falcons que virou o marcador, indo para o intervalo com o placar apontando Falcons 33 x 27 Bad Angels.

Na volta do intervalo, Wallace Pacífico, Augusto Pablo, Alvinho e Magal, subiram o nível de intensidade. O Time de Nova Iguaçu retornou a origem do seu jogo, abusando das jogadas de contato, e se aproveitando do melhor porte físico para produzir jogadas de cesta e falta em profusão, promovendo uma corrida avassaladora, que culminou numa virada no placar, permitindo que o Bad Angels pudesse chegar ao último quarto com uma pequena vantagem 50 x 47.

Na etapa final, coube ao Alvinho roubar a cena foram nada menos que 13 pontos de Alvinho, todos dentro dos três minutos finais do jogo, o que jogou por terra qualquer chance de reação da equipe do Meriti Falcons, garantindo o título para a tradicional equipe de Nova Iguaçu.

 

Destaques:

Magal (Bad Angels): 14pts, 10reb, 2ass, 1rou e 23ef;

Alvinho (Bad Angels): 20pts, 5reb, 2ass, 2rou e 13ef;

Augusto Pablo (Bad Angels): 14pts, 3reb, 5ass , 4rou e 10ef;

Patrick (Meriti Falcons): 18pts, 7reb, 6ass, 4rou e 26ef;

Blob (Meriti Falcons): 11pts, 19reb, 4ass, 5rou, 1toc e 23ef.

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No domingo o Bad Angels enfrentou o Atlântico pelas quartas de final da Copa Baixada em Queimados e conseguiu uma boa vitória por 77-45. O Bad Angels enfrenta o The Brothers na semifinal.

Nessa partida, o Bad Angels entrou como favorito. Pois tinha muitas qualidades individuais e jogadores que poderiam decidir uma partida a qualquer momento. O Atlântico teria que se superar e nos mostrar uma defesa que poderia conter as jogadas do perímetro e as infiltrações laterais.

Mas isso não aconteceu. A partida começou muito disputada, com as duas equipes se estudando bastante em quadra e buscando selecionar bem os seus arremessos. Porém, isso não durou por muito tempo.

Rapidamente, o time do Bad Angels mostrou as qualidades individuais e vimos belos arremessos do perímetro do Jonathan “Bolinho” e ótimos lances do Anderson Luis. O time do Atlântico não conseguia parar os arremessos do mid-range e os layups da equipe adversária. O Bad Angels aproveitava bem a não compactação defensiva do Atlântico e prontamente abriu uma ótima diferença no placar.

A equipe do Bad Angels não perdeu nenhum quarto, conseguindo vencer o terceiro quarto por uma diferença de 20 pontos (31-11), isso minou o seu adversário. A partir daí o time não foi alcançado e assegurou a vitória.

O cestinha da partida foi o Anderson Luis com 16 pontos.

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Neste domingo acontece as quartas de final da Copa Baixada 2017-18 em Queimados e vou mostrar como deve ser cada confronto e os destaques da equipe.

Nessa matéria eu vou falar sobre o confronto Bad Angels e Atlântico.

BAD ANGELS VS ATLÂNTICO

O Bad Angels tem um recorde 4-1 na Copa Baixada e vai entrar em quadra querendo mostrar que é um dos times que brigam fortemente pelo título.

A equipe do Bad Angels tem um ótimo trabalho no perímetro e possui dois jogadores que estão sendo o grande diferencial dessa equipe: André Augusto e Augusto Pablo. O time consegue usar bem as qualidades individuais dos dois atletas e envolver também os seus companheiros para que o time pontue bastante. Ressalto bastante o trabalho do Augusto Pablo, por ter um grande instinto de scorer e nos proporcionar belos crossovers. O time consegue pontuar bem nos layups e arremessos do mid-range.

Por sinal, os destaques da equipe são o André Augusto (16.5 pontos, 9.5 rebotes e 3.2 assistências) e o Augusto Pablo (22.7 pontos, 5 rebotes e 4.7 assistências).

Pelo lado do Atlântico, o time possui um recorde 3-2 no campeonato e entra em quadra querendo derrotar um dos times fortes dessa competição e mostrar que é um time com grandes qualidades.

