O Mackenzie B estreou na temporada no último dia 11 de março jogando em seus próprios domínios, e acabou derrotado pelo Basket Maré por 64 a 61. Apesar da derrota o time comandado pelo excelente técnico Felipe Alexandre, deixou claro que mais uma vez os meninos do Mackenzie novamente vão dar trabalho na Liga B.

E hoje o papo é com um dos destaques dessa equipe. Marcus Vinícius saiu da partida com 30pts, 19reb, 1ass, 1rou, pesar dos 8 desperdícios, totalizando 31 pontos de eficiência. Dadas essas credenciais, vamos ao que interessa:

 

 

Diogo Aquino: Marcus, queria que primeiro você pudesse se apresentar, pra quem não te conhece. Qual sua posição? Como começou no basquete? Quais suas características? O que mais gosta de fazer na quadra?

Marcus Vinicius: Então, meu nome é Marcos Vinícius, apelido MV, jogo nas posições 3 e 4, comecei no basquete bem tarde aos 16 anos, em um projeto da cufa onde depois encontrei o Mackenzie que me acolheu. E estou lá desde o sub 19, minhas principais características são a intensidade, velocidade e explosão. Me inspiro no Westbrook (risos), e o que mais gosto de fazer em quadra, são jogadas de contato como and 1 e enterradas.

 

Diogo Aquino: Eu pude bater um papo com o Felipe Alexandre sobre você, e ele tocou nesse fato de você ter começado tarde, e que ele tava tentando ajudar a amadurecer seu jogo. Entender melhor sistema de jogo, e a aplicação do seu jogo no ambiente coletivo. Como você vê esse processo de aprendizagem?

Marcus Vinicius: Então eu cheguei no Mackenzie realmente muito cru. Taticamente então fui me moldando com o tempo em relação a jogadas e ocupação de quadra num jogo 5 contra 5, vejo o Felipe como uma paizão, tanto no clube como em momentos pessoas e respeito em ambos...

Estou me adequando a jogar dentro do garrafão apesar de não ter um porte físico muito grande como os demais pivôs e alas pivôs. Felipe tem me ajudado a usar minha explosão e velocidade para tirar vantagem de jogadores mais pesados.

 

Diogo Aquino: Legal! Você falou que se inspira no Westbrook. Os números da sua esteia são muito altos, como os dele. Como é manter a intensidade o jogo todo, pra ter números tão altos?

Marcus Vinicius: Cansativo, eu estou treinando a parte aeróbica para conseguir ter mais resistência e manter o nível sem deixar cair muito com o cansaço, me alegrei pela estatística bem alta porém não me realiza uma pontuação dessa se meu time não saiu de lá com a vitória. Estou focando no próximo jogo, se for possível manter a pontuação para que possamos sair com a vitória.

 

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Diogo Aquino: Vocês são uma equipe muito jovem, jogando um campeonato adulto. Como você vê essa experiência?

Marcus Vinicius: É minha segunda experiência com o Mackenzie B. É uma equipe jovem, ano passado estava no time campeão pela Liga B, onde só tinha jogadores sub 20, que hoje está disputando a liga A como Maxx/Mackenzie, esse ano Felipe deixou cada um escolher onde ficaria, e eu preferi ficar na B pra ajudar os garotos do sub 19.

Somos um time mais novo que o do ano passado, com algumas exceções. Perdemos em experiência mais temos que tirar bom proveito da disposição física e da nossa juventude, assim como ano passado. Pretendo ser bicampeão pelo Mackenzie B!

 

Diogo Aquino: Cara muito obrigado pela atenção, e boa sorte na temporada.

Marcus Vinicius: Beleza mano, obrigado mesmo.

 

Diogo Aquino: Nada, sou eu quem agradece.

Marcus Vinicius: Irmão, sempre que precisar pode chamar aí.

