Terça, 12 Dezembro 2017 15:11

O que eu aprendi com o Municipal

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Antes de mais nada, esse é um texto com a minha opinião pessoal sobre essa equipe.

Quando olhamos para o começo da temporada, era improvável apontar o time do Municipal como um dos grandes favoritos na competição. Olha, que eu pude acompanhar a maioria dos jogos dessa equipe.

Uma equipe bem jovem, com média de idade abaixo de 20 anos e que enfrentaria equipes mais experientes com passagem por times profissionais e até seleção brasileira.

Com o passar dos jogos, vimos um time talentoso e que mesmo com os “apagões” em quadra, poderia render no futuro. Porém, não era esperado que a consistência da equipe iria vir ainda nesse campeonato.

Vale ressaltar, que quando o time rendia bem em quadra, era bonito de ver. As boas jogadas individuais da Joyce Falcão, a entrega da Thainá Karam, a dominância dentro do garrafão da Débora Reis, a movimentação da Clara Wiltgen para conseguir finalizar bem do perímetro e as jogadoras que conseguiam corresponder muito bem, vindo da segunda unidade.

Por sinal, a Clara (atualmente está no high school americano) me falou na sua última partida pelo Municipal no IBC meses atrás, que ela esperava que esse time iria render muito e ela acertou.

Depois de uma temporada regular de altos e baixos, a equipe foi para os playoffs como um azarão.

É nesse momento que aparece três nomes que eu não citei acima: Bruna Gama, Maria Luisa e Gabriel Dutra.

A Maria Luisa, jogadora que já conhecia desde a sua passagem pela Uninassau, foi determinante para o confronto contra a fortíssima equipe do NBR. Ela mostrou uma ótima movimentação ofensiva e belos arremessos de 3 pontos, mesmo contestada. Se fizesse um trabalho de scout sobre ela, definiria como uma jogadora “swagger”. Que basicamente quer dizer, que é uma jogadora autoconfiante e gosta de ser clutch.

Depois de uma série impressionante de 2-0 contra uma das equipes favoritas, o Municipal foi para a final contra a atual campeã, Impacto.

Foi nesse momento que apareceu uma das melhores jogadoras do time tijucano, Bruna. A jogadora mais sóbria nessa série. A maturidade que ela apresentou nos jogos, foi algo absurdo. Ela assumiu muito bem o papel de playmaker da equipe e fez com excelência. Ela não foi o destaque nas estatísticas, mas ela fazia o time do Municipal jogar. Cantava bem as jogadas, tinha boa leitura dos adversários e quando todos estavam marcados, ela fazia cortes simples que eram finalizados com floaters mortais.

Mas nessa final, a Débora roubou a cena. A jogadora que era inconsistente no começo do campeonato, foi a mais dominante nessa série. Nas três partidas, ela colocou a Amanda (uma das melhores jogadoras do Impacto) no bolso. Nas duas últimas partidas, foram 35 rebotes e 12 tocos. Sim, você não leu errado.

Ela aproveitou o fato do Impacto não se importar em fazer um box out decente para evitar os rebotes ofensivos e jogadas da Débora. Terminou o campeonato e chego à conclusão que a Débora gosta de final.

Antes de finalizar esse texto, faltou uma pessoa e eu não esqueci. Gabriel Dutra, foi a base do bom desempenho da equipe nessa temporada. Sem ele, dificilmente as meninas chegariam tão longe. Mesmo que elas sejam talentosas, as chamadas de atenção providenciais e os esquemas táticos aplicados para cada adversário, foram fundamentais para o título do Municipal nessa temporada. Pelo conjunto da obra, Gabriel me confirma que é o melhor treinador dessa temporada.

Por fim, o Municipal me ensinou que a maturidade precoce das suas jogadoras e a aplicação tática em quadra, faz um time ser campeão.

Na partida mais aguardada do dia, o Impacto recebeu o Municipal em um jogo eletrizante. No final, o time do Impacto venceu por 57-53 e saiu na frente no confronto.

O time do Municipal começou muito bem. Tendo a Maria Luísa dando o seu cartão de visitas com uma bela cesta de 3 pontos e o time fazendo uma boa marcação dentro do garrafão.

Destaque para o confronto que se iniciava entre Débora Reis do Municipal e Amanda do Impacto.

A equipe do Municipal mostrou desde o início, algo que faltou muito para a equipe na temporada regular: boa defesa no garrafão e transição inteligente no ataque.

