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Máster +40: SC Mackenzie conquista seu primeiro título na categoria em 2019, relembre

A competição do máster +40 de 2019 teve o Sport Club Mackenzie como campeão em cima do Oásis. Com um placar de 84 a 68, o time vencedor foi superior e levou a vitória após vários anos participando e não conseguindo o primeiro lugar no pódio.

O diretor de basquete do clube Sérgio Luciano falou sobre a vitória: “Eu poderia nomear a conquista de 2019 como “finalmente”, depois de vários insucessos, ficando em segundo lugar, e em terceiro lugar; para mim, foi o resgate de uma dívida que eu tinha com dois atletas, o Renato Barros, que foi quem deu start no projeto e que até então jogando a categoria não tinha conseguido o título; e o Bruno Russo, que já havia sido campeão no +35, mas ele se identificava muito com a categoria +40, onde ele era o capitão da equipe, então foi muito importante a conquista desse título.”

Equipe campeã de 2019.

A equipe do máster +40 do Mackenzie começou a disputar os campeonatos da LSB desde a primeira edição. Já existia a equipe do máster +35 e conforme alguns atletas foram ganhando idade migraram para o +40. De acordo com Sérgio Luciano, faltava um pouco de oxigênio nessa categoria, eram muitos problemas na equipe, faltava um pouco de ímpeto e algumas qualidades. Até que em dezembro de 2018, ele recebeu um telefonema, onde um amigo falou que o Jequiá estava desfazendo a equipe máster +40 por falta de apoio do clube. Então todos os atletas foram recebidos pelo Mackenzie e foram integrados ao time, fazendo com que as deficiências antigas fossem sanadas e o time estivesse no auge da qualidade técnica para participar dos jogos em 2019.

Foram 14 jogos com 13 vitórias. A derrota aconteceu em casa para o AVBN que tinha um bom time; foi um dia difícil para o Mackenzie, parecia que nada estava dando certo.

“Foi bom perder para o AVBN, para dar mais maturidade ao time, até então estávamos vindo de várias vitórias, a equipe estava ‘se sentindo’. Então o time pôs os pés no chão, passou a jogar com mais seriedade em todos os jogos.” Disse Sérgio Luciano.

O Mackenzie terminou a fase classificatória muito bem; na fase semifinal, jogaram contra o Vasco com os dois jogos em São Januário, onde obtiveram a vitória. Na final enfrentaram o Oásis, que tinha um excelente time, no primeiro jogo o trabalho de recuperação do Mackenzie foi fundamental, os atletas impuseram a qualidade e saíram com a vitória. No segundo jogo o Oásis conseguiu ser ainda melhor, fizeram a equipe do Mackenzie sofrer, mas a partida foi fluindo e com as mexidas do técnico, e os próprios jogadores se empenhando em produzir mais, o time conseguiu estabilizar. Começaram a se aproximar do placar, até então conseguir a vitória e o primeiro título do Máster +40 para o Mackenzie.

Equipe na Semifinal da competição.

“A subida de categoria do Nilo, a chegada do Marcelão, do Paulo, do Biscoito, do Capilé tudo isso qualificou muito, muito a equipe. O time foi campeão de forma contundente , foram jogos dificílimos, mas conseguimos nos manter firmes em todos os jogos, agradeço a todos que fizeram parte dessa conquista.” Finalizou Sérgio Luciano. 

Máster +40: Relembre os títulos do tricampeão Jequiá em 2016, 2017 e 2018

Após a estreia do Máster +40 em 2015, novos times se formaram para participar da competição. Esse foi o caso do Jequiá Iate Clube que ganhou os três anos seguidos da categoria.

O técnico da equipe Márcio da Silva, campeão nos três anos seguidos falou um pouco sobre a criação do time:  

“Quando resolvi montar essa equipe do Máster +40, foi bem fácil. Reuni jogadores que já faziam parte do Máster 35, e que tinham acabado de se consagrar campeões. Era uma equipe que reunia família e amigos, todos os jogos eram acompanhados por esposas e namoradas, todos torcendo por mais uma vitória. Era um prazer disputar esse campeonato, jogávamos sempre contra amigos e ex-jogadores.”