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No último domingo pudemos ver a estreia da Rural Basquete, no Complexo Esportivo Miécimo da Silva. E a equipe comandada pelo técnico Deividson Aloisio conseguiu uma brilhante vitória, imprimindo uma fortíssima defesa contra o União Basket Nova Friburgo. E para entender mais sobre essa defesa e as expectativas da equipe pra temporada eu bati um papo com o homem:

 

 

Diogo Aquino: Então eu fiquei bastante impressionado com a defesa de vocês no domingo. Em especial com os pivôs que protegem muito bem o aro. Vai ser uma marca da equipe?

Deividson Aloisio: Primeiramente, muito obrigado!

Então, buscamos uma defesa bastante forte para essa temporada e felizmente contamos com pivôs experientes.

Thiagão ano passado já havia saído com mais de 20 rebotes em algumas partidas, Richard depois que retomou o ritmo de treino voltou a desempenhar o seu papel com muita eficiência, e o Vitor(Smile) já joga há anos e nunca teve medo de fazer o "trabalho sujo" também.

Então sim, buscaremos sempre um garrafão bastante pesado!

 

Diogo Aquino: Foi uma partida bastante dura, vocês estavam atrás e conseguiram virar o placar. Como vc viu essa estreia?

Deividson Aloisio: Foi sim!

Ainda mais que foi contra um dos times favoritos a subirem para a Liga A e que haviam nos vencido com muita folga temporada passada.

Eu particularmente vi como um amadurecimento do time!

Soubemos usar a inteligência e controlar as emoções pelo fato de estarmos atrás no placar.

Sabíamos que não seria uma partida fácil então entramos focados em defender muito bem, e aproveitarmos as características individuais nas horas certas no ataque.

Todos tiveram suas boas chances de fazerem o jogo coletivo porém com o seu jeito de jogar, tanto que isso se refletiu na distribuição de pontos do time.

 

Diogo Aquino: O schuenck é um grande pontuador, e vcs consiguiram simplesmente para-lo. Era um ponto principal da sua estratégia?

Deividson Aloisio: Não exatamente.

Sabíamos sim que o Gustavo é um ótimo jogador, muito técnico nos arremessos e controle de bola, porém sabíamos também que o time do Friburgo não se resumia a ele.

Tinha o Iago que é um ótimo chutador de 3, Taynan, que acabou sendo o cestinha da sua equipe.

Então não focamos num só jogador, focamos em ocupar todo os espaços da quadra, em pressionar o ataque deles com uma defesa mais agressiva forçando eles ao erro, ou ao menos que não se sentissem confortáveis em nenhum momento para finalizar, fosse chutando ou atacando a cesta diretamente.

 

Diogo Aquino: Vila Kings, Salgueiro, Basket Maré, Mackenzie B, Mad Lions, União Nova Friburgo, Santa Cruz e Comary. Como você avalia o grupo B?

Deividson Aloisio: Uma pergunta muito boa mesmo! (Risos)

Sinceramente, com todo o respeito às equipes dos outros grupos. O nosso grupo é o mais competitivo da Liga B!

Tem algumas equipes que chegaram muito longe na temporada passada e que poderiam ser "cabeça de chave"; outras equipes vieram muito bem montadas para essa temporada também, ou seja, o nivelamento técnico do grupo está altíssimo.

Mas nosso time está acostumado até mesmo de outras competições de sempre termos jogos difíceis, de sempre batermos de frente com possíveis finalista e as vezes prováveis campeões, então estamos acostumados e ansioso para jogarmos contra os times fortes desse grupo e dessa competição em geral!

 

Diogo Aquino: Você acha que se classificar em um grupo desses pode ser uma vantagem pelo ritmo que a equipe estará acostumada a enfrentar?

Deividson Aloisio: Com certeza! Várias equipes fortes significam vários jogos fortes, e sabemos que ninguém quer deixar a competição mais cedo.

Então chegaremos na próxima fase sabendo o que nos espera e sabendo o quanto cada um de nós teremos doar ao time em cada jogo e em cada treino, dentro e fora de quadra para avançarmos mais etapas.

 

Diogo Aquino: Ano passado vocês ficaram fora dos playoffs. Qual é a expectativa da equipe para esta temporada?