O jogo perfeito que o Municipal conseguiu emplacar no começo da partida, foi se desfazendo aos poucos no segundo quarto.

Com o apoio da torcida local e contando com erros sequenciais, o Impacto tira mais de 8 pontos de diferença e vai para o intervalo empatado com o Municipal por 23 pontos.

Quando os times voltaram para o segundo tempo, vimos a continuação da primeira metade do jogo. O Impacto conseguiu controlar melhor a bola no ataque e selecionou melhor os arremessos.

O time do Municipal continuava errando bastante no último ato das jogadas é isso possibilitava a equipe do Impacto se distanciar na partida. A diferença só não foi maior, pois as bolas do perímetro da Maria Luísa e as jogadas individuais da Carol França, foram a válvula de escape da equipe.

Além da ótima partida que acontecia em quadra, um outro confronto chamava mais a atenção: Débora e Amanda.

Mas esse confronto foi desigual toda a partida. A Débora foi amplamente superior, conseguindo pontuar em cima da Amanda e distribuía belos tocos na defesa. Mesmo a Amanda perdendo essa disputa dentro do garrafão, o Impacto contou com um jogo quase perfeito da Karine Martins no ataque.

Ela foi a melhor alternativa no ataque para o Impacto em diversos momentos e parecia a jogadores mais sóbria da equipe em todo o jogo. A jogadora terminou com 16 pontos e 16 rebotes.

O que parecia ser um jogo tranquilo para o Impacto por causa do ótimo trabalho no segundo tempo, ganhou tons dramáticos e os pontos eram disputados com unhas e dentes.

Mesmo com todos os esforços, o Municipal não foi capaz de reagir e a forte equipe do Impacto abriu 1-0 na série e está mais perto do título da categoria.

Segunda, 13 Novembro 2017 17:20

Em jogo decidido no fim, Municipal supera o NBR

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No sábado (11/11), o Club Municipal enfrentou o Novo Basquete Rio em sua casa e abriu a série com uma vitória por 73-71.

Quem olha o placar, vê que foi uma partida muito apertada. Mas não imagina o quão tenso foi esse jogo. O NBR possui a melhor jogadora do campeonato, na minha opinião e entrou como o grande favorito para ganhar essa partida.

Muito pelo ótimo desempenho que teve na temporada regular e por ter jogadoras mais experientes.

O Municipal é um time jovem e talentoso. Mas perdeu algumas partidas na temporada regular por se não ter experiência para saber trabalhar melhor o tempo ao seu favor.

O jogo em si, o roteiro parecia traçado. O time do NBR usando bem as infiltrações, principalmente com a Mayara Crystina, que terminou com impressionantes 30 pontos, 8 rebotes e 4 assistências.

Thayná Silva que normalmente é a destaque do jogo, fez 14 pontos e 6 rebotes. Nathalia Lobato ajudou com 15 pontos.

O NBR trabalhava bem a bola no ataque, usando bem o tempo e escolhendo bem os seus arremessos. Fisicamente, o time do Municipal não tinha como parar as investidas das adversárias.

Porém, três nomes surgiram e fizera com que o time da casa estivesse sempre vivo na partida: Marial Luisa (21 pontos e 5 rebotes), Débora Reis (18 pontos e 11 rebotes) e Luciana Aparecida (14 pontos e 4 rebotes).

A equipe da casa, sofreu o jogo todo. A defesa não conseguia impedir as infiltrações e o ataque não rendia bem perto do aro. Mas com a Maria Luisa arremessando bem do perímetro e a Débora conseguindo pegar rebotes essenciais na partida, o time conseguiu ficar vivo até o final.

Foi no final, que veio a virada histórica. No último período, o time do Municipal fez 24-10 e passou a frente no placar. O jogo foi tenso até os 20 segundos da reta final, mas o time da casa conseguiu segurar bem o placar e conseguir a vitória.

No final da partida, o Gabriel (treinador do Municipal) falou sobre qual era a mentalidade das meninas para essa partida.

“ Nós não jogamos bem mais uma vez. Mas falei para as meninas que nós precisávamos ficar à frente no placar uma vez só e graças a Deus e o nosso trabalho, foi isso que aconteceu. ”

Domingo, 05 Novembro 2017 00:18

Impacto se impõe na semifinal

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A equipe do Impacto, atual campeão da LSB , na categoria feminino, supera  a equipe do Vemser na primeira partida da semifinal, por 72 x 56.