A equipe não fez um campeonato consistente, mas já nos mostrou que consegue distribuir bem a pontuação entre os jogadores em quadra. Pode não ser um time cheio de jogadores habilidosos, mas definitivamente eles dão tudo de si em quadra. O time consegue render bem quando impõe o seu ritmo e a pontuação parte principalmente de layups e jogadas no high post.

O destaque da equipe é o Welinton Magrão que possui médias de 9.2 pontos e 3 rebotes e 1.5 assistências.

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Quarta, 24 Janeiro 2018 22:33

Olhar do Jogo - Augusto Pablo

A Liga Super Basketball começa hoje a nova série de textos chamado Olhar do Jogo. Nessa série, vamos conversar com atletas ou técnicos que se destacaram na temporada passada ou participaram de times que chamaram a atenção.

Nesse primeiro texto, vamos conversar com o armador Augusto Pablo do Bad Angels.

O jogador foi um dos melhores armadores do Campeonato Estadual da temporada passada e participou da boa campanha do Bad Angels da temporada passada.

A equipe chegou aos playoffs com um rótulo de surpresa, pelo o desempenho que tinha feito na temporada regular. Porém, com o comando do Pablo, a equipe quase eliminou a forte equipe da UVA Tijuca e nos proporcionou uma bela série.

Além de ser o destaque do time, Pablo foi selecionado para a seleção da LSB que participaria da Copa Sudeste, também esteve presente no Top 10 do campeonato e entrou no segundo time ideal do Estadual.

Nada mais justo, para um jogador que teve médias de 20.9 pontos, 2.7 rebotes e 3.8 assistências em 10 jogos.

Pablo pode falar conosco sobre como foi a temporada passada na sua visão e o que ele espera dessa nova temporada.

Confira a entrevista.

Liga Super Basketball - Antes da temporada passada começar, você imaginava que vocês chegariam tão longe?

Pablo - Na verdade pelo ótimo elenco que tínhamos no papel, achei que avançaríamos muito mais.

Mas com os desfalques de alguns, a ausência de muitos nos jogos e a falta de treinos, fomos eliminados na primeira fase.

LSB - Você imaginava que se destacaria tanto assim?

Pablo - A gente tinha uma vaga ideia de como seria a temporada. Na penúltima eu quase não joguei. Porém nessa temporada, deu para eu jogar quase todos os jogos e graças a Deus fazer uma boa temporada. Espero que nessa nova temporada se repita (rs).

LSB - Quando a temporada passada começou, como vocês avaliavam a equipe em comparação com as outras?

Pablo - Falo por mim, eu avaliei minha equipe como uma das melhores, individualmente falando. Porém, a liga mudou e hoje o jogo coletivo supera isso. A nossa falta de treino, foi crucial nesse ponto.

LSB - Quando chegou nos playoffs, o que você achou que faltou para a sua equipe avançar sobre a UVA?

Pablo - Organização. Nossa equipe tem muitos altos e baixos. Com um pouco mais de organização, conseguiríamos ficar mais nivelados.

LSB - A nova temporada ainda não começou, mas qual a sua expectativa para esse ano?

Pablo - Sempre tem aquele dito popular, "ano novo, vida nova".

E a expectativa que fica, é que este seja melhor que o anterior. Avaliando os erros para não os cometer mais uma vez e visando que as coisas boas continuem acontecendo.

LSB - Podemos esperar que o Bad Angels chegue mais longe esse ano e podemos ver você se destacando tanto quanto o ano passado?

Pablo - Essa é nossa meta. Ir além daquilo que já alcançamos. Não estamos contentes com essa última temporada e faremos o máximo para quem sabe chegar ao título.

Sobre o meu desempenho, é só consequência. Se eu tiver que fazer 1 ponto, e o time sair vitorioso, assim será.

LSB 16 07 2017 365

Se o Pablo irá brilhar mais uma vez, não sabemos. Mas definitivamente, ele e o time do Bad Angels merecem a sua atenção.