Deividson Aloisio: Esse ano queremos alcançar minimamente até as quartas de finais! Sabemos que temos potencial para isso.

Estamos confiantes no planejamento para esse ano e buscando melhorar em todos os aspectos do jogo para sermos o time mais competitivo que pudermos, e assim estarmos prontos para todos os embates.

 

Diogo Aquino: Deividson, muito obrigado. Me desculpe por tomar tanto seu tempo, mas eu adorei sua defesa e tinha que conversar com você.

Deividson Aloisio: Nós que agradecemos a oportunidade que vocês estão nos dando de expormos nosso trabalho e quem somos perante uma competição com tão grandes times e jogadores.

Obrigado!

 

Diogo Aquino: Nada, te desejo uma boa sorte na temporada e muito obrigado.

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No último domingo o Strong TX estreou na temporada 2018 da Liga B da Liga Super Basketball, vencendo o Ilha Rhinos no Ginásio Zenny de Azevedo em Campo Grande.

Depois da partida eu pude bater um papo com um dos destaques da partida, o lateral Gabriel Batista que, chegou pra dar mais consistência a equipe, e parece não ter demorado pra se entrosar com os companheiros.

 

 

Diogo Aquino: Parabéns pela partida!
Gabriel Batista: Fala mano! Muito obrigado.


DA: Então foi a estreia de vcs, saiu como o esperado?
GB: Saiu sim, graças a Deus. Tava ansioso, tivemos muitos erros, mas vamos trabalhar isso nos treinos.

DA: Você era muito identificado com o The Brothers, como foi essa mudança?
GB: É uma mudança muito grande, apesar de conhecer alguns jogadores do Strong, no TBB eu jogava à anos com as mesmas pessoas: Daniel ,MIB, Erik, Vitor e etc...
Mas acho que foi uma mudança pra melhor.

DA: Legal! Mas na estréia já deu pra ver uma sintonia com o Luizão. Foram vários passes de ponta a ponta pra você bandejar. De onde vem o esse entrosamento?
GB: Luizão já conheço à anos, essa sintonia vem das peladas que jogávamos,  ligação direta como chamamos.

Nos treinos também conversamos muito sobre isso, passes longos , 1 e 2 que é o famoso dá a bola no pivô e passa pra receber.

Mas o time tá de parabéns, fizemos nosso dever de casa.

DA: Obviamente vocês são uma equipe em processo de montagem, e que chegam na competição sem ninguém apontá-los como favoritos. Qual é a real pretensão do Strong TX nesta temporada?
GB: Estávamos conversando isso ontem, sempre que eu entro em um time, eu penso em ser campeão, não importa o que as outras equipes vão dizer. Estamos bem estruturados pelos nosso líder de equipe, a pretensão do Strong TX é vencer cada jogo que vamos jogar. E lá na frente nós vamos encontrar o resultado que esperamos.
Entramos como elemento surpresa isso é bom.


DA: Gabriel desejo toda sorte na temporada, e espero bater papo com você mais vezes durante a temporada.
GB: Beleza pode contar, foi muito bom o papo.

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Segunda, 12 Março 2018 18:44

Comandada por Marcelo Santos ESPM bate BMC

No último domingo dia 11 de março de 2018, mais uma vez o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do Ginásio Zenny de Azevedo, para abrigar uma rodada da LSB.

A última partida do dia aconteceu entre Atlética ESPM Rio e BMC, os primeiros enquanto estreantes na LSB, entravam como franco atiradores, enquanto o BMC, mais experiente, se via em uma situação nova, entrando com certo favoritismo na partida.

ESPM x BMC

 

O Jogo:

 

1º Período:

Assumindo a responsabilidade o BMC, partiu pra cima do adversário impondo seu ritmo.

A bem da verdade, a Atlética ESPM Rio também contibuiu para o bom início adversário, aceitando um pouco a imposição do BMC, condição que foi sendo modificada aos poucos.

