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Na última segunda feira, a equipe atual campeã da Liga Super Basketball na categoria Livre Feminino, a ASP Club Municipal, sagrou-se campeã da 2a Taça Joinville Sub 19. O torneio foi realizado na Sociedade Ginástica de Joinville no estado de Santa Catarina e contou com a participação de quatro equipes, além das duas finalistas, participaram a equipe de Jaraguá do Sul e a equipe de São José dos Pinhais-PR. 

O placar final do jogo não demonstra a dificuldade e o equilíbrio que houve na partida. Após um primeiro tempo taticamente perfeito, a equipe do RJ teve problemas de faltas e lesões no terceiro periodo, o que fez a equipe da casa encostar no fim do terceiro período e trazendo a diferença que no intervalo era de 16 pontos para apenas 8 pro período final. Com a Débora se destacando muito no jogo interno durante todo o jogo (34 pontos) mesmo com defesa dupla e as vezes tripla em cima dela, o elenco de apoio apareceu muito bem, onde a Nathalia se aproveitou muito bem nos arremessos de fora e a Carla nas infiltrações, além da Ângela ter entrado muito bem nos rebotes e cestas em momentos importantes. Destaque também para Thainá sempre defendendo e atacando com intensidade. No fim do jogo, a defesa voltou a encaixar e a equipe do RJ enfim pôde comemorar o título invicto!
 
No final, a Carla que é a capitã do time e a Débora que foi nomeada a MVP do torneio, falaram sobre esse título.
 
"O torneio foi importante, porque nós conseguimos nos unir mais, ajudando uma a outra como um time, absorvendo so o que era importante pra nós mesmas e pro jogo. A chave do torneio foi " A GENTE PELA GENTE". E pra nossa evolução aqui no Rio podemos usar a mesma tática que usamos lá e  é sempre bom jogar contra adversários diferentes porque isso também ajuda no nosso crescimento" disse a Carla.
 
"Gostei muito do campeonato que além de conhecer novas jogadoras também serviu para unir ainda mais o time.Enfrentamos times rápidos, com experiência e com uma equipe integrados. Esse campeonato foi importante para conhecer o basquete de outras regiões do Brasil. Participar não somente do desenvolvimento do basquete feminino, como também do meu próprio desenvolvimento. Foi uma sensação maravilhosa e agradeço a Deus, por me dar condições de alcançar mais esse destaque" completou a Débora.
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Assim ficou a colocação final:
1º- Club Municipal-RJ
2º- SG Joinville-SC
3º - Jaraguá do Sul-SC
4º- São José dos Pinhais-PR
A cestinha do torneio foi a Débora Reis (Club Municipal) com 94 pontos.
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O atual campeão da categoria Livre Feminino, Club Municipal, está no sul disputando a segunda Copa Sociedade Ginastica de Joinville de Basquetebol Feminino. O time comandado pelo Gabriel Dutra, está participando na categoria sub-19 e jogando com a mesma equipe que atua na Liga Super Basketball.

O time carioca disputa o título com o time da casa, o Basquete Jaraguá e o São José dos Pinhais. Por sinal, o time estreou nesta sexta contra o São José dos Pinhais e conseguiu uma grande vitória por 74-30. A pivô Débora, atual MVP da LSB, foi a grande destaque com 14 pontos.

E depois da boa estreia desta sexta-feira, conversei com o Gabriel sobre a expectativa que ele tem sobre essa equipe nesta copa e como está o time dele com as novas jogadoras que ele tem nesse elenco.

“A nossa expectativa é jogar bem e dar rodagem. O importante é essas meninas jogarem o máximo possível e jogar contra outras culturas, é melhor ainda.

Neste torneio nós tivemos a adição da Nathália, já que a Carol não pode jogar por causa da idade. A Nathalia está conseguindo suprir bem a função de shooting guard que pertencia a Clara. E o nosso elenco de apoio está muito bem. Temos a Carol Reis que quando entra ajuda, Renata pontuando bem e mesmo a Scarlett que chegou na nossa equipe esse ano e entrou hoje, conseguindo acertar três bolas de 3 pontos”.

Gabriel também comentou sobre importância que o calendário da LSB tem para a sua equipe.