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Em partida realizada no ginásio do S.C.Mackenzie, a equipe do  Impacto , fez prevalecer o seu conjunto  e deste o início da partida se manteve na frente do placar.

O primeiro período começou com a equipe  do impacto muito forte no ataque, com isso chegou a vencer por 15 x 0 , quando faltavam 4minutos e 42 segundos , para o término do período, quando o Vemser converteu seus primeiros pontos, o primeiro período terminou com a vitória parcial do Impacto por 20 x 12

No segundo período a equipe do Impacto , continuou com consistência no  seu ataque,  e venceu o período por 16 x 5; indo assim para o intervalo vencendo a partida por 36 x 17.

Com as instruções no intervalo e com a mudança da postura defensiva, a equipe do técnico Rafael  Zaremba, voltou determinada para o terceiro período, e com uma marcação pressão e uma postura defensiva melhor, conseguiu diminuir a diferença para 4 pontos, quando faltavam 4 minutos e 45 segundos para o término do período; mas depois de um pedido de tempo do técnico Leonardo Barbosa, a equipe do Impacto , conseguiu neutralizar a marcação da equipe do Vemser; terminando o período com a vitória parcial de 48 x 35.

O quarto período começou com equipe do Vemser voltando a marcar forte , mas a equipe soube administrar a diferença conseguida no placar, terminando com o placar de 72 x 56 para a equipe do Impacto, que com essa vitória, fica a um passo de chegar a grande decisão da LSB 2017.

Os destaques da partida  pela equipe do Impacto, foram : Amanda ( 19 pontos , 14 rebotes , 5 assistências e 25 de Eficiência ) ; Camila Tomaz ,  ( 20 Pontos, 10 rebotes, 4 assistências e 25 de Eficiência ) e pela equipe do Vemser : Milena ( 14 Pontos, 8 rebotes , 3 assistências e 13 de eficiência ) e Bianca ( 14 Pontos , 4 rebotes , 4 assistências e 16 de eficiência )

Segunda, 30 Outubro 2017 17:12

Quem vence a primeira: Impacto ou VemSer?

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Nessa quinta-feira (02/11), começa as semifinais da categoria Feminina no Sport Club Mackenzie e será o confronto entre Impacto contra VemSer.

O time comandado pela dupla, Taliciane e Amanda, mede forças contra a boa equipe da Milena e Ana Beatriz.

No último confronto, o VemSer se saiu melhor superando o Impacto por 63-54.

Os destaques foram a Amanda que teve um duplo-duplo (21 pontos e 10 rebotes) e a Milena com 14 pontos e 5 rebotes.

A promessa é mais um grande jogo entre as equipes. A pergunta que fica é: quem sai na frente dessa série?

Sexta, 27 Outubro 2017 18:12

Top 10

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Estamos na reta final da temporada 2017, e muito embora o melhor ainda esteja por vir, já temos muito que comemorar.

Sem sombra de dúvidas essa foi uma ótima temporada para o basquete feminino da LSB, oportunidade em que vimos novos talentos surgirem, outros se consolidarem e veteranas mostrando que ainda estão jogando no mais alto nível.

top 10

Em homenagem a tudo isso, Eu (Diogo Aquino), e meu companheiro de LSB, Felipe de Souza, resolvemos nos unir para escolher um top 10 da temporada regular.

Pode não parecer mais o trabalho foi realmente muito, a medida que os nomes que surgiram a mesa foram tantos, antes de chegarmos a uma lista, que se não foi exatamente um consenso, foi o mais próximo que pudemos chegar dele.

Parabéns a todas as atletas, que nos proporcionaram uma ótima temporada regular, e vamos nos deliciar com o que os playoffs ainda vai nos proporcionar.

Dito isso, acho importante mencionar que, como toda lista sempre gera polêmica, gostaria de deixar claro que o único critério objetivo desta lista é levar em consideração o basquete apresentado por cada atleta dentro da temporada regular. Todos os outros critérios de avaliação são subjetivos.

Outro ponto que merece esclarecimento, é que, muito embora o número um dessa lista, de fato possa ser considerado o nosso ou nossos votos para MVP da temporada regular, esta lista não representa de forma alguma uma premiação oficial, ou posicionamento oficial da LSB, apenas as nossas humildes opiniões, com base em tudo que pudemos acompanhar nesta temporada.

Feitos os devidos esclarecimento, vamos à lista:

 

10 - Scarlett Horrana (IBC): Mesmo a equipe do IBC tendo jogadoras mais experientes, a armadora de 17 anos foi o grande destaque dessa equipe. Fez partidas sólidas e sempre foi a jogadora sã do time. Tem um bom arremesso do mid-range, um passe consistente e faz bem o espaçamento de quadra.