Conforme o jogo corria a Atlética ESPM Rio acabou percebendo que o desafio era plenamente possível. E acabou por igualar as ações ainda no primeiro quarto da partida, vencido pelo BMC 14 x 9.

 

2º Período:

A partida que no início parecia fácil para o BMC, foi se complicando à medida que o adversário perdia suas inibições.

Neste sentido, a falta de atenção do BMC passou a ser punida pela ESPM, na medida que esta crescia em moral na partida, mesmo se conseguir assumir a liderança do marcador.

Na última posse de bola, coube ao técnico da ESPM, realizar uma jogada esperta, que queimou os dois tempos a que tinha direito, para desenhar uma jogada que resultou em falta, e permitiu a ESPM empatar o jogo em 22 x 22, antes do intervalo do jogo.

 

3º Período:

O episódio do fim do quarto foi emblemático. Conforme o tempo passava a ESPM crescia mais e mais, dominava a partida e deixando o adversário mais nervoso e incomodado.

Com a moral em baixa, o BMC entrava e saía dos pedidos de tempo sem conseguir apresentar qualquer contramedida a organização ofensiva adversária.

As duas equipes foram para o terceiro quarto com a ESPM vencendo por 36 x 28.

 

4º Período:

No início do quarto o BMC apresentou uma marcação pressão, que em um primeiro momento apresentou resultado. Mas não demorou para o ESPM descobrir o caminho para quebrar a marcação.

Com a defesa pressão batida não foi difícil para a ESPM aumentar sua vantagem no placar consagrando a bela atuação de Marcelo Santos com a vitória por 52 x 42.

 

Destaques:

Marcelo Santos (ESPM): 32pts, 12reb, 2rou e27ef;

Víctor da Silva (BMC): 19pts, 4reb, 2ass, 2rou e 18ef.

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No último domingo dia 11 de março de 2018, mais uma vez o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do Ginásio Zenny de Azevedo, para abrigar uma rodada da LSB.

A terceira partida do dia aconteceu entre Salgueiro Basketball e Mad Lions.

Salgueiro

 

O jogo:

 

1 Período:

Já haviam corrido mais de dois minutos quando Gabriel Fernandes abriu o marcador para o Mad Lions com um chute de média distância.

A cesta deu moral ao Mad Lions que ampliou com um bola de três de Fernando Barbosa e mais dois lances livres do próprio Gabriel.

O bom início do Mad Lions (7 x 0), obrigou o técnico do Salgueiro a para o jogo, na tentativa de reequilibrar as ações. O pedido de tempo surtiu efeito o Salgueiro fechou a defesa e contra atacou para  cortar a diferença para uma posse de bola.

O primeiro quarto se manteve extremamente equilibrado, com o Mad Lions mantendo a vantagem de apenas uma posse de bola (9 x 7).

 

2º Período:

Com as duas equipes de volta a quadra, o Salgueiro além de conseguir congestionar o garrafão o que já havia dado resultado, ainda conseguiu conter a correria do Marvin, a força motriz do Mad Lions.

Com o adversário bem controlado o Salgueiro assumiu a liderança chegando a abrir 13 a 9, o que provocou o pedido de tempo do Mad Lions.

Depois do tempo o jogo ficou bem.mais duro, com algumas jogadas mais ríspidas.

Aos poucos o Mad Lions conseguiu emplacar sua velocidade em uma ou outra jogada, mas não foi suficiente para mudar a liderança.

As duas equipes foram para o intervalo com o Salgueiro a frente 18 x 16.

 

3º Período:

Depois do intervalo as duas equipes passaram a trocar pontos, situação que consolidou a liderança do Salgueiro que a essa altura cometia menos desperdícios de posse de bola.

A liderança parece ter feito mal ao Salgueiro que parou de brigar pelos pontos no garrafão focando nos arremessos de média distância, que não apresentavam o mesmo resultado.

Melhor para o Mad Lions que virou o jogo numa bela bola de 3 de Gabriel, e segurou uma vantagem de três pontos para o último quarto (29 x 26).

