Neste domingo dia 18 de março a Liga Super Basketball pode “invadir” a até então desativada Arena da juventude e dar destinação social e esportiva a mais um legado olímpico. Foram 10 jogos em duas quadras e as estrelas da LSB puderam desfrutar de uma estrutura que flerta com as melhores do basketball mundial.

A terceira partida da quadra um foi sem sombra de dúvidas a melhor do dia. E que ainda pode contar com transmissão ao vivo, através do Youtube e do Facebook da Liga Super Basketball.

Kobras e Três Rios se enfrentaram em partida válida pela fase de classificação do grupo A do Campeonato Estadual Amador. O Time do Sul Fluminense foi um dos destaques da temporada passada, enquanto o Kobras é o atual campeão. Ambas as equipes estrearam na competição com vitória e entravam para segunda rodada da competição medindo forças para manter a invencibilidade.


Kobras x Tres Rios

O Jogo:

 

A bola subiu e Iago Fortini garantiu a posse de bola para o time de Três Rios que não demorou pra deixar claro o nível em que iria jogar essa etapa inicial.

O que vimos no primeiro período de jogo foi uma chuva de belos arremessos do time do Sul Fluminense. Se aproveitando de uma defesa do Kobras, que se limitava a fechar o garrafão, o time comandado pelo técnico Carlos Domingues deu mostras de que está muito bem treinado, com um índice de aproveitamento absurdo nos arremessos de média e longa distância.

O baile do primeiro quarto continuou no segundo, muito embora Irwing não poupasse esforços para manter o Kobras na partida, o time de Cabo Frio demorou a entender que precisava mudar a defesa e contestar absolutamente todos os arremessos do Três Rio se quisesse vencer.

O resultado disso foi que os times foram para os vestiários com o Três Rios vencendo por uma boa vantagem, Três Rios 43 x 29 Kobras.

Quando as duas equipes voltaram a quadra, O Kobras mostrou que a conversa no vestiário fez efeito. Impulsionados pela postura defensiva, muito mais agressiva de Guilherme Vasconcellos e Matheusão, o Kobras passa a contestar todos os arremessos do Três Rios, que muito bem organizado não queimava arremessos marcados, e passou a buscar agredir o garrafão do time do Kobras.

Este cenário fez muito bem ao Kobras, acostumado ao jogo físico os atuais campeões passou a ter muito mais êxito na sua defesa, e consequentemente a atacar de forma mais confortável o que permitiu ao próprio Matheusão e ao Marcelão ajudarem Irwing e De Medeiros que até então carregavam a pontuação do Kobras.

A situação desconfortável no ataque gerou uma irritação crescente ao Três Rios. E esse ambiente é extremamente confortável ao Kobras, que venceu os dois últimos quartos por 10 pontos cada um, explorando a irritação do adversário, para garantir, pontos e faltas sem deixar chances para uma nova reviravolta, garantindo uma vitória importantíssima para a temporada.

Final 71 x 64, Kobras segue invicto, e um dos favoritos ao título, enquanto o Três Rios também deixa o seu recado. O Time de Carlos Domingues claramente subiu um degrau e tem tudo pra disputar o título do Campeonato Estadual Amador.  

 

Destaques:

Marcelão (Kobras): 10pts, 17reb, 1ass, 1 toc e 21ef;

De Medeiros (Kobras): 12pts, 6reb, 1toc e 12ef;

Farlley (3Rios): 21pts, 7reb, 2ass, 1toc e 16ef;

Iago (3Rios): 7pts, 11reb, 1rou e 12ef.

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Na última temporada Gabriel Dutra foi o técnico mais premiado da LSB, campeão no Feminino, vice campeão no Campeonato Estadual Amador, eleito melhor treinador em ambas as competições, apesar desta e de outras honrarias Gabriel Dutra e o Municipal tiveram que lidar com uma grande frustração. Depois da grande expectativa que se criou pelo título do Campeonato Estadual Amador, em razão da excelente campanha do Municipal na fase regular da competição. A derrota na final para o Kobras adiou o sonho da equipe tijucana e de seu treinador que agora entram na temporada em uma condição de favoritismo.

municipal

Por tudo isso, tive a oportunidade de bater uma papo com o treinador sobre suas expectativas para a temporada 2018:

 

Diogo Aquino: Já abriu a temporada com um título (o Municipal venceu o Big 4, torneio preparatório para a temporada). É o primeiro de muitos?

Gabriel Dutra: Espero que sim, foi legal ontem, foi um jogão, passamos um perrengue, quase não deu pra virar no final.

 

DA: Com a chegada das novas peças, você acha que vai conseguir chegar ao mesmo nível de desempenho coletivo que atingiu na temporada passada:

GD: Eu acho que o time ainda não é melhor que o do ano passado, mas acho que vai ser. Mais intenso, mais rápido eu acho que dá pra ser melhor.

 

DA: Desejo boa sorte na temporada, você tem mais material humano agora, mas isso não torna o caminho pra conquista do título mais fácil né?

GD: O objetivo é esse, ter profundidade no elenco.

 

DA: Na temporada passada você teve alguns problemas pra treinar, nesta temporada acredita que terá mais condições de preparar sua equipe?

GD: Espero que sim, diminuímos categorias pra podermos trabalhar numa realidade melhor. Não pra trabalhar menos, mas para trabalhar melhor dentro da nossa realidade,

 

DA: Novamente muito obrigado por dispor seu tempo pra me atender.

