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No feriado de quinta-feira (15) na Vila Olímpica de Mesquita, o Duque Kings recebeu o Club Municipal pela primeira partida da semifinal do Livre Feminino e sofreu uma derrota por 51-46, após o jogo ir para a prorrogação.

Neste primeiro jogo, vimos o Duque Kings tendo um aproveitamento muito bom nas bolas de três pontos (6 de 16, 37%) e forçando o Municipal subir a marcação para conter os arremessos do perímetro. Pelo lado do Municipal, o time tentava jogadas no poste baixo com a Débora Reis, que não deram certo. Porém, a jogadora que decidiu a partida e nos proporcionou belas jogadas, foi a Carolina Ribeiro.

A armadora foi fundamental para que a equipe tijucana sempre estivesse na partida e não deixasse o DK criar uma vantagem no placar. Carol foi a grande destaque do time do Municipal com 18 pontos, 3 assistências e 6 roubos de bola.

Veja alguns lances da partida.

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Na primeira partida no Grajaú Tênis Clube, a equipe do Duque KIngs enfrentou o Queens pela categoria Feminina. O time do DK conseguiu impor o seu ritmo de jogo desde o inicio e não teve dificuldades para vencer por 78-34. A grande destaque do time foi a Tatiane de Freitas (foto) com 31 pontos, 6 rebotes, 4 assistências e 4 roubos de bola.

Veja alguns lances da partida.

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No Sport Club Mackenzie, a equipe do Duque Kings enfrentou o Instituto Mangueira e conseguiu uma ótima vitória por 61-53. A grande destaque do jogo foi a Juliana Ribeiro. Ela terminou com 16 pontos, 10 rebotes e 3 assistências.

Veja alguns lances da partida e a entrevista com o treinador Bruno Tapajós.

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Neste domingo, o atual campeão do Livre Feminino vai estrear na Liga Super Basketball (LSB) contra o Duque Kings na Arena Carioca 3.

A equipe comandada pelo Gabriel Dutra, vai entrar em quadra querendo mostrar que vai brigar firme pelo bicampeonato. O time sofreu algumas alterações importantes, como a saída da Maria Luisa (peça importante para o título do ano passado) e a chegada da Nathalynha, jogadora que teve uma ótima passagem pela seleção de base e na Mangueira.

Pelo lado do DK, a equipe conta com a Juliana Ribeiro (sua principal jogadora) para que o time consiga ter um desempenho melhor do que do ano passado. A equipe chega nessa temporada mais experiente do que o ano passado e já vai começar a temporada regular pegando um dos times favoritos ao título.

Será que o DK vai começar com o pé direito a temporada e vencer o atual campeão ou veremos o Municipal mostrando a sua força e dando o seu cartão de visitas a categoria feminina.

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Com uma história no esporte que nasceu quase que simultaneamente com a LSB, Juliana Ribeiro bateu um papo comigo, dos mais abertos que tive a oportunidade de tecer com um personagem do basquete carioca.


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A atleta falou da identificação com a Liga Super Basketball, sobre o amor ao Duque Kings, sobre a situação do basquete feminino, sobre o papel do atleta na organização do esporte, tudo isso você pode conferir agora:

 

Diogo Aquino: Eu gostaria de começar pedindo pra você falar um pouco da sua relação com a lsb.

Juliana Ribeiro: A LSB vem me acompanhando a bastante tempo, ela está comigo e viu minha evolução desde o início. Eu não lembro o ano exatamente, mas eu comecei no basquete no mesmo ano que a LSB começou. Inclusive, o DK (Duque Kings), é o único time em que eu joguei a LSB. Já fui campeã pela LSB, vivi vitórias, derrotas, brigas…

É um campeonato que vem melhorando a cada ano, a cada temporada. E eu tenho certeza que vai crescer muito mais, ainda mais no feminino, que é pouco valorizado, poucas pessoas colocam a mão no fogo pelo feminino. É muito difícil isso, mas a LSB, vem permitindo que o feminino não acabe. Porque querendo ou nao o campeonato aqui no Rio (de Janeiro), que a gente mais valoriza é a LSB. Eu agradeço muito a LSB, desde o começo ela vem ajudando muito a gente, tanto como atleta, como os outros profissionais do basquete. Eu posso falar, porque a LSB já me deu uma chance de ser estagiária, a LSB, dá chance pra quem quer ser árbitro, a LSB ajuda muito.

 

DA: Sobre a próxima temporada vc continua no Duque Kings?

JR: Para alegria de todos, sim!

 

DA: Legal essa sua relação com a equipe, você é sempre muito cobiçada, mas sempre assume esse papel de liderança no DK né?