No primeiro título em 2016, o Jequiá enfrentou o Mackenzie na final, foram jogos bem difíceis, e bem disputados pelas equipes. Os times estavam muito equilibrados e a briga pelo título foi grande, mas depois de duas vitórias seguidas o Jequiá se consagrou o campeão do ano.

Equipe campeã de 2016

Em 2017, todas as equipes reforçaram seus times, o que fez o nível do Máster +40 aumentar muito. Repetindo a final de 2016, Jequiá e Mackenzie se enfrentaram no primeiro jogo na casa do time da Ilha do Governador. Após a derrota, o Jequiá informou a LSB que o adversário tinha utilizado um jogador irregular. Então, a Liga verificou a denúncia, e o Mackenzie perdeu alguns pontos, no segundo jogo, eles decidiram não jogar e perderam por WO, Jequiá se tornou o bicampeão da categoria Master +40.

Equipe bicampeã de 2017.

No terceiro ano, mais dois times muito fortes entraram pra competição, o Oásis e Niterói. As duas equipes disputaram até o final, na semifinal, o Jequiá enfrentou o Oásis que tinha ex-jogadores do Flamengo e Vasco em um jogo muito duro. Mas, a equipe da Ilha ganhou os dois jogos e disputaram a final contra o Niterói. No primeiro jogo da final no Jequiá Iate Clube, o Niterói levou a vitória. Os dois últimos jogos foram na casa do time da região metropolitana e o Jequiá levou a melhor vencendo e conquistando o tricampeonato.

Equipe tricampeã de 2018.

Márcio falou também sobre os jogos difíceis e disputados da competição nos três anos em que ficou à frente da equipe do Jequiá Iate Clube:

 “Os jogos foram sempre bem disputados, os placares eram baixos e apenas por detalhes tivemos êxitos em nossas vitórias. Não consigo destacar nenhum jogador, nem técnico que tenha feito a diferença, apenas uma equipe unida.”

Em 2019, o Jequiá não disputou o campeonato, a base do time foi para o Mackenzie, que foi o campeão do ano.

“O time do Jequiá se desfez, o clube resolveu priorizar o futsal, e com isso nós perdemos a quadra e fomos obrigados a procurar outro time, caso contrário provavelmente ganharíamos novamente.” Disse Márcio da Silva, técnico do time tricampeão.

Memórias Máster +40: Centro Cívico Leopoldinense / Vila da Penha

Em 2015 a Liga Super Basketball (LSB), promoveu o primeiro campeonato na categoria Máster +40. Na estreia da edição, apenas quatro times participaram e o Centro Cívico Leopoldinense, conhecido também como Vila da Penha, consagrou-se campeão em disputa na grande final contra a Escola de Basquete do Serjão, a Escobase de Campo Grande.

Equipe do Centro Cívico Leopoldinense / Vila da Penha de 2015.

O fundador do time e treinador da equipe campeã Luiz Olyntho, falou sobre a criação do Máster +40; “Eu e mais alguns colegas junto ao Marcos Guinancio e ao Guilherme Simões, fomos os primeiros a pedir o Máster na época. A idade foi chegando pro pessoal que começou lá atrás, e o pedido do Máster foi uma necessidade. Nós estamos envelhecendo, e é muito chato você jogar em uma categoria, que na verdade você não consegue jogar, eles entenderam isso, e primeiramente foi criado o Máster +35, e depois o +40, conforme uma progressão natural da idade das pessoas.” Disse Luiz Olyntho.

Na fase de classificação da competição, o Vila da Penha ficou em terceiro lugar, jogou a semifinal contra o Jacarepaguá, o primeiro jogo na casa do adversário com derrota para os visitantes. Já o segundo jogo foi no Centro Cívico Leopoldinense, onde empataram a série com a vitória. Então, a vaga foi decidida em Mesquita em uma partida emocionante, o Jacarepaguá começa com vantagem, mas com muita qualidade a equipe de Luiz Olyntho faz uma boa rotação e termina o jogo com a vitória com uma diferença de 10 a 12 pontos na frente mesmo perdendo vários lances livres durante toda disputa.