GD: Nada, se precisar é só chamar.

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Quinta, 08 Março 2018 13:59

He has a dream!

Hoje o papo é com o arquiteto da equipe mais surpreendente da temporada 2017. Dessa vez vocês vão poder conferir um bate papo que eu tive com um dos nomes mais importante da formação de atletas no Rio de Janeiro. Alguém que tem toda a vida dedicada ao esporte, e que ainda alimenta muitos sonhos dele e dos atletas que passam por suas mãos. Hoje o papo é com Jorge Pupa, técnico do JTC e você podoe conferir tudo abaixo:

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Diogo Aquino: Então, na temporada passada todos apontavam o JTC como uma candidato ao rebaixamento no Campeonato Estadual Amador, No entanto a equipe superou totalmente nossas expectativas, se classificando e fazendo grandes partidas nos playoffs. Como foi tudo isso pra vocês?

Jorge Pupa:  Primeiro de tudo eu queria agradecer a oportunidade de expor o meu trabalho. E no tocante a sua pergunta, o que acontece é que todo o pensamento do ano passado era de promover alguns garotos da base, dando rodagem, e não ser rebaixado. Esse era o pensamento.

Então com isso nós fizemos a junção dos jogadores que ficaram, à um grupo de sub 19 e sub 18. Se eu disser pra você que eu tinha a certeza que eles iriam fazer a campanha que fizeram. Certeza de fato eu não tinha, mas existia sim uma grande expectativa, sim. Porque todo o trabalho foi pensando nisso, para eles fazerem boas partidas, fugirem da possibilidade de rebaixamento e o objetivo foi cumprido com grandes honras, como você mesmo falou com direito a grandes atuações grandes jogos. Então o resultado foi show.

E o melhor dessa história foi o processo de amadurecimento dos jogadores mais jovens, que se uniram aos mais experientes e jogaram com muita consciência.

 

DA: Particularmente eu acredito que todos se emocionaram com o desempenho dos seus garotos aquela eliminação pro Niterói. Da maneira como aconteceu, com aquela bola no estouro do cronômetro doeu muito nos seus jogadores. Você acredita que isso é importante no processo de crescimento?

JP: Claro, isso amadureceu e vai amadurecer muito mais, na próxima temporada. Eles sabem que no basquete não pode dar moleza eles tem que dar tudo do início ao fim, a pegada, a atenção a dedicação tem que ser do início ao fim. Então isso foi uma lição, foi uma aula que eles tiveram de como atuar em cada momento da partida. Neste jogo teve momento em que estávamos bem, e não soubemos aproveitar. Então tudo isso é uma lição,.

 

DA: Pupa, você é conhecido e respeitado no basquete carioca por ser um grande formador de atletas. Eu queria de saber de você, como você faz nos dias de hoje, onde, a formação dos super times da NBA, tende a ter um impacto no comportamento dos garotos, pra trabalhar com eles conceitos que valorizem muito mais a caminhada na busca do título que apenas o próprio título? Nós tivemos como exemplos o JTC e o Municipal que EM 2017 foram tão falados e tão marcantes quanto o Kobras Campeão do Estadual Amador.

JP: Boa pergunta essa, vamos lá. Primeiro de tudo, eu tento mostrar a eles que todos eles são capazes, que todos eles também precisam aprender mais sobre o jogo. Que mesmo eu aos meus 52 anos, ainda não aprendi tudo e tenho sonhos a serem realizada, como todos eles. Em primeiro lugar um conceito que pre precisa ser assimilado é que sozinho eu não sou ninguém, eu preciso do meu companheiro, e em segundo que eu não faço panela no meu time. Vai jogar aquele que estiver melhor.

Eu tento mostrar pra eles, que eu não tenho predileção por ninguém. Comigo vai jogar aquele que estiver melhor.

Em alguns momentos eu sou o pai, outros eu sou o amigo, mas por vezes eu sou o carrasco também, tudo faz parte do processo. E com toda essa mistura, se cria um grande respeito entre eu e eles, assim se cria um laço. E desse laço a gente vai extraindo o que há de melhor.

 

DA: Você falou sobre sonhos a realizar no basquete, pode revelar quais são?

JP: Eu tenho o sonho de trabalhar junto dos treinamentos de grandes atletas nacionais e internacionais. De trabalhar numa grande equipe brasileira, ou da NBA, ou ainda acompanhar todo o processo de uma seleção. São os grandes sonhos que cultivo.

 

DA: Muito legal! Pra terminar, quais as reais expectativas para a temporada 2018? Continuam tão modestas quanto eram em 2017, ou agora já sonham com voos mais altos?

JP: Humildade e respeito tem que existir, a gente não tem é que baixar a cabeça pra ninguém. Mas nós temos que saber respeitar e saber os nossos limites. Hoje eu digo pra você que eu estou com uma boa equipe, pra entrar nos playoffs, na briga e tentar chegar lá em cima, no podium. Mas o basquete é maravilhoso, a cada jogo é uma surpresa, a cada jogo a situação muda. Então qualquer coisa que eu diga pra você em alguns segundos pode mudar. Mas eu acredito que sim, que esse ano, se tudo continuar caminhando do jeito que está, se este grupo permanecer completo durante toda competição, eu acredito que dá pra chegar. Aos trancos e barrancos mas dá pra chegar (risos). Mais uma vez obrigado pela oportunidade e tudo de bom pra você.