JR: O DK, o Bruninho sempre me ajudou muito, tanto nas quadras quanto fora. E as meninas também são muito companheiras. A maioria sempre jogou comigo, ou no DK ou em outros times da federação. As vezes penso em trocar, mas meu coração e DK, então não consigo!

 

DA: Qual a sua expectativa para a próxima temporada?

JR: Muitos jogos! Estamos nos planejando para conseguirmos ir até o final do campeonato, não dando bobeira, não dando wo de graça. Vieram algumas meninas novas para nos ajudar e vai ser muito bom isso. Soube que são 7 equipes no feminino e isso é muito bom.

 

DA: Você parece bem animada para temporada.

JR: Estou ansiosa para o retorno às quadras até para saber se como todas as equipes estão. Espero também a melhoria dos árbitros como um todo, que isso é crucial as vezes para todos os times.

 

DA: Percebo que você dá muito valor ao desenvolvimento estrutural do esporte, já falou sobre as dificuldades que o basquete feminino enfrenta, sobre o papel de resistência da LSB neste mesmo sentido, e agora da importância da qualificação da arbitragem. Você acha importante que os atletas tenham uma postura mais ativa no desenvolvimento estrutural do esporte?

JR: Óbvio, não depende só da lsb, ou de quem quer que for para o esporte em se desenvolver. Acho que para querer melhoria/desenvolvimento você tem que saber o que ocorre num todo. Não é só chegar e apontar, como a maioria faz.

 

DA: Agora, olhando pra temporada passada, você teve um desempenho individual muito bom. Como você avalia sua participação na LSB 2017?

JR: Eu acredito que poderia ter sido melhor. Gosto muito de jogar em equipe, tendo todas juntas. Mas às vezes um jogo está propício para um jogadora. Como quando a pivô adversária é baixa e a nossa é alta, e algumas coisas assim!

Mas como disse, acho que poderia ser melhor, muitos arremessos precipitadas e escolhas erradas, mas espero que esse ano seja melhor. Já voltei a ativa, mais para o lado do condicionamento físico, e seja o que Deus quiser. O DK está muito empolgado, doidos para o torneio ou campeonato começar.

 

DA: Que bom! Desejo boa sorte a você e ao DK. E agradeço por ter  me cedido o seu tempo pra falar de LSB.

JR: Nada, obrigada vocês!

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Neste domingo, a UFF enfrenta o Duque Kings no Sport Club Mackenzie válido pela categoria Feminino.

Depoi de conseguir uma boa vitória em cima do IBC no dia 16/7 em Mesquita por 47-44, o time enfrentou alguns dos melhores times da categoria: Impacto, VemSer e Municipal. Essa sequência não foi nada boa para o time, que não conseguiu nenhuma vitória nessa sequência.

A equipe agora enfrenta o Kings em busca de se reabiltar na categoria. mas também não será um trabalho fácil. O DK conta com a scorer Juliana Ribeiro e pode ser mais uma pedra no sapato do time universitário.

Nos resta ver como a UFF vai se comportar na partida e se conseguirá a primeira vitória após essa sequência amarga.

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Domingo, 29 Novembro -0001 20:53

Duque Kings supera All Basket em Nova Iguaçu

No sábado (05/08), o Iguaçu Basquete Clube recebeu mais uma partida da categoria Feminina. O All Basket enfrentou o Duque Kings. Veja como foi a partida.

RESUMO DO JOGO

A equipe do All Basket entrou na partida com o desfalque da sua armadora, Ana Luiza e sentiu falta dela principalmente no final da partida.

O confronto marcava o encontro entre Joyce Pinheiro (All) e Juliana Ribeiro (DK). As talentosas jogadoras mostraram o por que são os destaques de suas equipes.

A equipe do All Basket até começou melhor, mostrando uma boa rotação ofensiva e conseguindo conter as infiltrações das jogadoras do DK. Joyce Pinheiro (15 pontos e 16 rebotes) foi o espelho de como o ataque do All funcionava bem.

Mas no segundo tempo, vimos uma ótima reação do DK, comandada pela Juliana Ribeiro (12 pontos e 15 rebotes). As infiltrações tentadas no primeiro tempo começaram a funcionar no segundo e vimos a Juliana sendo a playmaker da equipe. Fazendo com que as outras companheiras conseguissem também pontuar.

Aos poucos o time do K foi abrindo vantagem e o All não sabia como parar o ataque adversário. Depois de achar o seu ritmo de jogo e entregar um grande volume em quadra a equipe do DK garantia a vitória.

No fim, o DK saiu de Nova Iguaçu com uma boa vitória sobre o All Basket por 44-35.

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