“Hoje a Liga está salvando o basquete feminino do Rio de Janeiro, porque a Liga está dando jogo para as meninas e isso está nos dando vantagem por aqui. Hoje jogamos contra uma equipe de jogadoras mais velhas e conseguimos nos sair bem, pois já estamos acostumados a jogar contra jogadoras mais experientes na Liga”.

A copa continua nesse final de semana e o time carioca é o favorito para conquistar o título.

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No Sport Club Mackenzie, a equipe do Duque Kings enfrentou o Instituto Mangueira e conseguiu uma ótima vitória por 61-53. A grande destaque do jogo foi a Juliana Ribeiro. Ela terminou com 16 pontos, 10 rebotes e 3 assistências.

Veja alguns lances da partida e a entrevista com o treinador Bruno Tapajós.

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No domingo no Sport Club Mackenzie, o Projeto Amar enfrentou o bom time do JF Celtics e no fim, saiu com uma boa vitória por 69-23. A grande destaque da partida foi a Mayara Cristina. Ela terminou a partida com 27 pontos, 14 rebotes e 5 assistências.

No final, conversamos com a destaque do jogo.

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Na única partida da categoria Livre Feminino, o All Basket venceu bem o primeiro (14-8) e o terceiro (20-9) quarto e acabou conseguindo uma boa vitória sobre o Projeto Amar por 54-49. A grande destaque da partida foi a Camila Machado, com 14 pontos e 6 rebotes.

No final, eu conversei com o treinador Álvaro Alves sobre a boa vitória do seu time.

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Neste domingo, o atual campeão do Livre Feminino vai estrear na Liga Super Basketball (LSB) contra o Duque Kings na Arena Carioca 3.

A equipe comandada pelo Gabriel Dutra, vai entrar em quadra querendo mostrar que vai brigar firme pelo bicampeonato. O time sofreu algumas alterações importantes, como a saída da Maria Luisa (peça importante para o título do ano passado) e a chegada da Nathalynha, jogadora que teve uma ótima passagem pela seleção de base e na Mangueira.

Pelo lado do DK, a equipe conta com a Juliana Ribeiro (sua principal jogadora) para que o time consiga ter um desempenho melhor do que do ano passado. A equipe chega nessa temporada mais experiente do que o ano passado e já vai começar a temporada regular pegando um dos times favoritos ao título.

Será que o DK vai começar com o pé direito a temporada e vencer o atual campeão ou veremos o Municipal mostrando a sua força e dando o seu cartão de visitas a categoria feminina.

Com uma história no esporte que nasceu quase que simultaneamente com a LSB, Juliana Ribeiro bateu um papo comigo, dos mais abertos que tive a oportunidade de tecer com um personagem do basquete carioca.


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A atleta falou da identificação com a Liga Super Basketball, sobre o amor ao Duque Kings, sobre a situação do basquete feminino, sobre o papel do atleta na organização do esporte, tudo isso você pode conferir agora:

 

Diogo Aquino: Eu gostaria de começar pedindo pra você falar um pouco da sua relação com a lsb.

Juliana Ribeiro: A LSB vem me acompanhando a bastante tempo, ela está comigo e viu minha evolução desde o início. Eu não lembro o ano exatamente, mas eu comecei no basquete no mesmo ano que a LSB começou. Inclusive, o DK (Duque Kings), é o único time em que eu joguei a LSB. Já fui campeã pela LSB, vivi vitórias, derrotas, brigas…

É um campeonato que vem melhorando a cada ano, a cada temporada. E eu tenho certeza que vai crescer muito mais, ainda mais no feminino, que é pouco valorizado, poucas pessoas colocam a mão no fogo pelo feminino. É muito difícil isso, mas a LSB, vem permitindo que o feminino não acabe. Porque querendo ou nao o campeonato aqui no Rio (de Janeiro), que a gente mais valoriza é a LSB. Eu agradeço muito a LSB, desde o começo ela vem ajudando muito a gente, tanto como atleta, como os outros profissionais do basquete. Eu posso falar, porque a LSB já me deu uma chance de ser estagiária, a LSB, dá chance pra quem quer ser árbitro, a LSB ajuda muito.