 

DA: Eu que agradeço, por ter cedido seu tempo, eu sei que é complicado, sei que acabamos atrapalhando a rotina de vocês, mas eu acho importante esse tipo de depoimento. E boa sorte, eu realmente fiquei comovido pelo desempenho da sua equipe e torço para que nessa temporada seja tão bom quanto.

JP: Obrigado pelo carinho, pela torcida, e um bom trabalho, como você sempre tem feito, um abraço.

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A temporada passada sem dúvidas alçou Daniel Batista a um patamar de destaque no basquete carioca. As atuações do Ala Armador levou o Municipal à melhor campanha da temporada regular e direcionou todos os holofotes para o time da Zona Norte.

Nesta temporada o desafio é ainda maior, e a vontade de vencer parece ter acompanhado esse crescimento. Tudo isso pode ser conferido na entrevista abaixo:

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Diogo Aquino: Antes de mais nada queria te parabenizar pela última temporada, você realmente jogou demais, como enxergou esse desempenho?

Daniel Batista: Primeiramente obrigado, isso significa muito vindo de você.

O desempenho foi resultado de todo esforço que fiz, durante os treinos, sou bem dedicado e focado em melhorar todo dia. É muito gratificante ver todo o trabalho duro que fiz dar resultado nos jogos.

O meu desempenho vem muito também do meu técnico Gabriel Dutra e dos meus companheiros de equipe, que me botaram em uma boa situação para eu ter resultado dentro da quadra.

 

DA: Sua dedicação é bem famosa, não é só o Gabriel (Dutra), quem  te elogia neste sentido. Outras pessoas que já trabalharam com você, também falam do seu esforço, de onde vem esse comprometimento?

DB: Vem da minha vontade de realizar meu sonho, de ser jogador profissional, por isso corro atrás todos os dias. Sempre tem algo pra melhorar, nunca estou satisfeito.

 

DA: Legal ouvir isso, você tem td pra conquistar. Agora ainda sobre a temporada passada, vocês foram a sensação mas o título não veio. Como foi lidar com essa frustração?

DB: No fim do dia demos nosso máximo em todos os jogos, foi um ano bom pra equipe, infelizmente não ganhamos o título, mas tivemos um campeonato muito bom e foi muito divertido jogar ao lado do meu time inteiro.

 

DA: Como equipe vocês foram realmente demais, pareciam invencíveis em certa altura da fase regular. No entanto,  nos playoffs todos sentimos que vc precisava de mais ajuda pra pontuar. Nesta temporada as ajudas vieram, JP, Pietro, Marchon... Vc sente q tera mais espaço pra jogar agora que tem mais gente pra dividir a responsabilidade?

DB: Esse ano vou assumir um papel maior de líder, estou trazendo mais a bola e sendo bem mais agressivo. Em relação aos jogadores que chegaram, o Pietro, não tenho palavras pra descrever o quanto ele é importante pro nosso time, reboteiro e defende muito, sem falar da química que ele tem comigo de anos. João Marchon também, pivô rápido, pula muito alto, um ótimo jogador no ataque e na defesa, JP nosso chutador de 3, sei que quando eu bater pra dentro vou poder soltar a bola nele confiante que ele vai matar, e por último mas não menos importante, Ygor, grande jogador no ataque, consegue chutar e infiltrar facilmente, na defesa ajuda bastante também, tem tudo pra ser um grande ano.

 

DA: Eu tb acho, espero que obtenha sucesso e nos brinde com grandes atuações como na última temporada.

DB: obrigado Diogo.

 

DA: Nada, gosto do teu jogo e do seu foco, torço por você.

DB: Obrigado, gosto do trabalho que você e a LSB estão fazendo também

 

DA: Legal, as vezes (quase sempre somos chatos), mas fazemos de coração pra tentar enaltecer o que vocês fazem na quadra.

DB: Chatos nada, o que vocês fazem é incrível, quase ngm faz isso.

 

DA: Muito obrigado.

DB: Obrigado vocês.cipal: obg vcs

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Recém chegado ao time da UVA/Mackenzie, Saulo Vianna falou comigo sobre a chegada à equipe e as expectativas para a temporada 2018 do Campeonato Estadual Amador.

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Diogo Aquino: Essa temporada 2018, você vai jogar pela UVA/Mackenzie ne?

Saulo Vianna: Vou sim lek.

 

DA: Acho que você vai cair feito uma luva nesse time.

SV: Eu também achei mano. Tivemos um amistoso e eu acho que pude contribuir bastante. Só fiquei chateado de não jogar na arena no dia 5 (risos). Mas no restante tudo show.

 

DA: É um grande palco. Ações como essa devem ser realmente estimulantes p vocês, n[e? Palco olímpico, transmissões, álbum de figurinhas, cobertura de mídia... Qual a relevância disso tudo pra quem joga LSB?

SV: Eu fico feliz de esta passando por isso tudo agora, desde o início. Até porque, com a pegada que está o campeonato, a liga, a estrutura, no futuro isso tudo vai ser ainda mais relevante.

Talvez, se não fosse isso, a minha geração não teria nada pra contar a respeito de basquete. E hoje eu estou tendo muito pra contar, até mais do que qualquer expectativa de qualquer atleta. Se for parar pra ver, que joga LSB está entrando em um lugar muito maneiro. Jogar na arena, onde jogaram a seleção americana e as outras grandes seleções do mundo. Tudo isso em uma liga que é considerada amadora né?