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No domingo (21/01), o Anchieta Fears enfrentou o Bad Angels no Esporte Clube Anchieta pela rodada da Copa Baixada. No final, o time visitante venceu por 91-64.

A partida que contava com a boa equipe da casa que enfrentaria o Bad Angels, que possui um dos melhores armadores (Pablo Nunes) da temporada passada em seu elenco, tinha tudo para ser movimentada.

Porém, desde o ínicio vimos que o Pablo seria o grande diferencial dessa partida. Mesmo não usando os crossovers que chamaram tanta a atenção na temporada passada e que atormentou as defesas adversárias, ele mostrou mais uma vez a qualidade de criar espaços para o seu arremesso e dos seus companheiros.

O Bad Angels conseguiu impor o seu estilo de jogo desde o começo e por mais que o Fears tentasse reagir com boas jogadas do trio Nicolas Paganotto (13 pontos), Jeferson Bemvindo (12 pontos e 10 rebotes) e Cris Costa (13 pontos e 4 rebotes), parecia improvável que alguém conseguisse parar o Pablo ou até mesmo, compactar de forma efetiva a defesa.

Com o time da casa não conseguindo conter o desempenho ofensivo do Bad Angels, rapidamente vimos os jogadores como o Alvaro Augusto (12 pontos e 7 rebotes) e Bruno Santos (15 pontos e 11 rebotes), pontuarem.

Mas quando eles não pontuavam, era o momento do Pablo aparecer. O Pablo foi tão dominante, que terminou a partida com impressionantes 38 pontos, 3 rebotes e 3 assistências.

A sua eficiência foi de 34, isso mostra como ele estava “on fire” na partida.

O Anchieta não teve muitas chances de reação e acabou perdendo todos os quartos da partida e sofrendo uma dolorida derrota dentro de casa.

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No domingo (07/01), tivemos os primeiros jogos da Copa Baixada do ano e temos alguns destaques para você que perdeu os jogos que aconteceram no Colégio Metodista em Queimados.

Bad Angels 58 vs 62 Queimados

As duas equipes terminaram o ano passado com vitória e entraram em quadra para ver quem começaria com o pé direito no ano. Quem se saiu o melhor, foi o time da casa.

A equipe de Queimados só perdeu o segundo quarto e teve como destaque o Gabriel Silva. O armador terminou o jogo com 30 pontos e 3 rebotes.

Pelo lado do Bad Angels, o destaque foi o Augusto Pablo 18 pontos, 7 rebotes e 4 assistências

BMC 63 vs 69 VQN

No confronto entre duas equipes que vivem o oposto na competição, o roteiro do ano passado segue intacto. O VQN conquistou mais uma boa vitória na Copa e o BMC segue sem vitória na competição.

O grande destaque da vitória do VQN foi o Wesley da Silva com 21 pontos, 10 rebotes e 3 assistências.

Pelo lado do BMC, o destaque foi o Matheus Rogério com 18 pontos, 3 rebotes e 2 assistências.

Atlântico 48 vs 44 Rappers

Em um jogo muito disputado, o Atlântico conseguiu uma vitória apertada sobre o Rappers. Em quartos apertados até o fim, o time do Atlântico conseguiu segurar a vitória mesmo perdendo o último quarto.

O grande destaque da vitória do Atlântico foi o Wellinton de Oliveira com 8 pontos e 3 rebotes.

Pelo lado do Rappers o destaque foi o Fernando Costa com 14 pontos e 4 rebotes.

Strong TX 40 vs 88 Meriti Falcons

Meriti que tinha estreado na Copa Baixada com derrota para o The Brothers, o time se recuperou muito bem logo no início do ano. A equipe fez o primeiro e o último quarto muito dominante e conquistou uma ótima vitória.

O grande destaque da vitória foi o João Bosco com 15 pontos, 10 rebotes e com 23 de eficiência.

Pelo lado do Strong TX, o destaque foi o Jefferson Oliveira com 17 pontos e 4 rebotes.

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No domingo (17/12), o BMC Airballs enfrentou o Bad Angels no Esporte Club Anchieta pela Copa Baixada. No fim, o Bad Angels venceu bem o BMC por 93-47.