“A equipe do Vila da Penha foi tomando corpo ao longo da fase regular, os atletas eram originalmente os fundadores do Centro Cívico Leopoldinense, e também alguns que foram crias do Olaria Atlético Clube e Grêmio de Realengo, tivemos também alguns reforços importantes do Jequiá Iate Clube, que se entrosaram bastante com o grupo, formando assim, uma equipe muito unida, e com bom preparo físico, que é um elemento, que faz toda diferença nas categorias Master.” Disse o Ala-armador da equipe Michel Maluff.

A final do campeonato foi contra a Escobase de Campo Grande, que derrotou o Mackenzie na semifinal. A Escobase tinha um time muito bom, era o favorito na disputa. Mas, o técnico Luiz preparou muito bem a equipe.

“Nos entendíamos como grupo, e tínhamos um elemento essencial para o jogo em muitas ocasiões da partida: o emocional e o mental. A equipe se divertia em quadra e amava competir, quando nos reuníamos, era sempre um momento de encontro de amigos e sempre desfrutamos isso em todos os jogos e treinos, essa sempre foi a marca do Vila da Penha. Muitos se conhecem há mais de 25 anos, e todos se ajudavam e amavam estar juntos pelo jogo, pelo basketball. Foi inesquecível pra nós, e mantém a chama acesa para buscar mais na Liga” Disse Michel Maluff.

No primeiro jogo na casa do Vila da Penha, a Escobase começou melhor, mas, após alguns ajustes de marcação, o time da Zona Norte conseguiu a vitória com certa vantagem. O segundo jogo aconteceu na quadra do Jequiá, dois jogadores da Escobase foram desqualificados no finalzinho do primeiro jogo, o que fez grande diferença, pois eram jogadores de muita importância que conseguiam dominar o jogo. O time da Zona Oeste começou a partida bem melhor, abrindo 12 a 14 pontos de vantagem, mas a partir do terceiro quarto, o Vila da Penha começa a encostar no placar, e no último quarto acontece a virada e a vitória do Centro Cívico Leopoldinense / Vila da Penha.

“A percepção do primeiro ano do +40 foi legal, só existiam quatro equipes na época, e nós não éramos os favoritos, mas eu sabia da força e da qualidade do time. É muito ruim você como treinador comandar seus amigos. Ao longo do tempo eu vi que dirigir amigos era uma coisa que eu não queria, apesar de eu ter a formação, de já ter dirigido algumas equipes, não é uma coisa em que eu sinta vontade. A qualidade do Máster é principalmente a participação dos grandes jogadores nos últimos anos, você joga com caras que você vê na televisão. Isso é muito legal, o ambiente é diferente, nosso objetivo claro que é ganhar, mas a gente quer se divertir acima de tudo quer ter um bom dia.” Finalizou Luiz Olyntho. 

LSB terá estreia de nova categoria, o Máster Feminino

Uma nova categoria vai estrear na LSB, o Máster Feminino! A equipe da LSB, o técnico de Basquete Márcio Lúcio e quatro mulheres apaixonadas pelo esporte organizaram o projeto e reuniram cerca de 50 atletas para tornar esse sonho uma realidade.

Um grupo com mais ou menos 30 jogadoras já existia e participava do campeonato Brasileiro, ao saberem da criação da nova categoria essas atletas foram convidando as demais até chegar a quatro times de doze mulheres e um técnico em cada.

A equipe que já existia, só participava de torneios fora do Rio de Janeiro, por isso a ideia de formar novos times para ter um campeonato carioca. São mulheres que jogam Basquete por amor, e dão exemplo para todos pela garra e determinação.

A organização da categoria ainda busca parceiros para compra de uniformes, bolas e todo o material de primeiros socorros. A pandemia do novo coronavírus acabou adiando a estréia do campeonato, o que gerou muita ansiedade em todos os envolvidos.

Organizador da categoria Márcio Lucio e parte da equipe que disputa o Campeonato Brasileiro e integra hoje o Máster Feminino na LSB.

Segundo o organizador da categoria Márcio Lúcio, a expectativa é grande, ele deseja que o Máster Feminino triunfe e protagonize muitas conquistas;

“A expectativa é enorme, que seja um sucesso, que cheguem mais meninas. São mães, avós, filhas, donas de casa, médicas, enfim, merecem praticar o basquete o ano inteiro no lugar onde moram. E tem mais um detalhe, desse grupo de 48 atletas será criado um time para jogar o campeonato adulto feminino da LSB, mais um incentivo para as meninas.”