 

DA: O crescimento da liga vem sendo acompanhado pelo crescimento estrutural de algumas equipes também. Cada vez mais você tem times investido em treinamentos e técnicos. Como você vê isso? O UVA/MACKENZIE é um desses times ne?

SV: Sim, sim, o apoio que o Mackenzie, tanto com estrutura de treinamento, instalações, técnicos, dá pra gente é muito bom. Isso só se dá graças ao crescimento da liga. Uma coisa acompanha a outra.

Na verdade um dos fatores que me levou pra UVA é exatamente esse. O fato de ser uma equipe com estrutura de técnico e local de treinamento e tudo mais.

 

DA: Na temporada passada a UVA chegou a ser um dos destaques da temporada regular, mas acabou morrendo cedo nos playoffs. Muita gente atribui isso a inexperiência da equipe. Você apesar não ser nenhum veterano, acredita que pode agregar experiência ao grupo por suas passagens anteriores?

SV: Com certeza Diogo. Não que eu tenha experiencia na questão de idade, mas a experiência por disputar alguns outros campeonatos, e algumas vezes até mesmo assumindo um protagonismo.

Então como se portar no final dos jogos, ter tranquilidade, são características que eu tenho. Ter equilíbrio nas horas importantes, e também saber ouvir. Como somos um time que tem um técnico, é importante ouvir uma coisa no banco, e por em prática ao chegar na quadra.

 

DA: Legal! Pra fechar, quais são suas reais expectativas para temporada com a UVA?

SV: A expectativa é a mais alta possível. Temos a ambição de chegar mais longe que na temporada passada. É pra isso que eu vim, vim pra somar. Ano passado a UVA foi eliminada por um time forte, que foi até a semifinal. Então temo um time bom, e o pessoal já se conscientizou disso e sabe que podemos ir bem mais longe.

 

DA: Cara boa sorte! Espero que você faça uma grande temporada.

SV: Obrigado mano, Farei!

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A bola sobe nesse final de semana, dando início a temporada 2018 da LSB. Uma das partidas desta rodada inaugural, acontecerá entre Vila da Penha e Municipal. Partida que acontecerá na Arena Carioca 1, palco dos jogos olímpicos do Rio de janeiro, e terá transmissão ao vivo pela TV Live Sports, parceira da LSB.

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De olho neste início de temporada, eu pude conversar com Vinícius Maia, líder e um do principais jogadores do Vila da Penha sobre os preparativos pra estreia e a expectativa da temporada 2018

 

Diogo Aquino: Bom, na última temporada você sofreu bastante com a sua contusão. E agora, você já está recuperado?
Vinicius Maia: Sim, me recuperei ano passado mesmo, mas o técnico do Mackenzie não me dava muitas chances. Então esse ano resolvi mudar, depois de 3 anos no master no Mackenzie, voltei para o Vila da Penha Master e como sou jogador do time adulto do VP fica mais fácil (risos).

DA: Sim, bem mais fácil. No campeonato Estadual Amador do ano passado o Vila da Penha não foi tão longe quanto sempre se espera, como vocês lidaram com a eliminação?
VM: Ficamos muito tristes com isso, perdemos nosso melhor lateral o Maurinho (foi para o Mackenzie), por achar que nosso time estava fraco desgastado. Mas aí resolvi logo o problema, trouxe Erick Camilo, jogador de NBB de 25 anos, com passagem por paulistano, Basquete Cearense, Vasco e Macaé. Trouxe também o Jefferson ex-Botafogo e Santos e trouxe um técnico experiente, o Ronaldo Caloeiro. Agora vamos com tudo em busca do título do Estadual Amador.

DA: O sucesso do Kobras do Renan, do Municipal do Gabriel Dutra, e até mesmo da Escola Maxx do Felipe Alexandre tem levantado uma discussão, no sentido de que os técnicos estão se tornando um diferencial hoje no Estadual Amador. O que você pensa sobre isso?
VM: Concordo, por isso fui atrás de um (técnico), experiente e vitorioso que possa nos ajudar em todos os sentidos.


DA: Legal, e você acha que esse processo é um caminho sem volta? Acha que esse tipo de investimento em grandes técnicos serão cada vez mais frequentes nas equipes tradicionais como o Vila da Penha?
VM: Sim, tem que ser, para ter o mínimo de organização, sem técnico vira um bando desorganizado.


DA: Com o novo técnico e os novos reforços você acredita que o Vila da Penha venha pra disputar o título nesta temporada?
VM: Sim, com os nomes que temos no papel sim. Todos jogaram em grandes clubes, David Brito, Jandir, Bruno Rocha, Erick, Jefferson, Herbert, Joãozinho... Todos muito bem qualificados,mas não vejo nenhum time café com leite na liga (risos). Todos muito são fortes, Kobras , Mackenzie, Niterói e Municipal, nosso adversário de segunda, acho que vai ser um jogão.

DA: Todos estamos com a mesma expectativa. E qual a expectativa da estreia no palco dos jogos olímpicos?
VM: Nossa o máximo! Além do meu joelho agradecer, é um palco olímpico, quem não gostaria de jogar lá? Ainda mais com transmissão ao vivo. Vai ser demais!