Consegue criar espaços para os seus arremessos e o das suas companheiras; (Felipe de Souza).

 

9 - Mayara Crystina (NBR):  É uma das jogadoras mais talentosas do NBR. Consegue atuar bem no perímetro, mas tem uma grande facilidade em fazer infiltrações (principalmente do lado direito) e finalizar com layups perfeitos.

Mesmo sendo uma jogadora que tem um instinto de scorer, ela assume bem o papel de playmaker. Fazendo bem a rotação ofensiva e dando bons passes, ela faz com que as suas companheiras também pontuem; (Felipe de Souza).

 

8 - Stephany Lara (VemSer): Ao lado da Bia e Milena, é um dos pilares da equipe. Ajuda bem na rotação ofensiva da equipe e dá profundidade ao VemSer. Faz bem as infiltrações, tem um arremesso consistente de média e curta distância. Faz bem o bloqueio e ajuda a dar bons passes; (Felipe de Souza).

 

7 - Milena (VemSer): Por falar em fazer por merecer, este nome é a única unanimidade da lista. nenhuma outra jogadora foi votada por ambos os colunistas, para a mesma posição. Milena é uma atleta na acepção da palavra, e sua excelência física tem impacto direto no seu jogo e nos reflexos dele para sua equipe.

Milena não só tem o melhor físico da competição, como o utiliza em favor do seu jogo, uma vez que mesmo sendo uma atleta de baixa estatura, consegue pegar um número de rebotes bem considerável (6,75 por partida).

Outro ponto onde também vemos o impacto do seu físico é no tempo de quadra. A atleta é a sétima jogadora com mais tempo de quadra na competição, mesmo estando em uma equipe, homogênea que roda bastante suas atletas. Isso se deve ao fato de que Milena está sempre inteira no jogo, mesmo com uma alta sequencia de minutos jogados.

E esse tempo de quadra vem sendo muito bem aproveitado, a jogadora é ostenta a sexta maior média de pontos por jogo da competição (15pts).

A jogadora do VemSer, costuma causar estrago nos dois lados da quadra, tendo um ótimo deslocamento lateral e figurando no rol das principais ladras de bola da competição, 3,5rou.

Como não poderia deixar de ser, a jogadora está entre as mais eficientes da competição (9ª); (Diogo Aquino).

 

6 - Juliana Ribeiro (Duque Kings): Com o perdão do trocadilho, se o Duque Kings tem uma rainha, ela sem dúvidas é a Juliana Ribeiro. A lateral é disparada a melhor atleta da sua equipe tendo acumulado algumas atuações brilhantes durante a temporada. Atuações essas que foram imprescindíveis para que o Duque Kings pudesse conquistar uma campanha positiva nesta temporada.

A lateral nesta temporada mostrou todo seu potencial e versatilidade, tendo por diversas vezes atuado em mais de uma função durante o jogo ao melhor estilo Point Forward.

A condição atlética também é um fato que chama a atenção. Se a atleta não tem um dos melhores físicos da competição, com toda certeza está bem acima da média. O que fica claro pela mobilidade, versatilidade e tempo de quadra da jogadora.

Nessa temporada o protagonismo de Juliana foi inegável, refletindo-se na excelente média de pontos por jogo: 15,75 (quinta maior da competição), além da quarta melhor média de rebotes defensivos (7,5reb) e tocos (1toc).

Sem sombras de dúvidas a ala do Duque Kings fez por merecer ser lembrada como uma das melhores da temporada 2017; (Diogo Aquino).

 

5 - Joyce Pinheiros (All Basket): Jogadora importante para o All Basket, que assume bem o papel de playmaker e scorer da equipe. Faz com que as suas companheiras pontuem bem e tem grandes ferramentas ofensivas, que faz com que ela entre nesse ranking; (Felipe de Souza).

 

4 - Taliciane Trindade (Impacto): Eu poderia ser curto e grosso e descrever Taliciane em apenas uma palavra: Craque! A última MVP da competição, sem sombra de dúvidas é uma grandíssima jogadora, o tipo de atleta que domina o jogo em um nível que parece jogar em um ritmo totalmente diferente, no qual poucos podem acompanhá-la.

Na última temporada ela esteve em estado de graça e conduziu o impacto ao título. Desta vez, mesmo não tendo sobrado em relação às principais jogadoras da competição, sem sombra de dúvidas deixou sua marca.