Mônica Monteiro, Silvia, e Lucymar são capitãs das equipes, e falaram um pouco sobre as expectativas da criação do Máster Feminino na LSB;

“Penso que a criação do Máster feminino na LSB agrega valores muito estimados por toda comunidade do basquete. Vem em direção à garantia do espaço da mulher na modalidade, produzindo visibilidade ao basquete feminino em TODAS as idades, estimulando outras mulheres a jogar e com isso garantem seu direito ao Esporte e ao Lazer. Minha expectativa é que este seja um movimento contínuo e de crescimento constante. Participar do primeiro ano da categoria enriquece minhas histórias de vida, estimula minhas lembranças, me coloca em contato com pessoas que me fazem bem e confirma que o basquete está no meu cotidiano de modo que se entrelaça em múltiplos segmentos (social, esportivo, educacional, profissional, entre outros) da vida.” Disse Mônica Monteiro.

 “Basquete é minha vida, eu vivo Basquete, eu respiro Basquete, ter o Master só nosso, isso é incrível pro nosso esporte, fico muito feliz, eu brigo muito por isso, é uma briga incansável pra querer estar participando, jogando. São Paulo está na nossa frente, minhas amigas paulistas estão sempre jogando, e nós não tínhamos isso. Eu estou em uma expectativa incrível, já estamos vendo uniformes, tentando organizar eventos para fazer uma estréia como se fosse um quadrangular, só esperando passar essa pandemia. Eu to muito envolvida com isso, muito feliz, buscando patrocínio, organizando dieta para as meninas. Estou muito ansiosa, doida pra nós começarmos logo. Os homens no masculino jogam até os 80 anos, e no feminino, agora que nós estamos fazendo isso, consegui resgatar muitas meninas, as mulheres acabam desistindo mais cedo, e precisamos dessa alegria, dessa vontade de jogar. A felicidade é sem igual.” Disse Silvia Cristina Souza. 

“Vai ser o primeiro ano que eu vou participar desse campeonato que até então não tinha time feminino. Eu mais três meninas e o Marcio e três técnicos, nós sentamos pra poder organizar, pois tem muitas jogadoras femininas e a maioria parada, sem estar jogando. Então organizamos todas elas pra conseguir colocar todas nesse campeonato, isso foi muito gratificante. Estou muito empolgada, não vejo a hora de começar, mas enquanto estiver em pandemia teremos que aguardar, mas os times já estão separados, são quatro times, já tem grupos no Whatsapp, já estamos procurando quadras, vendo locais pra quando acabar a gente começar os treinamentos. Estou muito esperançosa, que aconteça o mais rápido possível, não vejo a hora de reunir todas e iniciar o campeonato feminino, normalmente o masculino é mais valorizado, o feminino é sempre colocado de lado, mas estamos aí pra isso, força com as mulheres.“ Disse Lucymar Nascimento.

A LSB entende e apoia as medidas de segurança adotadas pelos órgãos de saúde e afirma que só irá retornar as competições quando todas as equipes estiverem de acordo e quando houver garantia de saúde a todos os envolvidos. Nada será precipitado e as reuniões mensais visam planejar o possível retorno com organização e principalmente o cuidado com a saúde.

 

 

 

Genialidade nas quadras: a experiência da Jennifer Sirtoli e o gás da Adrielly Francisco

Ser campeão no esporte não é uma tarefa fácil para ninguém, muitos atletas enfrentam obstáculos e pensam em desistir antes mesmo de chegar ao topo. A experiente Jennifer Sirtoli e a destemida Adrielly Francisco são atletas da Sodiê Doces/LSB RJ que persistiram e hoje se tornam inspiração para todos aqueles que estão no início. Suas histórias de perseverança e luta, fazem com que os atletas da nova geração continuem acreditando que é possível conquistar o mundo.

Jennifer Sirtoli à esquerda e Adrielly Francisco à direita.