 

DA: Sobre a próxima temporada vc continua no Duque Kings?

JR: Para alegria de todos, sim!

 

DA: Legal essa sua relação com a equipe, você é sempre muito cobiçada, mas sempre assume esse papel de liderança no DK né?

JR: O DK, o Bruninho sempre me ajudou muito, tanto nas quadras quanto fora. E as meninas também são muito companheiras. A maioria sempre jogou comigo, ou no DK ou em outros times da federação. As vezes penso em trocar, mas meu coração e DK, então não consigo!

 

DA: Qual a sua expectativa para a próxima temporada?

JR: Muitos jogos! Estamos nos planejando para conseguirmos ir até o final do campeonato, não dando bobeira, não dando wo de graça. Vieram algumas meninas novas para nos ajudar e vai ser muito bom isso. Soube que são 7 equipes no feminino e isso é muito bom.

 

DA: Você parece bem animada para temporada.

JR: Estou ansiosa para o retorno às quadras até para saber se como todas as equipes estão. Espero também a melhoria dos árbitros como um todo, que isso é crucial as vezes para todos os times.

 

DA: Percebo que você dá muito valor ao desenvolvimento estrutural do esporte, já falou sobre as dificuldades que o basquete feminino enfrenta, sobre o papel de resistência da LSB neste mesmo sentido, e agora da importância da qualificação da arbitragem. Você acha importante que os atletas tenham uma postura mais ativa no desenvolvimento estrutural do esporte?

JR: Óbvio, não depende só da lsb, ou de quem quer que for para o esporte em se desenvolver. Acho que para querer melhoria/desenvolvimento você tem que saber o que ocorre num todo. Não é só chegar e apontar, como a maioria faz.

 

DA: Agora, olhando pra temporada passada, você teve um desempenho individual muito bom. Como você avalia sua participação na LSB 2017?

JR: Eu acredito que poderia ter sido melhor. Gosto muito de jogar em equipe, tendo todas juntas. Mas às vezes um jogo está propício para um jogadora. Como quando a pivô adversária é baixa e a nossa é alta, e algumas coisas assim!

Mas como disse, acho que poderia ser melhor, muitos arremessos precipitadas e escolhas erradas, mas espero que esse ano seja melhor. Já voltei a ativa, mais para o lado do condicionamento físico, e seja o que Deus quiser. O DK está muito empolgado, doidos para o torneio ou campeonato começar.

 

DA: Que bom! Desejo boa sorte a você e ao DK. E agradeço por ter  me cedido o seu tempo pra falar de LSB.

JR: Nada, obrigada vocês!

Terça, 12 Dezembro 2017 13:11

O que eu aprendi com o Municipal

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Antes de mais nada, esse é um texto com a minha opinião pessoal sobre essa equipe.

Quando olhamos para o começo da temporada, era improvável apontar o time do Municipal como um dos grandes favoritos na competição. Olha, que eu pude acompanhar a maioria dos jogos dessa equipe.

Uma equipe bem jovem, com média de idade abaixo de 20 anos e que enfrentaria equipes mais experientes com passagem por times profissionais e até seleção brasileira.

Com o passar dos jogos, vimos um time talentoso e que mesmo com os “apagões” em quadra, poderia render no futuro. Porém, não era esperado que a consistência da equipe iria vir ainda nesse campeonato.

Vale ressaltar, que quando o time rendia bem em quadra, era bonito de ver. As boas jogadas individuais da Joyce Falcão, a entrega da Thainá Karam, a dominância dentro do garrafão da Débora Reis, a movimentação da Clara Wiltgen para conseguir finalizar bem do perímetro e as jogadoras que conseguiam corresponder muito bem, vindo da segunda unidade.

Por sinal, a Clara (atualmente está no high school americano) me falou na sua última partida pelo Municipal no IBC meses atrás, que ela esperava que esse time iria render muito e ela acertou.

Depois de uma temporada regular de altos e baixos, a equipe foi para os playoffs como um azarão.

É nesse momento que aparece três nomes que eu não citei acima: Bruna Gama, Maria Luisa e Gabriel Dutra.