 

4º Período:

A pequena vantagem do Mad Lions foi pulverizada logo no início da última etapa. Ainda não haviam corrido 2 minutos de jogo e o Salgueiro havia promovido uma corrida de 6 x 0. Este cenário obrigou o Mad Lions a pedir tempo.

O pedido de tempo não surtiu muito efeito e o Mad Lions ainda viu o Salgueiro ampliar a vantagem pra mais de dez pontos, antes que pudesse converter sua primeira cesta no quarto.

O apagão do último período custou caro e permitiu ao Salgueiro apenas administrar o jogo para conquistar a vitória.

 

Destaques:

Adalberto Rosa (Salgueiro):  9pts, 13reb 1ass, 3rou e 15ef;

Douglas Silva (Salgueiro): 9pts, 21reb e 17ef;

Gabriel Fernandes (Mad Lions): 17pts, 6reb, 1ass, 2rou e 15ef.

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No último domingo dia 11 de março de 2018, mais uma vez o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do Ginásio Zenny de Azevedo, para abrigar uma rodada da LSB.

A primeira partida do dia contou com Ilha Rhinos enfrentando o Strong TX. As duas equipes faziam a sua estréia na temporada.

Strong TX

 

O jogo:

 

1º Período:

A bola subiu e o time da Ilha começou acelerado. Com uma boa combinação inicial, abriu seis a zero no marcador, obrigando os adversários à subir o nível de intensidade.

E mesmo ainda tendo cometido alguns erros de passes, por absoluta falta de atenção o Strong TX, ainda teve forças para igualar as ações e virar o placar, indo para o intervalo vencendo por 15 x 14.

 

2º Período:

Ainda na pegada da reação o Strong TX assumiu um relativo domínio do jogo abrindo boa vantagem no placar.

Contudo a vantagem parece ter feito mal ao TX, que voltou a apresentar aqueles erros bobos, que não foram perdoados pelo Ilha Rhinos que cortou a vantagem e obrigou o Strong TX a pedir tempo, para o jogo e arrumar a casa.

O tempo parece ter funcionado uma vez que o TX voltou a abrir uma vantagem de duas posses de bola.

No entanto, no fim do quarto o Ilha Rhinos comandou uma reação que garantiu que as equipes fossem para o intervalo separadas por apenas uma posse de bola (Strong TX 29 x Ilha Rhinos 26).

 

3º Período:

Na volta do intervalo o Strong TX jogou o seu melhor basquete ofensivamente falando. O cuidado com a posse de bola, somada a ótima movimentação de Gabriel Batista, permitiu que pudéssemos ver lindos lances, como os touchdown pass de Luizão para Gabriel Batista.

E por falar nisso Gabriel foi simplesmente mortal em seus contra ataques. Ele usou e abusou da correria, uma vez que o adversário não apresentava qualquer conceito de balanço defensivo. Como resultado o Strong TX chegou a abrir 10 pontos, sua maior vantagem na partida, terminando o quarto vencendo por 48 x 38.

 

4º Período:

Atrás no marcador durante quase toda partida o Ilha Rhinos começou acelerado, na tentativa de buscar uma reação.

Contudo, vontade e nervosismo se se confundiram a medida que nos primeiros 3 ataques a equipe desperdiçou 3 lances livres e cometeu uma falta técnica. O que acabou por esfriou a tentativa de reação e acabou por reafirmar o status quo.

Depois desse início conturbado, com mais choques q cestas, o Ilha Rhinos  voltou a reagir cortando a diferença para apenas cinco pontos obrigando o técnico do Strong TX a gastar seu último pedido de tempo.

Depois do tempo o jogo voltou a ficar truncado o que permitiu ao TX voltar a abrir oito pontos. Aí foi a vez do Ilha Rhinos gastar um pedido de tempo, para tentar sua última reação com 1:51 para o fim da partida.

Final vitória do Strong TX por 66 x 54.

 

Destaques:

Luisão (Strong TX): 7pts, 18reb, 4ass e 18ef;

Gabriel Batista (Strong TX): 17pts, 3reb, 2ass, 1rou e 10ef;

José André (Rhinos): 21ots, 4ass, 9rou e 16 ef.