DA: Mais uma vez agradeço pela atenção e desejo boa sorte na temporada!
VM: Muito obrigado.

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Eleito melhor técnico da Liga B na temporada 2017, Felipe Alexandre tem grande desafio no comando de um time muito jovem, em um campeonato cheio de jogadores extremamente experiente. Pra saber como ele enxerga esse desafio, bati um papo com o técnico da Escola Maxx/Mackenzie antes da bola subir no Campeonato Estadual Amador.

felipe mackenzie b

Diogo Aquino: Queria começar te parabenizar pelo excelente trabalho na última temporada. O Mackenzie B, agora Escola Maxx/Mackenzie superou todas as expectativas. Por ser uma equipe jovem ninguém apontava seu favoritismo na liga B.

Felipe Alexandre: Obrigado pelas palavras.

DA: Então dá pra falar um pouco dessa mudança de nome da equipe?

FA:  Pois é Diogo, a gente conseguiu fechar uma parceria com a Escola Maxx aqui. eles adotaram duas equipes nossas, esse adulto que subiu, e o sub 18. então dá um pouco mais de estabilidade no sentido de pagar uma taxa de arbitragem, de ter um material adequado, bola, tudo isso que é necessário. Porque o trabalho da gente aqui é muito difícil, já que a gente ainda não tem uma condição de estrutura que gostaria de ter. E foi muito legal, até para podermos trocar a nomenclatura e não entrarmos como Mackenzie e sim como Escola Maxx/Mackenzie.

DA: Legal. Frequentemente eu acabo me referindo nos meus textos à importância do Mackenzie tradicionalmente no basquete carioca, e só no adulto esta temporada nós teremos quatro equipes ligadas ao clube, como você tudo isso?

FA: Em relação a importância do Mackenzie, temos primeiro que lembrar a história do Mackenzie, que talvez seja o clube mais tradicional do Rio de Janeiro, no que diz respeito ao Basquete, como o Riachuelo e os clubes que vinham parados. Então a minha volta pro Mackenzie porque eu fui criado aqui. Inclusive eu tava brincando com os meninos hoje no treino, porque eu nunca perdi pro Flamengo, pro Vasco, ou pra nenhum desses grandes clubes jogando com a camisa do Mackenzie. Mas hoje os tempos são outros, no entanto a gente quer voltar a ter essa força, a ser essa potência no basquete, sabemos que isso não é a curto prazo, mas estamos no caminho.

Então, a importância do clube é essa, primeiro em abrir as portas, a direção do Mackenzie hoje tem a idéia de voltar com o basquetebol e o maior legado que o Mackenzie deixou pra gente foi a questão do ambiente, da formação, não só do jogador, como do homem, do cidadão. É isso que queremos resgatar, porque quando você forma o cidadão, você cria o ambiente propício para o trabalho. E eu não abro mão disso.  E esse ano eu tenho visto a equipe muito encaixada, ontem fizemos um amistoso, muito bom, estamos felizes com o que vem acontecendo esse ano.

DA: O perfil de equipe jovem vai permanecer?

FA: Nos reforçamos, mas estamos mantendo um perfil de equipe jovem, só trouxemos o Patrick que era do Municipal, que é um pouquinho mais velho que tem 24 anos, e Claudinho que era da Veiga, que tem 22 (anos), mas o restante é todo sub 21. Pra manter esse perfil, pra fazer essa garotada criar vínculo com o clube.

DA: Com esse perfil de juventude, qual a expectativa que você tem dessa garotada jogando o Campeonato Estadual Amador? Já que o sarrafo soube um pouco você acha que eles conseguem manter o desempenho que tiveram na Liga B?

FA: Com um respeito imenso pelos caras, todos, nós vamos chegar pra brigar. Porque é uma garotada que já está muito rodada. Eu to entrando aqui com um menino sub 18, que é o Allan Madureira que vai jogar com a gente, um menino que veio treinou se encaixou, encaixou no perfil. É uma garotada que está muito disposta. Não fizemos mudanças no time, só acrescentamos o Ravi também que é um tremendo jogador, técnico, inteligente… Então a gente está vindo pra brigar, a gente pensa em chegar junto com os caras, é lógico que tem grandes equipes, Municipal Kobras, Faculdade Gama e Souza (Trovões), montou um timaço, Vila da Penha, equipes tradicionais, o próprio Mackenzie, os dois times de Niterói, são grandes equipes que já tem tradição na liga, mas a gente não veio pra brincar, viemos pra brigar por título, viemos pra disputar o campeonato. É lógico que temos um período de maturação, mas é aquilo que eu já disse, a Liga B já está num nível muito legal o nível ano passado foi muito bom, e os meninos encararam. É lógico que eles vão oscilar ainda, é uma fase classificação muito difícil o grupo saiu muito forte, mas é aquela coisa, classificou muda o patamar, a história já é outra, então a gente não veio pra brincar, veio pra brigar, chegar pelo menos entre 4. Eu não sei trabalhar de outra forma, e esses meninos também não. Eles tem ambição, eles querem ganhar.

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Três temporadas e três títulos da LSB (Liga B 2015 + Campeonato Estadual Amador em 2016 e 2017). Esse é o cartão do Kobras, e Tiago Binato é o líder por trás desta equipe de sucesso. Por isso o procurei para falar sobre a última temporada e as expectativas para a próxima:

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Diogo Aquino: Primeiramente, eu queria novamente te parabenizar pela conquista do Campeonato Estadual Amador, eu sei que deve ter sido o título mais sofrido por todas as dificuldades que você teve que enfrentar na liderança do Kobras.