Jennifer Sirtoli tem 27 anos, é de em Caxias do Sul e chegou à LSB no começo de 2020. A atleta começou a jogar basquete com sete anos de idade no time Galópolis junto com as irmãs em 2000. Até os 15 anos participou de campeonatos estaduais nas seleções gaúchas, e em 2007 teve sua primeira convocação para Seleção Brasileira de base, onde conheceu o preparador físico do Finasa/Osasco, Leonardo Cursino; ao final do ano, Jennifer recebeu o convite para fazer parte da equipe, e então começou sua carreira em São Paulo, jogando campeonatos paulistas, regionais e abertos.

Em 2009, foi convocada pela Seleção Brasileira Sub-17 para disputar o Sul-americano no Chile, onde foi campeã. Um ano depois, foi chamada para a equipe Sub-18, onde disputou o Sul-americano em Medellín, na Colômbia, conquistando novamente o primeiro lugar do pódio.

Após experiência com o selecionado nacional, teve uma breve passagem pelo Maranhão, em 2011; nos dois anos seguintes, jogou o paulista A2 em Rio Claro, onde foi selecionada para participar da Universiade em Kazan, na Rússia. Quando retornou, acumulou passagens por Ribeirão Preto, Franca, Catanduva e São Bernardo, onde sofreu séria lesão, ficando fora de toda temporada.

Em 2020, Jennifer chega à LSB com muita certeza de que tudo vai dar certo, mesmo com a pandemia do novo coronavírus a atleta acredita que o foco e a dedicação de todas farão a diferença nas competições.

“Acredito que essa pandemia pegou todo mundo de surpresa. Fez todo mundo parar os treinos, ter que voltar pra casa. Mas eu estou muito feliz de poder fazer parte da equipe. O mês que fiquei no rio as gurias e a comissão técnica me receberam super bem. E desde o primeiro treino a dedicação, o foco no objetivo sempre foi muito claro. A gente sabe que o campeonato não vai ser fácil, mas acredito que cada uma do time vai buscar o seu melhor a cada treino e a cada jogo tentar se superar. E espero poder ajudar um pouco com a minha experiência.Tentar passar pra elas um pouco do que aprendi nesse tempo de basquete, para que a equipe toda evolua junto. Elas comigo, eu com cada uma delas e toda nossa comissão técnica.”

Jennifer Sirtolli, Ala/Pivô na LSB.

Adrielly Francisco é natural do Rio de Janeiro, tem 18 anos e este ano faz sua primeira participação na LBF (adulto). A atleta desde pequena já era incentivada a buscar um esporte devido à sua altura. Começou no atletismo, mas sua treinadora viu que o Basquete era a melhor opção. Com 12 anos Adrielly foi apresentada à um projeto social na Mangueira, onde apaixonou pelo esporte. Ainda aos 15 anos foi convocada pela Seleção Sub-18, participando do Sul-americano, conquistando o segundo lugar. Em 2019 foi selecionada para a Sub-17 e conquistou também o vice campeonato Sul-americano em Medellín na Colômbia. Voltando da Colômbia Adrielly jogou no Bradesco em São Paulo por oito meses, depois retornou ao Rio e ficou um período sem jogar. Um tempo depois a atleta recebeu um convite para passar 15 dias treinando com as meninas da seleção brasileira em um momento complicado da sua vida, o que foi de extrema importância para dar a volta por cima.

Entre idas e vindas, o convite da LSB veio no final de 2019.  A jovem é a atleta mais nova da equipe,  e disputa a Liga adulta pela primeira vez. A atleta espera retribuir todo o apoio com muita dedicação e suor em quadra.

“Minhas expectativas são as melhores possíveis, pois sou grata e estou muito feliz de está na LSB, pra mim é um aprendizado está na liga adulta, com meninas de mais idade, e mais experiente. Tenho expectativa de aprender mais a cada dia mais e dar tudo de mim para ajudar a equipe. Meu gás sempre será o melhor possível, minha vontade de jogar é imensa e sempre farei de tudo para está 100℅ bem e com garra para que eu possa acrescentar e somar com a equipe.”

Adrielly Francisco, Pivô na LSB.