Sua equipe terminou a fase de classificação na primeira posição, e muito disso se deve a T², que surpreendentemente, mesmo com sua baixa estatura tem exibido médias de 5,57 rebotes por partida. Além de contar com a quarta maior média de pontos da competição (16,14pts), a segunda maior média de assistencias (5ass) e terceira maior média de roubos de bola (4,14rou). Elementos que somados a outros aspectos do seu jogo a tornaram a 7ª jogadora mais eficiente da competição. Mantendo-a como um pilar do Impacto na busca do bicampeonato; (Diogo Aquino).

 

3 - Débora Reis (Municipal): A Débora, uma power forward de 16 anos, faz um bom trabalho dentro do garrafão, usa muito bem o seu footwork para o trabalho no highpost e lowpost. Ela consegue ajudar o ataque fazendo bons bloqueios para a suas companheiras selecionarem melhor o arremesso e faz um ótimo box out dentro do garrafão.

Ela possui um bom QI de basquete para a idade e consegue fazer uma boa leitura da defesa adversária. Assume em diversos momentos o papel de scorer em quadra.

Ela tem um bom arremesso de curta e média distância, possui uma eficiência considerável no mid-range e no jump shot. Finaliza muito bem as jogadas quando opta pelo layup.

Na defesa, ela contribui bastante no aumento da altura do garrafão e faz com que as adversárias mudem de direção os seus arremessos quando encontra com ela no último ato; (Felipe de Souza).

 

1 - Tayná Silva (NBR): Jogadora que tem as melhores médias de pontos (25.75) e rebotes (14.5) da categoria. Mas acredito que a qualidade dela vai além disso.

Com passagem pela seleção brasileira, ela possui o melhor footwork da categoria, melhor ball handling da posição, melhor QI de basquete da categoria e tem todos os fundamentos bem trabalhados.

Ela realmente não é a jogadora mais eficiente, mas por um ótimo motivo, pois ela não fica presa ao garrafão.

O que mais me chama a atenção, é que ela pode atuar em três posições (small forward/power dorward/center). Em certos momentos, ela pode fazer o trabalho de lowpost como uma center. Mas é comum ver ela arremessando bem do mid-range e até puxando contra-ataque. Ótima shoot creator.

Por fim, quando pensamos em um ranking, temos que pensar quem agrega melhor a equipe, quem se destaca na categoria e se a primeira posição é melhor do que a segunda. Para mim, não há dúvida: Thayná é a melhor jogadora da categoria; (Felipe de Souza).

 

1 - Amanda Oliveira (Impacto): Sei que sou suspeito para falar da Amanda. Afinal todos sabem que sou fã do seu basquete, sobretudo porque a timidez da sua personalidade fora da quadra contrasta com a imposição de seu jogo dentro dela. Dito isso prometo que vou tentar ser o mais sóbrio possível para enumerar todos os feitos da pivô do impacto nesta temporada.

Acredito que o primeiro ponto que chama a atenção de qualquer um reside na relação dela com sua própria equipe. O Impacto até então era visto como o time da taliciane, sobretudo pela forma como a armadora conduziu a equipe ao título na temporada passada. Oportunidade na qual a Amanda também foi primordial, no entanto, exercia um papel “secundário” em relação a principal estrela do time.

Nesta temporada, naturalmente, pelo próprio desenvolvimento do seu jogo, que a cada dia parece mais confiante e dominante, Amanda ganhou um protagonismo silencioso. Não entendam mal, o jogo do impacto ainda se baseia em manter a bola nas mãos da Taliciane e boa parte da produção da Amanda decorre das sobras. No entanto, amanda é de uma linhagem rara de atletas que conseguem assumir protagonismo, mesmo quando jogam em uma equipe, cujo o sistema de jogo não se baseia em incluí-lo nas principais tomadas de decisão.

Para termos uma pequena noção do impacto da jogadora na temporada, acho justo revelarmos alguns números:

1º - 22,13pts (Terceira maior média de pontos por jogo da competição);

2º - 13reb (Segunda melhor média de rebotes por jogo da competição);

3º - 10,3reb (Maior média de rebotes defensivos da competição);

4º - 39,54min (Segunda jogadora com mais tempo de quadra na competição);

5º - 170ef (Jogadora mais eficiente da competição).