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Nicollas, Baguete, Paganoto, são tantas as alcunhas pela qual ele é conhecido. No entanto todas elas estão fortemente associadas ao bom basquete.

O armador é cria do Anchieta Fears, e hoje tem a responsabilidade de conduzir o time de volta ao Campeonato Estadual Amador. E é sobre isso e muito mais que falamos no papo que você confere a seguir:

Nicollas Paganoto

Diogo Aquino: Então, ano passado eu fui muito crítico com você porque achei que seu desempenho foi bem abaixo do esperado. Como você avalia a temporada passada?

Nicollas Paganoto: Então, ano passado não fizemos uma temporada boa realmente. Não produzimos o que estávamos esperando, o time, como você sabe, é bem experiente, tem talentos, mas dentro de quadra não conseguimos no entrosar como nas temporadas anteriores. Tivemos um problema sério com lesões de alguns jogadores importantes, que muitas vezes jogaram sem condições, para tentar ajudar o time.

Mas isso não é desculpa, todos sabem da grandeza do Anchieta e história do time, às vezes precisamos descer um degrau para subir dois.

 

DA: Você é um desses atletas que sofreram com lesão nas últimas temporadas. Hoje qual a sua condição física?

NP: Infelizmente tive lesões graves né? Ruptura de uns do ligamentos do tornozelo e logo em seguida uma pubalgia grau 2 e tive dificuldades pra voltar a jogar. Pensei em alguns momentos que nem voltaria.

Hoje estou livre de lesões a um bom tempo, e espero continuar assim. Tive que adaptar um pouco meu jogo, pois ainda sinto dores de lesões anteriores, principalmente pós-jogo ou treino, Mas são tipos de dores suportáveis e esse ano com uma boa pré-temporada espero fazer bom campeonato e ajudar minha equipe.

 

DA: Você já falou sobre o quanto o Anchieta é tradicional, imagino que vocês estejam com muita vontade de fazer uma grande temporada, como nos velhos tempos né?

NP: Com toda certeza, não só o Anchieta A, como o Anchieta B também. Estamos focados em fazer uma grande temporada e levar o Fears ao topo novamente, mostrando toda nossa força e a tradição do Basquete da Zona Norte. Esse ano vem coisas boas, se Deus quiser.

 

DA: E sobre seu jogo? Você disse que teve que adaptá-lo, eu te conheço e sei que sua maior inspiração é o Iverson. Ainda poderemos ver aqueles seus lances extremamente plásticos?

NP: (Risos), você sabe que sempre fui muito fã do Iverson, sempre me inspirei nele, pelo seu jogo, jogadas plásticas, e acima de tudo a frieza em executar as jogadas.

Adaptei meu jogo devido as lesões e também pela experiência. Já não sou mas aquele garoto de 18 anos (risos). Mas é  claro que continuarei infiltrando, quando tiver oportunidade. E quem sabe algumas jogadas bonitas também. Espero poder jogar um bom basquete e ajudar a equipe.

 

DA: Bom, nem preciso dizer o quanto gosto de você e do seu jogo, muito obrigado por me atender, e espero que você tenha uma temporada brilhante em 2018.

NP: Eu sou quem agradeço pela oportunidade. E que tenhamos todos um bom campeonato! Abraço.

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Continuando a série de entrevistas, hoje o papo é com Eduardo dos Santos representante do Campo Grande Spartans. Ano passado a equipe da zona oeste, já havia realizado uma boa campanha. Mas segundo o homem forte do time, este ano eles querem muito mais.

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Diogo Aquino: Ano passado vocês tiveram uma campanha que chegou na segunda rodada dos playoffs, qual a expectativa para essa temporada?

Eduardo dos Santos: Para campanha 2018, temos não só como foco superar a nossa classificação anterior na Liga, como se classificar para o Estadual Amador, antigamente conhecido como Liga A.