Sodiê Doces e LSB juntas na campanha “Sodiê e Você pelo bem”

A Sodiê doces, considerada atualmente a maior franquia especializada em bolos artesanais do país, lançou em maio, a campanha solidária “Sodiê e você pelo bem”.

O objetivo da campanha é arrecadar alimentos não perecíveis, produtos de higiene e limpeza, máscaras e álcool gel 70%, que serão doados às famílias que estão em uma situação difícil devido à pandemia do novo coronavírus.

A campanha já deu largada com uma doação de 10 toneladas de alimentos, que foi feita pela fundadora da marca, Cleusa Maria da Silva. Mas a intenção é conseguir triplicar esse número em 30 dias.

E é claro, que a LSB não ficaria de fora e participou dessa campanha solidária. No sábado, 06 de junho, representada pelos seus gestores Marcos Guinancio e Guilherme Simões, a Liga entregou na unidade Tijuca no Rio de Janeiro, as doações de alimentos que a equipe Sodiê Doces LSB arrecadou com seus colaboradores.

Equipe LSB na Sodiê Doces.

O mascote da equipe, Locão James também esteve presente no local com sua malandragem carioca levando alegria e divertindo a todos.

Locão James na Sodiê Doces.

O gestor Marcos Guinancio falou da importância em colaborar com a arrecadação nesse momento difícil de pandemia;

“A Sodiê Doces é a patrocinadora da equipe feminina da LSB e conhecendo a história da empresa sabíamos que, mesmo diante de muitas dificuldades, estariam engajados em prover ajuda a quem precisa. Ficamos muito felizes de poder contribuir contando com os nossos colaboradores e amigos para essa campanha. Agradecemos a Deus por nos permitir ajudar dentro das nossas possibilidades, torcendo para que possamos sair muito mais fortes como sociedade.”

Guilherme Simões, também gestor da Liga, falou um pouco sobre como foi participar desta campanha;

“Contribuir e estimular a contribuição dos nossos parceiros e colaboradores foi um grande prazer. Até por que, quando criamos a LSB, esse era um dos propósitos: ajudar as pessoas através do Basquete. Acho que a campanha da Sodiê Doces foi fundamental pra ajudar milhares de pessoas e nós não poderíamos ficar de fora.”

 

Equipe Sodiê Doces e Locão James.

A Sodiê Doces/LSB RJ é uma equipe feminina de basquetebol fundada pela Liga Super Basketball que conta com os patrocínios da Sodiê Doces e da WA Sports.

 

1° Reunião de planejamento com as equipes da LSB durante a pandemia

Na noite desta terça-feira (09), ocorreu a primeira reunião de planejamento com as equipes da LSB para verificar as possibilidades de retorno das competições após o término da quarentena.

Os 14 times participantes do estadual amador tiveram seus responsáveis na reunião que foi mediada pelos gestores da Liga, Marcos Guinancio e Guilherme Simões.

Reunião

A reunião teve como principais objetivos, identificar os problemas gerados pelo isolamento social, buscar soluções para volta dos jogos, encontrar o melhor protocolo de segurança para que os atletas e equipe tenham total integridade física, e também tentar visualizar uma nova organização no calendário e no formato das competições.

O encontro ainda levantou questões como a flexibilidade do isolamento no Rio de Janeiro que não foi aderida nos municípios do interior do estado, dificultando a saída dos atletas da região, devido às barreiras nas estradas. Times que dependem do transporte cedido pela prefeitura também expressaram suas preocupações, já que no momento todos estão sendo destinados a área da saúde.

Com tudo parado e sem previsão de retorno, alguns times planejam voltar aos treinos meados de julho ou início de agosto, a fim de tentar recuperar o condicionamento físico dos atletas. Porém tudo ainda é muito incerto e a decisão das autoridades para a volta é uma incógnita para todos.

Uma nova reunião será realizada no mês de julho para identificar os avanços, e verificar a possibilidade de iniciar as competições utilizando os protocolos de segurança.

A LSB entende e apoia as medidas de segurança adotadas pelos órgãos de saúde e afirma que só irá retornar as competições quando todas as equipes estiverem de acordo e quando houver garantia de saúde a todos os envolvidos. Nada será precipitado e as reuniões visam planejar o possível retorno com organização e principalmente o cuidado com a saúde.