Tiago Binato: Muito obrigado, engraçado é que só alguns deram parabéns para nossa equipe, parece que tinham uma galera torcendo contra, não sei, pode ter sido impressão minha. Mas você e o Felipe realmente perceberam nosso trabalho o ano todo, as nossas dificuldades e foram os que mais nos deram os parabéns. Muito obrigado pelo reconhecimento, eu sei que vocês ficam na torcida pelo bom basquete. Sabe que o Kobras é um time que tem bastante trabalho, sobretudo no que se refere a deslocamento, e eu pensei muito sobre botar o time esse ano no campeonato, e resolvi botar por alguns motivos e pode ter certeza que um deles é o que você e o Felipe estão fazendo.

DA: Eu te entrevistei na beira da quadra assim que vocês ganharam e você já falava das dificuldades e da incerteza de ter uma equipe pra essa temporada. E eu queria saber de você qual é a sua expectativa uma vez que vocês têm entrado com favoritismo nas últimas temporadas?

TB: Nossa pretensão é sempre defender nosso título, inclusive se tiver a Liga Sudeste de campeões, a nossa pretensão é defender nosso título de campeão da Liga Sudeste também. Nós tivemos algumas perdas como Fabiano e Guido, mas também tivemos reforços como o Rubens que pode ajudar muito nosso garrafão e o Crucillo, que ano passado não pode jogar e é um cara que ajuda muito o nosso time.

A gente tem que dar um passo de cada vez, mas pra falar a verdade o momento de estar animado de estar confiante para um terceiro título, ou quarto, como eu gosto de falar, porque ser campeão da Liga B contra o Jequiá e no ano seguinte ser campeão do estadual amador contra o mesmo Jequiá só mostra o nível da Liga B.

Contudo, manter esse resultado vai ser muito difícil, vários ídolos meus como o Guga já disseram que é mais difícil se manter no topo que chegar até ele. E tem várias equipes se preparando pensando no nosso time. Isso eu sei, Municipal é um deles, Trovões é outro e um monte. Vai ter time que vai ganhar do Kobras? Provavelmente vai ter um monte, mas o que manda mesmo é ganhar na hora certa né? Time campeão é o time que ganha na hora certa. Não é o time que fica invicto na primeira fase, que ganha de porrada na primeira fase mas perde jogos chave. A minha vida inteira como atleta foi assim, eu tenho muitos títulos graças a Deus e todos os meus títulos foram por que eu ganhei na hora certa.

DA: Em relação a rivalidade, quando vocês surgiram vencendo o Jequiá na Liga B e na sequência no Campeonato Estadual Amador, parecia que estava surgindo ali uma rivalidade importante na LSB. Contudo isso meio que se perdeu com a decisão do Jequiá de disputar a Liga B na última temporada. Com a vitória de vocês sobre o Municipal, que era a grande sensação da temporada passada, e deve estar muito focado em vencer este ano pode estar surgindo essa rivalidade?

TB: Eu vou ser bem sincero, eu não vejo rivalidade nenhuma. É óbvio que eu tenho um respeito a mais pelos times grandes. Apesar de não ter nenhuma soberba em relação aos times pequenos, mas como a gente acabou conquistando os títulos eu não tenho tanta rivalidade entende? Assim como eu tenho muita rivalidade contra São Paulo, porque eu sempre perco pra São Paulo, foi assim na seleção em 2006, e na seleção da Liga em 2015 e 2016. Então é isso acho que funciona assim na minha cabeça, não tenho essa rivalidade com o Municipal porque nós ganhamos, apesar de no total eles terem 3 vitórias contra nós e nós 2 contra eles. Mas volto a dizer vencemos na hora certa.

A rivalidade pode acontecer, mas é mais porque os outros times querem ganhar da gente, hoje o Kobras está em outro patamar, antigamente nós queríamos ser um incômodo nos times grandes, agora nós jogamos com outra responsabilidade.

DA: Muito obrigado pela atenção, sei que tomei muito do seu tempo, mas pretendo fazer isso muito mais vezes durante a temporada, por que vocês chegaram e dominaram a liga então…

TB: Que isso cara! Pode me perguntar sempre que você quiser!

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Segunda, 04 Dezembro 2017 10:15

Kobras vence e nos presenteia um jogo 3

O palco não poderia ser melhor, o complexo esportivo Miécimo da Silva, abriu as portas do ginásio Zenny “Algodão” de Azevedo para receber os jogos de número dois das finais, masculino e feminino dos Campeonatos Estaduais Amadores da Liga Super Basketball.

Como manda a boa educação as damas foram primeiro, e você pode ver o que aconteceu nesta excelente matéria do nosso mago Felipe de Souza.

Já no Masculino as duas equipes foram a quadra com missões bem claras, ao Municipal cabia vencer e definir o campeonato sagrando-se campeão, confirmando o favoritismo e consagrando o excelente trabalho do trio Gabriel Dutra, Daniel Batista e Rogger Vianna, sem dar chances à recuperação e ao crescimento de um adversário de imensa qualidade como o Kobras.