Eu sei que números sozinhos podem não dizer nada, mas quando você observa Amanda jogar e compara com as estatísticas, muita coisa passa a fazer sentido. Por exemplo a imposição que nos referimos acima fica explícita ao observarmos as médias de rebote da jogadora, dando mostras do quanto ela tem presença de quadra. No mesmo sentido o atletismo da pivô é evidente ao percebermos que apenas uma jogadora passa mais tempo em quadra que ela em toda a competição.

Por fim, mas pra mim o número mais importante e significativo de qualquer estatística. Amanda é a jogadora mais eficiente da competição, isso significa dizer que se somarmos tudo que uma jogadora produziu de bom (pontos, rebotes, assistências e etc) e diminuirmos por tudo que ela fez de ruim (Faltas, erros etc..), nenhuma jogadora nesta tempora foi melhor que Amanda.

Por tudo isso vejo Amanda como a melhor jogadora da temporada 2017 da LSB. (Diogo Aquino)

Neste domingo (17/09), o Impacto Basket enfrentou o Municipal no Club Municipal pela categoria Feminina.

Essa foi a última partida de ambas as equipes pela temporada regular e o resultado foi determinante para os playoffs da categoria.

A equipe do Impacto chegou nessa partida após ser derrotada pela a equipe do VemSer na semana passada e entrou buscando a sua recuperação. 

O Municipal estava com um enorme hiato no seu calendário e vem fazendo uma sequência de jogos importantes. A partida para a equipe tijucana, valia para melhorar a sua colocação no campeonato.

No fim, o time do Impacto venceu por 72-59 e foi liderado por três importantes jogadoras: Amanda de Oliveira (17 pontos e 10 rebotes), Karine Martins (18 pontos e 12 rebotes) e Camila Tomaz (16 pontos e 8 rebotes).

Pelo lado do Municipal, a grande destaque foi a Débora Reis com 13 pontos e 7 rebotes.

Com esse resultado, o playoff ficou assim:

NBR vs Municipal

Impacto vs VemSer

Sexta, 15 Setembro 2017 04:05

NBR conquista ótima vitória sobre o IBC

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No dia 09/09, o NBR enfrentou o IBC pela categoria Feminina no Iguaçu Basquete Clube.

O time comandado pelo Thiago Fonseca, entrou em quadra sem a sua líder Nathália Lobato e buscando reafirmar a força da sua equipe.

A equipe não tomou conhecimento do time da casa e desde o início impôs o seu ritmo forte de transição e jogadas com boa movimentação ofensiva. O IBC parecia não estar preparado fisicamente para a partida e logo sentiu a velocidade imposta pelo NBR.

Mais uma vez vimos a Thayná Silva fazer uma partida de alto nível e mostrar enorme qualidade para criar jogadas para si e suas companheiras. Além de ser playmaker, ela mais uma vez assumiu o papel de scorer da equipe e terminou o jogo com impressionantes 36 pontos, 16 rebotes e 5 roubos de bola.

Pelo lado do IBC, a equipe teve a participação da Scarlett Horrana. Ela fez 17 pontos e pegou 8 rebotes, foi a grande destaque da equipe. O time teve dificuldades de movimentar a bola no ataque e compactar bem a sua defesa.

No fim, o NBR venceu o IBC por 67-37.

Neste domingo, a UFF enfrenta o Duque Kings no Sport Club Mackenzie válido pela categoria Feminino.

Depoi de conseguir uma boa vitória em cima do IBC no dia 16/7 em Mesquita por 47-44, o time enfrentou alguns dos melhores times da categoria: Impacto, VemSer e Municipal. Essa sequência não foi nada boa para o time, que não conseguiu nenhuma vitória nessa sequência.

A equipe agora enfrenta o Kings em busca de se reabiltar na categoria. mas também não será um trabalho fácil. O DK conta com a scorer Juliana Ribeiro e pode ser mais uma pedra no sapato do time universitário.

Nos resta ver como a UFF vai se comportar na partida e se conseguirá a primeira vitória após essa sequência amarga.

Segunda, 30 Novembro -0001 00:00

VemSer domina Sele-UFF e conquista ótima vitória

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A ótima equipe do VemSer encarou a Sele-UFF em um jogo disputado no Sport Club Mackenzie no domingo (06/08) e conquistou uma vitória muito importante para a classificação.

Ana Beatriz (23 pontos, 3 rebotes e 7 roubos) e Stephany Lara (12 pontos, 13 rebotes, 4 assistências e 7 roubos), foram os grandes destaques da partida.

Essa vitória recoloca o VemSer forte pela briga do título da categoria.

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