O BMC entrou na partida com apenas 5 jogadores e já mostrava que o time teria que se superar em quadra para sair de Anchieta com uma vitória.

O Bad Angels foi praticamente completo, só não contou com o Vinicius Franciscone (regularizado pelo time).

A falta dos jogadores no banco e tendo jogadores jovens em quadra, pesou desde o início para o time do BMC. O time queimava ataques rapidamente e pensava duas vezes em fazer falta para que não pudesse correr o risco de ficar desfalcado em quadra. Com isso, o time do Bad Angels rapidamente conseguiu aproveitar as chances que apareciam.

Bruno dos Santos (21 pontos, 3 rebotes e 5 assistências) e Álvaro Augusto (21 pontos e 13 rebotes), foram os jogadores que mais aproveitaram as chances que apareciam.  O time usava bem movimentações simples no ataque para achar espaços para o arremesso e para as infiltrações.

O time do BMC tentou voltar para a partida em diversos momentos, mas os arremessos forçados do perímetro e a qualidade final das jogadas, deixaram a reação escapar.

No final, o time do Bad Angels conseguiu uma ótima vitória e o BMC estreia com uma derrota e já visa se recuperar na próxima rodada.

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No sábado (07/10), a UVA Tijuca/Mackenzie enfrentou o Bad Angels na partida válida pelo playoff do campeonato Estadual Amador.

Uma das séries mais interessantes desse playoff. Antes das duas equipes se enfrentarem, muitos (inclusive eu) apontaram que a UVA passaria com uma certa facilidade. Pois o estilo de jogo em transição da UVA e a forte defesa individual seria “mortal” para o Bad Angels.

Mas não foi bem assim. O Bad Angels fez um ótimo primeiro jogo, onde aproveitou o nervosismo da UVA para pontuar. Na segunda partida, a equipe da UVA mostrou o seu jogo eficiente apresentado na temporada regular e passou bem do Bad.

A partida do fim de semana passado, foi um retrato do que foi essa série. O grande nome desses três confrontos, foi o Augusto Pablo (27 pontos e 6 assistências). Ele praticamente fez chover nessa última partida, mais uma vez. Mostrando a sua qualidade de scorer, usando bem o seu ótimo ball handling e abusando de lindos crossovers, que até o momento a UVA procura a bola.

O Augusto Pablo foi o destaque de longe, mas faltava algo a mais. Faltava um jogador para acompanhar ele e isso não teve.

A UVA jogou “mal” mais uma vez. Abaixo do time que já vimos em outras oportunidades. Porém, o time da UVA tem um conjunto mais qualificado e os jogadores da segunda unidade foram importantes para a reta final da partida.

Sejamos justos, o Leonardo Medeiros (22 pontos, 8 rebotes e 6 assistências) só não foi o cara dessa série, pois tinha o Augusto do outro lado. Mas o Leonardo foi mais uma vez o jogador mais lúcido da sua equipe e são jogos como esse, que mostra a qualidade e a importância dele para esse time.

A partida foi intensa mais uma vez e vimos o Bad fazer um belo primeiro tempo, principalmente por causa do Augusto. Mas o segundo tempo, precisamente o último quarto, foi pífio da equipe do Bad Angels. Culminou da equipe não pontuar por um longo período, pois o Augusto cansou e aquele jogador que deveria acompanhar ele na pontuação, não apareceu.

A UVA não tem nada a ver com isso e começou aproveitar muito bem o cansaço e as brechas defensivas deixadas pelo o seu adversário. A equipe fez 23-6 no último quarto e fechou a partida com uma certa folga.

No fim, a UVA fechou a série em 2-1 após a vitória por 83-68.

A UVA reedita a final da Liga B do ano passado contra o Niterói BC no dia 15, válido pelas quartas da competição.

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A temporada regular se foi, estamos no fim da primeira rodada dos playoffs, e em tanto tempo de competição vimos muita gente boa joga. Em homenagem a todos que desfilaram seu basquetebol nas “quadras da LSB”, resolvi prestar essa homenagem fazendo um top 10.