Já aos atuais campeões, cabia entregar um algo mais, deixar na quadra o basquete que sempre se esperou, e pouco se viu deles nesta temporada, a equipe capitaneada por Tiago Binato, e Thiaguinho, tinha dentro de cada um dos integrantes uma vontade de apresentar o seu melhor basquete e provocar um jogo 3, que por sinal todos nós estávamos ansiosos por ver.

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O Jogo:

 

1º Período:

A bola subiu e de cara pudemos ver um Kobras diferente do que estávamos acostumados nesta temporada, jogando com bastante intensidade, em um ritmo impressionante, estabelecido por Irwing, os atuais campeões pressionavam na defesa e rodavam muito bem a bola no ataque.

Com essa solidariedade ofensiva que o time pode encontrar Binato duas vez sozinho para abrir o marcador e colocar 4 x 0 no placar.

No entanto, como não poderia deixar de ser, Daniel e Rogger no comando, o time da tijuca rapidamente igualou as ações, mantendo sempre a diferença em apenas uma posse de bola.

Até que à 21 segundos do fim, quando o marcador apontava 16 x 14 para equipe do Kobras, os atuais campeões sofreram uma dura baixa, aparentemente, uma entorse no joelho tirou Wallace da partida, que seguiu para o segundo período, com apreensão e a pequena vantagem da equipe do Kobras.

 

2º Período:

O segundo quarto começou e o Kobras, foi pra cima atropelando, emplacando uma corrida de 13 x 1, obrigado ao técnico Gabriel Dutra a pedir tempo, evitando um estrago ainda maior.

Pra piorar a situação, segundos antes do pedido de tempo o Municipal já havia perdido um dos seus principais jogadores, Rogger, assim como Wallace do Kobras, também se machucou, deixando Daniel Batista, em um voo solo na tentativa de fechar a série ainda no jogo dois.

O pedido de tempo até que ajudou, mas sem Rogger para desafogar Daniel Batista, o Municipal, foi uma presa fácil para o um Kobras que contava com excelentes atuações, Vinícius Franciscone, Victor Pezão, De Medeiros, e uma ótima sincronia de todo grupo, fazendo lembrar o time campeão da temporada passada.

Com tudo isso as duas equipes foram para o vestiário com o Kobras vencendo por 33 x 23.

 

3º Período:

Depois do intervalo as duas equipes voltaram um pouco nervosas, sentindo a responsabilidade de um jogo decisivo, não à toa, se passaram quase dois minutos, até que Ricardo Pereira convertesse os lances livres e inaugurasse o marcador no terceiro quarto.

A cesta de Ricardo parece ter sido um catalisador, que abriu o basquete de ambas as equipes, uma vez que dali em diante as duas equipes voltaram a encontrar o caminho para cesta. Melhor para o Kobras que com boas jogadas de Franciscone, Binato e De Medeiros, chegou a abrir 16 pontos de vantagem.

No entanto, com apenas dois minutos para o fim do quarto, Daniel Batista que até então não encontrava nenhum suporte ofensivo de seus companheiros, pode contar com André Lopes, Aslan e Robson, para aproveitar um apagão da equipe do Kobras e conseguir uma corrida de 10 x 0 que permitiu ao Municipal ir para o último quarto perdendo por apenas 7 pontos, mantendo a esperança do título ainda viva.

 

4º Período:

A reação no final do terceiro quarto não parou, bastou as equipes voltarem à quadra que reanimado pela ajuda dos companheiros Daniel pode comandar uma nova corrida, agora de 10 x 1, para virar a partida e mostrar o porque o Municipal, vem sendo aclamado como detentor da melhor equipe da competição.

Com a partida no pau, coube a Thiaguinho e Marcelão, darem as caras e com muita experiência pôr o Kobras novamente a frente no marcador.

O fim do jogo teve todos os elementos que uma partida como essa pede, em um momento crítico, onde poderia dar números finais ao duelo, Marcelão errou dois lances livre, com direito a Air Ball, por outro lado, antes disso foi Daniel Batista quem desperdiçou seus 3 arremessos livres.

Contudo isso, Kobras se manteve à frente e ainda pode contar com as desqualificações de Rogger (que estava machucado desde o segundo período), e só voltou a quadra, invadindo para reclamar da arbitragem e Gabriel Dutra, também por reclamar da arbitragem.

Ao final, vitória importantíssima do Kobras, com uma atuação coletiva brilhante, onde seis dos sete jogadores que tiveram tempo de quadra conseguiram sete ou mais pontos, onde seis dos sete também conseguiram seis ou mais rebotes, sem contar o belíssimo trabalho de Victor Pezão e Vinícius Franciscone fizeram defendendo Daniel batista, dando uma verdadeira demonstração de força e adianto a definição para um justíssimo jogo 3.

Já o Municipal teve um prejuízo enorme. Além de perder a partida, também perdeu Gabriel Dutra e Rogger desqualificados da partida, deixando uma missão duríssima, para Daniel Batista, que terá que se multiplicar na quadra para conseguir superar tantas dificuldade e realizar o sonho do título.

 

Destaques:

Tiago Binato (Kobras): 10pts, 6reb, e 1ass;

Marcelão (Kobras): 4pts, 14reb e 2ass;

De Medeiros (Kobras): 7pts, 10reb, 1ass e 1toc;

Daniel Batista (Municipal): 22pts, 3reb, 3ass e 2rou;

Diego (Municipal): 4pts, 8reb, 4ass e 1rou;

Raphael (municipal): 2pts, 8reb e 4toc.