 

DA: Vocês estão em um grupo com Rappers B, Anchieta, FB2M, RJ Sharks, São Gonçalo, CAARJ, VQN, Macaé e ABA, qual é a avaliação que você faz desse grupo?

ES: E um grupo equilibrado, com novas equipes e também com alguns veteranos. Porém não podemos abaixar a guarda para nenhuma das equipes...

 

DA: Vocês tiveram uma estréia contra um adversário muito jovem, mas que em um primeiro momento deu muito trabalho. Depois vocês conseguiram deslanchar. Como você avalia a estreia?

ES: Bem satisfatória, pois consegui usar todo o meu banco me permitido avaliar os novos atletas.

E me serviu de experiência pois estava a 1 ano afastado da comissão técnica.

 

DA: Domingo agora vocês pegam o RJ Sharks, oque vocês conhecem da equipe?

ES: Somente os dados que a Liga disponibilizou no site. Porém um amigo técnico, nos deu uma dica de como atuar neste jogo.

 

DA: Você acredita que jogar no Miécimo é uma vantagem? Já virou na prática, a casa dos Spartans?

ES: Ano passado tivemos alguns treinos no Miécimo, mediante algumas alterações de gestão interna estamos negociando o retorno de nossos treinos lá.

E sim, acredito que o apoio  da torcida e mais que satisfatório para nós ajudar a fazer o melhor.

 

DA: Pra terminar eu queria tratar de outro tema. Basquete feminino. A última vez que falamos você procurava um time feminino para representar os Spartans na LSB. Como ficou essa busca?

ES: Então, realizamos um cadastro através do Facebook, com isso tivemos acesso a muitas atletas, porém com muita variedade de idade e Bairros distantes.

Não vou deixar de tentar até formar uma equipe de basquete feminino, porém hoje preciso de uma certa estabilidade de local para treino.

Acredito que até agosto estaremos realizando uma peneira para preparar e capacitar uma equipe para jogar a LSB em 2019.

Queremos realizar 4 eventos para arrecadar alimentos para doação, formar primeira equipe feminina de Campo Grande e desenvolver o esporte cada vez mais no Bairro.

 

DA: Ótimo! Espero que obtenham êxito. Agradeço muito pela atenção, sei que sempre atrapalho vocês, mas acho importante dar voz as equipes. Mais uma vez, muito obrigado.

ES: Eu que agradeço.

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Neste domingo dia 4 de março de 2018, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do ginásio Zenny de Azevedo para receber a rodada de abertura da Liga Super Basketball.

A quarta e última partida disputada no ginásio Zenny de Azevedo do Complexo Esportivo Miécimo da Silva, aconteceu entre Vila Kings e Santa Cruz Black Panthers.

 

vila kings x santa cruz

 

O Jogo:

 

1º Período :

Nos primeiro cinco minutos de jogo o Santa Cruz converteu apenas um ponto, obrigando sua treinadora da equipe a parar o jogo, na tentativa de arrumar a casa.

Depois do tempo os Black Panthers subiram de produção, chegando a pontuar em dois ataques seguidos.

Apesar do crescimento do adversário, o Vila Kings se mantinham pontuando, e sustentando a liderança do placar.

Contudo, seu treinador preferiu parar o jogo na tentativa de segurar o ímpeto adversário.

Acontece que o tiro saiu pela culatra e quem saiu cheio de moral do pedido de tempo foi o Santa Cruz. O que lhes permitiu reagir, e só não assumiu a dianteira no placar, porque no fim do quarto Daniel desperdiçou dois lances livres e uma bandeja fácil, permitindo que o Vila Kings terminasse a frente, vencendo por 14 x 10.

 

2º Período

Na volta a quadra, coube ao mesmo Daniel fazer um bom trabalho próximo a cesta, e abrir o marcador, cortando a vantagem para apenas dois pontos.

Acontece que essa cesta de Daniel na primeira posse de bola do quarto, foi a única que aconteceu nos primeiros quatro minutos do segundo período.

Melhor para o Vila Kings, que sobe passar pelo melhor momento do adversário sem sofrer pontos, e quando reassumiu o comando a partida já contava com vantagem no placar.