Como toda lista sempre gera polêmica, gostaria de deixar claro que o único critério objetivo desta lista é levar em consideração o basquete apresentado por cada atleta dentro da temporada regular. Todos os outros critérios de avaliação são subjetivo deste “crítico” que vos escreve.

Outro ponto que merece esclarecimento, é que, muito embora o número um dessa lista, de fato possa ser considerado o meu voto para MVP da temporada regular do Campeonato Estadual Amador, esta lista não representa de forma alguma uma premiação oficial, ou posicionamento oficial da LSB, apenas a minha humilde opinião pessoal, com base em tudo que acompanhei nesta temporada.

Feitos os devidos esclarecimento, vamos à lista:

top 10

10 - Augusto Pablo (Bad Angels): O armador é o principal nome da equipe do Bad Angels, fez uma competição individualmente espetacular, sua velocidade e seus cortes em direção a cesta foram um tormento na vida de todos que tentaram marca-lo. Pesa contra ele o fato de suas boas atuações quase nunca alavancarem uma boa atuação coletiva.

Números de interessantes: 11º Jogador mais eficiente da competição; 6ª Maior média de pontos.

Médias: 20,22pts, 2,78reb, 3,56ass e 1,85rou.

9 - Herbert Luis (UVA Tijuca/Mackenzie): Uma das gratas surpresas da temporada, o Ala-pivô da Universidade Veiga de Almeida, começou discreto, mas aos poucos foi se tornado um dos grandes nomes da competição, sendo imprescindível para sua equipe realizar uma das melhores campanhas da fase de classificação.

Números de interessantes: 4º Jogador mais eficiente da competição; 7º Maior reboteiro, é o 2º em rebotes ofensivos e o 9º em aproveitamento nos arremessos.

Médias: 13pts, 9,67reb, 1,22ass, 1,42rou e 0,78toc.

8 - André Capilé (AVBN Niterói/Escobase): Figurinha conhecida do basquete carioca, é um dos importantes nomes das competições da LSB, foi sem dúvidas o porto seguro da sua equipe na competição. É bem verdade que o Escobase, ao contrário de outros anos, não faz uma campanha de destaque nesta temporada regular, mas se manteve um bom rendimento em muito se deve ao seu ala armador.

Números de interessantes: 6º Jogador mais eficiente da competição;

Médias: 15,11pts, 7,44reb, 3,56ass e 2rou.

7 - William Arriel (S.C. Mackenzie): Melhor jogador do segundo melhor time da competição, o Ala é um dos jogadores mais subestimados da competição, sua liderança silenciosa foi fundamental a para a também pouco badalada equipe do Mackenzie, que soube aproveitar de forma precisa as características de Arriel, usando sua constante movimentação, bem como o fato de depender pouco da bola nas mãos para pontuar e ser o pilar principal da equipe mais equilibrada da competição.

Números de interessantes: 10º Jogador mais eficiente da competição; 9º Maior reboteiro.

Médias: 10,33pts, 9,33reb, 2,33ass, 1,66rou e 0,33toc.

6 - Eduardo Banana (Anchieta Fears): Eu sei, vocês estão reclamando que eu citei um jogador e um time rebaixado para MVP, e ainda o coloquei a frente de jogadores que brilharam tanto, em times de excelente campanha. Admito que não é fácil aceitar, mas permita-me defendê-lo. Augusto Pablo que ficou na 10º posição teve uma campanha absolutamente idêntica, ao Eduardo, tendo escapado da degola exclusivamente pelo fato de ter vencido o confronto direto. E isso não apagou o brilho individual do armador, como também não apaga o do nosso Ala-pivô. Eu me arrisco a dizer, que tivesse o Anchieta vencido o fatídico jogo em casa contra o Bad Angels e o Banana seria eleito, correção aclamado o MVP da temporada regular de maneira unânime. Dúvida? Veja os números:

Números de interessantes: Jogador com a maior média de pontos da competição; 10º Maior reboteiro; 3º Maior ladrão de bolas; 4º Maior em tocos.

Médias: 24,5pts, 9,35reb, 1,75ass, 3rou e 1,5toc.