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O Campeonato Estadual Amador está em sua reta fina. Às vésperas das semifinais, muitos times bons já deram adeus a competição e a briga pelo título fica mais emocionante a cada dia.

Sobre esses grandes times que desfilaram e ainda desfilam seu basquetes pelas quadras da LSB, eu resolvi aprontar mais uma daquelas minhas listas. E como todas as outras não tem muito efeito prático, mas simboliza minha admiração pelo trabalho executado por todos os citados.

Como sempre, não custa lembrar que minhas listas não representam nenhuma premiação oficial da LSB, refletindo única e exclusivamente minha singela opinião.

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Dito isso, vamos ao que interessa. abaixo eu listei o primeiro, segundo e terceiro time do Campeonato Estadual Amador. E pra isso eu levei em consideração tudo que os atletas apresentaram na competição até aqui (temporada regular e playoffs).

 

Primeiro Time:

Armadores: A dupla de armação conta com dois dos melhores jogadores da competição. Tanto Douglas quanto Daniboy, foram extraordinários nessa temporada, revezando-se entre pontuar e criar, os dois comandaram equipes jovens a campanhas incríveis:

Douglas Rodrigues (Jacarepaguá T.C.): 21pts, 5,71reb, 4,71ass, 2,5rou e 0,14toc;

Daniel Batista (C. Municipal): 21,11pts, 2,67reb, 2,11ass, 1,44rou e 0,11toc.

 

Alas: Já disse em outra lista que Vitinho foi o melhor jogador da temporada regular, e nos playoffs também não decepcionou e garantiu seu lugar no time. Outro que teve uma atuação individual esplêndida foi o Banana, que definitivamente não poderia esquecido por mim:

Victor Leal (Faculdade Gama e Souza/Trovões): 24,91pts, 4,36reb, 3ass, 2,54rou e 0,27toc;

Eduardo Banana (Anchieta Fears): 24,5pts, 9,25reb, 1,75ass, 3rou e 1,5toc.

 

Pivô: Se durante a temporada regular Marcelão já arrancava meus aplausos, enquanto os técnicos adversários arrancavam os cabelos pensando no estrago que ele fazia, dentro e fora da área pintada, Nos playoffs ele subiu o nível e está liderando o Kobras no sonho do bicampeonato:

Marcelão (Kobras Basketball): 8,89pts, 14,56reb, 1,44ass, 0,66rou e 1toc.

 

Segundo Time:

Armador: É bem verdade que Augusto Pablo está longe de ser um playmaker, eu mesmo não sou fã do estilo de jogo do Armador do Bad Angels. contudo nada disso me impede de ver que o Bicampeão do Estadual Amador só permanece de na primeira divisão graças a ele:

Augusto Pablo (Bad Angels): 20,90pts, 2,78reb, 3,80ass e 1,60rou.

 

Alas: Capilé e Léo Medeiros representam o que tem de melhor na LSB, uma o primeiro uma lenda que ainda figura entre os melhores da liga enquanto o outro começa assumir lugar de destaque entre os melhores jogadores do Rio de Janeiro:

André Capilé (AVBN Niterói/Escobase): 15,5pts, 7,5reb, 3,56ass e 2,3rou;

Léo Medeiros (UVA/Mackenzie): 16,67pts, 6,83reb, 2,67ass, 2,60rou e 0,58toc.

 

Pivôs: Dois legítimos representantes de equipes que esperávamos ver nas semifinais do Estadual Amador. Herbert fez uma reta fina de fase regular digna de todos os elogios, já Iago Frontini, foi bem na fase regular mais foi ainda melhor nos playoffs:

Herbert Luis (UVA Tijuca/Mackenzie): 11,17pts, 8,75reb, 1ass, 1,25rou e 0,67toc;

Iago Fortini (3Rios Basquete): 11pts, 11,12reb, 2ass, 2rou e 0,52toc.

 

Terceiro Time:

Armadores: O armador do Niterói é sem dúvida um dos principais motivos do time estar fazendo uma campanha tão brilhante. Enquanto Maurinho ao lado de David foi responsável por manter o Vila da Penha entre as melhores campanhas do grupo B:

Israel José (Niterói B.C.): 9,66pts, 3,11reb, 4,22ass e 2rou;

Maurinho (Vila da Penha): 18pts, 3reb, 2,43ass, 1,71rou e 0,14toc.

 

Ala: A barba mais famosa do Méier não poderia ser esquecida. O melhor jogador, do melhor time do Grupo B, também tem sua vaga garantida entre os melhores.

William Arriel (S.C. Mackenzie): 9,88pts, 9,63reb, 1,88ass, 1,75rou e 0,38toc.

 

Pivôs: Essa dupla mostrou grande desempenho nas duas tábuas tendo impacto tanto defensivo como ofensivo em suas equipes. Marchon ainda briga com aLiga das justiça por voos maiores, Enquanto Beto já deu adeus a competição:

João Marchon (Liga da Justiça): 10,56pts, 8,22reb, 1,33ass, 1,5rou e 1,78toc;

Beto (Faculdade Gama e Souza/Trovões): 13,5pts, 8,25reb, 1,5ass, 1,08rou e 0,75toc.

 

Então por enquanto é só pessoal, espero que tenham curtido.

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