A Maria Luisa, jogadora que já conhecia desde a sua passagem pela Uninassau, foi determinante para o confronto contra a fortíssima equipe do NBR. Ela mostrou uma ótima movimentação ofensiva e belos arremessos de 3 pontos, mesmo contestada. Se fizesse um trabalho de scout sobre ela, definiria como uma jogadora “swagger”. Que basicamente quer dizer, que é uma jogadora autoconfiante e gosta de ser clutch.

Depois de uma série impressionante de 2-0 contra uma das equipes favoritas, o Municipal foi para a final contra a atual campeã, Impacto.

Foi nesse momento que apareceu uma das melhores jogadoras do time tijucano, Bruna. A jogadora mais sóbria nessa série. A maturidade que ela apresentou nos jogos, foi algo absurdo. Ela assumiu muito bem o papel de playmaker da equipe e fez com excelência. Ela não foi o destaque nas estatísticas, mas ela fazia o time do Municipal jogar. Cantava bem as jogadas, tinha boa leitura dos adversários e quando todos estavam marcados, ela fazia cortes simples que eram finalizados com floaters mortais.

Mas nessa final, a Débora roubou a cena. A jogadora que era inconsistente no começo do campeonato, foi a mais dominante nessa série. Nas três partidas, ela colocou a Amanda (uma das melhores jogadoras do Impacto) no bolso. Nas duas últimas partidas, foram 35 rebotes e 12 tocos. Sim, você não leu errado.

Ela aproveitou o fato do Impacto não se importar em fazer um box out decente para evitar os rebotes ofensivos e jogadas da Débora. Terminou o campeonato e chego à conclusão que a Débora gosta de final.

Antes de finalizar esse texto, faltou uma pessoa e eu não esqueci. Gabriel Dutra, foi a base do bom desempenho da equipe nessa temporada. Sem ele, dificilmente as meninas chegariam tão longe. Mesmo que elas sejam talentosas, as chamadas de atenção providenciais e os esquemas táticos aplicados para cada adversário, foram fundamentais para o título do Municipal nessa temporada. Pelo conjunto da obra, Gabriel me confirma que é o melhor treinador dessa temporada.

Por fim, o Municipal me ensinou que a maturidade precoce das suas jogadoras e a aplicação tática em quadra, faz um time ser campeão.

Nesse domingo, o Centro Esportivo Miécimo da Silva recebeu os jogos das finais da Liga Super Basketball nas categorias Estadual Amador e do Livre Feminino.

A primeira partida do dia, foi o confronto entre Club Municipal e o Impacto Basket pelo Livre Feminino.

Antes de falar sobre a partida, vale lembrar o que envolvia esse jogo.

Além de ser o jogo que poderia dar o título ao Impacto, a partida seria o reencontro entre Joyce Falcão e Camila Tomaz. As duas jogadoras se envolveram em um lance polêmico na primeira partida e tinha tudo para que a rivalidade na primeira partida entrasse em quadra nesse jogo.

O JOGO

Imaginavamos que o jogo teria as duas equipes com “sangue nos olhos” brigando por todas as bolas até o fim e isso não aconteceu. O time do Municipal desde o começo da partida apresentou um ritmo intenso na partida.

O duelo entre Joyce e Camila, ficou ofuscado pelo o que a Débora fez na partida. O ritmo intenso que o time comandado pelo Gabriel Dutra colocou na partida, passou pelo o desempenho absurdo da Débora Reis e da Bruna Gama.

A equipe do Municipal fez desde o início um bom controle de jogo no ataque, buscando trabalhar bem a bola até achar uma companheira de equipe livre para a finalização. Nesse momento que a Bruna apareceu muito bem. Ela foi de longe a jogadora mais consistente da equipe. Conseguiu cadenciar bem a partida, deu bons passes, finalizava bem e busca sempre fazer o simples.

Aliado a Bruna, a Débora foi “monstruosa” nos dois lados da quadra. Se na primeira partida ela já tinha conseguido dificultar a vida da Amanda Oliveira, nesse jogo ela praticamente engoliu a jogadora do Impacto. Dos 5 tocos que a Débora deu, 3 foram na Amanda e quando foi acionada no ataque, ela entregou quase todas as jogadas terminando em pontos ou em faltas recebidas.