5 - Léo Medeiros (UVA/Mackenzie): Principal arremessador da competição, o lateral é ao lado de Herbert, o melhor jogador do time da UVA. É bem verdade que por vezes falta intensidade, ou até mesmo o ímpeto de olhar pra cesta, limitando demais seu jogo aos arremessos de longa distância. Mas não há dúvidas que o jovem arremessador foi um dos melhores jogadores desta temporada regular.

Números interessante: 3º Jogador mais eficiente da competição; 10ª Maior média de pontos da competição, Líder de bolas de 3 convertidas, 10º jogador que mais rouba bolas.

Médias: 17,56pts, 7reb, 2,33ass, 2,57rou e 0,78toc.

4 - Marcelão (Kobras): Em um time cheio de estrelas o pivô sequer encontra-se entre as mais badaladas. No entanto não confunda badalação com eficiência, sem sombra de dúvidas Marcelão foi o melhor jogador do Kobras nessa temporada regular e tem papel fundamental, nas pretensões do técnico Renan em conquista o bicampeonato.

Unindo um bom jogo de costas pra cesta, com um chute de longa distância bem perigoso o Pivô teve temporada regular excelente, para levar sua equipe ao segundo posto do grupo A.

Números interessante: 7º Jogador mais eficiente da competição; Maior reboteiro da competição, sendo o 6º em rebotes ofensivos; 8º em média de tocos.

Médias: 8,57pts, 13,29reb, 1,57ass, 0,42rou e 1toc.

3 - Douglas Rodrigues (Jacarepaguá T.C.): Brega que sou, adoraria usar um lugar comum e chamá-lo de menino prodígio, mas seria de uma injustiça ímpar uma vez que nesta temporada ele sem assumiu o manto e comandou uma equipe ainda mais jovem que ele em uma surpreendente campanha que catapultou o candidato ao rebaixamento a uma série de playoffs emocionante decidida no estouro da sirene. Sinceramente, não consigo ver como cobrar mais do jovem armador que brindou a todos que puderem vê-lo em ação, com o que há de melhor no basquete amador.

Números interessante: 2º Jogador mais eficiente da competição; 3º em média de pontos da competição; 3º maior assistente.

Médias: 21pts, 5,71reb, 4,71ass, 2,5rou e 0,14toc.

2 - Daniel Batista (C. Municipal): O melhor jogador da melhor equipe. Quando a competição começou existia uma dúvida, entre Jones Mayrink e Daniboy, sobre quem era a principal estrela do time. No meio da temporada o pivô partiu e deixou as chaves da franquia nas mãos do armador, que nãos e fez de rogado e liderou de maneira brilhante a equipe do Municipal em uma campanha que teve apenas um tropeço e os levou a uma condição de favoritismo na pós-temporada. Essa liderança técnica foi exercida, com uma mescla de bons cortes e arremessos precisos de média e longa distância, Daniel batista é um “atacante” versátil a medida que, também sabe usar muito bem o corpo para sofrer contatos e ainda assim finalizar as jogadas.

Números interessante: 5º Jogador mais eficiente da competição; 5º em média de pontos da competição; 3º em bolas de 3 convertidas.

Médias: 20,43pts, 2,86reb, 1,86ass, 1,14rou e 0,14toc.

                                                                      

1 - Victor Leal (Faculdade Gama e Souza/Trovões): Imparável! Vitinho foi o melhor jogador do Campeonato Estadual Amador. Apesar de não levar o trovões a uma campanha de destaque na fase de classificação, o Ala foi sem sombra de dúvidas o homem que melhor jogou basquete nessa temporada regular unindo uma explosão muscular muito acima da média com uma habilidade para finalizar bem refinada, o craque do time comandado pelo técnico Space merece ser coroado com o melhor da temporada.

Números interessante: 1º Jogador mais eficiente da competição; 2º em média de pontos da competição.

Médias: 24pts, 4,25reb, 3ass, 1,83rou e 0,25toc.

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“Pablo é um talentoso armador, que possui ótima visão de jogo e tem um ball handling que faz ele ser um perigo iminente” e “o jogador que é o termômetro dessa equipe é o Magal. ”

Essa foi uma das frases que disse no preview (leia AQUI) que fiz sobre o jogo entre UVA vs Bad Angels de domingo (27/08). Ela resume muito bem como foi a partida.