Assim, as equipes foram para o intervalo com o Vila Kings vencendo a partida por 26 x 15.

 

3º Período

O segundo tempo começou como terminou o primeiro, com erro do Santa Cruz no ataque sendo punido com contra ataque do Vila Kings.

É bem verdade que por vezes o Santa Cruz chegava a animar a sua a torcida, com um ou outro contra ataque. No entanto, nada que mudasse o status quo da partida.

 

4º Período

O último quarto começou muito pegado, com algumas jogadas duras, o que incentivou ainda mais a participação do público.

Com o incentivo dos presentes, à 6:10 do fim do jogo, o Santa Cruz cortou a vantagem para apenas 9 pontos depois de muito tempo. Contudo, a alegria não durou muito, no ataque seguinte, o Vila Kings voltou a pôr dígitos duplos de vantagem.

E assim se seguiu até o último soar da sirene. Final Vila King 66 x 51 Santa Cruz.

 

Destaques:

Luis Felippe (Vila Kings): 17pts, 12reb, 2ass e 25 eficiência;

Anderson (Vila Kings): 5pts, 10reb, 2ass e 13 eficiência;

Adeilson (Vila Kings): 14pts, 6ass e 13 eficência;

Luiz Fernando (Black Panthers): 18pts, 6reb, 3ass e 12 eficiência.

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Segunda, 05 Março 2018 06:57

Em jogo duro, UERJ vence o Underdogs.

Neste domingo dia 4 de março de 2018, o Complexo Esportivo Miécimo da Silva abriu as portas do ginásio Zenny de Azevedo para receber a rodada de abertura da Liga Super Basketball.

O terceiro jogo do dia no Zenny de Azevedo aconteceu entre Basquete UERJ e Belford Underdogs.

 

uerj x underdogs

 

O jogo:

 

1º Período

Logo que a bola subiu o time da UERJ partiu pra cima abrindo 5 x 0 no marcador.

Contudo, o time comandado por Lucas Costa logo mostrou que não estava aqui pra brincadeiras. Com belos arremessos de Lucas, Pedro Henrique e Rodolfo, o time da baixada fluminense assumiu a dianteira e comandou as ações até o fim do quarto. Tendo vencido por 15 x 8.

 

2º Período

Na volta a quadra a equipe da UERJ tentou impor seu ritmo, mas ainda sob a batuta de Lucas Costa coube aos Underdogs administrarem o placar e se manterem à frente.

A situação mudou, quando a 4:20 do intervalo Lucas Costa foi para o banco e o time de Belford Roxo perdeu sua referência.

A equipe da UERJ reagiu e assumiu o controle do jogo aos poucos, igualando o placar na última posse de bola antes do soar da sineta.

 

3º Período

As duas equipes voltaram com tudo para o terceiro quarto. As duas bolas presas marcadas antes do fim do segundo minuto, dão a exata medida da disputa física a qual os atletas se dispuseram. Melhor para o UERJ que assumiu a dianteira do marcador.

No finzinho do quarto, o que estava bom pra UERJ, ficou ainda melhor. Dois bons contra ataques garantiram uma boa folga no marcador, antes do último período.

 

4º Período

O jogo que até então estava de excelente nível, mas passou por seu momento de declínio técnico na etapa final.

Ambas as equipes ficaram seis minutos sem encontrar o caminho da cesta, se revezando no cometimento de erros.

Contudo pouco mais de três minutos para o fim  coube a UERJ converter uma bola de três, aproveitando-se do fato de alguns jogadores do underdogs desistiram da jogada, o que praticamente definiu o resultado da partida.

Final de jogo Basquete UERJ 46 x 35 Belford Underdogs.

 

Destaques:

Ian Pimentel (UERJ): 8pts, 4reb, 3ass e 15 eficiência;

Leonardo Marques (UERJ): 10pts, 9reb, 3ass e 12 eficiência;

Aurélio Ricardo (Underdogs):  5pys, 7reb, 3ass e 13 eficiência.

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