Ela também ajudou bastante nos rebotes nos dois lados da quadra e foi fundamental para o time da Tijuca se manter sempre à frente do marcador.

Débora terminou o jogo com 13 pontos, 21 rebotes (10 ofensivos) e 5 tocos. A Bruna ajudou com 15 pontos, 5 rebotes e 3 assistências.

Deixo uma menção honrosa a Luciana Aparecida (15 pontos e 18 rebotes).

Pelo lado do Impacto, a equipe não mostrou o time que todos conhecemos. A equipe que é um dos times mais técnicos da competição, não conseguiu impor o seu jogo.

Mesmo a Amanda não se saído bem contra a Débora, ela foi a grande destaque do time em pontuação com 20 pontos e 9 rebotes. Mas a jogadora que tentou organizar a equipe em todo o momento e trazer as suas companheiras para a partida, foi a Taliciane do Nascimento.

A talentosa armadora, tentou desde o início achar espaços na defesa adversária e colocar o Impacto na partida. Ela terminou com 13 pontos e 8 roubos de bola.

Na primeira partida entre as equipes, uma terceira jogadora ajudou muito a dupla Amanda e Taliciane em quadra, principalmente dentro do garrafão e ela foi a Karine Martins. Mas foi justamente isso que faltou para o time do Impacto, aparecer pelo menos uma jogadora para ajudar ofensivamente a equipe da baixada fluminense.

No final, o Municipal dominou o jogo desde o inicio e venceu por 62-54 o Impacto. Com essa vitória, o Municipal igualou a série e levou a final para o jogo 3.

Quer saber o que aconteceu na partida da final do Estadual Amador entre Municipal e Kobras? Leia a ótima matéria do Diogo Aquino, famoso General Aquino.

Na partida mais aguardada do dia, o Impacto recebeu o Municipal em um jogo eletrizante. No final, o time do Impacto venceu por 57-53 e saiu na frente no confronto.

O time do Municipal começou muito bem. Tendo a Maria Luísa dando o seu cartão de visitas com uma bela cesta de 3 pontos e o time fazendo uma boa marcação dentro do garrafão.

Destaque para o confronto que se iniciava entre Débora Reis do Municipal e Amanda do Impacto.

A equipe do Municipal mostrou desde o início, algo que faltou muito para a equipe na temporada regular: boa defesa no garrafão e transição inteligente no ataque.

O jogo perfeito que o Municipal conseguiu emplacar no começo da partida, foi se desfazendo aos poucos no segundo quarto.

Com o apoio da torcida local e contando com erros sequenciais, o Impacto tira mais de 8 pontos de diferença e vai para o intervalo empatado com o Municipal por 23 pontos.

Quando os times voltaram para o segundo tempo, vimos a continuação da primeira metade do jogo. O Impacto conseguiu controlar melhor a bola no ataque e selecionou melhor os arremessos.

O time do Municipal continuava errando bastante no último ato das jogadas é isso possibilitava a equipe do Impacto se distanciar na partida. A diferença só não foi maior, pois as bolas do perímetro da Maria Luísa e as jogadas individuais da Carol França, foram a válvula de escape da equipe.

Além da ótima partida que acontecia em quadra, um outro confronto chamava mais a atenção: Débora e Amanda.

Mas esse confronto foi desigual toda a partida. A Débora foi amplamente superior, conseguindo pontuar em cima da Amanda e distribuía belos tocos na defesa. Mesmo a Amanda perdendo essa disputa dentro do garrafão, o Impacto contou com um jogo quase perfeito da Karine Martins no ataque.

Ela foi a melhor alternativa no ataque para o Impacto em diversos momentos e parecia a jogadores mais sóbria da equipe em todo o jogo. A jogadora terminou com 16 pontos e 16 rebotes.

O que parecia ser um jogo tranquilo para o Impacto por causa do ótimo trabalho no segundo tempo, ganhou tons dramáticos e os pontos eram disputados com unhas e dentes.

Mesmo com todos os esforços, o Municipal não foi capaz de reagir e a forte equipe do Impacto abriu 1-0 na série e está mais perto do título da categoria.

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