A partida marcava o encontro entre Felipe Alexandre (técnico da UVA) e Jonathan Emiliano (jogador do Bad Angels). Felipe foi o primeiro treinador do “bolinho” e esse era um dos encontros mais aguardados do dia, além do jogo que é a primeira partida dos playoffs estaduais das equipes nessa temporada.

A partida tinha tudo para ser muito disputada antes da bola subir ao ar, pois como já tinha falado no preview do jogo no sábado, as duas equipes são fortes e tem bons valores individuais em quadra.

Mas você deve estar se perguntando o porquê das citações no começo desse texto. Simples, o confronto equilibrado só ficou no papel.

Vimos o Bad Angels dando uma aula de como finalizar jogadas e fazer uma marcação 1-1.

Desde o começo, o Bad Angels fez um jogo digno de equipe grande que é. Aquela equipe da temporada regular que fazia bons jogos e perdia no fim, ela não estava ali.

O ball handling que eu citei acima do Pablo, vimos e muito no jogo. Em certos momentos vimos ele driblando três jogadores ao mesmo tempo e finalizando com belas infiltrações as jogadas. Ele realmente deu uma aula de crossover e aliado à sua visão de jogo, fez com que os jogadores pontuassem com certa facilidade. Pablo foi tão dominante que fez 30 pontos, deu 9 assistências e um belo cartão de visitas aos adversários.

O Magal que eu também citei acima, nos mostrou o que é ser um jogador eficiente e focado na partida. Mesmo com a partida tensa em diversos momentos, ele fazia ótimas infiltrações e finalizava com layups perfeitos. Foi consistente em todo o jogo, presenteou a todos mostrando o seu ótimo footwork e o seu bom QI de basquete. Terminou a partida com 22 pontos, 14 rebotes e 5 assistências.

A dupla combinou para 52 pontos, mas do que a metade dos pontos do time.

Anderson Luís também ajudou com 26 pontos e o Jonathan que poderia ser um dos destaques, foi bem discreto. Mas foi importante como liderança em quadra. A equipe no geral foi muito bem.

Por outro lado, os jogadores da UVA entraram achando que encontrariam um jogo tranquilo e que em qualquer momento poderiam vencer a partida.

O jogo realmente não foi fácil, a UVA teve o Leonardo Medeiros fazendo mais uma belíssima partida. Ele fez 21 pontos, sendo todos os pontos nas cestas de três. Mas a organização tática do time, não estava presente. O foco do time não estava presente. Usando mais uma citação do meu preview, eu resumo o que foi a UVA em quadra:

“O time mostra certa imaturidade quando comete faltas bobas que faz com que a equipe fique pendurada na partida. ”

Foi isso que aconteceu. A equipe perdeu o primeiro tempo por 43-35 e a falta de maturidade em quadra e a falta de foco no jogo, só atrapalhou.

O jogo foi tumultuado no segundo tempo, mas víamos que o time da UVA não estava preocupado em fazer dobras corretas no Pablo e em compactar a defesa corretamente para evitar as infiltrações do Magal.

Em todo esportes, o foco e a maturidade é essencial e isso o time da UVA não tinha. O Bad Angels não teve nada a ver com isso e aproveitava muito bem. O ataque dos Angels, parecia criança em uma loja de doce, aproveitando todas as falhas encontradas na defesa da UVA.

O time saiu do Mackenzie com uma ótima vitória por 95-85 e com uma ótima vantagem para o próximo jogo que será em casa.

Essa vantagem não descarta a UVA. A equipe tem bons jogadores e um ótimo técnico. Mas o que a equipe tem que ter aprendido no jogo, é que não existe jogo fácil nesse playoff e o trabalho tem que ser mais forte para a próxima partida.

Já o Bad Angels, sai energizado com essa ótima vitória. Porém, precisa botar os pés no chão, já que enfrentam uma boa equipe.

Uma coisa é certa, o próximo jogo tem tudo para ser uma ótima partida.

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